ECONOMIA
Equatorial Goiás mobiliza agentes comerciais para regularizar contas em atraso em visitas às residências e alerta consumidores sobre golpes
Distribuidora orienta clientes a identificar profissionais credenciados antes de realizar qualquer pagamento ou negociação

Goiânia, 23 de junho de 2026 – A Equatorial Goiás passou a enviar agentes comerciais às residências de clientes inadimplentes para orientar e viabilizar a regularização de contas em atraso. A iniciativa, em curso em todo o Estado, busca oferecer ao consumidor uma alternativa de atendimento presencial, aproximando a negociação do dia a dia de quem está com débitos pendentes.
“Consideramos essa iniciativa uma facilidade significativa para quem está inadimplente, pois é um caminho rápido e prático de evitar o corte de energia. Ao levar nossos agentes diretamente até a residência do cliente, eliminamos barreiras que muitas vezes impedem a regularização da conta, seja a dificuldade de acesso aos canais digitais, seja a falta de tempo para comparecer a um ponto de atendimento”, defende o gerente comercial da Equatorial Goiás, Jean Gama.
O agente comercial vai até o cliente, entende a situação, orienta sobre as opções disponíveis e viabiliza o acordo na hora. “É um atendimento humanizado, que respeita o tempo e a realidade do consumidor. E, claro, temos o compromisso de garantir que toda abordagem seja feita com transparência e segurança, por isso, reforçamos sempre a identificação dos nossos profissionais”, explica.
Assim, a companhia lança alerta sobre o risco de golpes aplicados por falsos agentes. Para ajudar o consumidor a identificar um profissional legítimo, a Equatorial Goiás divulgou uma série de critérios que devem ser verificados no momento da abordagem.
Identificação
Segundo a distribuidora, todo agente autorizado circula em veículo identificado com a marca da empresa e porta crachá visível com nome e foto. Além disso, os parcelamentos ou pagamentos realizados serão sempre por meio de cartão de crédito ou débito, nunca em dinheiro, e a entidade que deve constar como recebedora do pagamento é a própria Equatorial Goiás, uma informação que pode ser conferida diretamente na fatura. Ao final da negociação o consumidor tem direito ao comprovante de pagamento emitido.
Qualquer abordagem que fuja a esses padrões deve ser tratada com desconfiança.
Como entrar em contato com a Equatorial Goiás
Consumidores que queiram confirmar a identidade de um profissional ou tratar diretamente sobre débitos podem acionar a Equatorial Goiás pelos canais oficiais: pelo site equatorialenergia.com.br, pelo WhatsApp (62) 3243-2020 ou pela central de atendimento gratuita 0800 062 0196.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².
BRASIL
Governo do Brasil anuncia reforço de R$ 140 bilhões para a Nova Indústria Brasil
Com o novo aporte, política industrial ultrapassa marca de R$ 750 bilhões em investimentos até 2026. No evento que comemorou os 74 anos do BNDES também foram anunciadas medidas para transição energética e desenvolvimento sustentável

Presidente Lula participou da cerimônia em comemoração aos 74 anos do BNDES. Com o investimento, a Nova Indústria Brasil ultrapassará a marca de R$ 750 bilhões em recursos disponíveis entre 2023 e 2026. Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia em comemoração aos 74 anos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), nesta segunda-feira, 22 de junho. No evento, foram anunciadas iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria brasileira, à inovação, à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável.
O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”
Em seu discurso, o presidente Lula parabenizou o BNDES, mencionando a confiança restabelecida no corpo técnico do banco e os resultados alcançados pela instituição. “O que estamos assistindo hoje é apenas uma demonstração de que o Brasil não pode comportar mais aquele discurso atrasado entre a competência privada e pública. O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”, disse Lula.
NOVA INDÚSTRIA BRASIL — A política Nova Indústria Brasil (NIB) ganhou um reforço de R$ 140 bilhões em recursos para investimentos até dezembro de 2026. Serão R$ 102,5 bilhões disponibilizados pelo BNDES e R$ 37,5 bilhões pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Com o novo aporte, a NIB ultrapassará a marca de R$ 750 bilhões em recursos disponíveis para investimentos entre 2023 e 2026.
Entre os segmentos estratégicos contemplados pela política estão fertilizantes, máquinas agrícolas, insumos farmacêuticos ativos (IFAs), biofármacos, terapias avançadas, mobilidade sustentável, inteligência artificial, audiovisual, minerais críticos e tecnologias duais. Os investimentos buscam fortalecer a soberania produtiva nacional, ampliar a inovação e aumentar a competitividade da indústria brasileira.
Durante a cerimônia, foi lançado o portal Investe Indústria Brasil, desenvolvido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A plataforma funcionará como um mapa da política industrial, identificando intenções de investimento e gargalos setoriais. Para isso, a ABDI receberá informação das empresas dos focos da NIB e vai acompanhar as demandas setoriais.
SUSTENTABILIDADE — Ao apresentar o caminho percorrido pelo BNDES nos 74 anos, o presidente do banco, Aloizio Mercadante, destacou a ampliação do financiamento a projetos de sustentabilidade, por meio do chamado BNDES Verde. “O Fundo Clima aprovava uma média, no período anterior, de R$ 386 milhões por ano. Nós estamos fazendo agora R$ 25,6 bilhões por ano. Nós retiramos da economia, nesse período, com o Fundo Clima, 187 milhões de toneladas de CO2, o que é uma coisa removida ou evitada. É uma mudança de patamar espetacular”, registrou Mercadante.
O presidente do BNDES ressaltou a retomada e expansão do Fundo Amazônia. “O Fundo Amazônia estava zerado nos quatro anos anteriores. Nós fizemos R$ 4,4 bilhões. Só tinha dois doadores e agora tem nove. Ampliamos o leque de apoio e a COP30 deu uma grande visibilidade a esse instrumento e ao que nós estamos fazendo. 75% dos municípios da Amazônia têm apoio do Fundo Amazônia e 650 instituições trabalham em parceria com o Fundo, com toda a transparência”, destacou.
MINERAIS CRÍTICOS – O BNDES e a Petrobras formalizaram parceria para a construção de iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) relacionadas a minerais críticos e estratégicos vinculados às cadeias da transição energética e de óleo e gás.
A parceria vai permitir a troca de informações e realização de análises das principais lacunas de capacidade produtiva ou tecnológica, projetos e iniciativas em execução e em fase de desenvolvimento, bem como de novas iniciativas que contribuam para o desenvolvimento das cadeias de transição energética e de óleo e gás.
A presidenta da Petrobras, Magda Chambriard, ressaltou o potencial brasileiro no mercado de minerais estratégicos. “A Petrobras quer dominar o cenário de tecnologia no Brasil. Minerais críticos têm papel central. Lítio, níquel, grafite, terras raras, tudo é indispensável para a eletrificação. O Brasil tem uma posição privilegiada nesse contexto e a gente quer participar disso. Queremos um Brasil numa cadeia global de fornecimento. Queremos a Petrobras participando dessa cadeia global”, afirmou Chambriard.
RESTAURAÇÃO FLORESTAL – Durante o evento também foi anunciado o resultado do primeiro leilão do ProFloresta+, iniciativa conjunta do BNDES e da Petrobras voltada à compra de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica de áreas degradadas na Amazônia.
Três empresas foram selecionadas para fornecer cinco milhões de créditos de carbono originados de projetos de restauração com espécies nativas no bioma amazônico. A iniciativa deverá mobilizar cerca de R$ 450 milhões em investimentos, apenas em plantio, gerar 6,3 mil empregos verdes, viabilizar o plantio de mais de 25 milhões de árvores nativas e capturar 5 milhões de toneladas de carbono.
GESTÃO — A ministra da Gestão e da Inovação (MGI), Esther Dweck, destacou o papel do BNDES nos principais ciclos de transformação econômica, social e produtiva do país. “Essa visão de desenvolvimento não acontece por acaso. É fruto de planejamento, coordenação institucional, investimentos estratégicos e atuação de instituições públicas comprometidas com a soberania nacional”, disse a ministra.
INOVAÇÃO — Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou a trajetória do banco e sua valorização. A titular do MCTI destacou o alinhamento da política indústrial com a inovação. “Esse resgate está no centro da estratégia do governo do presidente Lula, de fortalecer o Estado como planejador e impulsionador do desenvolvimento. Assim como o BNDES, o MCTI, ao lado da Finep e da Embrapii, é parte essencial desse projeto. A indústria do futuro é verde, digital e intensiva em conhecimento e tecnologia”, afirmou Luciana.
MICROMOBILIDADE – Também foi anunciado a aprovação de financiamento de R$ 340 milhões do BNDES para a Tembici adquirir até 85 mil bicicletas elétricas (e-bikes) que serão alugadas a entregadores de plataforma digitais com custo 25% menor do que o atual.
Com recursos do Fundo Clima e em parceria com o iFood, o projeto pretende ampliar o acesso à micromobilidade elétrica, aumentar a produtividade e a rentabilidade dos entregadores e reduzir custos operacionais. A iniciativa prevê a aquisição de 42,5 mil bicicletas elétricas até o final de 2027, além de outras 42,5 mil unidades destinadas à reposição da frota até 2031.
Além do impacto social, o projeto deverá contribuir para evitar a emissão de 107,2 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente até 2032 e impulsionar a cadeia produtiva nacional, com a fabricação das bicicletas no Brasil. As bicicletas poderão ser utilizadas tanto nas atividades de entrega quanto nos deslocamentos cotidianos dos trabalhadores, ampliando o acesso a uma alternativa de transporte mais econômica e sustentável.
RESULTADOS — Para o ministro do Planejamento e Orçamento (MPO), Bruno Moretti, a retomada do BNDES tem sido acompanhada por uma presença mais forte do banco no orçamento da União. “Os resultados desta gestão são visíveis. Não só um crescimento da economia muito acima dos últimos períodos, mas um crescimento com qualidade: retomada da Indústria e investimentos produtivos que são fundamentais. O BNDES tem sido fundamental no apoio à Indústria, infraestrutura e ao agro”, destacou.
CRESCIMENTO ECONÔMICO — O ministro Márcio Elias, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ressaltou a importância estratégica do BNDES para o crescimento econômico do país. “Não há país que possa abrir mão de um banco de desenvolvimento. Que bom seria que todos tivessem um BNDES como seu banco de desenvolvimento, sobretudo em setores estratégicos. Banco de desenvolvimento é sempre um indutor do desenvolvimento sustentável”.
Márcio Elias destacou que o BNDES está presente em diversas ações do MDIC. “O BNDES tem sido fundamental porque ele vê, desde o seu nascimento, o Brasil do futuro, que nós queremos chegar. E estamos construindo esse futuro a partir das decisões que tomamos agora”, afirmou. Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
ECONOMIA
Meio do ano é hora de recalcular a rota financeira e transformar metas em resultados até o fim de 2026
Especialista da XP orienta como reorganizar o orçamento, recuperar o planejamento e aproveitar oportunidades de investimento em um cenário de juros elevados

Com a chegada de junho, muitos brasileiros fazem uma pausa para avaliar como está o andamento das metas traçadas no início do ano. Entre os objetivos mais comuns estão economizar dinheiro, organizar as contas, investir, realizar uma viagem ou conquistar maior segurança financeira. E, para quem sente que se afastou dos planos feitos para 2026, especialistas garantem: ainda há tempo para reorganizar a estratégia e encerrar o ano com resultados positivos.
A preocupação com a vida financeira segue no topo das prioridades dos brasileiros. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no fim de 2025, 44% da população apontaram economizar dinheiro como a principal meta para 2026, liderando a lista de objetivos para o ano. Passar mais tempo com a família e amigos foi a resposta de 37% dos entrevistados; melhorar a alimentação e comer melhor foi apontado por 25% das pessoas, enquanto 23% dos entrevistados citaram o desejo de trabalhar por conta própria ou abrir o próprio negócio.
Apesar da intenção de reservar algum dinheiro, a realidade econômica, os imprevistos do dia a dia e o aumento de despesas podem dificultar a execução do planejamento. Mudanças na renda, gastos emergenciais, inflação e novas prioridades costumam exigir adaptações ao longo do caminho. Por isso, revisar o planejamento financeiro periodicamente é fundamental para manter os objetivos dentro do alcance.
Para Marco Loureiro, sócio e líder regional da XP no Centro-Oeste e Distrito Federal, o meio do ano é um dos momentos mais importantes para fazer esse diagnóstico e promover ajustes necessários.
“Junho marca um momento importante porque representa a metade do ano. É uma oportunidade para avaliar o que já foi alcançado, entender os obstáculos que surgiram ao longo do caminho e ajustar o planejamento para os próximos meses. A organização financeira precisa acompanhar as mudanças da vida das pessoas e, por isso, deve ser revisada sempre que necessário”, explica.
Segundo o especialista, a organização financeira eficiente passa por cinco pilares fundamentais: identificar, planejar, controlar, investir e avaliar constantemente.
• Identifique sua realidade financeira: registre receitas, despesas e investimentos. Organizar os gastos por categorias ajuda a visualizar excessos e encontrar oportunidades de economia;
• Planeje com metas realistas: defina objetivos compatíveis com sua renda atual e considere possíveis imprevistos. Uma boa prática é destinar cerca de 70% da renda para despesas do presente e 30% para construção de patrimônio e objetivos futuros;
• Controle os gastos com disciplina: acompanhar o orçamento regularmente evita desperdícios e reduz decisões impulsivas que comprometem a saúde financeira;
• Invista de forma estratégica: transformar objetivos em metas financeiras exige planejamento e investimentos adequados ao perfil e ao prazo de cada sonho. O apoio de um assessor especializado pode contribuir para uma estratégia mais eficiente;
• Avalie os resultados periodicamente: o acompanhamento constante permite corrigir desvios, adaptar metas e manter o foco mesmo diante de mudanças econômicas ou pessoais.
Construção de patrimônio exige visão de longo prazo
Além do cumprimento das metas de curto prazo, Marco Loureiro destaca a importância de criar uma relação mais consciente com o dinheiro e fortalecer a reserva financeira para lidar tanto com oportunidades quanto com situações inesperadas.
“Investir continua sendo um instrumento importante para quem deseja acumular patrimônio e construir maior segurança financeira ao longo do tempo. Em um cenário de juros elevados, a renda fixa segue entre as alternativas mais atrativas para investidores que buscam previsibilidade, proteção e estabilidade”, afirma.
Segundo o especialista, produtos pós-fixados e títulos atrelados à taxa Selic continuam entre as alternativas mais procuradas pelos investidores. Ao mesmo tempo, o atual cenário econômico também pode abrir espaço para oportunidades na renda variável, principalmente para quem investe com foco no longo prazo.
“Manter uma carteira diversificada continua sendo uma estratégia importante para equilibrar riscos e buscar melhores resultados ao longo do tempo. Como cada objetivo possui um prazo e uma necessidade diferente, o planejamento financeiro deve estar conectado aos projetos e às prioridades de cada investidor”, conclui.
Mais do que cumprir metas, o desafio é construir uma trajetória financeira sustentável. E para quem ainda não conseguiu colocar os planos em prática, o recado é simples: o ano ainda está longe de acabar e sempre é tempo de reorganizar a rota.Por Stéfane Rodrigues-XP
ECONOMIA
Mais de 227 Mil famílias Goianas podem perder o desconto na conta de energia pelo Tarifa Social
Além das 515 mil famílias já atendidas, Equatorial Goiás mobiliza canais para incluir os mais de 800 mil possíveis novos beneficiários e orientar sobre regularização cadastral exigida por normas regulatórias

Garantir que as informações cadastrais estejam corretas junto ao Governo Federal e ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município passou a ser o caminho indispensável para as famílias goianas que necessitam manter o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica. Atuando com foco total na responsabilidade social e na transparência, a Equatorial Goiás orienta a população sobre as novas exigências da Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL, estabelecidas pela Resolução Normativa nº 1.147.
A distribuidora mapeou mais de 227 mil consumidores em Goiás que apresentam algum tipo de inconsistência nos dados e precisam realizar as correções. Caso os dados não sejam atualizados, o consumidor goiano pode perder o benefício do desconto na conta de luz concedido pelo Governo Federal. Embora o prazo final termine no dia 31 de dezembro de 2026, a empresa reforça a importância de resolver a situação com antecedência para evitar qualquer risco de suspensão do desconto na fatura mensal.
Na prática, a Tarifa Social funciona como um motor de economia doméstica, concedendo descontos na tarifa de energia da residência. Graças às novas atualizações do programa, famílias que consomem até 220 kWh (média e consumo das residências em GO) por mês garantem 43% de desconto na conta. Para se ter uma ideia do impacto no bolso, o valor da fatura residencial que não esteja cadastrada no programa com esse consumo médio é de R$ 261,14, enquanto uma família enquadrada no programa passaria a pagar apenas R$ 149,80 pelo consumo, um desconto médio de R$ 111,34, revertendo o restante do dinheiro para despesas essenciais como alimentação e saúde.
Os novos critérios de validação da ANEEL
Para que o desconto no valor da energia continue sendo aplicado de forma automática, a agência reguladora passou a exigir o cumprimento de duas regras essenciais. A primeira determina que o titular da conta de luz deve fazer parte do núcleo do Cadastro Único, o CadÚnico. A segunda exige que o município do imóvel seja o mesmo declarado no cadastro social da família.
“A Tarifa Social é um benefício essencial para milhares de famílias goianas, ajudando a reduzir o impacto da conta de energia no orçamento. Por isso, é fundamental que os dados estejam atualizados para garantir a continuidade do desconto”, reforça o gerente de Experiência do Cliente da Equatorial Goiás, Hugo Leandro.
Inclusão automatizada para beneficiários do BPC
Uma das principais ferramentas de facilitação logística da distribuidora envolve os cidadãos assistidos pelo Benefício de Prestação Continuada, o BPC, que abrange idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência de baixa renda. De acordo com as diretrizes do Ministério do Desenvolvimento Social, esse público possui direito à inclusão automática no programa de descontos da conta de luz.
Mensalmente, a Equatorial Goiás recebe a base de dados do Governo Federal e realiza um cruzamento eletrônico utilizando o número do CPF para conceder o benefício de forma direta. Contudo, para que esse cruzamento automatizado ocorra sem falhas ou rejeições sistêmicas, é fundamental que as informações de endereço e composição familiar no CadÚnico estejam rigorosamente idênticas às registradas na concessionária de energia, o que exige a atualização no CRAS municipal e principalmente a indicação do número da unidade consumidora que irá receber o benefício.
Força-tarefa de notificação e correção
A Equatorial Goiás montou uma mobilização para avisar individualmente cada um dos clientes pendentes. Os avisos ocorrem por meio de alertas nas faturas, mensagens de WhatsApp, cartas e e-mails oficiais enviados pelo endereço eletrônico tarifa.social@equatorialenergia.com.br. Nos locais mais distantes e sem acesso à internet, equipes de campo dão suporte direto.
Nos cenários em que a conta estiver em nome de terceiros, o consumidor deve solicitar a mudança de titularidade da conta de energia diretamente nas plataformas da Equatorial. Outra alternativa é comparecer ao CRAS, para incluir o atual titular no cadastro familiar. Já quando o endereço cadastrado for de outra cidade, o beneficiário deve procurar o CRAS do seu município atual para atualizar os dados geográficos do CadÚnico.
Quem pode participar
A Tarifa Social é voltada para famílias em situação de vulnerabilidade social e segue critérios do Governo Federal. Têm direito:
– Famílias inscritas no CadÚnico com renda de até meio salário mínimo por pessoa;
– Idosos a partir de 65 anos ou pessoas com deficiência que recebem o BPC;
– Famílias com renda de até três salários mínimos com integrante que dependa de equipamento elétrico contínuo;
– Famílias indígenas ou quilombolas cadastradas.
Para a distribuidora, o acompanhamento de perto dessas famílias representa um pilar central na atuação comunitária em Goiás.
“O nosso compromisso vai muito além da entrega de energia elétrica, pois lidamos diretamente com a dignidade e a segurança do lar de milhares de goianos. Sabemos o quanto cada centavo economizado na conta de luz faz a diferença na mesa dessas famílias na hora de comprar o alimento ou o remédio. Por isso, nossa prioridade humana é estender a mão e garantir que a informação chegue de forma clara, acolhedora e acessível a cada canto do Estado, assegurando que ninguém perca o direito a esse amparo social essencial por dificuldades cadastrais.”, complementa o gerente Hugo Leandro.
Canais de atendimento disponíveis
Os clientes que desejam consultar a situação do benefício ou tirar dúvidas sobre o processo de cruzamento de dados contam com as plataformas integradas da empresa. O suporte automatizado ocorre pelo WhatsApp da assistente virtual Clara, no número (62) 3243-2020, bastando enviar a palavra Oi para iniciar a interação.
Também é possível obter orientações comerciais completas no site oficial da distribuidora e no aplicativo da Equatorial Energia para celulares. Para quem necessita de suporte presencial, o atendimento permanece disponível em todas as agências físicas espalhadas pelo Estado.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 quilômetros quadrados.
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