ESTADO
Goiás amplia Patrulha Mecanizada para 159 cidades e quase triplica equipes
Nova etapa do programa terá contrato de 30 meses e investimento superior a R$ 17 milhões mensais

O estado de Goiás vai ampliar o programa Patrulha Mecanizada e passar a atender 159 municípios com serviços de manutenção e recuperação de estradas vicinais não pavimentadas. A nova etapa da iniciativa foi lançada no dia 7 de maio, em Goiânia, pelo governador Daniel Vilela. O contrato terá duração de 30 meses e prevê investimento mensal de R$ 17,1 milhões.
Durante evento realizado no Teatro Goiânia, com presença de prefeitos, parlamentares e lideranças regionais, Daniel Vilela destacou a importância das estradas municipais para o escoamento da produção agropecuária no estado. “Entendemos a importância de fazer esse investimento, bem como a parceria com os prefeitos”, afirmou o governador.
Segundo ele, grande parte das vias utilizadas pela produção rural pertence aos municípios. “A absoluta maioria das rodovias do Estado que escoam a produção dos estados são estradas municipais. Então nada mais justo do que o estado também ser parceiro dos municípios nesse importante serviço ao setor rural, principalmente ao setor produtivo rural, que utiliza essas estradas”, declarou.
Entre 2022 e 2025, o programa Patrulha Mecanizada executou mais de 882 mil horas de serviços em estradas municipais. No período, os investimentos do Tesouro Estadual superaram R$ 262 milhões.
Ampliação da estrutura operacional
O governador também anunciou a ampliação da estrutura operacional do programa. Atualmente com oito equipes de patrulha, o serviço passará a contar com 22 frentes de trabalho.
“Se tínhamos um programa com oito equipes de patrulha, teremos agora 22 equipes. Quase triplicando o número para que a gente possa atender os municípios com maior número de horas”, garantiu Daniel Vilela.
“A ideia é que a gente possa, ao longo de todo este ano, passar pelos 246 municípios. Os prefeitos acabam escolhendo as regiões que estão mais precárias e que precisam dessa ajuda e desse serviço. Com essa ampliação, a gente vai ter também o retorno a cada um desses municípios o mais rápido possível”, completou o governador.
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A ação é executada pela Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), responsável por atender as solicitações encaminhadas pelas prefeituras. De acordo com a presidente da agência, Eliane Simonini, os municípios interessados precisam apresentar a documentação necessária e indicar os trechos que receberão as intervenções.
“Basta que o município apresente a documentação adequada, indique os locais de intervenção, fazemos o convênio e as máquinas chegam em seguida”, explicou. Ela ressaltou ainda que outros 87 municípios já contemplados seguem com os serviços em andamento.
Benefício para todo o estado
Prefeito de Cavalcante, Vilmar Kalunga afirmou que o programa beneficia todo o estado e melhora o atendimento às comunidades rurais. “Facilita bastante para que a gente consiga avançar e levar ao homem do campo o que ele tem direito: dignidade, saúde, educação, segurança e qualidade de vida”, disse o prefeito, ao elogiar a ampliação do programa.
O presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM) e prefeito de Hidrolândia, José Délio, afirmou que a iniciativa melhora as condições de tráfego nas estradas municipais. “Em menos de 40 dias de mandato, Daniel Vilela comprova que tem DNA municipalista”, frisou.
Já o presidente da Federação Goiana dos Municípios e prefeito de Jaraguá, Paulo Vitor Avelar, agradeceu pela ampliação da estrutura do programa. “Parabéns por dar essa atenção, dobrar a quantidade de equipamentos que vão atender os municípios”, afirmou. Fonte: Brasil 61
AGRO
Agrodefesa destaca importância da vigilância permanente para sanidade do rebanho goiano
No mês em que se comemora um ano do reconhecimento internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação, Agência pede engajamento de entidades e produtores na prevenção de doenças e adoção de boas práticas no campo

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) acaba de lançar a Nota Técnica 1/2026, que reforça o alerta sobre a importância de práticas preventivas como vacinação, manejo sanitário e bem-estar animal para fortalecer a sanidade dos rebanhos estaduais. O documento, enviado às entidades representativas do setor produtivo pecuário, cita que neste mês de maio se completa um ano do reconhecimento internacional de Goiás e do Brasil como área livre de febre aftosa sem vacinação e destaca que a manutenção deste status exige atenção permanente à sanidade animal.
Para o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, a parceria entre governos, entidades, empresas e produtores é fundamental para valorizar o patrimônio agropecuário, assegurar as conquistas sanitárias, preservar a sustentabilidade das cadeias produtivas e ampliar mercados para os produtos goianos. “Obtivemos uma grande vitória com o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação. É como uma marca de qualidade sanitária para os nossos rebanhos. Mas isso também aumentou nossa responsabilidade no sentido de fortalecer as demais práticas preventivas no campo para que não haja retrocessos tanto no que diz respeito à aftosa quanto a outras doenças”, argumenta ele.

Neste contexto, o diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Rafael Vieira, lembra que a vacinação contra brucelose bovina e bubalina merece atenção especial. “A imunização é a principal medida de prevenção contra a doença e é obrigatória para fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade, devendo ser realizada por médico-veterinário cadastrado. O cumprimento dessa medida é indispensável para a proteção da saúde animal e da saúde pública, já que a brucelose é uma zoonose, e deve ser uma prioridade”, enfatiza.
Além da vacinação obrigatória, as vacinações preventivas complementares permanecem como medidas estratégicas, especialmente no cenário pós-retirada da vacinação contra a febre aftosa. “A redução dessas vacinações aumenta a vulnerabilidade dos animais, favorece perdas produtivas e eleva os custos com tratamentos, comprometendo a eficiência econômica da atividade pecuária”, explica a gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Denise Toledo.
Recomendações
Em ofício enviado às entidades representativas do setor produtivo pecuário, o presidente José Ricardo Caixeta Ramos cita o papel estratégico das instituições como multiplicadoras de informações junto aos produtores e pede apoio para ampla divulgação das orientações contidas na Nota Técnica 1/2026. Entre outros pontos, a Agrodefesa defende:
A necessidade de cumprimento rigoroso das vacinações obrigatórias, em especial da vacinação contra brucelose.
A relevância das vacinações e práticas preventivas não obrigatórias, como instrumento essencial para a redução de perdas produtivas e para a proteção do patrimônio pecuário.
A importância dos manejos sanitários periódicos, que favorecem a observação dos animais, a detecção precoce de sinais clínicos e o fortalecimento da vigilância sanitária.
O papel do bem-estar animal como medida preventiva, uma vez que condições adequadas de manejo, ambiência e nutrição reduzem o estresse fortalecem a resposta imunológica e contribuem para a prevenção de enfermidades.
O uso consciente de antimicrobianos, contribuindo para a mitigação da resistência antimicrobiana.
A responsabilidade compartilhada entre produtores rurais e suas entidades representativas, a rede privada da indústria de produção de insumos biológicos e farmoquímicos, o comércio de produtos veterinários, a assistência técnica e extensão rural, os médicos-veterinários e a Agrodefesa para preservação do status sanitário alcançado.
Reconhecimento
Em 29 de maio de 2025, a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) reconheceu oficialmente o Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação. O anúncio ocorreu durante a 92ª Sessão Geral da Assembleia dos Delegados Nacionais, em Paris, na França. Entre os estados brasileiros que contribuíram para a conquista, Goiás se destacou pela excelência em vigilância sanitária e pela robustez de seu sistema de defesa agropecuária. A última campanha de vacinação obrigatória contra febre aftosa em Goiás ocorreu em novembro de 2022. Em março de 2024, o estado foi reconhecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) como zona livre de aftosa sem vacinação. O último foco de febre aftosa em território goiano foi registrado em agosto de 1995.
Educação
Frente de investimentos na educação de Rio Verde está com 14 obras em andamento
O Governo de Goiás mantém uma ampla frente de investimentos na educação de Rio Verde, com 14 obras em andamento na rede estadual de ensino, além da construção de novas escolas, reformas, modernização da infraestrutura e ampliação de programas voltados aos estudantes.
Desde 2019, o Estado construiu cinco novas unidades escolares no município, reduzindo o déficit histórico de vagas e fortalecendo a estrutura da educação pública. Os investimentos nas novas escolas superam R$ 18 milhões.
As 14 frentes de trabalho atualmente em execução incluem ampliações, reformas, construção de quadras cobertas e modernização elétrica das unidades escolares. Entre os principais investimentos estão as obras do Colégio Estadual do Sol e do CEPI João Velloso do Carmo, que somam mais de R$ 9,8 milhões.

Trabalho inclue ampliações, reformas, construção de quadras cobertas e modernização elétrica das unidades escolares (Foto: Seduc)
Ainda neste semestre, o Governo de Goiás vai entregar duas importantes obras para a comunidade escolar da cidade: a reestruturação completa do CEPI João Velloso do Carmo, com investimento de R$ 5,7 milhões, e a nova quadra coberta do Colégio Estadual Miltes Furquim, obra aguardada há anos e que recebeu aporte de R$ 800 mil.
Nos últimos anos, o Estado também concluiu projetos estratégicos em Rio Verde, totalizando cerca de R$ 20,5 milhões em investimentos. Entre as entregas estão o CEPMG Sebastião do Vale e o Colégio Estadual Dr. Luiz Braz da Silva, cuja construção recebeu investimento superior a R$ 7,8 milhões.
A modernização da rede estadual no município também inclui melhorias na infraestrutura esportiva e tecnológica das escolas. Diversas unidades receberam quadras cobertas, reformas estruturais e sistemas de energia solar, garantindo mais conforto, eficiência e melhores condições de aprendizagem para estudantes e servidores.

Além das obras físicas, o Governo de Goiás ampliou os investimentos em tecnologia e apoio direto aos alunos. Em Rio Verde, 7.389 estudantes receberam chromebooks, em um investimento superior a R$ 21,4 milhões. A rede estadual também passou a contar com 24 laboratórios móveis de informática, ampliando o acesso à tecnologia em sala de aula.
Os programas de apoio estudantil também avançaram no município. Mais de 18 mil estudantes foram beneficiados com a entrega de uniformes, tênis e kits escolares, enquanto o Bolsa Estudo atende atualmente 8.136 alunos em Rio Verde.

O Estado também mantém investimentos contínuos no transporte escolar e na alimentação dos estudantes, fortalecendo a permanência dos alunos na escola e oferecendo mais suporte às famílias.
Somados, os investimentos do Governo de Goiás na educação de Rio Verde ultrapassam R$ 59,2 milhões, contemplando obras, tecnologia, infraestrutura, transporte escolar e programas de apoio aos estudantes da rede estadual. Secretaria da Educação (Seduc) – Governo de Goiás
ECONOMIA
Vai viajar ou ficar em casa no feriado? Confira dicas para uso seguro da energia
Cuidados com aparelhos e instalações ajudam evitar transtornos e garantem mais tranquilidade

Goiânia, 30 de abril de 2026 – O aumento no uso de eletrodomésticos durante feriados prolongados acende um alerta para os riscos dentro de casa. Em 2024, o Brasil registrou 1.186 incêndios causados por sobrecarga elétrica e 295 acidentes com choque em residências, sendo 84% fatais, segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel).
Com mais tempo em casa ou imóveis fechados por viagens, o uso inadequado da energia pode provocar curtos-circuitos, choques e até incêndios, principalmente em locais com instalações antigas ou improvisadas. “O aumento do uso de aparelhos no feriado eleva o risco de acidentes, especialmente quando a instalação elétrica não está em boas condições”, explica a executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires.
Vai viajar? Redobre os cuidados
Antes de sair de casa, a orientação é desligar da tomada aparelhos que não precisam ficar ligados, como TVs, micro-ondas e carregadores. A medida evita o chamado “consumo invisível” e reduz riscos elétricos.
Também é importante evitar extensões improvisadas e benjamins (T), além de não deixar fios energizados sob tapetes ou próximos a cortinas. “Mesmo com a casa vazia, equipamentos ligados continuamente podem continuar operando, principalmente em instalações deficientes”, alerta Suzane.
Vai ficar em casa? Evite o uso simultâneo
Para quem vai passar o feriado em casa, o cuidado deve ser com o uso ao mesmo tempo de equipamentos de maior potência, como chuveiro elétrico, ar-condicionado e ferro de passar. A recomendação é evitar ligar vários aparelhos em uma mesma tomada ou circuito e, sempre que possível, contar com dispositivos de proteção, como disjuntor diferencial residual (DR) e fio terra.
Sinais como disjuntor desarmando com frequência, cheiro de queimado ou tomadas aquecidas indicam problemas e devem ser investigados.
Reparos sem orientação aumentam risco
O período também costuma ser usado para pequenos consertos domésticos. Nesses casos, o ideal é não improvisar. Antes de qualquer intervenção, é necessário desligar o disjuntor geral e evitar manusear a rede elétrica sem conhecimento técnico.
Segundo a Abracopel, cerca de 40% dos acidentes com choque elétrico em residências estão relacionados a falhas em instalações, conexões ou uso inadequado de extensões. “Grande parte dos acidentes está ligada a intervenções sem qualificação ou uso de materiais inadequados. O mais seguro é procurar um profissional habilitado”, reforça Suzane.
Manutenção pode evitar acidentes
A revisão periódica das instalações elétricas é uma das principais formas de prevenção. A recomendação é que seja feita a cada cinco anos ou sempre que houver sinais como oscilações de energia, choques ou quedas frequentes.
A manutenção inclui verificação de fios, disjuntores, quadro de energia e sistema de aterramento. Além de evitar acidentes, o uso consciente da energia também contribui para reduzir desperdícios e custos na conta de luz.
Em situações que envolvam a rede elétrica externa, como fios caídos ou postes danificados, a orientação é manter distância e acionar imediatamente os canais oficiais da distribuidora.
* Agência Virtual no site www.equatorialenergia.com.br;
* Aplicativo Equatorial Energia (Android e iOS);
* Atendente virtual Clara, via WhatsApp, pelo número (62) 3243-2020;
* Call Center 0800 062 0196;
* Agências de atendimento distribuídas em todo o estado.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual, em uma área de 336.871 km².
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