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cultura

3º Sarau Cultural da ARLAO reúne artistas, escritores e fazedores de cultura em Rio Verde

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Evento realizado na Secretaria Municipal de Cultura celebrou a música, a poesia e a literatura, fortalecendo o espaço dedicado às manifestações artísticas do município

A música, a poesia e a valorização dos talentos locais marcaram o 3º Sarau Cultural da Academia Rio-verdense de Letras, Artes e Ofícios (ARLAO), realizado na sexta-feira, 28 de agosto de 2026, na sede da Secretaria Municipal de Cultura de Rio Verde.

O encontro reuniu acadêmicos, escritores, poetas, músicos e diversos fazedores de cultura, proporcionando uma noite de confraternização e, principalmente, de valorização das diferentes manifestações artísticas produzidas no município.

A programação musical foi um dos destaques. O Grupo Raiz emocionou o público com um repertório dedicado à música caipira e às raízes culturais de Goiás, resgatando canções e sonoridades que fazem parte da identidade regional.

O cantor Erasmo também participou do Sarau e apresentou um repertório diversificado, incluindo canções gospel. Já Waldir Júnior levou ao público clássicos da música popular brasileira e relembrou sucessos que atravessaram gerações, entre eles “Receba as Flores”, eternizado na voz do saudoso cantor Nilton César.

A literatura também ocupou lugar de destaque. Poetas e poetisas apresentaram poemas, versos e causos, transformando o encontro em um espaço aberto à palavra, à memória e à criatividade.

O presidente do Conselho Municipal de Cultura, Laudelino Júnior, destacou a importância de iniciativas como o Sarau para o fortalecimento cultural e para o próprio desenvolvimento de Rio Verde. “A cultura é fundamental para o desenvolvimento de uma cidade, porque preserva nossa história, fortalece nossa identidade e abre espaço para novos talentos. O Sarau da ARLAO chega à sua terceira edição demonstrando sua grandiosidade e conquistando definitivamente seu espaço no calendário cultural de Rio Verde”, ressaltou Laudelino Júnior.

Para a presidente da ARLAO, Zilda Pires, a presença de artistas, escritores e representantes de diferentes segmentos demonstra a força e a diversidade da produção cultural rio-verdense. “Nossa gratidão a todos os fazedores de cultura que atenderam ao convite e vieram compartilhar conosco sua arte, sua poesia, sua música e seu talento. A ARLAO quer ser cada vez mais esse espaço de acolhimento e resistência cultural. Costumo dizer que a Academia é uma verdadeira ‘trincheira das letras’, onde defendemos a literatura, as artes, os ofícios e a memória cultural de Rio Verde”, afirmou.

Zilda Pires também ressaltou que a proposta do Sarau vai além das apresentações artísticas, buscando promover o encontro entre diferentes gerações e segmentos culturais.

“Cada artista que sobe ao palco, cada poeta que declama seus versos e cada pessoa que participa ajuda a manter viva a nossa cultura. O Sarau pertence aos fazedores de cultura e à comunidade de Rio Verde”, completou.

Com música regional, MPB, poesia, causos e literatura, o 3º Sarau Cultural da ARLAO consolidou-se como mais um importante espaço de encontro e valorização da produção artística local, reafirmando o papel da Academia na preservação e divulgação da cultura rio-verdense.

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cultura

Festival Kayapó marca a história cultural de Rio Verde e celebra os talentos do teatro brasileiro

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Primeiro festival de teatro realizado no município reuniu companhias de diferentes regiões do país, promoveu intercâmbio cultural e premiou espetáculos que encantaram o público.

Angra Gama

Rio Verde viveu uma semana especial de arte, cultura e emoção com a realização da primeira edição do Festival Nacional de Teatro Kayapó, entre os dias 11 e 16 de outubro. O evento representou um marco para a história cultural do município, reunindo artistas e companhias teatrais de diferentes regiões do Brasil em uma programação dedicada à valorização das artes cênicas.

Realizado com a participação do Grupo Arar’Arte e da Secretaria Municipal de Cultura, o festival transformou o Teatro Lauro Martins em um espaço de encontros, criatividade e expressão artística. Durante seis dias, o público teve a oportunidade de acompanhar espetáculos que exploraram diferentes linguagens teatrais, proporcionando momentos de entretenimento, reflexão e contato com a diversidade da produção cultural brasileira.

A abertura do festival também foi marcada pela celebração dos oito anos de trajetória do Grupo Arar’Arte, um dos principais nomes do movimento teatral de Rio Verde. A comemoração contou com a apresentação de um documentário que resgatou momentos da história do grupo, seus desafios e conquistas, evidenciando a contribuição dos artistas para a valorização da cultura local.

Um marco para a cultura rio-verdense

O secretário municipal de Cultura, Isaac Pires, ressaltou a importância histórica da realização do Festival Kayapó, destacando que esta é a primeira vez que Rio Verde recebe um festival de teatro dessa natureza. Segundo o secretário, a iniciativa representa um avanço significativo para o desenvolvimento cultural do município, ao abrir espaço para a circulação de produções artísticas, incentivar os talentos locais e proporcionar à população o acesso a diferentes manifestações das artes cênicas.

Isaac Pires também defendeu a necessidade de iniciativas que impulsionem o cenário cultural da cidade, valorizando o trabalho dos artistas e contribuindo para que Rio Verde amplie sua participação no circuito de eventos culturais.

A realização do festival demonstra o potencial do município para receber produções de diferentes regiões do país, estimulando o intercâmbio de experiências entre artistas e aproximando a comunidade do universo teatral.

Premiação reconhece os destaques do festival

O encerramento do Festival Kayapó, no dia 16 de outubro, foi marcado pela cerimônia de premiação, que reconheceu os melhores trabalhos apresentados durante a programação. O grande destaque da noite foi o espetáculo “Japim – Um Pássaro de Cantos Mágicos”, da Cênica Trupe, que conquistou o prêmio de Melhor Espetáculo. A produção também recebeu os prêmios de Melhor Sonoplastia, para Alice Maria; Melhor Atriz, para Luna Machado; e Melhor Figurino, para Taína Monyés, consolidando-se como uma das montagens mais premiadas do festival.

O segundo lugar na categoria Melhor Espetáculo ficou com “Invisíveis”, do Ponto de Cultura Alquimia. A montagem também conquistou o prêmio de Melhor Ator, entregue a Fernando Fernandes, em reconhecimento ao seu trabalho de interpretação.

A Trupe Jonzé, com o espetáculo “Capitão Jonzé”, também se destacou na premiação, conquistando os troféus de Melhor Cenário e Melhor Maquiagem. Os reconhecimentos evidenciaram a qualidade da concepção visual e dos elementos que contribuíram para a construção artística da apresentação.

Outro destaque foi o espetáculo “O Cobre do Meu Pai”, da Bambolina Produções, que conquistou o terceiro lugar na categoria Melhor Espetáculo. A montagem também recebeu o prêmio de Ator Revelação, para Hélio Fróes, além do Prêmio Especial do Júri e de Melhor Direção, concedido a Fernanda Pimenta.

As premiações contemplaram diferentes aspectos da produção teatral, valorizando não apenas as atuações, mas também a direção, os figurinos, a maquiagem, os cenários e a sonoplastia, elementos fundamentais para a construção de uma experiência artística completa.

Festival fortalece a identidade cultural de Rio Verde

Mais do que uma competição entre espetáculos, o Festival Kayapó representou um momento expressivo de integração entre artistas, produtores culturais e a comunidade. A iniciativa proporcionou visibilidade a diferentes companhias teatrais e demonstrou a capacidade de Rio Verde de sediar eventos culturais de alcance nacional.

Para o Grupo Arar’Arte, a realização do festival também simboliza uma conquista significativa em sua trajetória de oito anos, marcada pela dedicação ao teatro e pela busca constante de oportunidades para ampliar o acesso da população às artes cênicas.

O evento reforçou a importância do investimento em cultura como instrumento de formação, expressão e desenvolvimento social. Ao abrir as portas para diferentes histórias e linguagens, o festival contribuiu para a formação de público e para a consolidação da identidade cultural do município.

A primeira edição do Festival Kayapó chega ao fim deixando um legado valioso para Rio Verde: a valorização dos artistas, o reconhecimento da produção teatral e a demonstração de que a cultura ocupa um espaço essencial no desenvolvimento da cidade.

Entre aplausos, emoções e premiações, o festival encerrou sua programação com a perspectiva de se tornar uma referência no calendário cultural rio-verdense, abrindo caminhos para novas edições e para o fortalecimento do teatro na região.

Cobertura fotográfica: Os registros do Festival Kayapó, realizados pelo Amaru Studio, podem ser conferidos em angragama.com/festivalkayapo.

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cultura

Quando as cortinas se abrem, a cultura ocupa o palco em Rio Verde

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Festival de Teatro Kayapó tem início com celebração da arte, homenagem à trajetória do grupo Arar’arte e uma semana dedicada às expressões cênicas

Por Angra Gama

O teatro tem uma maneira própria de transformar o cotidiano em acontecimento. Quando as luzes se acendem e as cortinas se abrem, o palco deixa de ser apenas um espaço físico para se tornar lugar de encontro, memória e imaginação. Foi sob esse espírito que Rio Verde deu início, na noite de 11 de outubro, ao Festival de Teatro Kayapó, uma celebração da arte cênica que movimentará a cidade ao longo de toda a semana.

A abertura reuniu representantes da cultura, artistas e público em torno de uma programação que reafirma a importância do teatro como manifestação artística e instrumento de formação cultural. Entre as presenças da noite esteve o secretário municipal de Cultura, Isaac Pires Cabral, que acompanhou o início de um evento que coloca a produção artística no centro da vida cultural rio-verdense.

Anfitrião do festival ao lado da Secretaria Municipal de Cultura, o grupo de teatro local Arar’arte ocupa um lugar de destaque nesta edição. Mais do que receber o público, o grupo celebra oito anos de trajetória dedicados à arte teatral, construindo uma história marcada pelo trabalho coletivo, pela criação e pela presença da cultura nos espaços da cidade.

Um dos momentos especiais da noite foi a apresentação de um documentário comemorativo dos oito anos do Arar’arte. A produção revisita a caminhada do grupo e registra parte de uma história que não se constrói apenas sobre o palco, mas também nos bastidores, nos ensaios, nos encontros e na persistência daqueles que fazem da arte um ofício e uma forma de expressão.

A programação de abertura contou ainda com uma atração musical, ampliando o encontro entre diferentes linguagens artísticas e conferindo à noite um caráter de celebração. Música, teatro e memória se encontraram em um mesmo espaço, lembrando que a cultura se fortalece justamente quando diferentes expressões encontram condições para coexistir, dialogar e alcançar o público.

Realizar um festival de teatro é também reconhecer que a arte precisa de espaço, continuidade e participação. Cada apresentação oferece ao público a oportunidade de experimentar outras perspectivas, reconhecer histórias e perceber que o palco, embora delimitado por suas cortinas, pode dizer muito sobre a sociedade que o cerca.

Ao reunir artistas e espectadores durante uma semana de atividades, o Festival de Teatro Kayapó contribui para ampliar a circulação cultural em Rio Verde e valorizar aqueles que mantêm viva a produção artística local. A celebração dos oito anos do Arar’arte acrescenta a esse encontro uma dimensão especial: a de reconhecer uma trajetória enquanto novas histórias começam a ser contadas.

O convite está feito: o Festival de Teatro Kayapó segue com apresentações ao longo da semana, até o dia 17 de outubro. A população está convidada a prestigiar a programação, acompanhar os espetáculos e participar desse encontro com a arte. Afinal, a cultura ganha sua dimensão mais profunda quando deixa de pertencer somente aos artistas e passa a ser vivida por toda a comunidade.

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Mariana Gouveia lança “Fragmentos de Amor” com incentivo do projeto Escritores Agora Têm Vez

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Obra de poemas foi lançada na Secretaria Municipal de Cultura e integra iniciativa da Prefeitura de Rio Verde de valorização dos escritores locais

A escritora Mariana Gouveia lançou, no dia 3 de setembro, a obra literária “Fragmentos de Amor”, durante evento realizado na Secretaria Municipal de Cultura de Rio Verde. O livro, dedicado à poesia, foi incentivado pelo projeto “Escritores Agora Têm Vez”, desenvolvido pela Prefeitura de Rio Verde, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

O lançamento reuniu escritores, autoridades, representantes de entidades culturais, familiares, amigos e apoiadores da cultura rio-verdense, transformando a noite em um momento de celebração da literatura e de valorização dos talentos locais.

“Fragmentos de Amor” reúne poemas que abordam sentimentos, experiências e diferentes manifestações do amor. Por meio dos versos, Mariana Gouveia apresenta ao público uma produção marcada pela sensibilidade, utilizando a poesia como instrumento para traduzir emoções e reflexões sobre as relações humanas.

A publicação ganha significado especial por fazer parte do projeto “Escritores Agora Têm Vez”, iniciativa que busca incentivar a produção literária e abrir espaço para que escritores do município possam apresentar suas obras e ampliar o contato com os leitores.

O secretário municipal de Cultura, Isaac Pires, acompanhou o lançamento e destacou a importância de criar oportunidades para os escritores de Rio Verde.

 “O projeto ‘Escritores Agora Têm Vez’ nasceu com o propósito de valorizar quem produz literatura em nossa cidade. Rio Verde possui muitos talentos que precisam de espaço, incentivo e oportunidade para mostrar suas obras. Cada novo livro lançado representa não apenas uma conquista do escritor, mas também um fortalecimento da nossa identidade cultural. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura, quer continuar abrindo portas para que nossos autores tenham voz e para que a literatura rio-verdense chegue cada vez mais longe”, destacou Isaac Pires.

Também prestigiaram o evento a presidente da Academia Rio-verdense de Letras, Artes e Ofícios (ARLAO), Zilda Pires; o presidente do Conselho Municipal de Cultura, Laudelino Júnior; e o vereador Gerlos Mendonça, além de escritores e apoiadores das manifestações culturais do município.

A presença de diferentes representantes do setor cultural reforçou a importância da união entre poder público, entidades, escritores e comunidade para ampliar o acesso à literatura e estimular novos autores.

Com o lançamento de “Fragmentos de Amor”, Mariana Gouveia apresenta sua produção poética aos leitores e contribui para o fortalecimento do cenário literário de Rio Verde. A noite também evidenciou os resultados de políticas de incentivo que oferecem aos escritores locais a oportunidade de transformar seus trabalhos em obras que passam a integrar a memória cultural do município.

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