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ECONOMIA

Porteiras trancadas e impedimentos de acesso respondem por cerca de 20% das vistorias na rede rural de Goiás que não podem ser concluídas

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Equatorial Goiás orienta proprietários sobre a importância de garantir acesso das equipes para inspeções, manutenções preventivas e atendimentos emergenciais

Goiânia, 14 de julho de 2026 – As manutenções preventivas e os atendimentos emergenciais na rede elétrica da zona rural de Goiás enfrentam um entrave cada vez mais comum no interior do Estado e, agora, também com forte incidência em polos agroindustriais e áreas de chácaras: porteiras fechadas com cadeados e entradas negadas em propriedades rurais ou condomínios de veraneio. O acesso dificultado a esses locais, muitas vezes restrito pelos proprietários, prejudica diretamente o trabalho das equipes técnicas e aumenta significativamente o tempo que os clientes precisam esperar pelo restabelecimento da energia em casos de ocorrências emergenciais.

Os dados operacionais de ocorrências improdutivas são registrados quando as equipes vão a campo, mas não conseguem executar o serviço em função do impacto dos bloqueios físicos. No consolidado de 2025, da Equatorial Goiás, as porteiras trancadas representaram 13% desse total no Estado, enquanto os acessos impedidos somaram 7%. No primeiro trimestre de 2026, os dois indicadores mantiveram-se estáveis, sendo cada um deles responsável por 7% das ocorrências improdutivas em território goiano.

Como a rede elétrica é extensa principalmente no meio rural, cortando fazendas, matas e terrenos de difícil topografia, a cooperação dos proprietários é vital para que os reparos aconteçam com agilidade. No Sudoeste Goiano, a realidade preocupa pelo volume de interrupções. Conforme explica o executivo de Serviços de Redes da Equatorial Goiás em Rio Verde, Luiz Felipe Quintino, apenas na sua região foram registradas 411 ocorrências com impedimento ao longo de 2025, enquanto o primeiro trimestre de 2026 já acumula 118 casos semelhantes.

“Muitas vezes encontramos porteiras com cadeados, não há moradores para fazer a abertura ou o acesso é restrito em condomínios de chácaras. Enquanto aguardamos autorização ou alguém chegar para liberar a entrada, o atendimento atrasa, o que eleva o tempo de duração da ocorrência na linha de frente”, avalia Luiz Felipe.

Gargalo também em Anápolis e no Entorno do Distrito Federal

O cenário de retenção das equipes se repete de forma acentuada na região de Anápolis. Dados técnicos da distribuidora indicam que quase metade de todas as vistorias improdutivas na localidade, cerca de 49%, é motivada estritamente por porteiras trancadas. Ao somar esse índice com as situações de acessos negados, que representam aproximadamente 30%, constata-se que quase 80% dos deslocamentos perdidos pelos eletricistas na região ocorrem devido a barreiras físicas.

O gerente de Serviços Técnicos e Comerciais da Equatorial Goiás em Anápolis, Leandro Chaves, aponta que o prejuízo dessa indisponibilidade atinge inclusive quem não deu causa ao bloqueio. “O bloqueio gera um transtorno expressivo para outras unidades consumidoras afetadas na região, que muitas vezes dependem daquele mesmo trecho da rede elétrica e acabam ficando no escuro por causa de uma porteira trancada em uma propriedade vizinha”, frisa Leandro.

Já no Entorno do Distrito Federal, os obstáculos físicos são ainda mais determinantes para o insucesso das ações em campo, respondendo por cerca de 95% das vistorias não concluídas na regional, sendo aproximadamente 65% por porteiras trancadas e 30% por impedimentos de acesso. O gerente de Obras e Manutenção da Equatorial Goiás em Formosa, Diogo Silveira, detalha o impacto operacional em toda a escala de plantão.

“Quando os técnicos ficam retidos tentando acessar uma única propriedade ou localizar o dono, nós temos uma menor disponibilidade de equipes rurais no sistema. Esse tempo perdido impossibilita que esses mesmos profissionais se desloquem para realizar outros atendimentos em andamento”, esclarece Diogo.

Milhares de impedimentos de leitura nas regionais

Além do impacto nos serviços de manutenção, as barreiras físicas geram um reflexo direto no faturamento dos clientes. Apenas no ano de 2026, as restrições nas regionais Norte, Nordeste e Sul do Estado já resultaram em mais de 23 mil impedimentos de leitura de energia, forçando a emissão de faturas pela média histórica de consumo. A regional Norte lidera as estatísticas com mais de 10,1 mil casos, o que representa uma média de quase 1,7 mil ocorrências por mês e responde por um quarto de todo o volume que ficou sem leitura na região em junho. O gargalo é liderado por Pirenópolis, Alexânia, Porangatu, Anápolis e Goianésia.

O cenário repete-se nas demais regiões. A área Sul contabilizou mais de 6,5 mil impedimentos, mantendo média mensal superior a mil casos, com maior incidência em Catalão, Morrinhos e Goiatuba. Já o Nordeste acumulou quase 6,4 mil registros, com média de aproximadamente 1 mil ocorrências mensais, concentradas principalmente em Cristalina, Luziânia e Valparaíso de Goiás. Em ambas as regionais, os acessos fechados representaram 23% das falhas de leitura em junho, mantendo-se nos mesmos patamares de 2025.

Obrigatoriedade legal e canais de parceria

A companhia lembra que o livre acesso às instalações elétricas que cortam as fazendas e chácaras é uma determinação amparada por lei. A Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021 estabelece expressamente que a distribuidora deve ter livre trânsito até o ponto de entrega de energia para realizar inspeções, manutenções e atendimentos de emergência. Como medida prática para solucionar o impasse no período noturno ou em locais de ausência dos moradores, a distribuidora tem atuado na implantação de cadeados padrão em porteiras estrategicamente combinadas com os produtores, facilitando a entrada dos técnicos com total segurança.

Como alternativa para evitar o faturamento pela média quando a propriedade estiver fechada, o consumidor pode realizar a autoleitura. O processo é simples e consiste apenas em registrar os números que aparecem no visor do medidor e informá-los dentro do período correto do mês, garantindo que a cobrança reflita exatamente o consumo real da propriedade. Esse envio do dado pode ser feito pelo Aplicativo Equatorial Energia (Android e iOS), pela Agência Virtual no site www.equatorialenergia.com.br, ou diretamente nas agências presenciais distribuídas em todo o Estado. A distribuidora recomenda ainda o cadastro da fatura por e-mail para evitar o extravio da conta impressa.

Orientadas a buscar a conciliação, as equipes de campo apostam no diálogo direto e em parcerias estratégicas com sindicatos rurais e para conscientizar as comunidades. Quando não há êxito no encontro presencial com o agricultor, um comunicado impresso é deixado na divisa da instalação informando sobre a tentativa de visita, a necessidade de intervenção no sistema e solicitando a abertura de canais para o agendamento prévio do retorno.

Plano de investimentos e modernização

A urgência em garantir o livre trânsito das equipes ganha relevância com o avanço do cronograma de melhorias da companhia, que intensifica a troca de postes, a substituição de isoladores e para-raios, além da limpeza de faixas de servidão antes do período de tempestades. Ao longo de todo o ano de 2025, a Equatorial Goiás investiu aproximadamente R$2,6 bilhões em melhorias e na modernização da rede elétrica goiana, resultando na entrega de mais de 770 mil obras.

Em 2026, o ritmo de reconstrução do sistema segue acelerado, com mais de 90 mil intervenções já concluídas no Estado. A população pode acompanhar o andamento e o volume de entregas preventivas em tempo real no site do Trabalhômetro: trabalhometroequatorialgo.com.br

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do país, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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ECONOMIA

Desenrola MEI busca reduzir inadimplência dos pequenos negócios

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Programa federal permite negociação, parcelamento e descontos e recuperar os benefícios da regularização, como acesso ao mercado e ao crédito

Uma oportunidade de simplificar o processo de regularização das microempresas: este é o Desenrola MEI, um programa do governo federal lançado em 2026 com o objetivo de permitir que microempreendedores individuais paguem seus débitos fiscais inscritos na Dívida Ativa da União com condições especiais de negociação, incluindo descontos sobre juros, multas e encargos legais de até 70%, além da possibilidade de parcelamento em até 145 meses. O programa busca reduzir a inadimplência, recuperar empresas formalizadas e facilitar o retorno desses empreendedores ao mercado de crédito e às políticas públicas voltadas aos pequenos negócios. A adesão ao programa pode ser feita até 30/09.

Podem aderir MEIs com débitos inscritos na Dívida Ativa da União; aqueles que estejam com o CNPJ suspenso ou inapto em razão de pendências fiscais; e aqueles que desejam regularizar sua situação tributária para manter ou recuperar os benefícios da formalização.

A participação ocorre mediante adesão ao programa dentro do prazo estabelecido pelo edital. De forma geral, o empreendedor deverá verificar se possui débitos elegíveis e, se quiser realizar de forma autônoma, acessar os canais oficiais da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para consultar as opções disponíveis, escolher a modalidade de negociação, formalizar a adesão e cumprir as condições pactuadas, efetuando o pagamento da entrada (quando houver) e das parcelas subsequentes. “Porém, caso precise de orientação, os consultores do Sebrae estão prontos para prestar a orientação nesse procedimento nos canais oficiais, atendimento presencial em alguma das agências ou nas Salas do Empreendedor ou de forma remota”, explica Bruno Lyra, analista do Sebrae Goiás.

De acordo com ele, a adesão ao programa gera oportunidade de recuperação, mas também compromissos. As principais vantagens oferecidas pelo programa são os descontos relevantes sobre juros, multas e encargos legais; a possibilidade de parcelamento em prazo estendido; a regularização do CNPJ; a recuperação da capacidade de contratar crédito; e a possibilidade de voltar a participar de programas públicos e emitir certidões quando cumpridos os requisitos legais.

Entre as obrigações para o microempreendedor individual estão: aderir formalmente ao programa dentro do prazo; cumprir rigorosamente o pagamento das parcelas negociadas; manter a regularidade da negociação para evitar sua rescisão; e atender às regras previstas no Edital PGFN nº 9/2026.

Apoio do Sebrae

O Sebrae atua como um parceiro com orientação aos pequenos negócios, mas não é o responsável pela gestão ou pela renegociação das dívidas do Desenrola MEI. Bruno Lyra explica que o papel da instituição é oferecer atendimento, informação qualificada e apoio técnico para que o empreendedor compreenda as regras do programa, verifique se possui débitos elegíveis e faça uma adesão consciente. Na prática, o Sebrae atua como parceiro na educação empreendedora e na preparação do empresário para que a renegociação resulte em sustentabilidade financeira.

“Muitos MEIs acabam perdendo acesso ao crédito, enfrentando dificuldades para emitir certidões ou até mesmo correm risco de desenquadramento em razão das pendências fiscais”, observa Bruno. O Desenrola MEI oferece condições mais favoráveis para regularização, permitindo que esses empreendedores retomem sua capacidade de investimento e fortaleçam a continuidade do negócio. “Entretanto, é importante destacar que renegociar a dívida não resolve, por si só, problemas estruturais de gestão financeira. Para que a recuperação seja duradoura, é fundamental que o empreendedor passe a controlar fluxo de caixa e faça planejamento financeiro e de formação de preços, evitando novo ciclo de endividamento”, acrescenta.

O Desenrola MEI pode representar um verdadeiro recomeço para milhares de empreendedores, especialmente aqueles que acumularam dívidas por dificuldades financeiras, queda no faturamento ou falta de organização administrativa. “A regularização possibilita recuperar o acesso ao crédito, voltar a operar com maior segurança jurídica e aproveitar oportunidades de crescimento”, destaca.

Mas Bruno Lyra Faz um alerta: a renegociação precisa vir acompanhada de disciplina financeira. O empreendedor deve utilizar esse momento para reorganizar suas finanças, separar as contas pessoais das empresariais, controlar receitas e despesas e planejar o pagamento das parcelas assumidas. “Sem essa mudança de comportamento, existe o risco de retornar à inadimplência. E esse é justamente o espaço em que o Sebrae pode fazer a diferença, oferecendo orientação gerencial, consultorias e capacitações que ajudam o empresário a transformar a renegociação em um processo efetivo de recuperação do negócio”, conclui o analista.

SERVIÇO

Desenrola MEI

Adesão até 30/09:
www.gov.br/memp/pt-br/pacotes-de-medidas-para-o-emprendedorismo/desenrola-mei

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ECONOMIA

Equatorial Goiás apresenta Plano Super El Niño com ações para reforçar operação durante período de altas temperaturas

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Plano reúne medidas de prevenção, manutenção, reforço das equipes e monitoramento da rede para ampliar a capacidade de resposta da companhia nos períodos de maior demanda por energia

Goiânia, 1° de setembro de 2026 – A Equatorial Goiás intensificou, desde o início do ano, as ações de preparação da operação para o período de altas temperaturas e maior demanda por energia em Goiás. A companhia estruturou o Plano Super El Niño, conjunto de medidas voltadas a aumentar a confiabilidade da rede, reforçar a capacidade operacional e garantir maior agilidade na resposta a ocorrências durante períodos de condições climáticas adversas.

O plano completo será apresentado pela companhia no dia 1º de setembro e reúne ações que envolvem planejamento da demanda, manutenção preventiva, mobilização de recursos, treinamento das equipes e integração entre as diferentes áreas da operação para garantir uma resposta mais rápida.

O planejamento considera a possibilidade de aumento da demanda máxima de energia, com análise antecipada do comportamento do sistema e identificação de pontos críticos da rede. A partir desse diagnóstico, a empresa vem realizando manutenções preventivas e antecipando intervenções necessárias para ampliar a disponibilidade e a confiabilidade dos equipamentos.

Outro eixo do plano é o reforço da estrutura de resposta a emergências. Equipes adicionais das regionais estão sendo treinadas para atuar em apoio ao Centro de Operações Integradas (COI) da Equatorial Goiás durante eventos críticos, ampliando a capacidade de atendimento e restabelecimento do fornecimento. “Essa integração entre COI, regionais e demais áreas da companhia é estratégica. O objetivo é garantir que as informações circulem de forma rápida e que as decisões sejam tomadas de maneira coordenada, permitindo uma atuação mais eficiente diante de ocorrências” explica o coordenador do COI, Vinicyus Lima.

Vinicyus explica que o trabalho começa muito antes de um evento climático acontecer. “A preparação antecipada nos permite conhecer os pontos mais críticos, organizar recursos, preparar as equipes e aumentar nossa capacidade de resposta. É uma atuação baseada em prevenção e antecipação para que possamos enfrentar períodos mais severos com a estrutura necessária”, destaca.

O plano também prevê a atuação do Comitê de Crise Estadual, com integração junto ao poder público e a outras instituições. A proposta é unir esforços para prevenção, resposta e mitigação dos impactos de eventos que possam afetar o fornecimento de energia no Estado.

Acompanhamento permanente

O monitoramento contínuo das condições climáticas, da carga do sistema e dos principais equipamentos da rede complementa a estratégia. Acompanhadas em tempo real, essas informações permitem identificar cenários de risco e adotar medidas preventivas antes que uma ocorrência se concretize.

A preparação também considera o período chuvoso, quando tempestades, ventos fortes e descargas atmosféricas podem aumentar a ocorrência de eventos sobre a rede elétrica. Por isso, a estratégia combina planejamento, tecnologia, equipes preparadas e monitoramento permanente. 

Entre os recursos utilizados estão sistemas de automação, que permitem comunicação constante com os equipamentos da rede e maior agilidade na identificação e no tratamento de ocorrências; monitoramento por satélite, que possibilita acompanhar a formação e a movimentação de eventos meteorológicos e focos de calor; e ferramentas de monitoramento em tempo real, que apoiam a tomada de decisão e o direcionamento das equipes para as áreas que demandam maior atenção.

Com o Plano Super El Niño, a Equatorial Goiás busca estar preparada antes que os eventos aconteçam, ampliando sua capacidade de antecipação, resposta e restabelecimento e contribuindo para maior segurança e continuidade do fornecimento de energia para os consumidores goianos.

Plano Super El Niño – principais frentes

– Planejamento para a demanda máxima e identificação de pontos críticos;

– Manutenções preventivas e antecipação de intervenções;

– Disponibilização de recursos adicionais para situações emergenciais;

– Treinamento e reforço das equipes operacionais;

– Integração entre COI Goiás, COI X, Regionais e demais áreas;

– Atuação do Comitê de Crise Estadual junto ao poder público e instituições parceiras;

– Monitoramento contínuo das condições climáticas, da carga e dos equipamentos da rede.

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de serviços públicos, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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Viu fogo perto da rede elétrica? Saiba como agir com segurança

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Equatorial Goiás orienta população sobre riscos, distância segura e canais para acionar em caso de queimadas próximas a postes e fios

Goiânia, 26 de agosto de 2026 – Durante o período de estiagem, é comum que moradores e motoristas se deparem com focos de incêndio próximos a postes e fiação elétrica na cidade ou nas rodovias. Para esses casos, a Equatorial Goiás reforça as orientações de segurança que devem ser seguidas para evitar acidentes e agilizar o atendimento. 

A primeira recomendação é manter distância do local. Mesmo quando as chamas não atingem diretamente a estrutura, o calor pode danificar postes, transformadores e cabos, que podem se romper ou cair a qualquer momento. Como referência geral, a orientação é se manter o mais distante possível de qualquer ponto onde haja fogo próximo à rede elétrica, afastando-se ainda mais se houver fumaça densa ou ruído de faíscas. 

O Corpo de Bombeiros (193) deve ser sempre o primeiro contato diante de um foco de incêndio, já que a prioridade nesse momento é o combate às chamas. Quando o fogo estiver próximo a postes, transformadores ou cabos, ou se houver fios caídos, fumaça saindo de equipamentos ou estalos na rede, a Equatorial Goiás também deve ser acionada, para que a área seja desenergizada com segurança antes da chegada das equipes de combate ao incêndio. 

Segundo a executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires, mesmo a fumaça e a fuligem podem representar risco ao sistema elétrico. “A fuligem pode se depositar sobre os equipamentos e reduzir a capacidade de isolamento. Por isso, em alguns casos, pode ocasionar fuga de corrente e até curtos-circuitos e o fornecimento é interrompido automaticamente mesmo sem o fogo ter atingido diretamente os equipamentos”, explica. 

A companhia também alerta para o cuidado com cabos que caem durante um incêndio. Nesses casos, a orientação é considerar que o fio está sempre energizado, mesmo que pareça inerte: não se deve tocar nele, tentar removê-lo ou se aproximar. O ideal é manter distância e comunicar imediatamente a distribuidora. 

Ainda de acordo com a Equatorial Goiás, não é recomendado tentar apagar o fogo próximo à rede elétrica com água, especialmente se houver risco de o jato atingir cabos ou transformadores, nem usar objetos metálicos ou molhados para afastar galhos e fios das chamas. Permanecer no local por curiosidade também deve ser evitado, já que a fumaça e o calor representam risco à saúde.

                A executiva reforça que a comunicação rápida da população é decisiva para a segurança de todos. “Quanto antes a empresa for informada sobre um foco de incêndio próximo à rede, mais rápido a área pode ser desenergizada, reduzindo riscos tanto para moradores quanto para as equipes técnicas”, completou Suzane. 

Sobre a Equatorial Goiás  

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km². Fotos: Equatorial Goiás

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