cidade
Cultura, memória e literatura se encontram em noite especial na Secretaria Municipal de Cultura

A Secretaria Municipal de Cultura de Rio Verde recebeu, na noite do dia 29 de maio, um evento que reuniu literatura, fotografia e memória cultural em uma programação especial marcada pelo lançamento dos livros “Retratos de Pertencimento Entre Olhares e História”, de Angra Gama, e “Cartas para o Infinito”, de Renny de Haro, além da exposição fotográfica “Cidade que Fica”, idealizada por Kat Gama e produzida por Cria Gouveia.
A solenidade contou com a presença de artistas, autoridades, familiares e apreciadores da cultura local, reforçando a importância das políticas públicas de incentivo à cultura no município, por meio da Lei Aldir Blanc e do projeto “Escritores Agora Têm Vez”, da Secretaria Municipal de Cultura.

A exposição “Cidade que Fica” um dos destaques da noite, apresentando registros históricos e contemporâneos que retratam as transformações urbanas e sociais de Rio Verde ao longo dos anos. A mostra homenageia Oníria Guimarães e reúne os olhares dos fotógrafos Angra Gama, Jéssica Bastos e Marcos Santos, construindo uma narrativa visual sobre memória, identidade e pertencimento.

Durante a programação, também foram apresentados os livros das autoras Angra Gama e Renny de Haro. A obra “Retratos de Pertencimento Entre Olhares e História” aborda questões ligadas à memória, território e identidade cultural por meio da fotografia. Já “Cartas para o Infinito” marca a estreia literária de Renny de Haro, trazendo uma narrativa sensível sobre amor, resiliência e legado familiar.
O evento contou ainda com apresentação musical de Bruno Gallo, vocalista da banda Bougre, além da participação do ator e humorista Petrick Lopes no encerramento da programação. Ao final, os convidados participaram de um coquetel de confraternização.
O Secretário Municipal de Cultura, Isaac Pires, destacou a importância de iniciativas que fortalecem a produção artística local, preservam a memória coletiva e ampliam o acesso da população à cultura no município, através das leis de incentivo e programas ofertados através da Secretaria que estarão acontecendo dentro do ano de 2026, aproveitou para falar da importância do movimento na cidade de Rio Verde que está tendo destaque e representatividade em eventos a nível nacional.

Business
Sudoexpo terá Fórum de Inovação e Fórum de Inteligência Artificial com especialistas e grandes instituições do setor

A inovação será um dos pilares da programação da Sudoexpo 2026. Com o objetivo de conectar empresários, lideranças, instituições e especialistas às principais tendências do mercado, a feira promoverá dois eventos distintos e complementares: o Fórum de Inovação, na quinta-feira, dia 10/09, e o Fórum de Inteligência Artificial, na sexta-feira, dia 11/09. Juntos, os encontros irão abordar temas como incentivos à inovação, cidades inteligentes, inteligência artificial, startups e transformação digital, reforçando o compromisso da ACIRV e da Sudoexpo com o desenvolvimento econômico e tecnológico da região.
Fórum de Inovação abre a programação com foco em competitividade
Na quinta-feira, o Fórum de Inovação será voltado às estratégias que impulsionam o desenvolvimento das empresas e dos municípios. A programação começa com o Momento Lei do Bem, apresentando aos empresários os incentivos fiscais disponíveis para organizações e empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Na sequência, o público acompanhará um painel sobre captação de recursos, destacando oportunidades de financiamento para projetos inovadores. O encerramento será com o debate “Os impactos de uma cidade inteligente para a indústria e para o comércio”, reunindo especialistas para discutir como tecnologia, infraestrutura e gestão pública podem impulsionar a competitividade das empresas e melhorar o ambiente de negócios.
Fórum de Inteligência Artificial reúne especialistas e ecossistema de inovação
Na sexta-feira, acontece o Fórum de Inteligência Artificial, que reunirá representantes do Hub Goiás, empresários, especialistas e instituições ligadas à inovação para apresentar aplicações práticas da IA no ambiente empresarial.
A programação contará com palestra de Diogo Crispim, painel sobre startups e inovação promovido pelo Hub Goiás e a palestra “Do Balcão ao Algoritmo – Como negócios de qualquer tamanho estão usando IA para crescer”, ministrada por André Maluf, do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA/UFG).
O encerramento acontecerá com uma mesa-redonda reunindo representantes do SESI/SENAI, Hub Goiás, empresas do setor, prefeitura de Rio Verde e lideranças do ecossistema de inovação, debatendo os desafios e as oportunidades da inteligência artificial para a indústria, o comércio e os serviços.
Empresários, profissionais, estudantes e interessados em inovação e tecnologia já podem se preparar. Em breve, a Sudoexpo divulgará a programação completa e as inscrições para os dois fóruns em seus canais oficiais.
Sobre a Sudoexpo
A Sudoexpo 2026 chega à próxima edição consolidada como uma das maiores feiras multissetoriais do Centro-Oeste, com expectativa de movimentar cerca de R$ 100 milhões em negócios e receber aproximadamente 40 mil visitantes ao longo de quatro dias de evento. A estrutura contará com 7.900 m², reunindo 180 estandes e cerca de 150 empresas expositoras.
Com mais de 34 horas de programação e mais de 50 apresentações, a feira reforça sua força regional e a confiança do mercado, refletida nos mais de 80% dos estandes já comercializados.
Serviço
Data: 09 a 12 de setembro
Local: Estacionamento do Teatro Lauro Martins
Contato para imprensa: Wenya Alecrim — (64) 98152-6063
Business
Empreender vira o 2º maior sonho do brasileiro e mobiliza 42,5 milhões de pessoas
Pesquisa GEM 2025 mostra o maior salto da série histórica para o desejo de empreender e revela que o Brasil tem hoje o segundo maior contingente de empreendedores potenciais do mundo
Por Vivianne Oliveira

Ter o próprio negócio deixou de ser apenas uma alternativa de renda para se consolidar como um projeto de vida no Brasil. Em 2025, o empreendedorismo registrou o maior crescimento entre todos os sonhos pesquisados pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), ultrapassando desejos historicamente associados à estabilidade e ao consumo, como viajar, comprar um carro ou construir carreira no setor público.
Pela primeira vez em treze anos de levantamento, o sonho de “ter o próprio negócio” foi o item que mais avançou no ranking de aspirações do brasileiro. Saltou de 34% para 40% da população adulta em apenas um ano, crescimento de seis pontos percentuais, o maior entre os onze sonhos analisados pela pesquisa. O dado fez o empreendedorismo voltar à segunda posição entre os principais sonhos do país, atrás apenas da casa própria.
O levantamento faz parte da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2025, considerada o maior estudo sobre empreendedorismo do mundo. No Brasil, a pesquisa é realizada há 26 anos – desde 2000 – e, a partir do ciclo de 2022, passou a ser conduzida pela Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe), em colaboração com o Sebrae. Nesta edição, foram ouvidos 2.350 adultos brasileiros entre junho e agosto de 2025, dentro de uma amostra que envolveu 53 países.

Em números absolutos, o desejo de empreender mobiliza hoje 42,5 milhões de brasileiros que ainda não possuem negócio aberto, mas pretendem abrir uma empresa nos próximos três anos. O contingente coloca o Brasil como o segundo maior país do mundo em número de “empreendedores potenciais”, atrás apenas da Índia, com cerca de 150 milhões de pessoas nessa condição, e à frente de Estados Unidos, Egito e México.
Quando o dado é analisado proporcionalmente, o Brasil aparece entre os países com maior disposição empreendedora, 45% dos brasileiros que ainda não empreendem afirmam que desejam abrir um negócio nos próximos três anos.
Da sobrevivência ao projeto de vida

A leitura da pesquisa sugere uma mudança importante no perfil do empreendedorismo brasileiro. Em 2017, apenas 18% da população citava ter o próprio negócio entre seus principais sonhos. O país atravessava uma forte recessão econômica e boa parte dos empreendedores surgia pressionada pela falta de emprego e renda. Já em 2020, durante a pandemia, o índice disparou para 59%, em um cenário marcado pela instabilidade econômica e pela necessidade de geração imediata de renda.
O ambiente de 2025 é diferente. Com o mercado de trabalho mais aquecido, os indicadores mostram uma mudança gradual na motivação de quem decide empreender. A proporção de brasileiros que afirmam abrir um negócio porque “os empregos são escassos” caiu para 71%, o menor patamar de toda a série histórica da pesquisa. Ao mesmo tempo, cresceu o número de pessoas motivadas pela construção de patrimônio, independência financeira e continuidade familiar.
A motivação ligada à “construção de grande riqueza ou renda muito alta” manteve o recorde histórico, com 69%, enquanto a ideia de “continuar uma tradição familiar” alcançou o maior índice já registrado pela pesquisa, chegando a 46%.
Entre os brasileiros que efetivamente abriram negócio em 2025, 58% afirmaram ter empreendido “por oportunidade”, acima dos 55% registrados no ano anterior. A percepção de ambiente também melhorou: 56% dos empreendedores iniciais disseram acreditar que abrir uma empresa ficou mais fácil do que há um ano, enquanto 47% afirmaram enxergar perspectivas mais positivas de crescimento para o próprio negócio.
O retrato do novo empreendedor brasileiro
A GEM 2025 também ajuda a entender quem está puxando esse movimento. Entre os 26,9 milhões de brasileiros classificados como “empreendedores iniciais”, grupo formado por pessoas com negócios de até três anos e meio de operação, 60% são homens e 62% se declaram pretos ou pardos, maior proporção dos últimos cinco anos.
O empreendedorismo brasileiro continua fortemente concentrado nas camadas de renda média e baixa. Entre os novos empreendedores, 74% possuem ensino médio ou menos, e mais da metade vive com renda de até três salários mínimos.
Outro dado chama atenção: o avanço dos empreendedores acima dos 45 anos. Hoje, 33,7% dos brasileiros que iniciaram negócios recentemente pertencem a essa faixa etária, a maior participação já registrada pela série histórica da pesquisa.
O movimento sugere a entrada crescente de profissionais mais experientes no empreendedorismo, muitos deles migrando do mercado formal em busca de autonomia, renda própria ou novos projetos de vida.
A participação feminina, porém, recuou. As mulheres representam hoje 39,5% dos empreendedores iniciais, menor percentual desde 2003. O dado indica que, apesar do ambiente mais favorável ao empreendedorismo, o avanço ainda não ocorre de maneira uniforme entre homens e mulheres.
Ambiente melhora, mas gargalos persistem
Além da população, a pesquisa ouviu 55 especialistas em empreendedorismo para avaliar o ambiente de negócios brasileiro. Entre os pontos considerados positivos aparecem a dinâmica do mercado interno, a infraestrutura física e o ambiente cultural favorável a empreender.
No índice NECI, que mede a qualidade do contexto empreendedor, o Brasil avançou da 48ª para a 44ª posição entre os países avaliados nos últimos quatro anos.
Os gargalos, no entanto, permanecem conhecidos: acesso difícil ao crédito para empresas em estágio inicial, custos de entrada no mercado e excesso de burocracia, dificuldade de acesso à tecnologia de ponta e fragilidade da educação empreendedora no ensino fundamental e médio.
Esses fatores ajudam a explicar por que, mesmo com o crescimento do desejo de empreender, a taxa total de empreendedorismo no país recuou de 33,4% para 31,6% em 2025. Na prática, o Brasil continua produzindo mais vontade de empreender do que condições concretas para transformar esse desejo em empresas sustentáveis.
cidade
Guia das férias seguras: Equatorial Goiás orienta sobre soltura de pipas e aponta que quatro cidades somam 55% das ocorrências
Levantamento inédito detalha os setores com maior criticidade na região metropolitana e reforça o cumprimento das leis contra o uso do cerol

Goiânia, 16 de julho de 2026 – A chegada do período de férias escolares e do clima seco em Goiás traz de volta às ruas uma das brincadeiras mais tradicionais do país, mas que tem gerado um rastro preocupante de falta de energia. Um levantamento detalhado do primeiro semestre de 2026 divulgado pela Equatorial Goiás revela que mais de 70 mil clientes já foram impactados por pipas próximas à fiação elétrica no Estado. Mais do que um problema generalizado, os números mostram que o problema se concentra de forma cirúrgica no eixo metropolitano da capital e em horários específicos de lazer de jovens e crianças.
Somente em abril, os registros saltaram 45% na comparação com março, totalizando 32 casos, enquanto maio apresentou uma nova alta em relação ao mês anterior, saltando para 129 ocorrências. O movimento de alta consolidou-se em junho, que fechou o mês com 112 registros de quedas de energia. Já nos primeiros dias de julho, as equipes técnicas já contabilizaram outras 19 ocorrências, evidenciando a necessidade de reforçar a atenção com a segurança justamente no período em que os estudantes ganham mais tempo livre nas férias.

O mapa desenhado pela distribuidora aponta que pouquíssimos municípios concentram a maior parte do impacto social. É que a situação é preocupante na capital. Goiânia lidera isolada com 63 ocorrências, o que representa cerca de 26% de todos os registros do Estado. Logo em seguida aparecem Aparecida de Goiânia, com 32 casos, Senador Canedo, com 23, e Trindade, com 14. Juntas, essas quatro cidades da região metropolitana respondem por aproximadamente 55% de toda a falta de energia provocada por pipas no território goiano em 2026, seguidas por Rio Verde e Anápolis.
Para o gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima, a dinâmica das grandes cidades explica essa distribuição dos dados. “A concentração de ocorrências na região metropolitana acompanha a maior densidade populacional e o uso mais intenso dos espaços urbanos. Por isso, com a chegada das férias escolares, a Equatorial Goiás reforça a importância da prevenção, orientando a população a soltar pipas em locais abertos e distantes da rede elétrica, reduzindo riscos de acidentes e de interrupções no fornecimento de energia”, avalia o gerente.
Brincadeira perigosa que afeta a rotina
Para além das estatísticas, o impacto técnico na rotina das famílias ocorre por conta de uma peça-chave do sistema: os chamados alimentadores. Um alimentador é o cabo principal de energia que sai de uma subestação para abastecer bairros inteiros ao longo de vários quilômetros. Quando a linha de uma pipa enreda nesses pontos estratégicos, ela cria um caminho condutor para a corrente elétrica. Isso gera um curto-circuito imediato que faz os sistemas automáticos de proteção desligarem a rede para evitar incêndios e acidentes.
Se em média cada ocorrência afeta entre 150 e 250 clientes ligados à fiação local, o contato nos alimentadores principais pode provocar falhas maiores. Exemplo disso foi um único evento registrado em Formosa, no mês de abril, que deixou 5.500 clientes sem luz de uma só vez, e outro caso em Goiânia, em junho, que afetou quase 5.000 consumidores simultaneamente. Ambos resolvidos rapidamente, mas de toda forma, causaram transtornos temporários aos clientes.
O monitoramento do Centro de Operações Integradas (COI) da concessionária indica que essas manutenções de emergência se concentram majoritariamente no período da tarde e início da noite, entre 15h e 20h. Em Goiânia, os setores com maior incidência são Jardim Novo Mundo, Setor Perim, Residencial Recanto do Bosque, Residencial Real Conquista e Residencial Buena Vista III. Em Aparecida de Goiânia, destacam-se o Jardim Maria Inês, Jardim Buriti Sereno, Jardim Tiradentes e Bairro Nova Cidade.
Para o gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima, o mapeamento detalhado dessa área vulnerável permite que a distribuidora faça ações técnicas direcionadas de manutenção, mas o engajamento social é insubstituível. “Soltar pipa é uma tradição cultural saudável, mas que exige responsabilidade coletiva. Quando uma linha atinge um alimentador importante da rede elétrica, o impacto não é apenas local: bairros inteiros e milhares de famílias podem perder o fornecimento de energia instantaneamente por conta de uma brincadeira em local inadequado. Precisamos do apoio dos pais e dos jovens para que a diversão aconteça longe dos fios e com total segurança”, ressalta Vinicyus.
Cerol e linha chilena na mira da lei
O grande perigo na rede elétrica vai além do brinquedo de papel e está associado ao uso ilegal de materiais cortantes. A prática é combatida de forma rígida pela legislação vigente no Estado. A Lei Estadual nº 20.454/2019 proíbe terminantemente a fabricação, a comercialização e a própria posse de cerol ou linha chilena em solo goiano. As penalidades administrativas preveem multas que começam em R$ 200 e podem chegar a R$ 2 mil para pessoas físicas. Para estabelecimentos comerciais flagrados vendendo o material, a multa ultrapassa R$ 3 mil, com aplicação do dobro do valor e fechamento definitivo do local em caso de reincidência. Na capital, a Lei Municipal nº 8.832/2009 reforça a proibição do uso em todas as áreas públicas e autoriza a apreensão imediata dos materiais pelos órgãos de fiscalização.
Vinicyus Lima reforça a gravidade do uso desses compostos e o risco que representam para a continuidade do serviço e para a integridade física das pessoas. “O grande perigo real na rede elétrica não é a pipa em si, mas o uso criminoso de cerol e linhas chilenas. Esses materiais cortantes destroem os cabos de energia e representam um risco gravíssimo de acidentes fatais, tanto para a população quanto para as nossas equipes de campo que trabalham na manutenção. Nosso compromisso técnico é monitorar e reparar esses circuitos críticos de forma ágil, mas a prevenção e o respeito às leis de segurança continuam sendo o melhor escudo para proteger vidas”, alerta o gerente.
Orientações de segurança
A Equatorial Goiás reforça algumas medidas para evitar acidentes:
* Evitar soltar pipas próximo à rede elétrica
* Priorizar locais abertos, como parques e campos
* Não tentar retirar pipas presas em fios ou postes
* Não utilizar cerol ou linha chilena
* Evitar materiais metálicos na estrutura da pipa
* Manter crianças sob supervisão
Em caso de ocorrência
* Isolar o local e evitar aproximação
* Não tocar em fios ou objetos em contato com a rede
* Acionar o Corpo de Bombeiros (193)
* Entrar em contato com a Equatorial Goiás pelo 0800 062 0196
A concessionária mantém monitoramento contínuo do sistema elétrico e equipes preparadas para atuação rápida, mas reforça que a prevenção é essencial para reduzir riscos e evitar impactos no fornecimento de energia
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do país, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².
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