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Sudoexpo 2026 recebe premiação do 4º Concurso Desenvolve Rio Verde

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A Sudoexpo 2026 será palco da premiação do 4º Concurso Desenvolve Rio Verde, iniciativa do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Rio Verde (CODERV) que reconhece projetos práticos voltados ao desenvolvimento comunitário e à melhoria da cidade. A cerimônia será realizada no dia 10 de setembro, às 18h, na sala do Teatro Lauro Martins, durante a programação da feira.

O concurso é destinado a estudantes de graduação de instituições de ensino superior de Rio Verde e busca incentivar os jovens a desenvolverem ideias e soluções que possam contribuir para o crescimento e a transformação do município.

Projetos que transformam

A iniciativa valoriza a criatividade, o conhecimento acadêmico e o olhar dos estudantes para os desafios da cidade. Os cinco melhores projetos serão premiados, contemplando tanto os alunos quanto os professores orientadores.

O primeiro colocado receberá R$ 10 mil para os alunos e R$ 5 mil para os orientadores. O segundo lugar será premiado com R$ 6 mil para os alunos e R$ 3 mil para os orientadores. Já o terceiro colocado receberá R$ 4 mil para os alunos e R$ 2 mil para os orientadores.

O quarto lugar terá uma premiação de R$ 2 mil para os alunos e R$ 1,4 mil para os orientadores, enquanto o quinto colocado receberá R$ 1,6 mil para os alunos e R$ 1 mil para os orientadores.

Mais do que reconhecer os melhores projetos, o Concurso Desenvolve Rio Verde busca aproximar o conhecimento produzido nas universidades das necessidades da comunidade, incentivando os estudantes a participarem ativamente da construção de soluções para o município.

A Feira

Além da premiação, a Sudoexpo reúne negócios, inovação, entretenimento e cultura em um único espaço. Considerada uma das maiores feiras multissetoriais do Centro-Oeste, a programação promove conexões entre empresas, profissionais, instituições de ensino e comunidade, fortalecendo o desenvolvimento econômico e social da região.

Serviço:

Sudoexpo 2026

Premiação: 4º Concurso Desenvolve Rio Verde

Data: 10 de setembro de 2026

Horário: 18h

Local: Sala do Teatro Lauro Martins – Rio Verde (GO)

Realização: CODERV – Conselho de Desenvolvimento Econômico de Rio Verde

Contatos para Imprensa:

Wenya Alecrim – (64) 9 8152-6063

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Encontros vão orientar mulheres empreendedoras sobre edital do programa Eleve

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Eventos gratuitos ocorrem dias 2 e 3 de setembro em Goiânia e Rio Verde, respectivamente. Iniciativa visa selecionar 20 negócios inovadores liderados por mulheres, com R$ 170 mil em premiações

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e do Hub Goiás, realiza nos dias 2 e 3 de setembro encontros presenciais e gratuitos para apresentar o edital e esclarecer dúvidas sobre a segunda edição do Eleve, programa que apoia o desenvolvimento de startups, ideias e projetos inovadores liderados por mulheres. As atividades serão realizadas às 19h, no Hub Goiás, em Goiânia, e na unidade de Rio Verde, respectivamente. As inscrições para o programa foram prorrogadas até 8 de setembro.

Durante os encontros, as participantes poderão conhecer os critérios de seleção, as etapas do programa e as características das duas trilhas de desenvolvimento oferecidas. A programação também inclui orientações práticas para a estruturação das propostas, contato com as madrinhas do programa e oportunidades de conexão com outras mulheres empreendedoras. 

O edital selecionará até 20 startups, ideias ou projetos inovadores goianos liderados por mulheres ou que tenham pelo menos 50% de participação feminina no quadro societário, exercendo função executiva ou gerencial. Serão disponibilizadas dez vagas para cada uma das duas trilhas do programa: Ideação e Operação. 

A Trilha Ideação é destinada a projetos que se encontram na fase de identificação de oportunidades e desenvolvimento do conceito inicial de um produto ou serviço. Já a Trilha Operação contempla empreendimentos inovadores com CNPJ ativo há até dez anos que precisam fortalecer a gestão financeira e comercial, ampliar a geração de receita e melhorar seu posicionamento no mercado. 

Além das atividades de capacitação e acompanhamento, o Eleve distribuirá R$ 170 mil em premiações. Ao final da jornada os negócios apresentarão suas soluções durante o Demoday. As cinco propostas mais bem avaliadas em cada trilha receberão recursos financeiros para apoiar o desenvolvimento dos empreendimentos. 

O Eleve integra o Programa Goianas na Ciência e Inovação, iniciativa do Governo de Goiás voltada à ampliação da participação feminina nas áreas de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo. O programa é executado pelo Hub Goiás – Centro de Excelência em Empreendedorismo Inovador, gerido pelo Porto Digital, com apoio e recursos da Secti. 

Serviço

Encontro Eleve Goiânia

Data: 2 de setembro

Horário: 19h

Local: Auditório do Hub Goiás – Rua 261, nº 384, Setor Leste Universitário

Participação: gratuita, com vagas limitadas

Inscrições para o encontro: https://abre.go.gov.br/c567023

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Sudoexpo terá  Fórum de Inovação e Fórum de Inteligência Artificial com especialistas e grandes instituições do setor

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A inovação será um dos pilares da programação da Sudoexpo 2026. Com o objetivo de conectar empresários, lideranças, instituições e especialistas às principais tendências do mercado, a feira promoverá dois eventos distintos e complementares: o Fórum de Inovação, na quinta-feira, dia 10/09, e o Fórum de Inteligência Artificial, na sexta-feira, dia 11/09. Juntos, os encontros irão abordar temas como incentivos à inovação, cidades inteligentes, inteligência artificial, startups e transformação digital, reforçando o compromisso da ACIRV e da Sudoexpo com o desenvolvimento econômico e tecnológico da região.

Fórum de Inovação abre a programação com foco em competitividade

Na quinta-feira, o Fórum de Inovação será voltado às estratégias que impulsionam o desenvolvimento das empresas e dos municípios. A programação começa com o Momento Lei do Bem, apresentando aos empresários os incentivos fiscais disponíveis para organizações e empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Na sequência, o público acompanhará um painel sobre captação de recursos, destacando oportunidades de financiamento para projetos inovadores. O encerramento será com o debate “Os impactos de uma cidade inteligente para a indústria e para o comércio”, reunindo especialistas para discutir como tecnologia, infraestrutura e gestão pública podem impulsionar a competitividade das empresas e melhorar o ambiente de negócios.

Fórum de Inteligência Artificial reúne especialistas e ecossistema de inovação

Na sexta-feira, acontece o Fórum de Inteligência Artificial, que reunirá representantes do Hub Goiás, empresários, especialistas e instituições ligadas à inovação para apresentar aplicações práticas da IA no ambiente empresarial.

A programação contará com palestra de Diogo Crispim, painel sobre startups e inovação promovido pelo Hub Goiás e a palestra “Do Balcão ao Algoritmo – Como negócios de qualquer tamanho estão usando IA para crescer”, ministrada por André Maluf, do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA/UFG).

O encerramento acontecerá com uma mesa-redonda reunindo representantes do SESI/SENAI, Hub Goiás, empresas do setor, prefeitura de Rio Verde e lideranças do ecossistema de inovação, debatendo os desafios e as oportunidades da inteligência artificial para a indústria, o comércio e os serviços.

Empresários, profissionais, estudantes e interessados em inovação e tecnologia já podem se preparar. Em breve, a Sudoexpo divulgará a programação completa e as inscrições para os dois fóruns em seus canais oficiais.

Sobre a Sudoexpo

A Sudoexpo 2026 chega à próxima edição consolidada como uma das maiores feiras multissetoriais do Centro-Oeste, com expectativa de movimentar cerca de R$ 100 milhões em negócios e receber aproximadamente 40 mil visitantes ao longo de quatro dias de evento. A estrutura contará com 7.900 m², reunindo 180 estandes e cerca de 150 empresas expositoras.

Com mais de 34 horas de programação e mais de 50 apresentações, a feira reforça sua força regional e a confiança do mercado, refletida nos mais de 80% dos estandes já comercializados.

Serviço

Data: 09 a 12 de setembro

Local: Estacionamento do Teatro Lauro Martins

Contato para imprensa: Wenya Alecrim — (64) 98152-6063

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Empreender vira o 2º maior sonho do brasileiro e mobiliza 42,5 milhões de pessoas

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Pesquisa GEM 2025 mostra o maior salto da série histórica para o desejo de empreender e revela que o Brasil tem hoje o segundo maior contingente de empreendedores potenciais do mundo

Por Vivianne Oliveira

Ter o próprio negócio deixou de ser apenas uma alternativa de renda para se consolidar como um projeto de vida no Brasil. Em 2025, o empreendedorismo registrou o maior crescimento entre todos os sonhos pesquisados pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), ultrapassando desejos historicamente associados à estabilidade e ao consumo, como viajar, comprar um carro ou construir carreira no setor público.

Pela primeira vez em treze anos de levantamento, o sonho de “ter o próprio negócio” foi o item que mais avançou no ranking de aspirações do brasileiro. Saltou de 34% para 40% da população adulta em apenas um ano, crescimento de seis pontos percentuais, o maior entre os onze sonhos analisados pela pesquisa. O dado fez o empreendedorismo voltar à segunda posição entre os principais sonhos do país, atrás apenas da casa própria.

O levantamento faz parte da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2025, considerada o maior estudo sobre empreendedorismo do mundo. No Brasil, a pesquisa é realizada há 26 anos – desde 2000 – e, a partir do ciclo de 2022, passou a ser conduzida pela Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe), em colaboração com o Sebrae. Nesta edição, foram ouvidos 2.350 adultos brasileiros entre junho e agosto de 2025, dentro de uma amostra que envolveu 53 países.

Em números absolutos, o desejo de empreender mobiliza hoje 42,5 milhões de brasileiros que ainda não possuem negócio aberto, mas pretendem abrir uma empresa nos próximos três anos. O contingente coloca o Brasil como o segundo maior país do mundo em número de “empreendedores potenciais”, atrás apenas da Índia, com cerca de 150 milhões de pessoas nessa condição, e à frente de Estados Unidos, Egito e México.

Quando o dado é analisado proporcionalmente, o Brasil aparece entre os países com maior disposição empreendedora, 45% dos brasileiros que ainda não empreendem afirmam que desejam abrir um negócio nos próximos três anos.

Da sobrevivência ao projeto de vida

A leitura da pesquisa sugere uma mudança importante no perfil do empreendedorismo brasileiro. Em 2017, apenas 18% da população citava ter o próprio negócio entre seus principais sonhos. O país atravessava uma forte recessão econômica e boa parte dos empreendedores surgia pressionada pela falta de emprego e renda. Já em 2020, durante a pandemia, o índice disparou para 59%, em um cenário marcado pela instabilidade econômica e pela necessidade de geração imediata de renda.

O ambiente de 2025 é diferente. Com o mercado de trabalho mais aquecido, os indicadores mostram uma mudança gradual na motivação de quem decide empreender. A proporção de brasileiros que afirmam abrir um negócio porque “os empregos são escassos” caiu para 71%, o menor patamar de toda a série histórica da pesquisa. Ao mesmo tempo, cresceu o número de pessoas motivadas pela construção de patrimônio, independência financeira e continuidade familiar.

A motivação ligada à “construção de grande riqueza ou renda muito alta” manteve o recorde histórico, com 69%, enquanto a ideia de “continuar uma tradição familiar” alcançou o maior índice já registrado pela pesquisa, chegando a 46%.

Entre os brasileiros que efetivamente abriram negócio em 2025, 58% afirmaram ter empreendido “por oportunidade”, acima dos 55% registrados no ano anterior. A percepção de ambiente também melhorou: 56% dos empreendedores iniciais disseram acreditar que abrir uma empresa ficou mais fácil do que há um ano, enquanto 47% afirmaram enxergar perspectivas mais positivas de crescimento para o próprio negócio.

O retrato do novo empreendedor brasileiro

A GEM 2025 também ajuda a entender quem está puxando esse movimento. Entre os 26,9 milhões de brasileiros classificados como “empreendedores iniciais”, grupo formado por pessoas com negócios de até três anos e meio de operação, 60% são homens e 62% se declaram pretos ou pardos, maior proporção dos últimos cinco anos.

O empreendedorismo brasileiro continua fortemente concentrado nas camadas de renda média e baixa. Entre os novos empreendedores, 74% possuem ensino médio ou menos, e mais da metade vive com renda de até três salários mínimos.

Outro dado chama atenção: o avanço dos empreendedores acima dos 45 anos. Hoje, 33,7% dos brasileiros que iniciaram negócios recentemente pertencem a essa faixa etária, a maior participação já registrada pela série histórica da pesquisa.

O movimento sugere a entrada crescente de profissionais mais experientes no empreendedorismo, muitos deles migrando do mercado formal em busca de autonomia, renda própria ou novos projetos de vida.

A participação feminina, porém, recuou. As mulheres representam hoje 39,5% dos empreendedores iniciais, menor percentual desde 2003. O dado indica que, apesar do ambiente mais favorável ao empreendedorismo, o avanço ainda não ocorre de maneira uniforme entre homens e mulheres.

Ambiente melhora, mas gargalos persistem

Além da população, a pesquisa ouviu 55 especialistas em empreendedorismo para avaliar o ambiente de negócios brasileiro. Entre os pontos considerados positivos aparecem a dinâmica do mercado interno, a infraestrutura física e o ambiente cultural favorável a empreender.

No índice NECI, que mede a qualidade do contexto empreendedor, o Brasil avançou da 48ª para a 44ª posição entre os países avaliados nos últimos quatro anos.

Os gargalos, no entanto, permanecem conhecidos: acesso difícil ao crédito para empresas em estágio inicial, custos de entrada no mercado e excesso de burocracia, dificuldade de acesso à tecnologia de ponta e fragilidade da educação empreendedora no ensino fundamental e médio.

Esses fatores ajudam a explicar por que, mesmo com o crescimento do desejo de empreender, a taxa total de empreendedorismo no país recuou de 33,4% para 31,6% em 2025. Na prática, o Brasil continua produzindo mais vontade de empreender do que condições concretas para transformar esse desejo em empresas sustentáveis.

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