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ECONOMIA

Consumo de energia cresce em Goiás e revela mudança no padrão de uso na última década

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Horário da noite concentra maior uso nas residências e quatro cidades lideram avanço no Estado, aponta levantamento inédito da Equatorial Goiás

Goiânia, 22 de maio de 2026 – O consumo de energia elétrica tem apresentado crescimento contínuo nos últimos anos, especialmente nas áreas urbanas, onde a concentração populacional e o uso intensivo de equipamentos elétricos ampliam a demanda por energia ao longo do dia. Em Goiás, o avanço médio foi de aproximadamente 4% nos últimos oito anos, impulsionado principalmente pelas classes residencial, rural, comercial e industrial, que juntas responderam por cerca de 98% do incremento registrado no período.

De acordo com o executivo de Faturamento e Leitura da Equatorial Goiás, Marcos Aurélio Silva, esse crescimento está diretamente relacionado ao dinamismo econômico do Estado, com destaque para a expansão das atividades industriais e do agronegócio, além do avanço da urbanização. Fatores climáticos também exercem influência relevante: temperaturas mais elevadas impulsionam o uso de equipamentos de climatização, enquanto a variabilidade das chuvas impacta nas atividades do setor rural, como a irrigação.

No recorte regional, municípios como Goiânia, Anápolis, Aparecida de Goiânia e Rio Verde concentraram aproximadamente 34% de todo o crescimento do consumo de energia no Estado, evidenciando o protagonismo dessas cidades na demanda elétrica. “Esse crescimento exige planejamento constante da rede e investimentos em modernização, para garantir que a expansão do consumo seja acompanhada com qualidade e segurança no fornecimento”, explica o executivo.

Nas cidades, o comportamento de consumo apresenta características específicas, com maior concentração de carga em determinados períodos do dia. Os horários de pico se concentram, principalmente, entre 19h e 23h, quando há uso simultâneo de diversos equipamentos nas residências, como chuveiros elétricos, ar-condicionado, micro-ondas e eletrodomésticos em geral. “Esse é um comportamento natural do consumo. Com pequenas mudanças de hábito, como evitar o uso simultâneo de aparelhos de maior potência, o cliente consegue utilizar a energia de forma mais eficiente”, destaca Marcos.

Entre as principais causas associadas ao consumo elevado estão o dimensionamento inadequado das instalações internas e o uso intensivo de aparelhos de alta potência. “Além da rede externa, é fundamental que as instalações internas estejam adequadas. Muitas ocorrências têm origem dentro dos próprios imóveis, o que reforça a importância de manutenção preventiva”, reforça o executivo.

Além disso, o comportamento de consumo varia entre áreas urbanas e rurais. Enquanto nas cidades o crescimento é puxado principalmente pelas classes residencial e comercial, no interior o avanço está concentrado nas classes rural e industrial, refletindo as diferentes dinâmicas econômicas e perfis de uso da energia.

Dentro de casa, alguns sinais podem indicar consumo acima do ideal, como quedas frequentes de energia, disjuntores desarmando constantemente e variações na intensidade da iluminação. Nesses casos, a recomendação é buscar avaliação técnica das instalações elétricas.

Para evitar problemas e contribuir para a estabilidade do fornecimento, a Equatorial orienta os consumidores a adotarem hábitos mais conscientes, como evitar o uso simultâneo de equipamentos de alto consumo, especialmente nos horários de pico, e priorizar aparelhos mais eficientes. “O uso consciente da energia também impacta diretamente na conta de luz e na vida útil dos equipamentos. É um ganho coletivo, tanto para o consumidor quanto para o sistema elétrico”, finaliza Marcos Aurélio.

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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ECONOMIA

Chuveiro elétrico pode responder por até 40% da conta de luz durante dias frios e consumo exige atenção

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Equatorial Goiás orienta consumidores sobre uso consciente de energia durante período de temperaturas mais baixas e dá dicas para reduzir impacto na fatura

“Chuveiro elétrico pode responder por até 40% da conta de luz durante dias frios”

Goiânia, 20 de maio de 2026 – Com a chegada do período mais frio do ano em Goiás, o consumo de energia elétrica nas residências aumenta principalmente por causa do uso mais intenso do chuveiro elétrico. Segundo a Equatorial Goiás, o equipamento pode representar entre 30% e 40% da conta de luz em períodos gelados, especialmente em imóveis com hábitos de consumo mais elevados ou instalações antigas.

Na posição “inverno”, o chuveiro consome mais energia para aquecer a água, o que pode elevar o gasto em comparação com o modo “verão”. Além disso, o aumento no tempo de banho também contribui diretamente para o impacto na fatura.

“Durante o período mais frio, é natural que o consumo aumente, principalmente pelo uso mais intenso do chuveiro elétrico. Mas pequenas mudanças de hábito, como reduzir o tempo de banho e evitar o uso simultâneo de aparelhos, já ajudam a diminuir o impacto na conta de energia”, destaca o executivo de Faturamento e Leitura da Equatorial Goiás, Marcos Aurélio.

Segundo o Executivo, reduzir cerca de cinco minutos no tempo de banho diário pode gerar economia de aproximadamente 10% a 15% no consumo mensal, dependendo do perfil da residência. Outras orientações simples ajudam a reduzir o impacto da fatura sem comprometer o conforto térmico:

* reduzir o tempo de banho;

* utilizar o chuveiro na posição “verão” sempre que possível;

* desligar aparelhos quando não estiverem em uso;

* optar por equipamentos mais eficientes no consumo de energia.

 Segurança elétrica é ponto de alerta no período

Além do impacto no consumo, o uso excessivo do chuveiro também exige atenção à segurança dentro de casa. A operação prolongada em potência máxima pode levar a instalação elétrica ao limite, principalmente em imóveis com fiação antiga ou sem revisão periódica.

Segundo a Executiva de Segurança da Equatorial Goiás, Suzane Caires, esse cenário se agrava quando a rede não está dimensionada para a carga exigida pelo equipamento, com risco de sobrecarga, aquecimento dos condutores e falhas no sistema elétrico.

Um dos sinais mais comuns dessa condição é o desarme do disjuntor durante o banho. O equipamento atua como mecanismo de proteção e interrompe automaticamente a energia quando identifica excesso de carga no circuito. Apesar de ser uma medida de segurança, esse comportamento frequente deve ser observado com atenção.

“O disjuntor não desarma por acaso. Ele atua para proteger a instalação elétrica e evitar situações mais graves, como superaquecimento ou curto-circuito. Quando isso ocorre com frequência durante o uso do chuveiro, é sinal de que há sobrecarga ou incompatibilidade na instalação”, afirma a Executiva.

Em situações mais críticas, o excesso de corrente pode provocar aquecimento da fiação e evoluir para curto-circuito. Em casos prolongados, o cenário pode resultar em falhas mais graves, incluindo o risco de incêndio.

Por isso, o uso seguro do chuveiro elétrico depende diretamente da qualidade do dimensionamento da instalação elétrica da residência. Pequenas falhas ou adaptações inadequadas podem comprometer todo o sistema, especialmente no inverno.

 “A manutenção preventiva da instalação elétrica é fundamental para garantir a segurança e evitar acidentes domésticos. Ao perceber sinais como desarme frequente do disjuntor durante o uso do chuveiro, a orientação é interromper o uso e solicitar avaliação de um eletricista qualificado”, orienta Suzane.

 Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual.

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Maio Amarelo: Equatorial Goiás orienta população sobre como agir em casos de colisão com postes

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Quase 100% das ocorrências registradas provocaram interrupção no fornecimento de energia, segundo levantamento da distribuidora

Goiânia, 20 de maio de 2026 – Saber como agir após uma colisão com poste pode evitar acidentes graves e até salvar vidas. Além dos danos à rede elétrica, esse tipo de acidente representa risco real de choque elétrico e impacto direto no fornecimento de energia.

Um levantamento realizado pela Equatorial Goiás aponta que 99,48% das ocorrências registradas, entre os meses de janeiro a abril de 2026, provocaram interrupção no serviço, afetando desde algumas centenas até milhares de clientes, dependendo da estrutura atingida.

Durante o Maio Amarelo, movimento nacional de conscientização para um trânsito mais seguro, a Equatorial Goiás reforça orientações práticas que devem ser adotadas em situações envolvendo a rede elétrica.

O que fazer em caso de abalroamento?

Após uma colisão com poste, a principal recomendação é manter a calma e evitar qualquer contato com a rede elétrica. Mesmo sem sinais aparentes, os fios podem continuar energizados e oferecer risco de choque. Nesses casos, a Equatorial Goiás orienta que sejam adotadas as seguintes medidas de segurança:

– permanecer dentro do veículo, se não houver risco imediato;

– não tocar em fios ou estruturas externas;

– acionar o Corpo de Bombeiros;

– comunicar a Equatorial Goiás;

– manter distância e evitar aproximação de terceiros.

Se houver necessidade de sair do carro, o correto é saltar com os dois pés juntos, sem encostar simultaneamente no veículo e no chão, e se afastar com passos curtos.

O motorista responsável pode ser acionado para ressarcir os danos. Caso não seja identificado no local, a concessionária utiliza imagens e investigação para localizar o responsável e dar seguimento ao processo, inclusive na esfera judicial, se necessário.

“A colisão com poste é uma ocorrência crítica porque o risco elétrico nem sempre é visível. Mesmo após o impacto, os fios podem continuar energizados. Por isso, saber como agir corretamente é fundamental para preservar vidas”, explica a executiva de Segurança da Equatorial Goiás, Suzane Caires.

Impacto vai além do local do acidente

Além do risco à segurança, as colisões com postes causam impactos diretos no fornecimento de energia e exigem atuação emergencial das equipes técnicas da distribuidora. Dependendo da estrutura atingida, o alcance da interrupção pode variar significativamente:

– Em redes de baixa tensão, cerca de 200 clientes podem ser afetados;

– Em redes de média tensão, o impacto pode ultrapassar 110 mil clientes;

– Em casos envolvendo alta tensão, a interrupção pode atingir dezenas ou até centenas de milhares de pessoas.

Os dados reforçam a recorrência desse tipo de ocorrência em Goiás. Em 2025, foram registrados 1.491 casos de postes abalroados, o maior volume dos últimos anos.

Entre os municípios com maior número de registros em 2026 estão Goiânia, com 210 ocorrências, seguida por Rio Verde (58), Anápolis (52), Aparecida de Goiânia (50) e Jataí (45).

Atendimento é emergencial e envolve operação complexa

Após o registro da ocorrência, o Centro de Operações da Equatorial (COI) abre uma demanda emergencial e aciona equipes de campo. O tipo de atendimento varia conforme a rede: em casos de baixa tensão, o procedimento costuma envolver desligamento e substituição com equipe especializada; já na média tensão, é feita uma avaliação prévia dos impactos antes de qualquer interrupção no fornecimento. Quando não é possível desligar a energia, são utilizadas técnicas de linha viva, que permitem a execução do serviço com segurança.

O tempo de chegada das equipes também varia. Em Goiânia, o deslocamento médio é de 30 a 40 minutos, podendo ser maior conforme a necessidade de mobilização de equipamentos. Em situações envolvendo a rede elétrica, a orientação é acionar os canais oficiais da distribuidora:

– Assistente virtual Clara, pelo WhatsApp: (62) 3243-2029

– Aplicativo Equatorial Energia

– Call Center 0800 062 0196

– Agência virtual: www.equatorialenergia.com.br

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual.

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BRASIL

Lula cria programa de R$ 30 bilhões para motoristas de aplicativos

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Move Aplicativos atenderá motoristas e taxistas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (19), em São Paulo, a medida provisória que cria o Move Aplicativos, iniciativa que faz parte do programa Move Brasil, que vai oferecer linhas especiais de financiamento para compra de carros novos a juros mais baixos para motoristas de aplicativos e taxistas. 

“Um carro que custa R$ 143 mil, financiado em 72 meses, vai permitir que vocês paguem R$ 3 mil de financiamento”, explicou Lula. 

“Muitas vezes um companheiro que trabalha de Uber prefere alugar o carro porque a manutenção é muito cara. Mas com o carro novo, a manutenção vai ser mais rara. E o que vai acontecer é que você estará pagando metade do que você pagava e com um patrimônio que será seu. Esse dinheiro vai sobrar para o seu filho, para a sua mulher e para a sua filha. Ele será extraordinariamente vantajoso para vocês”, acrescentou.

O presidente Lula também assinou a medida provisória que reduz as exigências e os requisitos necessários para o trabalho de mototaxistas e motoboys. 

“             A medida provisória vai acabar com a obrigatoriedade do curso do motofrete, com a obrigatoriedade da placa vermelha e com a obrigatoriedade do mínimo de 20 anos para trabalhar como motofrete”, explicou o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.

O Move Aplicativos será voltado para taxistas registrados, ativos e com regularidade fiscal, e para motoristas de aplicativos com cadastro ativo há pelo menos um ano e com, no mínimo, 100 corridas pelo mesmo período, na mesma plataforma.

A nova linha de crédito vai oferecer até R$ 30 bilhões para os motoristas, com condições especiais para financiamento de veículos novos e sustentáveis.

Os recursos, segundo o governo federal, vão ser repassados pelo Ministério da Fazenda ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vai operacionalizar o programa.

“Nossa estimativa é que em torno de 1,4 milhão de trabalhadores vão poder acessar o programa. As empresas de aplicativos vão nos passar o cadastro e demonstrar que esse motorista trabalhou pelo menos um ano e que ele fez pelo menos 100 corridas. E daí esse motorista poderá então participar desse empréstimo. Os táxis serão a mesma coisa”, explicou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Os carros novos poderão custar até R$ 150 mil e precisa ser de montadora habilitada no programa e enquadrado como sustentável, podendo ser flex, elétrico ou híbrido a etanol.

Os valores das taxas de juros e prazos ainda vão ser definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) ainda esta semana.

Segundo Mercadante, as montadoras que vão participar do programa também precisarão atender a algumas exigências, como o preço do veículo, que terá que ser abaixo da tabela.

“A taxa de juros [para o financiamento] vai ser de 12,6% ao ano para homens. Para mulheres, será de 11,5%, e elas também vão poder financiar equipamentos de segurança”, anunciou Mercadante.

De acordo com o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, o programa “é um pacote de pai para filho” e vai oferecer também seis meses de carência para os motoristas.

“Você pega um carro agora e só vai pagar a primeira parcela daqui a seis meses. E terá 72 meses para pagar [o financiamento]”, explicou.

Essa nova linha de financiamento, de acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Marcio Elias Rosa, estará disponível a partir do dia 19 de junho.

“Quem, eventualmente, financiar R$ 100 mil para comprar um carro, pagaria hoje em torno de R$ 4,2 mil de locação. Mas financiando o seu carro próprio em 72 meses, a parcela paga ficará em torno de R$ 2,5 mil. Se ele comprar um carro financiado de R$ 149 mil, com esse financiamento de 72 meses e carência de seis meses, ele vai pagar em torno de R$ 3.850 mil de prestação, enquanto a locação desse carro seria em torno de R$ 6 mil. Ou seja, ele vai pagar de prestação ao longo de 72 meses a metade do que pagaria de locação hoje”, disse o ministro.

Para se habilitar, o motorista precisa preencher um cadastro na plataforma gov.br/movebrasil. Em um prazo de até cinco dias após o cadastro, será informado se poderá participar do programa.

A partir do dia 18 de junho, quem recebeu a confirmação de participação no programa poderá procurar as concessionárias e instituições financeiras para análise de crédito.

Outras medidas

Segundo Boulos, o governo federal também planeja criar outras medidas para beneficiar motoristas de aplicativos, especialmente os mototaxistas e motoboys.

Entre as medidas está a criação de 100 pontos de apoio para motoristas de aplicativos, equipados com banheiros, áreas de descanso e pontos de carregamento de celulares.

Outra medida que o governo pretende adotar, segundo Boulos, é incorporar como acidente de trabalho os acidentes ocorridos com motoristas de aplicativos.

“Infelizmente é muito frequente o acidente com moto nas grandes cidades e hoje isso é tratado como acidente comum. A partir dessa nova definição, que foi tomada e assinada pelo SUS, todas as UPAs e prontos socorros do país vão estar orientados a colocar o prontuário desse acidente como acidente de trabalho, para que você possa buscar o seu direito pela justiça”, explicou Boulos.

Em discurso durante o lançamento do programa, o presidente Lula anunciou que o governo federal está planejando criar também um programa de financiamento para os mototaxistas e motoboys.

“Conversamos com várias empresas aqui, mas ainda não foi possível a gente acertar o ponto. As motos aqui no Brasil são mais caras. Mas eu ainda sonho em poder dar aos motoqueiros deste país o direito de comprar uma moto boa, de qualidade, e com preço mais acessível financiado pelo governo”, afirmou.

O evento, na Casa de Portugal, reuniu ministros, sindicalistas, presidentes de bancos e de entidades patronais como Febraban e Anfavea, além de ex-ministros e pré-candidatos às eleições.

Também esteve presente ao evento o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, a primeira-dama, Janja da Silva, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que foi bastante aplaudido pelo público presente. Agência Brasil

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