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Casamento comunitário celebra o Sacramento do Matrimônio para oito casais de Rio Verde

Em uma cerimônia marcada pela fé, emoção e pelo fortalecimento da família cristã, a Pastoral Familiar de Rio Verde realizou, na manhã do último dia 18 de julho, um Casamento Comunitário Católico que reuniu oito casais da zona rural da região do Rio Preto. A celebração aconteceu às 10 horas, na Capela da Paróquia São Judas Tadeu, no Bairro Promissão.
O casamento comunitário é uma iniciativa pastoral da Igreja Católica que possibilita a vários casais receberem o Sacramento do Matrimônio em uma única celebração. Mais do que um ato simbólico, a cerimônia representa a regularização da vida sacramental dos casais, fortalecendo o compromisso assumido diante de Deus e da comunidade.

Os oito casais participantes já viviam em união há vários anos e haviam constituído suas famílias, mas ainda não haviam recebido o sacramento do matrimônio. Após um período de preparação promovido pela Pastoral Familiar, eles puderam celebrar esse importante momento de fé e renovação dos votos conjugais.
A celebração emocionou familiares, amigos e membros da comunidade paroquial. Vestidos especialmente para a ocasião, os noivos usaram ternos e as noivas entraram com elegantes vestidos brancos, tornando a cerimônia ainda mais significativa e inesquecível.

A organização do casamento comunitário esteve sob a coordenação do casal Milka Márcia e Elson, que conduziram os preparativos juntamente com a equipe da Pastoral Familiar, oferecendo todo o acompanhamento necessário aos participantes durante o período de formação.
Além de oficializar a união dos casais perante a Igreja, a iniciativa reafirma a missão da Pastoral Familiar de evangelizar, acolher e fortalecer as famílias, incentivando a vivência dos sacramentos e dos valores cristãos como pilares da vida matrimonial. A celebração também reforçou o compromisso da Igreja em aproximar os fiéis da vida sacramental, promovendo momentos de comunhão, esperança e renovação da fé.
cidade
LEGISLATIVO MUNICIPAL PRESTIGIA PASSAGEM DE COMANDO DO 2º BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR DE GOIÁS

Representantes do Legislativo Municipal prestigiaram, na manhã desta terça-feira, 28 de julho, a solenidade de passagem de comando do 2º Batalhão da Polícia Militar de Goiás (2º BPM), realizada no auditório do Colégio da Polícia Militar de Goiás (CPMG) Carlos Cunha Filho. O evento marcou a posse do Tenente-Coronel PM Éric Ferreira Guimarães, que assumiu a liderança da unidade em substituição ao Coronel PM Euler Barbosa da Silva Filho.
A solenidade contou com a presença do presidente da Câmara, Cabo Moraes, acompanhado dos vereadores Sd. Fernando, Prof. Leonardo Lacraia, Enildo Cabral e Chico KGL. Durante o evento, Moraes destacou a parceria do Legislativo com a Polícia Militar e o compromisso dos vereadores com a segurança pública.
“Agradecemos ao Coronel Euler Filho pelo trabalho realizado e damos as boas-vindas ao Tenente-Coronel Guimarães. O Legislativo continuará de portas abertas para apoiar a Polícia Militar e fortalecer a segurança da população”, afirmou Cabo Moraes.

À frente do 2º BPM desde 2023, o Coronel PM Euler Barbosa da Silva Filho deixa o comando da unidade após uma gestão marcada pelo fortalecimento da segurança pública em Rio Verde. Durante sua atuação, o batalhão ampliou ações de combate à criminalidade, intensificou o patrulhamento urbano e rural e fortaleceu a integração com a comunidade. O trabalho desenvolvido também contribuiu para sua promoção ao posto de Coronel da Polícia Militar de Goiás.
O novo comandante, Tenente-Coronel PM Éric Ferreira Guimarães, possui trajetória de destaque na segurança pública da região Sudoeste de Goiás. Antes de assumir o 2º BPM, comandava a 21ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Santa Helena de Goiás, onde liderou ações de combate ao crime.
Com experiência operacional, o Tenente-Coronel Guimarães assume a missão de dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela unidade, mantendo o compromisso com a segurança da população.
Business
Sudoexpo terá Fórum de Inovação e Fórum de Inteligência Artificial com especialistas e grandes instituições do setor

A inovação será um dos pilares da programação da Sudoexpo 2026. Com o objetivo de conectar empresários, lideranças, instituições e especialistas às principais tendências do mercado, a feira promoverá dois eventos distintos e complementares: o Fórum de Inovação, na quinta-feira, dia 10/09, e o Fórum de Inteligência Artificial, na sexta-feira, dia 11/09. Juntos, os encontros irão abordar temas como incentivos à inovação, cidades inteligentes, inteligência artificial, startups e transformação digital, reforçando o compromisso da ACIRV e da Sudoexpo com o desenvolvimento econômico e tecnológico da região.
Fórum de Inovação abre a programação com foco em competitividade
Na quinta-feira, o Fórum de Inovação será voltado às estratégias que impulsionam o desenvolvimento das empresas e dos municípios. A programação começa com o Momento Lei do Bem, apresentando aos empresários os incentivos fiscais disponíveis para organizações e empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Na sequência, o público acompanhará um painel sobre captação de recursos, destacando oportunidades de financiamento para projetos inovadores. O encerramento será com o debate “Os impactos de uma cidade inteligente para a indústria e para o comércio”, reunindo especialistas para discutir como tecnologia, infraestrutura e gestão pública podem impulsionar a competitividade das empresas e melhorar o ambiente de negócios.
Fórum de Inteligência Artificial reúne especialistas e ecossistema de inovação
Na sexta-feira, acontece o Fórum de Inteligência Artificial, que reunirá representantes do Hub Goiás, empresários, especialistas e instituições ligadas à inovação para apresentar aplicações práticas da IA no ambiente empresarial.
A programação contará com palestra de Diogo Crispim, painel sobre startups e inovação promovido pelo Hub Goiás e a palestra “Do Balcão ao Algoritmo – Como negócios de qualquer tamanho estão usando IA para crescer”, ministrada por André Maluf, do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA/UFG).
O encerramento acontecerá com uma mesa-redonda reunindo representantes do SESI/SENAI, Hub Goiás, empresas do setor, prefeitura de Rio Verde e lideranças do ecossistema de inovação, debatendo os desafios e as oportunidades da inteligência artificial para a indústria, o comércio e os serviços.
Empresários, profissionais, estudantes e interessados em inovação e tecnologia já podem se preparar. Em breve, a Sudoexpo divulgará a programação completa e as inscrições para os dois fóruns em seus canais oficiais.
Sobre a Sudoexpo
A Sudoexpo 2026 chega à próxima edição consolidada como uma das maiores feiras multissetoriais do Centro-Oeste, com expectativa de movimentar cerca de R$ 100 milhões em negócios e receber aproximadamente 40 mil visitantes ao longo de quatro dias de evento. A estrutura contará com 7.900 m², reunindo 180 estandes e cerca de 150 empresas expositoras.
Com mais de 34 horas de programação e mais de 50 apresentações, a feira reforça sua força regional e a confiança do mercado, refletida nos mais de 80% dos estandes já comercializados.
Serviço
Data: 09 a 12 de setembro
Local: Estacionamento do Teatro Lauro Martins
Contato para imprensa: Wenya Alecrim — (64) 98152-6063
Business
Empreender vira o 2º maior sonho do brasileiro e mobiliza 42,5 milhões de pessoas
Pesquisa GEM 2025 mostra o maior salto da série histórica para o desejo de empreender e revela que o Brasil tem hoje o segundo maior contingente de empreendedores potenciais do mundo
Por Vivianne Oliveira

Ter o próprio negócio deixou de ser apenas uma alternativa de renda para se consolidar como um projeto de vida no Brasil. Em 2025, o empreendedorismo registrou o maior crescimento entre todos os sonhos pesquisados pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), ultrapassando desejos historicamente associados à estabilidade e ao consumo, como viajar, comprar um carro ou construir carreira no setor público.
Pela primeira vez em treze anos de levantamento, o sonho de “ter o próprio negócio” foi o item que mais avançou no ranking de aspirações do brasileiro. Saltou de 34% para 40% da população adulta em apenas um ano, crescimento de seis pontos percentuais, o maior entre os onze sonhos analisados pela pesquisa. O dado fez o empreendedorismo voltar à segunda posição entre os principais sonhos do país, atrás apenas da casa própria.
O levantamento faz parte da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2025, considerada o maior estudo sobre empreendedorismo do mundo. No Brasil, a pesquisa é realizada há 26 anos – desde 2000 – e, a partir do ciclo de 2022, passou a ser conduzida pela Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe), em colaboração com o Sebrae. Nesta edição, foram ouvidos 2.350 adultos brasileiros entre junho e agosto de 2025, dentro de uma amostra que envolveu 53 países.

Em números absolutos, o desejo de empreender mobiliza hoje 42,5 milhões de brasileiros que ainda não possuem negócio aberto, mas pretendem abrir uma empresa nos próximos três anos. O contingente coloca o Brasil como o segundo maior país do mundo em número de “empreendedores potenciais”, atrás apenas da Índia, com cerca de 150 milhões de pessoas nessa condição, e à frente de Estados Unidos, Egito e México.
Quando o dado é analisado proporcionalmente, o Brasil aparece entre os países com maior disposição empreendedora, 45% dos brasileiros que ainda não empreendem afirmam que desejam abrir um negócio nos próximos três anos.
Da sobrevivência ao projeto de vida

A leitura da pesquisa sugere uma mudança importante no perfil do empreendedorismo brasileiro. Em 2017, apenas 18% da população citava ter o próprio negócio entre seus principais sonhos. O país atravessava uma forte recessão econômica e boa parte dos empreendedores surgia pressionada pela falta de emprego e renda. Já em 2020, durante a pandemia, o índice disparou para 59%, em um cenário marcado pela instabilidade econômica e pela necessidade de geração imediata de renda.
O ambiente de 2025 é diferente. Com o mercado de trabalho mais aquecido, os indicadores mostram uma mudança gradual na motivação de quem decide empreender. A proporção de brasileiros que afirmam abrir um negócio porque “os empregos são escassos” caiu para 71%, o menor patamar de toda a série histórica da pesquisa. Ao mesmo tempo, cresceu o número de pessoas motivadas pela construção de patrimônio, independência financeira e continuidade familiar.
A motivação ligada à “construção de grande riqueza ou renda muito alta” manteve o recorde histórico, com 69%, enquanto a ideia de “continuar uma tradição familiar” alcançou o maior índice já registrado pela pesquisa, chegando a 46%.
Entre os brasileiros que efetivamente abriram negócio em 2025, 58% afirmaram ter empreendido “por oportunidade”, acima dos 55% registrados no ano anterior. A percepção de ambiente também melhorou: 56% dos empreendedores iniciais disseram acreditar que abrir uma empresa ficou mais fácil do que há um ano, enquanto 47% afirmaram enxergar perspectivas mais positivas de crescimento para o próprio negócio.
O retrato do novo empreendedor brasileiro
A GEM 2025 também ajuda a entender quem está puxando esse movimento. Entre os 26,9 milhões de brasileiros classificados como “empreendedores iniciais”, grupo formado por pessoas com negócios de até três anos e meio de operação, 60% são homens e 62% se declaram pretos ou pardos, maior proporção dos últimos cinco anos.
O empreendedorismo brasileiro continua fortemente concentrado nas camadas de renda média e baixa. Entre os novos empreendedores, 74% possuem ensino médio ou menos, e mais da metade vive com renda de até três salários mínimos.
Outro dado chama atenção: o avanço dos empreendedores acima dos 45 anos. Hoje, 33,7% dos brasileiros que iniciaram negócios recentemente pertencem a essa faixa etária, a maior participação já registrada pela série histórica da pesquisa.
O movimento sugere a entrada crescente de profissionais mais experientes no empreendedorismo, muitos deles migrando do mercado formal em busca de autonomia, renda própria ou novos projetos de vida.
A participação feminina, porém, recuou. As mulheres representam hoje 39,5% dos empreendedores iniciais, menor percentual desde 2003. O dado indica que, apesar do ambiente mais favorável ao empreendedorismo, o avanço ainda não ocorre de maneira uniforme entre homens e mulheres.
Ambiente melhora, mas gargalos persistem
Além da população, a pesquisa ouviu 55 especialistas em empreendedorismo para avaliar o ambiente de negócios brasileiro. Entre os pontos considerados positivos aparecem a dinâmica do mercado interno, a infraestrutura física e o ambiente cultural favorável a empreender.
No índice NECI, que mede a qualidade do contexto empreendedor, o Brasil avançou da 48ª para a 44ª posição entre os países avaliados nos últimos quatro anos.
Os gargalos, no entanto, permanecem conhecidos: acesso difícil ao crédito para empresas em estágio inicial, custos de entrada no mercado e excesso de burocracia, dificuldade de acesso à tecnologia de ponta e fragilidade da educação empreendedora no ensino fundamental e médio.
Esses fatores ajudam a explicar por que, mesmo com o crescimento do desejo de empreender, a taxa total de empreendedorismo no país recuou de 33,4% para 31,6% em 2025. Na prática, o Brasil continua produzindo mais vontade de empreender do que condições concretas para transformar esse desejo em empresas sustentáveis.
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