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Paulo e Lucas do Vale formam dobradinha para ampliar representação de Rio Verde

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O cenário político de Rio Verde para as eleições de 2026 ganha destaque com a confirmação da dobradinha entre o ex-prefeito Paulo do Vale (União Brasil), candidato a deputado estadual, e seu filho, o atual deputado estadual Lucas do Vale (PSD), que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados. A estratégia tem como principal objetivo fortalecer a representatividade política de Rio Verde e da região Sudoeste de Goiás tanto na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) quanto no Congresso Nacional.

Após oito anos à frente da Prefeitura de Rio Verde, período marcado por investimentos em infraestrutura, saúde, educação, desenvolvimento econômico e fortalecimento do agronegócio, Paulo do Vale coloca sua experiência administrativa à disposição da população goiana. Sua candidatura à Assembleia Legislativa busca dar continuidade ao trabalho desenvolvido no município, defendendo pautas voltadas ao desenvolvimento regional, à geração de empregos, ao fortalecimento do setor produtivo e à ampliação dos investimentos em saúde e infraestrutura.

Já Lucas do Vale, eleito deputado estadual em 2022, decidiu disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Durante seu mandato na Alego, participou de projetos voltados ao desenvolvimento de Goiás e consolidou sua atuação política, especialmente em defesa dos interesses de Rio Verde e do Sudoeste goiano. Agora, pretende levar essa representatividade para Brasília, buscando ampliar a captação de recursos federais e defender projetos que beneficiem os municípios goianos.

A dobradinha entre pai e filho aposta na força política construída em Rio Verde ao longo dos últimos anos. Com Paulo do Vale concorrendo à Assembleia Legislativa e Lucas do Vale à Câmara Federal, o grupo político pretende garantir representantes em duas importantes esferas do Poder Legislativo, fortalecendo a defesa das demandas do município e da região.

Para os apoiadores, a candidatura conjunta representa a continuidade de um projeto político voltado ao desenvolvimento regional, à valorização do agronegócio, ao incentivo à industrialização, à melhoria da infraestrutura e ao fortalecimento dos serviços públicos. A expectativa é de que Rio Verde mantenha protagonismo no cenário político estadual e nacional, ampliando sua capacidade de articulação junto aos governos estadual e federal.

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Convenções partidárias definem cenário da disputa pela Presidência da República e pelo Governo de Goiás

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As eleições de 2026 entraram em uma de suas fases mais decisivas com a realização das convenções partidárias, período em que os partidos e federações oficializam candidaturas, definem coligações e homologam as chapas que disputarão os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O calendário da Justiça Eleitoral estabeleceu que as convenções ocorreram entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, marcando o início oficial da corrida eleitoral.

Na disputa pela Presidência da República, as convenções consolidaram os principais projetos políticos que irão polarizar o cenário nacional nos próximos meses. Além da oficialização das candidaturas, os encontros partidários também serviram para anunciar os candidatos a vice-presidente, formar alianças estratégicas e definir a composição das chapas que disputarão o Palácio do Planalto. Em diversos partidos, as negociações se estenderam até os últimos dias do prazo legal, refletindo a intensa articulação política que antecede o início da campanha eleitoral.

Em Goiás, as convenções também movimentaram o cenário político estadual. Os principais partidos realizaram seus encontros em Goiânia para confirmar candidatos ao Governo do Estado, ao Senado e às bancadas federal e estadual. A disputa pelo Palácio das Esmeraldas promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos, reunindo candidaturas apoiadas por diferentes grupos políticos.

O governador em exercício Daniel Vilela teve sua candidatura fortalecida com o apoio de partidos da base governista, enquanto a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) confirmou Luís César Bueno como candidato ao Governo de Goiás, tendo Carlos Mundim (PDT) como candidato a vice-governador. A Unidade Popular também lançou candidatura própria, com Luciana Amorim, enquanto outras legendas concluíram ou finalizaram a composição de suas chapas na reta final do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

As convenções representam um momento fundamental do processo democrático, pois transformam pré-candidatos em candidatos oficialmente homologados pelos partidos. Também é nessa etapa que são aprovadas as coligações para os cargos majoritários, registradas as atas das convenções e definidos os números que serão utilizados pelos candidatos nas urnas eletrônicas.

Com o encerramento das convenções, os partidos seguem agora para a fase de registro das candidaturas junto à Justiça Eleitoral. Após a homologação dos registros, terá início a campanha eleitoral, quando os candidatos poderão apresentar oficialmente suas propostas aos eleitores por meio da propaganda eleitoral, debates, entrevistas e eventos de campanha.

A expectativa é de uma disputa intensa tanto no cenário nacional quanto em Goiás, envolvendo temas como economia, segurança pública, saúde, educação, infraestrutura, agronegócio e desenvolvimento regional. Nos próximos meses, os eleitores terão a oportunidade de conhecer as propostas dos candidatos e definir, nas urnas, os representantes que comandarão o Brasil e o Estado de Goiás pelos próximos quatro anos.

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Dívidas rurais serão reguladas por medida provisória

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Acordo prevê até 10 anos para pagamento e fundo garantidor

O governo federal e o Congresso Nacional fecharam na quarta-feira (15) um acordo para substituir o projeto de lei que tratava da renegociação de dívidas rurais por uma medida provisória (MP). O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, após reunião com ministros, parlamentares e representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Segundo o Ministério da Fazenda, a medida permitirá a renegociação de cerca de R$ 100 bilhões em dívidas de produtores rurais, com condições diferenciadas para agricultores afetados por perdas decorrentes de eventos climáticos e oscilações nos preços agrícolas.

Acordo

Participaram da reunião os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e de Relações Institucionais, José Guimarães; o líder do governo na Câmara, deputado Paulo Pimenta; o deputado Arnaldo Jardim, e a senadora Tereza Cristina, ambos da FPA.

Hugo Motta ressaltou que o entendimento buscou conciliar o atendimento aos produtores com a responsabilidade fiscal.

“Depois da aprovação no Senado, sem acordo com o governo, chamamos os atores para a mesa para tratar isso com equilíbrio e buscar uma resolução que coubesse nas contas do país e levasse em consideração esse momento de dificuldade dos nossos produtores”, disse o presidente da Câmara.

Adesão

A MP beneficiará produtores e cooperativas que registraram perdas entre 2019 e 2025.

Na regra geral, poderão renegociar as dívidas agricultores que tiveram:

Perdas em duas ou mais safras;

Redução mínima de 30% da renda bruta, causada por eventos climáticos ou queda dos preços agrícolas.

Os produtores com perdas mais severas deverão comprovar:

Três ou mais safras afetadas;

Redução de pelo menos 40% da renda bruta, especialmente em regiões atingidas por eventos climáticos, como o Rio Grande do Sul.

Condições

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a proposta foi construída para atender a maior parte dos produtores em dificuldades sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.

“O Banco do Brasil está pronto para receber os agricultores endividados, renegociar as dívidas, para que a gente vá adiante e para que o Plano Safra recém-anunciado comece a operar”, disse o ministro.

As condições variam conforme o perfil do produtor.

Regra geral

Para produtores enquadrados nas regras gerais, a MP prevê:

Prazo: até oito anos para pagamento;

Carência: até dois anos para pagar a primeira parcela;

Entrada não será exigida.

Juros anuais:

6% para operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf);

9% para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp);

12% para os demais produtores.

Maiores perdas

Nos casos de perdas mais expressivas provocadas por eventos climáticos, as condições serão mais favoráveis:

Prazo de até 10 anos;

Carência de até dois anos; e

Entrada dispensada.

Juros anuais:

5% para o Pronaf;

8% para o Pronamp;

11% para grandes produtores.

Fundo garantidor

A medida provisória também criará um fundo similar ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para ampliar o acesso ao financiamento rural de médio e longo prazo.

Segundo Durigan, a União poderá aportar até R$ 2 bilhões no mecanismo, que também deverá contar com a participação de bancos, estados e municípios.

“Vamos avançar, do ponto de vista da União, com um limite de até R$ 2 bilhões de aporte para esse fundo garantidor. Também vamos convocar bancos, estados e municípios que queiram contribuir”, informou.

Outras medidas

Além da renegociação das dívidas, a MP prevê:

Suspensão por 30 dias das parcelas contempladas pelo acordo, inclusive das que venceriam imediatamente;

Reaproveitamento das garantias já vinculadas aos financiamentos, sem exigência de novos bens;

Possibilidade de os bancos prorrogarem automaticamente operações enquanto os pedidos de renegociação são analisados;

Criação de mecanismos para facilitar o crédito rural e reduzir o custo das operações.

Com o acordo, o projeto de lei que tramita no Congresso será retirado de pauta e substituído pela medida provisória, cuja publicação, segundo o governo, ocorreu ainda na quarta-feira. Agência Brasil

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Aprovação do governo Daniel Vilela chega a 74,5%, mostra Paraná Pesquisas

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A gestão do governador Daniel Vilela (MDB) é aprovada por 74,5% dos goianos, segundo pesquisa divulgada na segunda-feira (6) pelo Instituto Paraná Pesquisas. O levantamento mostra que 20,8% desaprovam a administração estadual, enquanto 4,8% não souberam ou não responderam. Na avaliação do governo, 54,1% classificam a gestão como ótima ou boa, 31,2% como regular e apenas 11,7% a consideram ruim ou péssima, consolidando um cenário amplamente favorável ao atual governador.

Os índices de aprovação refletem diretamente no cenário eleitoral. Na pesquisa estimulada para o Governo de Goiás, Daniel Vilela lidera com 44,4% das intenções de voto, contra 25,4% de Marconi Perillo (PSDB), 11,5% de Wilder Morais (PL), 3,3% de Luis Cesar Bueno (PT) e 1,1% de Telemaco Brandão (Novo). Além de abrir 19 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Daniel registra um percentual superior à soma de todos os adversários testados, que juntos alcançam 41,3%, fortalecendo um cenário favorável para a disputa.

O levantamento também aponta estabilidade da liderança do governador ao longo das pesquisas realizadas pelo instituto em 2026. Em abril, Daniel registrava 46,6% das intenções de voto; em maio, 42,3%; e agora aparece com 44,4%, mantendo-se na dianteira em todos os levantamentos divulgados neste ano.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem acesso à lista de candidatos, Daniel também aparece na liderança, com 14,8% das citações, mais que o dobro de Marconi Perillo, que registra 7%. Wilder Morais aparece com 2,8%, enquanto Ronaldo Caiado foi citado por 3,2%, apesar de não disputar o Governo de Goiás. O percentual de eleitores que ainda não souberam responder é de 65,3%.

Outro indicador positivo para o governador é a rejeição. Daniel Vilela registra 15,8%, a menor entre os três principais candidatos. Wilder Morais tem 20,5%, enquanto Marconi Perillo lidera esse índice com 37,8%, mais que o dobro da rejeição registrada pelo atual governador.

A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 5 de julho, com 1.300 eleitores em 61 municípios de Goiás. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, o nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-01366/2026. Fonte: DM

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