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Deputada federal Marussa Boldrin oficializa filiação ao Republicanos

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A deputada federal Marussa Boldrin oficializou, na terça-feira (31), sua filiação ao Republicanos, marcando o início de uma nova fase em sua trajetória política. O ato foi conduzido pelo presidente nacional da sigla, o deputado federal Marcos Pereira, e reuniu importantes lideranças nacionais.

Entre os presentes estavam o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, a senadora Damares Alves, além de representantes do movimento Mulheres Republicanas, como Liziane Bayer e Cristiane Britto.

A filiação de Marussa fortalece a presença do Republicanos em Goiás, ampliando a atuação da sigla em áreas estratégicas como o agronegócio, o empreendedorismo feminino e o desenvolvimento social.

Durante o evento, Damares Alves destacou a importância da chegada da parlamentar ao partido. “É com muita alegria que recebemos a deputada Marussa. As mulheres do agro e as empreendedoras do Brasil precisam de atenção, e é uma alegria ter você conosco”, afirmou.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, também ressaltou a atuação da deputada no Congresso Nacional. “Marussa tem sido atuante em projetos relevantes, especialmente na área do agro e na defesa do empreendedorismo feminino. Ela cumpre com firmeza o papel de representar o povo de Goiás”, disse.

Já Marcos Pereira reforçou o compromisso do partido com a valorização feminina. “No Republicanos, as mulheres não são cotas, são essenciais. Temos ampliado a participação feminina e desenvolvido ações voltadas às mulheres do campo e da cidade, como o movimento Mulheres do Agro, para proteger as mulheres do campo de violência doméstica. Agro não é só pop, o agro é 10. Marussa é 10!”, destacou.

Ao comentar a filiação, Marussa Boldrin afirmou que chega ao novo partido com o propósito de ampliar sua atuação e contribuir com pautas que impactem diretamente a população. “Estou vindo com o coração leve. Faço política olhando para as pessoas, para suas histórias. Quero contribuir com pautas sociais, econômicas e ajudar a levar melhorias para quem mais precisa”, afirmou.

A deputada também fez referência à sua formação profissional ao comentar o novo momento político. “Como agrônoma, sei que é preciso plantar boas sementes para colher bons frutos. E acredito que o Republicanos é essa casa para construir e crescer”, completou.

A mudança partidária, segundo a parlamentar, foi construída com diálogo e respeito junto a lideranças do MDB, como Baleia Rossi e Daniel Vilela. “Essa decisão foi construída com diálogo, respeito e muita consciência”, escreveu.

Marussa também classificou a decisão como parte de um novo ciclo. “A política exige coragem para dar novos passos quando o propósito chama”, disse.

No novo partido, a deputada destacou referências importantes para sua trajetória, como Zé Mário Schreiner, a quem chamou de referência política, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, apontado como padrinho político neste momento.

Além de Marussa, também se filiou ao Republicanos o pré-candidato a deputado estadual por Goiás, Gustavo da Popular.

A deputada reforçou que, apesar da mudança de partido, suas principais bandeiras permanecem as mesmas, com destaque para a defesa do agronegócio e o compromisso com Goiás. “Chego para somar, para fortalecer e para fazer ainda mais. O partido muda, mas minha essência não”, destacou.

Depoimento na íntegra

Hoje eu falo com o coração, mas também com a responsabilidade de quem sabe o tamanho da missão que carrega.

O MDB_NACIONAL não foi apenas um partido para mim. Foi minha casa, foi onde cresci, onde aprendi e onde tive as maiores oportunidades da minha vida pública. Foi com esse apoio que me tornei vereadora e deputada federal. E por isso, minha gratidão será permanente.

Essa decisão foi construída com diálogo, respeito e muita consciência, ao lado de grandes lideranças como meus presidentes BALEIA.ROSSI e @danielvilela15, a quem tenho profundo respeito e gratidão.

Mas a política exige coragem para dar novos passos quando o propósito chama.

Hoje inicio um novo ciclo no @republicanos10, com o mesmo compromisso de sempre: trabalhar por Goiás, defender quem produz, lutar pelo nosso agro e não abrir mão de estar ao lado de quem mais precisa.

Agradeço ao presidente @marcospereira1010 e ao meu agora, colega de partido e presidente da Câmara, HUGOMOTTAPB, pelo convite e pela acolhida neste novo momento.

Quero também fazer um agradecimento mais que especial ao meu líder, amigo e alguém que levo como referência de vida, Zé Mário Schreiner, que mais uma vez estendeu a mão e acreditou em mim nesse novo momento. Sua confiança me fortalece e me dá ainda mais responsabilidade para seguir trabalhando pelo nosso povo.

Agradeço também ao governador @tarcisiogdf pela honra de se tornar meu padrinho neste partido. Uma grande liderança, que me inspira diariamente a continuar lutando com seriedade, compromisso e resultados.

Com muito carinho agradeço às mulheres que me acolhem nessa nova caminhada: à senadora Damares Alves, a secretária nacional do Mulheres Republicanas, Liziane Bayer, e à ex-ministra da mulher Cristiane Britto

Sou grata a todos que caminharam ao meu lado até aqui em especial à minha família, que é minha base, meu apoio e minha força diária.

O partido muda, mas minha essência não. Meu lado continua sendo o do trabalho, da responsabilidade e da presença.

O que construí até aqui ninguém apaga. E o que vem pela frente será ainda maior.

Agora eu sou 10. Mais do que nunca, sou trabalho, sou compromisso e sou Goiás.

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Paulo e Lucas do Vale formam dobradinha para ampliar representação de Rio Verde

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O cenário político de Rio Verde para as eleições de 2026 ganha destaque com a confirmação da dobradinha entre o ex-prefeito Paulo do Vale (União Brasil), candidato a deputado estadual, e seu filho, o atual deputado estadual Lucas do Vale (PSD), que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados. A estratégia tem como principal objetivo fortalecer a representatividade política de Rio Verde e da região Sudoeste de Goiás tanto na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) quanto no Congresso Nacional.

Após oito anos à frente da Prefeitura de Rio Verde, período marcado por investimentos em infraestrutura, saúde, educação, desenvolvimento econômico e fortalecimento do agronegócio, Paulo do Vale coloca sua experiência administrativa à disposição da população goiana. Sua candidatura à Assembleia Legislativa busca dar continuidade ao trabalho desenvolvido no município, defendendo pautas voltadas ao desenvolvimento regional, à geração de empregos, ao fortalecimento do setor produtivo e à ampliação dos investimentos em saúde e infraestrutura.

Já Lucas do Vale, eleito deputado estadual em 2022, decidiu disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Durante seu mandato na Alego, participou de projetos voltados ao desenvolvimento de Goiás e consolidou sua atuação política, especialmente em defesa dos interesses de Rio Verde e do Sudoeste goiano. Agora, pretende levar essa representatividade para Brasília, buscando ampliar a captação de recursos federais e defender projetos que beneficiem os municípios goianos.

A dobradinha entre pai e filho aposta na força política construída em Rio Verde ao longo dos últimos anos. Com Paulo do Vale concorrendo à Assembleia Legislativa e Lucas do Vale à Câmara Federal, o grupo político pretende garantir representantes em duas importantes esferas do Poder Legislativo, fortalecendo a defesa das demandas do município e da região.

Para os apoiadores, a candidatura conjunta representa a continuidade de um projeto político voltado ao desenvolvimento regional, à valorização do agronegócio, ao incentivo à industrialização, à melhoria da infraestrutura e ao fortalecimento dos serviços públicos. A expectativa é de que Rio Verde mantenha protagonismo no cenário político estadual e nacional, ampliando sua capacidade de articulação junto aos governos estadual e federal.

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Convenções partidárias definem cenário da disputa pela Presidência da República e pelo Governo de Goiás

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As eleições de 2026 entraram em uma de suas fases mais decisivas com a realização das convenções partidárias, período em que os partidos e federações oficializam candidaturas, definem coligações e homologam as chapas que disputarão os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O calendário da Justiça Eleitoral estabeleceu que as convenções ocorreram entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, marcando o início oficial da corrida eleitoral.

Na disputa pela Presidência da República, as convenções consolidaram os principais projetos políticos que irão polarizar o cenário nacional nos próximos meses. Além da oficialização das candidaturas, os encontros partidários também serviram para anunciar os candidatos a vice-presidente, formar alianças estratégicas e definir a composição das chapas que disputarão o Palácio do Planalto. Em diversos partidos, as negociações se estenderam até os últimos dias do prazo legal, refletindo a intensa articulação política que antecede o início da campanha eleitoral.

Em Goiás, as convenções também movimentaram o cenário político estadual. Os principais partidos realizaram seus encontros em Goiânia para confirmar candidatos ao Governo do Estado, ao Senado e às bancadas federal e estadual. A disputa pelo Palácio das Esmeraldas promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos, reunindo candidaturas apoiadas por diferentes grupos políticos.

O governador em exercício Daniel Vilela teve sua candidatura fortalecida com o apoio de partidos da base governista, enquanto a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) confirmou Luís César Bueno como candidato ao Governo de Goiás, tendo Carlos Mundim (PDT) como candidato a vice-governador. A Unidade Popular também lançou candidatura própria, com Luciana Amorim, enquanto outras legendas concluíram ou finalizaram a composição de suas chapas na reta final do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

As convenções representam um momento fundamental do processo democrático, pois transformam pré-candidatos em candidatos oficialmente homologados pelos partidos. Também é nessa etapa que são aprovadas as coligações para os cargos majoritários, registradas as atas das convenções e definidos os números que serão utilizados pelos candidatos nas urnas eletrônicas.

Com o encerramento das convenções, os partidos seguem agora para a fase de registro das candidaturas junto à Justiça Eleitoral. Após a homologação dos registros, terá início a campanha eleitoral, quando os candidatos poderão apresentar oficialmente suas propostas aos eleitores por meio da propaganda eleitoral, debates, entrevistas e eventos de campanha.

A expectativa é de uma disputa intensa tanto no cenário nacional quanto em Goiás, envolvendo temas como economia, segurança pública, saúde, educação, infraestrutura, agronegócio e desenvolvimento regional. Nos próximos meses, os eleitores terão a oportunidade de conhecer as propostas dos candidatos e definir, nas urnas, os representantes que comandarão o Brasil e o Estado de Goiás pelos próximos quatro anos.

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Dívidas rurais serão reguladas por medida provisória

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Acordo prevê até 10 anos para pagamento e fundo garantidor

O governo federal e o Congresso Nacional fecharam na quarta-feira (15) um acordo para substituir o projeto de lei que tratava da renegociação de dívidas rurais por uma medida provisória (MP). O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, após reunião com ministros, parlamentares e representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Segundo o Ministério da Fazenda, a medida permitirá a renegociação de cerca de R$ 100 bilhões em dívidas de produtores rurais, com condições diferenciadas para agricultores afetados por perdas decorrentes de eventos climáticos e oscilações nos preços agrícolas.

Acordo

Participaram da reunião os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e de Relações Institucionais, José Guimarães; o líder do governo na Câmara, deputado Paulo Pimenta; o deputado Arnaldo Jardim, e a senadora Tereza Cristina, ambos da FPA.

Hugo Motta ressaltou que o entendimento buscou conciliar o atendimento aos produtores com a responsabilidade fiscal.

“Depois da aprovação no Senado, sem acordo com o governo, chamamos os atores para a mesa para tratar isso com equilíbrio e buscar uma resolução que coubesse nas contas do país e levasse em consideração esse momento de dificuldade dos nossos produtores”, disse o presidente da Câmara.

Adesão

A MP beneficiará produtores e cooperativas que registraram perdas entre 2019 e 2025.

Na regra geral, poderão renegociar as dívidas agricultores que tiveram:

Perdas em duas ou mais safras;

Redução mínima de 30% da renda bruta, causada por eventos climáticos ou queda dos preços agrícolas.

Os produtores com perdas mais severas deverão comprovar:

Três ou mais safras afetadas;

Redução de pelo menos 40% da renda bruta, especialmente em regiões atingidas por eventos climáticos, como o Rio Grande do Sul.

Condições

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a proposta foi construída para atender a maior parte dos produtores em dificuldades sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.

“O Banco do Brasil está pronto para receber os agricultores endividados, renegociar as dívidas, para que a gente vá adiante e para que o Plano Safra recém-anunciado comece a operar”, disse o ministro.

As condições variam conforme o perfil do produtor.

Regra geral

Para produtores enquadrados nas regras gerais, a MP prevê:

Prazo: até oito anos para pagamento;

Carência: até dois anos para pagar a primeira parcela;

Entrada não será exigida.

Juros anuais:

6% para operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf);

9% para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp);

12% para os demais produtores.

Maiores perdas

Nos casos de perdas mais expressivas provocadas por eventos climáticos, as condições serão mais favoráveis:

Prazo de até 10 anos;

Carência de até dois anos; e

Entrada dispensada.

Juros anuais:

5% para o Pronaf;

8% para o Pronamp;

11% para grandes produtores.

Fundo garantidor

A medida provisória também criará um fundo similar ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para ampliar o acesso ao financiamento rural de médio e longo prazo.

Segundo Durigan, a União poderá aportar até R$ 2 bilhões no mecanismo, que também deverá contar com a participação de bancos, estados e municípios.

“Vamos avançar, do ponto de vista da União, com um limite de até R$ 2 bilhões de aporte para esse fundo garantidor. Também vamos convocar bancos, estados e municípios que queiram contribuir”, informou.

Outras medidas

Além da renegociação das dívidas, a MP prevê:

Suspensão por 30 dias das parcelas contempladas pelo acordo, inclusive das que venceriam imediatamente;

Reaproveitamento das garantias já vinculadas aos financiamentos, sem exigência de novos bens;

Possibilidade de os bancos prorrogarem automaticamente operações enquanto os pedidos de renegociação são analisados;

Criação de mecanismos para facilitar o crédito rural e reduzir o custo das operações.

Com o acordo, o projeto de lei que tramita no Congresso será retirado de pauta e substituído pela medida provisória, cuja publicação, segundo o governo, ocorreu ainda na quarta-feira. Agência Brasil

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