cultura
Isaac Pires apresenta ações culturais de Rio Verde em evento nacional

O secretário municipal de Cultura de Rio Verde, Isaac Pires, participou da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada entre os dias 19 e 24 de maio, em Aracruz (ES). O encontro nacional foi promovido em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e reuniu gestores, artistas, coletivos e representantes culturais de todo o país para discutir políticas públicas, cultura comunitária e justiça climática.
Durante a programação, Isaac Pires apresentou para uma plateia nacional as experiências desenvolvidas pela Prefeitura de Rio Verde no setor cultural ao longo dos últimos nove anos. As ações do município foram apresentadas como referência de gestão cultural, com destaque para iniciativas de valorização da cultura popular, incentivo a projetos culturais e fortalecimento de políticas públicas no setor.
A participação de Rio Verde no evento também ocorre após o município ser eleito para compor a representação regional Centro-Oeste do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados (FNC) no biênio 2026–2027. Rio Verde é o único município do interior da região a integrar a composição do fórum nacional.
cultura
Segundo dia da Flip destaca Amyr Klink e reúne representantes da literatura brasileira em Paraty

O segundo dia da 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) consolidou o clima de intensa efervescência cultural que toma conta da cidade histórica. Nesta quinta-feira (23), escritores, pesquisadores, artistas e leitores participaram de uma extensa programação de debates, lançamentos e encontros literários espalhados pelas casas parceiras e pelos espaços oficiais do evento, considerado um dos mais importantes festivais literários da América Latina.
Um dos momentos de maior destaque da programação paralela ocorreu na Casa da Cultura, onde o navegador, escritor e velejador Amyr Klink participou do encontro “100 Dias – Entre o Livro e o Filme”. Ao lado do diretor Carlos Saldanha, do ator Filipe Bragança, das roteiristas Elena Soarez e Thais Tavares, com mediação do jornalista Marcelo Tas, Klink falou sobre o processo de adaptação cinematográfica de seu clássico Cem Dias Entre Céu e Mar, compartilhando memórias da histórica travessia do Atlântico e os desafios de transformar sua experiência em uma produção para o cinema.
Entre o público presente esteve o presidente da Alerve – Academia de Letras de Rio Verde (GO), Alexandre Giffoni, a teóloga e escritora Oníria Guimarães, que acompanha a programação da Flip em busca de intercâmbio cultural e de novas experiências literárias. Sua participação reforça a presença da literatura goiana em um dos principais encontros do calendário cultural brasileiro e evidencia a importância da aproximação entre academias de letras, escritores e instituições voltadas ao incentivo da leitura e da produção literária.

Durante todo o dia, Paraty recebeu milhares de visitantes que circularam pelas ruas do Centro Histórico, participando de mesas de debates, lançamentos de livros, sessões de autógrafos e encontros com autores brasileiros e estrangeiros. A programação oficial da Flip é complementada por dezenas de atividades promovidas pelas casas parceiras, ampliando o diálogo entre literatura, artes, cinema, ciência e pensamento contemporâneo.
A edição de 2026 presta homenagem à poeta Orides Fontela, cuja obra inspira parte das discussões promovidas ao longo do festival. Até o encerramento, no domingo (26), a expectativa é de que milhares de leitores continuem movimentando Paraty, transformando a cidade em um grande palco de encontros entre escritores, artistas e amantes da literatura.
cultura
ALERVE, Rádio e TV Cerrado prestigiam abertura da 24ª FLIP em Paraty

A Academia de Letras de Rio Verde (ALERVE) juntamente com os proprietários do Jornal Folha da Cidade, Rádio e TV Cerrado prestigiaram a abertura da 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começou na quarta-feira (22) e vai até domingo (26). Nesta edição, a homenageada é a poeta Orides Fontela, uma das pioneiras nas vertentes contemporâneas da poesia brasileira, a autora é conhecida pelo rigor formal com a língua e pela atualização que faz do Modernismo. Junto com a Rádio MEC, a Agência Brasil e a Rádio Nacional realizam a cobertura do festival no litoral fluminense.
“A presença da ALERVE através de seus membros Alexandre Avelino Giffoni Júnior (presidente); Maria José Jardim Godoi, Sebastiana Aparecida Moreira; Oníria Guimarães de Oliveira e da imprensa rio-verdense (Jornal Folha da Cidade, Rádio e TV Cerrado) representa o compromisso com a difusão do conhecimento e da cultura. A ALERVE acredita que a Feira é um importante momento para ampliar os grandes debates do país e aproximar cada vez mais a população da literatura, dos autores e das diferentes expressões culturais brasileiras. É uma alegria fortalecer essa parceria em um evento tão relevante para a vida cultural do Brasil”, afirmou o presidente Alexandre Giffoni.

A partir desta quarta-feira, todos que estão em Paraty prestigiando o vento terão a oportunidade de acompanhar uma vasta programação que inclui debates, lançamentos de obras de grandes autores e ainda momentos riquíssimos de interação entre leitor e escritor. Às 15h no Espaço Arandu acontece a apresentações de dança infantil; Silo Cultural, Asa Laranjeiras, Companhia Dança & Arte Paraty e Tia Tharcylla Ballet, além da OFICINA “Brincando com gravetos”
Sobre a homenageada do evento: Orides Fontela
A poeta Orides Fontela (1940-1998) transformou o ofício da escrita em uma forma de existência. Ela dedicou-se a pensar o poema, perseguir a palavra exata, escrever e reescrever, como se lapidasse os versos. Considerada por críticos e estudiosos uma das grandes poetas brasileiras do século 20, construiu uma obra marcada pela precisão da linguagem e pela densidade filosófica.
O resultado é uma obra poética marcada por originalidade, em que poucos versos dão conta de reflexões profundas. No entanto, durante boa parte da vida e mesmo depois da morte de Orides, a poesia dela permaneceu por décadas restrita a círculos acadêmicos, à margem de um reconhecimento mais amplo. Enquanto seus poemas despertavam a atenção entre críticos, professores e escritores, ela seguia invisibilizada diante do grande público.
Quase 30 anos depois de sua morte, a 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa nesta quarta-feira (22), tem Orides Fontela como homenageada. A escolha da curadora Rita Palmeira tem permitido que se reconheça o valor do trabalho da autora, cuja vida se organizou em torno da poesia. Além disso, o evento deve promover um maior acesso do público à obra dela.
Natural de São João da Boa Vista, no interior paulista, a poeta se formou em filosofia, além de ter sido professora primária e bibliotecária. A autora venceu o Prêmio Jabuti com o livro Alba, em 1983, na categoria Poesia, e o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) em 1996.
Segundo o pesquisador e jornalista Gustavo de Castro, autor da biografia O Enigma Orides (editora Hedra), no passado, principalmente enquanto ela era viva, havia uma narrativa consolidada sobre a escritora, inclusive na imprensa, que deslocava o foco da poeta para uma personagem quase folclórica, descrita a partir de conflitos pessoais.
“Ela não teve reconhecimento de sua obra. Ela era conhecida como uma poeta universitária, foi reconhecida pelos críticos, pelos professores da universidade, mais ninguém. Ela não tinha um alcance nacional, não mesmo, como isso que está acontecendo agora com a Flip, graças a Rita Palmeira, que teve uma visão de valorizar uma mulher poeta, pobre e marginalizada”, disse Gustavo de Castro, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ele, os rótulos e estereótipos atribuídos a Orides foram muito destacados em detrimento do valor literário da obra dela. O pesquisador defende que a autora seja reconhecida como uma artista que fazia poesia apesar das situações extremas de pobreza.
“É uma poeta inteligentíssima, que pensa o livro enquanto produto artístico, o poema enquanto elaboração sensível, e a palavra enquanto sentimento.”
Outro elemento que contribuiu para invisibilizar Orides, aponta o pesquisador, foi o machismo. “Ela foi vítima do machismo, que está na sociedade brasileira e por isso também está na literatura brasileira. E esse machismo continua”, lamentou Castro.
O pesquisador disse que a autora ainda é retratada na imprensa a partir dos estereótipos atribuídos, majoritariamente, a mulheres que desafiam as expectativas sociais sobre comportamento, relações afetivas e trabalho.
“A Orides que merece ser vista é aquela que medita a palavra. A palavra dela é como um cristal: se você gira um pouquinho para cá, você vê uma determinada coisa. Se gira um pouquinho para lá, você vê uma outra coisa. Esse é o poder da poesia”, ressaltou.
Orides tinha um processo de escrita marcado pela reescrita constante. “Ela terminava de ler um livro e escrevia atrás dele alguns versos, inspirada naquela leitura. Ela escrevia em folhas avulsas e ia guardando em pastinhas. Depois reunia, retrabalhava, reescrevia. A poesia de Orides tem muito de reescritura, isso é uma marca”, contou Castro.
“Mas não era essa poeta que marca um horário, senta, escreve, sabe? Ela tentava unir inspiração e transpiração, no sentido de captar uma ideia poética, anotar e depois retrabalhar aquilo com calma”, explicou. Lançada originalmente em 2015, a biografia de Orides foi reeditada e ganhou trechos inéditos neste ano em que a autora é a homenageada da Flip.
Para Gustavo Castro, que tem como tema de pesquisa acadêmica justamente biografias de poetas, chama atenção a dedicação de Orides a pensar a poesia continuamente.
“Só pensa poesia, vive poesia, respira poesia. A família da Orides, o pão da Orides, a vida da Orides eram a poesia. Isso implica uma vida de intensidade, viver na intensidade da poesia.”
Orides de Lourdes Teixeira Fontela (1940–1998) foi uma poeta e filósofa brasileira, celebrada pela crítica pelo alto rigor formal, concisão e misticismo. Foto: Fritz Nagib/ Divulgação

Ele ressaltou que, apesar das condições materiais precárias que marcaram a trajetória da autora, Orides continuou a se dedicar à poesia. “Isso é muito radical. Essa radicalidade de sacrificar as condições materiais em função da poesia, quem faz isso? Orides fez”, disse o biógrafo. “Ela é uma espécie de santa da poesia, eu costumo dizer. Porque é uma espécie de santidade, de pureza, de crença na palavra poética.”
“Não precisa também idealizar a Orides, não, sabe?”, ponderou Gustavo, relatando que ela viveu um “despedaçamento” em sua vida por conta dessa dedicação total à poesia. “Você não consegue ter uma vida prática, objetiva, prosaica. Você se despedaça, como foi o caso dela. Ela foi se esquecendo de tudo, até de si mesma.”
O biógrafo lembrou ainda uma expressão que a poeta costumava mencionar.
“Ela dizia assim: ‘Clarice Lispector escreveu Perto do Coração Selvagem. Eu sou o próprio coração selvagem.’” Ele conclui: “Orides estava muito próxima de um estado radical, selvagem, de apostar uma vida inteira em palavras, em versos, e até abdicar de relações em função da sua poesia.”
cultura
Sudoexpo lança festival Louvor e Violão e abre espaço para talentos da música gospel

A Sudoexpo, uma das maiores feiras multissetoriais do Centro-Oeste, traz uma grande novidade para sua próxima edição: o Festival Louvor e Violão. A iniciativa foi criada para valorizar e incentivar os talentos da música gospel, proporcionando um espaço especial para que cantores e músicos possam compartilhar sua fé por meio da arte.
O festival integra a programação da feira e promete reunir participantes de diferentes cidades da região, fortalecendo a cultura cristã e promovendo momentos de inspiração e adoração para o público. A proposta é ampliar ainda mais as oportunidades oferecidas pela Sudoexpo, que há anos se destaca por incentivar a música e revelar novos talentos.
Festival Louvor e Violão
Voltado para cantores do segmento gospel, o Festival Louvor e Violão busca valorizar artistas que utilizam a música como instrumento de evangelização e expressão da fé. As inscrições estarão abertas de 15 de julho a 15 de agosto e deverão ser realizadas por meio da plataforma Sympla, com acesso pelos canais oficiais da Sudoexpo e da Acirv.
Os participantes terão a oportunidade de se apresentar para um grande público durante a feira e concorrerão à premiação em troféus para os três primeiros colocados. As audições acontecerão de 24 a 27 de agosto, na UNIRV, enquanto as apresentações classificatórias e a grande final serão realizadas durante a programação oficial da Sudoexpo 2026.
Os já tradicionais e consolidados festivais Barzinho & Violão e Pirulito & Violão seguem com inscrições abertas na mesma data!
Sobre a Sudoexpo
A Sudoexpo 2026 chega à próxima edição consolidada como uma das maiores feiras multissetoriais do Centro-Oeste, com expectativa de movimentar cerca de R$ 100 milhões em negócios e receber aproximadamente 40 mil visitantes ao longo de quatro dias de evento. A estrutura contará com 7.900 m², reunindo 180 estandes e cerca de 150 empresas expositoras.
Com mais de 34 horas de programação e mais de 50 apresentações, a feira reforça sua força regional e a confiança do mercado, refletida nos mais de 80% dos estandes já comercializados.
Serviço
Data: 09 a 12 de setembro
Link inscrições Inscrições: 15 de julho a 15 de agosto
Local: Estacionamento do Teatro Lauro Martins++
-
AGROHá 1 hora
EXPO RIO VERDE 2026 FECHA COM SALDO POSITIVO, 200 MIL VISITANTES E IMPACTO DE R$ 100 MILHÕES NA ECONOMIA
-
FashionHá 1 horaThese ’90s fashion trends are making a comeback in 2017
-
EntertainmentHá 1 horaThe final 6 ‘Game of Thrones’ episodes might feel like a full season
-
cidadeHá 1 hora
RIO VERDE 177 ANOS: UMA HISTÓRIA QUE ORGULHA GOIÁS
-
UncategorizedHá 1 horaEquatorial leva Mutirão Pelo Cliente Todo Dia para Itajá
-
BRASILHá 1 hora13 de maio é um momento de reflexão sobre liberdade, igualdade e justiça social
-
FashionHá 1 horaAccording to Dior Couture, this taboo fashion accessory is back
-
UncategorizedHá 1 horaEquatorial Goiás monta operação especial para garantir energia segura durante o Campeonato Mundial de Motovelocidade, em Goiânia
