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ECONOMIA

Operação identifica furto de energia em imóvel usado para cultivo de maconha em Anápolis

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Ligação irregular abastecia equipamentos de alto consumo em imóvel investigado por tráfico de drogas; distribuidora alerta para os riscos e consequências do crime

Goiânia, 3 de julho de 2026 – Uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Goiás e equipes técnicas da Equatorial Goiás identificou uma ligação clandestina de energia elétrica em um imóvel utilizado para o cultivo de maconha, em Anápolis. A irregularidade foi constatada durante operação policial de combate ao tráfico de drogas.

O apoio da distribuidora foi solicitado pela autoridade policial para realização de verificação técnica no imóvel. Durante o levantamento cadastral, foi constatado que a unidade consumidora havia sido encerrada em abril de 2026 e, portanto, não possuía fornecimento regular de energia. No local, entretanto, foi identificado um medidor instalado de forma irregular, sem qualquer vínculo com unidade consumidora cadastrada, caracterizando indícios de furto de energia.

A ligação clandestina abastecia uma estrutura destinada ao cultivo de maconha, composta por estufa, aparelhos de ar-condicionado, sistema de iluminação e outros equipamentos de elevado consumo energético. O ocupante do imóvel foi preso pela Polícia Civil e responderá pelos crimes apurados na investigação, inclusive pelo furto de energia elétrica. O prejuízo causado à distribuidora ainda está sendo apurado.

Furto de energia é crime e oferece riscos

A Equatorial Goiás alerta que o furto de energia, popularmente conhecido como “gato”, é crime previsto no artigo 155 do Código Penal, com pena de reclusão de um a quatro anos, além de multa. “Esse caso demonstra a importância da integração entre a Equatorial Goiás e as forças de segurança no combate ao furto de energia. Além de ser um crime que causa prejuízos ao sistema elétrico e à sociedade, a ligação clandestina representa um risco real de acidentes graves, como choques e incêndios”, destaca Johnathan da Costa de Jesus, gerente de Segurança Empresarial da Equatorial Goiás.

Outro impacto é a sobrecarga da rede elétrica, que pode comprometer a qualidade do fornecimento de energia e provocar interrupções no serviço para consumidores que utilizam a energia de forma regular.

Denúncias

Nas ações de combate ao furto de energia, a distribuidora destaca a importância da participação da sociedade. Denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio da Central de Atendimento, pelo telefone 0800 062 0196 ou por meio do site https://www.equatorialenergia.com.br

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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ECONOMIA

Equatorial Goiás conclui mais de 90 mil obras e serviços para fortalecer rede elétrica em apenas três meses

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Volume de ações equivale a mais de mil intervenções por dia em diferentes regiões do estado; iniciativas incluem obras, modernização, expansão, inspeções e melhorias na infraestrutura elétrica

Goiânia, 29 de junho de 2026  – A Equatorial Goiás concluiu 90.873 obras e serviços voltados ao fortalecimento da rede elétrica em todo o estado durante o primeiro trimestre de 2026. O volume de atividades equivale a uma média superior a mil intervenções por dia, realizadas para ampliar a capacidade do sistema, modernizar equipamentos, reforçar a infraestrutura e aumentar a confiabilidade do fornecimento de energia para a população.

Os resultados estão disponíveis no Trabalhômetro, plataforma criada pela distribuidora para dar transparência às ações executadas em Goiás e permitir que a população acompanhe os avanços realizados em diferentes regiões do estado.

Na prática, os números representam um intenso trabalho de campo que envolve desde inspeções preventivas e substituição de equipamentos até obras de expansão, modernização tecnológica e melhorias estruturais na rede elétrica. Ao longo dos primeiros três meses do ano, foram realizadas, em média, 42 intervenções por hora, ou aproximadamente uma ação a cada minuto e meio.

Para o superintendente Técnico da Equatorial Goiás, Roberto Vieira, os resultados refletem o esforço contínuo da companhia para fortalecer o sistema elétrico goiano e preparar a rede para acompanhar o crescimento do estado. “São milhares de ações realizadas diariamente por equipes espalhadas por todas as regiões de Goiás. Muitas vezes, esse trabalho acontece de forma preventiva e passa despercebido pela população, mas é justamente ele que contribui para tornar o sistema mais robusto, moderno e preparado para atender os clientes com mais qualidade e segurança”, destaca.

Entre as atividades contabilizadas pelo Trabalhômetro estão obras de expansão da infraestrutura elétrica, modernização de equipamentos, inspeções preventivas, melhorias operacionais, renovação de ativos e intervenções voltadas ao aumento da confiabilidade da rede.

Norte e Sudoeste lideram volume de serviços

A região Norte de Goiás, atendida pelas bases de Anápolis e Uruaçu, concentrou o maior volume de ações realizadas no período, com 19.643 serviços executados. Em seguida aparece a região Sudoeste, que reúne municípios atendidos pelas bases de Iporá e Montes Belos, com 18.407 ações concluídas.

Também registraram volumes expressivos de atividades as regiões Centro, Nordeste e Sul do estado, demonstrando a capilaridade das ações executadas pela distribuidora para fortalecer o sistema elétrico em todas as regiões goianas.

Segundo Roberto Vieira, além de ampliar a transparência, o Trabalhômetro permite que a população tenha uma dimensão mais clara dos investimentos e das ações realizadas diariamente pela companhia. “O objetivo é aproximar a população desse trabalho que acontece todos os dias. A plataforma mostra, de forma simples e acessível, os esforços que vêm sendo realizados para modernizar a rede elétrica, ampliar sua capacidade e melhorar a experiência dos clientes em todo o estado”, afirma.

Transparência e acompanhamento em tempo real

Pioneiro entre as distribuidoras de energia do país, o Trabalhômetro reúne informações sobre obras, melhorias, inspeções, modernizações e demais serviços realizados pela Equatorial Goiás. A plataforma permite o acompanhamento dos resultados por região e reforça o compromisso da companhia com a transparência e a prestação de contas à sociedade.

Sobre a Equatorial Goiás

 A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 quilômetros quadrados.

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ECONOMIA

Equatorial Goiás mobiliza agentes comerciais para regularizar contas em atraso em visitas às residências e alerta consumidores sobre golpes 

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Distribuidora orienta clientes a identificar profissionais credenciados antes de realizar qualquer pagamento ou negociação   

Goiânia, 23 de junho de 2026 – A Equatorial Goiás passou a enviar agentes comerciais às residências de clientes inadimplentes para orientar e viabilizar a regularização de contas em atraso. A iniciativa, em curso em todo o Estado, busca oferecer ao consumidor uma alternativa de atendimento presencial, aproximando a negociação do dia a dia de quem está com débitos pendentes. 

“Consideramos essa iniciativa uma facilidade significativa para quem está inadimplente, pois é um caminho rápido e prático de evitar o corte de energia. Ao levar nossos agentes diretamente até a residência do cliente, eliminamos barreiras que muitas vezes impedem a regularização da conta, seja a dificuldade de acesso aos canais digitais, seja a falta de tempo para comparecer a um ponto de atendimento”, defende o gerente comercial da Equatorial Goiás, Jean Gama.  

O agente comercial vai até o cliente, entende a situação, orienta sobre as opções disponíveis e viabiliza o acordo na hora. “É um atendimento humanizado, que respeita o tempo e a realidade do consumidor. E, claro, temos o compromisso de garantir que toda abordagem seja feita com transparência e segurança, por isso, reforçamos sempre a identificação dos nossos profissionais”, explica.  

Assim, a companhia lança alerta sobre o risco de golpes aplicados por falsos agentes. Para ajudar o consumidor a identificar um profissional legítimo, a Equatorial Goiás divulgou uma série de critérios que devem ser verificados no momento da abordagem. 

Identificação 

            Segundo a distribuidora, todo agente autorizado circula em veículo identificado com a marca da empresa e porta crachá visível com nome e foto. Além disso, os parcelamentos ou pagamentos realizados serão sempre por meio de cartão de crédito ou débito, nunca em dinheiro, e a entidade que deve constar como recebedora do pagamento é a própria Equatorial Goiás, uma informação que pode ser conferida diretamente na fatura. Ao final da negociação o consumidor tem direito ao comprovante de pagamento emitido. 

Qualquer abordagem que fuja a esses padrões deve ser tratada com desconfiança.   

Como entrar em contato com a Equatorial Goiás 

Consumidores que queiram confirmar a identidade de um profissional ou tratar diretamente sobre débitos podem acionar a Equatorial Goiás pelos canais oficiais: pelo site equatorialenergia.com.br, pelo WhatsApp (62) 3243-2020 ou pela central de atendimento gratuita 0800 062 0196. 

Sobre a Equatorial Goiás       

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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BRASIL

Governo do Brasil anuncia reforço de R$ 140 bilhões para a Nova Indústria Brasil

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Com o novo aporte, política industrial ultrapassa marca de R$ 750 bilhões em investimentos até 2026. No evento que comemorou os 74 anos do BNDES também foram anunciadas medidas para transição energética e desenvolvimento sustentável

Presidente Lula participou da cerimônia em comemoração aos 74 anos do BNDES. Com o investimento, a Nova Indústria Brasil ultrapassará a marca de R$ 750 bilhões em recursos disponíveis entre 2023 e 2026. Foto: Ricardo Stuckert / PR

                O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia em comemoração aos 74 anos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), nesta segunda-feira, 22 de junho. No evento, foram anunciadas iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria brasileira, à inovação, à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável.

                O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”

                Em seu discurso, o presidente Lula parabenizou o BNDES, mencionando a confiança restabelecida no corpo técnico do banco e os resultados alcançados pela instituição. “O que estamos assistindo hoje é apenas uma demonstração de que o Brasil não pode comportar mais aquele discurso atrasado entre a competência privada e pública. O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”, disse Lula.

NOVA INDÚSTRIA BRASIL — A política Nova Indústria Brasil (NIB) ganhou um reforço de R$ 140 bilhões em recursos para investimentos até dezembro de 2026. Serão R$ 102,5 bilhões disponibilizados pelo BNDES e R$ 37,5 bilhões pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Com o novo aporte, a NIB ultrapassará a marca de R$ 750 bilhões em recursos disponíveis para investimentos entre 2023 e 2026.

                Entre os segmentos estratégicos contemplados pela política estão fertilizantes, máquinas agrícolas, insumos farmacêuticos ativos (IFAs), biofármacos, terapias avançadas, mobilidade sustentável, inteligência artificial, audiovisual, minerais críticos e tecnologias duais. Os investimentos buscam fortalecer a soberania produtiva nacional, ampliar a inovação e aumentar a competitividade da indústria brasileira.

                Durante a cerimônia, foi lançado o portal Investe Indústria Brasil, desenvolvido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A plataforma funcionará como um mapa da política industrial, identificando intenções de investimento e gargalos setoriais. Para isso, a ABDI receberá informação das empresas dos focos da NIB e vai acompanhar as demandas setoriais.

 SUSTENTABILIDADE — Ao apresentar o caminho percorrido pelo BNDES nos 74 anos, o presidente do banco, Aloizio Mercadante, destacou a ampliação do financiamento a projetos de sustentabilidade, por meio do chamado BNDES Verde. “O Fundo Clima aprovava uma média, no período anterior, de R$ 386 milhões por ano. Nós estamos fazendo agora R$ 25,6 bilhões por ano. Nós retiramos da economia, nesse período, com o Fundo Clima, 187 milhões de toneladas de CO2, o que é uma coisa removida ou evitada. É uma mudança de patamar espetacular”, registrou Mercadante.

                O presidente do BNDES ressaltou a retomada e expansão do Fundo Amazônia. “O Fundo Amazônia estava zerado nos quatro anos anteriores. Nós fizemos R$ 4,4 bilhões. Só tinha dois doadores e agora tem nove. Ampliamos o leque de apoio e a COP30 deu uma grande visibilidade a esse instrumento e ao que nós estamos fazendo. 75% dos municípios da Amazônia têm apoio do Fundo Amazônia e 650 instituições trabalham em parceria com o Fundo, com toda a transparência”, destacou.

 MINERAIS CRÍTICOS – O BNDES e a Petrobras formalizaram parceria para a construção de iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) relacionadas a minerais críticos e estratégicos vinculados às cadeias da transição energética e de óleo e gás.

                A parceria vai permitir a troca de informações e realização de análises das principais lacunas de capacidade produtiva ou tecnológica, projetos e iniciativas em execução e em fase de desenvolvimento, bem como de novas iniciativas que contribuam para o desenvolvimento das cadeias de transição energética e de óleo e gás.

                A presidenta da Petrobras, Magda Chambriard, ressaltou o potencial brasileiro no mercado de minerais estratégicos. “A Petrobras quer dominar o cenário de tecnologia no Brasil. Minerais críticos têm papel central. Lítio, níquel, grafite, terras raras, tudo é indispensável para a eletrificação. O Brasil tem uma posição privilegiada nesse contexto e a gente quer participar disso. Queremos um Brasil numa cadeia global de fornecimento. Queremos a Petrobras participando dessa cadeia global”, afirmou Chambriard.

RESTAURAÇÃO FLORESTAL – Durante o evento também foi anunciado o resultado do primeiro leilão do ProFloresta+, iniciativa conjunta do BNDES e da Petrobras voltada à compra de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica de áreas degradadas na Amazônia.

Três empresas foram selecionadas para fornecer cinco milhões de créditos de carbono originados de projetos de restauração com espécies nativas no bioma amazônico. A iniciativa deverá mobilizar cerca de R$ 450 milhões em investimentos, apenas em plantio, gerar 6,3 mil empregos verdes, viabilizar o plantio de mais de 25 milhões de árvores nativas e capturar 5 milhões de toneladas de carbono.

GESTÃO — A ministra da Gestão e da Inovação (MGI), Esther Dweck, destacou o papel do BNDES nos principais ciclos de transformação econômica, social e produtiva do país. “Essa visão de desenvolvimento não acontece por acaso. É fruto de planejamento, coordenação institucional, investimentos estratégicos e atuação de instituições públicas comprometidas com a soberania nacional”, disse a ministra.

 INOVAÇÃO — Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou a trajetória do banco e sua valorização. A titular do MCTI destacou o alinhamento da política indústrial com a inovação. “Esse resgate está no centro da estratégia do governo do presidente Lula, de fortalecer o Estado como planejador e impulsionador do desenvolvimento. Assim como o BNDES, o MCTI, ao lado da Finep e da Embrapii, é parte essencial desse projeto. A indústria do futuro é verde, digital e intensiva em conhecimento e tecnologia”, afirmou Luciana.

 MICROMOBILIDADE – Também foi anunciado a aprovação de financiamento de R$ 340 milhões do BNDES para a Tembici adquirir até 85 mil bicicletas elétricas (e-bikes) que serão alugadas a entregadores de plataforma digitais com custo 25% menor do que o atual.

Com recursos do Fundo Clima e em parceria com o iFood, o projeto pretende ampliar o acesso à micromobilidade elétrica, aumentar a produtividade e a rentabilidade dos entregadores e reduzir custos operacionais. A iniciativa prevê a aquisição de 42,5 mil bicicletas elétricas até o final de 2027, além de outras 42,5 mil unidades destinadas à reposição da frota até 2031.

Além do impacto social, o projeto deverá contribuir para evitar a emissão de 107,2 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente até 2032 e impulsionar a cadeia produtiva nacional, com a fabricação das bicicletas no Brasil. As bicicletas poderão ser utilizadas tanto nas atividades de entrega quanto nos deslocamentos cotidianos dos trabalhadores, ampliando o acesso a uma alternativa de transporte mais econômica e sustentável.

RESULTADOS — Para o ministro do Planejamento e Orçamento (MPO), Bruno Moretti, a retomada do BNDES tem sido acompanhada por uma presença mais forte do banco no orçamento da União. “Os resultados desta gestão são visíveis. Não só um crescimento da economia muito acima dos últimos períodos, mas um crescimento com qualidade: retomada da Indústria e investimentos produtivos que são fundamentais. O BNDES tem sido fundamental no apoio à Indústria, infraestrutura e ao agro”, destacou.

CRESCIMENTO ECONÔMICO — O ministro Márcio Elias, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ressaltou a importância estratégica do BNDES para o crescimento econômico do país. “Não há país que possa abrir mão de um banco de desenvolvimento. Que bom seria que todos tivessem um BNDES como seu banco de desenvolvimento, sobretudo em setores estratégicos. Banco de desenvolvimento é sempre um indutor do desenvolvimento sustentável”.

                Márcio Elias destacou que o BNDES está presente em diversas ações do MDIC. “O BNDES tem sido fundamental porque ele vê, desde o seu nascimento, o Brasil do futuro, que nós queremos chegar. E estamos construindo esse futuro a partir das decisões que tomamos agora”, afirmou. Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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