ECONOMIA
Vai viajar ou ficar em casa no feriado? Confira dicas para uso seguro da energia
Cuidados com aparelhos e instalações ajudam evitar transtornos e garantem mais tranquilidade

Goiânia, 30 de abril de 2026 – O aumento no uso de eletrodomésticos durante feriados prolongados acende um alerta para os riscos dentro de casa. Em 2024, o Brasil registrou 1.186 incêndios causados por sobrecarga elétrica e 295 acidentes com choque em residências, sendo 84% fatais, segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel).
Com mais tempo em casa ou imóveis fechados por viagens, o uso inadequado da energia pode provocar curtos-circuitos, choques e até incêndios, principalmente em locais com instalações antigas ou improvisadas. “O aumento do uso de aparelhos no feriado eleva o risco de acidentes, especialmente quando a instalação elétrica não está em boas condições”, explica a executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires.
Vai viajar? Redobre os cuidados
Antes de sair de casa, a orientação é desligar da tomada aparelhos que não precisam ficar ligados, como TVs, micro-ondas e carregadores. A medida evita o chamado “consumo invisível” e reduz riscos elétricos.
Também é importante evitar extensões improvisadas e benjamins (T), além de não deixar fios energizados sob tapetes ou próximos a cortinas. “Mesmo com a casa vazia, equipamentos ligados continuamente podem continuar operando, principalmente em instalações deficientes”, alerta Suzane.
Vai ficar em casa? Evite o uso simultâneo
Para quem vai passar o feriado em casa, o cuidado deve ser com o uso ao mesmo tempo de equipamentos de maior potência, como chuveiro elétrico, ar-condicionado e ferro de passar. A recomendação é evitar ligar vários aparelhos em uma mesma tomada ou circuito e, sempre que possível, contar com dispositivos de proteção, como disjuntor diferencial residual (DR) e fio terra.
Sinais como disjuntor desarmando com frequência, cheiro de queimado ou tomadas aquecidas indicam problemas e devem ser investigados.
Reparos sem orientação aumentam risco
O período também costuma ser usado para pequenos consertos domésticos. Nesses casos, o ideal é não improvisar. Antes de qualquer intervenção, é necessário desligar o disjuntor geral e evitar manusear a rede elétrica sem conhecimento técnico.
Segundo a Abracopel, cerca de 40% dos acidentes com choque elétrico em residências estão relacionados a falhas em instalações, conexões ou uso inadequado de extensões. “Grande parte dos acidentes está ligada a intervenções sem qualificação ou uso de materiais inadequados. O mais seguro é procurar um profissional habilitado”, reforça Suzane.
Manutenção pode evitar acidentes
A revisão periódica das instalações elétricas é uma das principais formas de prevenção. A recomendação é que seja feita a cada cinco anos ou sempre que houver sinais como oscilações de energia, choques ou quedas frequentes.
A manutenção inclui verificação de fios, disjuntores, quadro de energia e sistema de aterramento. Além de evitar acidentes, o uso consciente da energia também contribui para reduzir desperdícios e custos na conta de luz.
Em situações que envolvam a rede elétrica externa, como fios caídos ou postes danificados, a orientação é manter distância e acionar imediatamente os canais oficiais da distribuidora.
* Agência Virtual no site www.equatorialenergia.com.br;
* Aplicativo Equatorial Energia (Android e iOS);
* Atendente virtual Clara, via WhatsApp, pelo número (62) 3243-2020;
* Call Center 0800 062 0196;
* Agências de atendimento distribuídas em todo o estado.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual, em uma área de 336.871 km².
ECONOMIA
Equatorial Goiás mobiliza agentes comerciais para regularizar contas em atraso em visitas às residências e alerta consumidores sobre golpes
Distribuidora orienta clientes a identificar profissionais credenciados antes de realizar qualquer pagamento ou negociação

Goiânia, 23 de junho de 2026 – A Equatorial Goiás passou a enviar agentes comerciais às residências de clientes inadimplentes para orientar e viabilizar a regularização de contas em atraso. A iniciativa, em curso em todo o Estado, busca oferecer ao consumidor uma alternativa de atendimento presencial, aproximando a negociação do dia a dia de quem está com débitos pendentes.
“Consideramos essa iniciativa uma facilidade significativa para quem está inadimplente, pois é um caminho rápido e prático de evitar o corte de energia. Ao levar nossos agentes diretamente até a residência do cliente, eliminamos barreiras que muitas vezes impedem a regularização da conta, seja a dificuldade de acesso aos canais digitais, seja a falta de tempo para comparecer a um ponto de atendimento”, defende o gerente comercial da Equatorial Goiás, Jean Gama.
O agente comercial vai até o cliente, entende a situação, orienta sobre as opções disponíveis e viabiliza o acordo na hora. “É um atendimento humanizado, que respeita o tempo e a realidade do consumidor. E, claro, temos o compromisso de garantir que toda abordagem seja feita com transparência e segurança, por isso, reforçamos sempre a identificação dos nossos profissionais”, explica.
Assim, a companhia lança alerta sobre o risco de golpes aplicados por falsos agentes. Para ajudar o consumidor a identificar um profissional legítimo, a Equatorial Goiás divulgou uma série de critérios que devem ser verificados no momento da abordagem.
Identificação
Segundo a distribuidora, todo agente autorizado circula em veículo identificado com a marca da empresa e porta crachá visível com nome e foto. Além disso, os parcelamentos ou pagamentos realizados serão sempre por meio de cartão de crédito ou débito, nunca em dinheiro, e a entidade que deve constar como recebedora do pagamento é a própria Equatorial Goiás, uma informação que pode ser conferida diretamente na fatura. Ao final da negociação o consumidor tem direito ao comprovante de pagamento emitido.
Qualquer abordagem que fuja a esses padrões deve ser tratada com desconfiança.
Como entrar em contato com a Equatorial Goiás
Consumidores que queiram confirmar a identidade de um profissional ou tratar diretamente sobre débitos podem acionar a Equatorial Goiás pelos canais oficiais: pelo site equatorialenergia.com.br, pelo WhatsApp (62) 3243-2020 ou pela central de atendimento gratuita 0800 062 0196.
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².
BRASIL
Governo do Brasil anuncia reforço de R$ 140 bilhões para a Nova Indústria Brasil
Com o novo aporte, política industrial ultrapassa marca de R$ 750 bilhões em investimentos até 2026. No evento que comemorou os 74 anos do BNDES também foram anunciadas medidas para transição energética e desenvolvimento sustentável

Presidente Lula participou da cerimônia em comemoração aos 74 anos do BNDES. Com o investimento, a Nova Indústria Brasil ultrapassará a marca de R$ 750 bilhões em recursos disponíveis entre 2023 e 2026. Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia em comemoração aos 74 anos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), nesta segunda-feira, 22 de junho. No evento, foram anunciadas iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria brasileira, à inovação, à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável.
O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”
Em seu discurso, o presidente Lula parabenizou o BNDES, mencionando a confiança restabelecida no corpo técnico do banco e os resultados alcançados pela instituição. “O que estamos assistindo hoje é apenas uma demonstração de que o Brasil não pode comportar mais aquele discurso atrasado entre a competência privada e pública. O que é público e que funciona tem que continuar público e funcionando, o que é privado e funciona, tem que continuar sendo privado e funcionando. O que importa é que os dois produzam”, disse Lula.
NOVA INDÚSTRIA BRASIL — A política Nova Indústria Brasil (NIB) ganhou um reforço de R$ 140 bilhões em recursos para investimentos até dezembro de 2026. Serão R$ 102,5 bilhões disponibilizados pelo BNDES e R$ 37,5 bilhões pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Com o novo aporte, a NIB ultrapassará a marca de R$ 750 bilhões em recursos disponíveis para investimentos entre 2023 e 2026.
Entre os segmentos estratégicos contemplados pela política estão fertilizantes, máquinas agrícolas, insumos farmacêuticos ativos (IFAs), biofármacos, terapias avançadas, mobilidade sustentável, inteligência artificial, audiovisual, minerais críticos e tecnologias duais. Os investimentos buscam fortalecer a soberania produtiva nacional, ampliar a inovação e aumentar a competitividade da indústria brasileira.
Durante a cerimônia, foi lançado o portal Investe Indústria Brasil, desenvolvido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A plataforma funcionará como um mapa da política industrial, identificando intenções de investimento e gargalos setoriais. Para isso, a ABDI receberá informação das empresas dos focos da NIB e vai acompanhar as demandas setoriais.
SUSTENTABILIDADE — Ao apresentar o caminho percorrido pelo BNDES nos 74 anos, o presidente do banco, Aloizio Mercadante, destacou a ampliação do financiamento a projetos de sustentabilidade, por meio do chamado BNDES Verde. “O Fundo Clima aprovava uma média, no período anterior, de R$ 386 milhões por ano. Nós estamos fazendo agora R$ 25,6 bilhões por ano. Nós retiramos da economia, nesse período, com o Fundo Clima, 187 milhões de toneladas de CO2, o que é uma coisa removida ou evitada. É uma mudança de patamar espetacular”, registrou Mercadante.
O presidente do BNDES ressaltou a retomada e expansão do Fundo Amazônia. “O Fundo Amazônia estava zerado nos quatro anos anteriores. Nós fizemos R$ 4,4 bilhões. Só tinha dois doadores e agora tem nove. Ampliamos o leque de apoio e a COP30 deu uma grande visibilidade a esse instrumento e ao que nós estamos fazendo. 75% dos municípios da Amazônia têm apoio do Fundo Amazônia e 650 instituições trabalham em parceria com o Fundo, com toda a transparência”, destacou.
MINERAIS CRÍTICOS – O BNDES e a Petrobras formalizaram parceria para a construção de iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) relacionadas a minerais críticos e estratégicos vinculados às cadeias da transição energética e de óleo e gás.
A parceria vai permitir a troca de informações e realização de análises das principais lacunas de capacidade produtiva ou tecnológica, projetos e iniciativas em execução e em fase de desenvolvimento, bem como de novas iniciativas que contribuam para o desenvolvimento das cadeias de transição energética e de óleo e gás.
A presidenta da Petrobras, Magda Chambriard, ressaltou o potencial brasileiro no mercado de minerais estratégicos. “A Petrobras quer dominar o cenário de tecnologia no Brasil. Minerais críticos têm papel central. Lítio, níquel, grafite, terras raras, tudo é indispensável para a eletrificação. O Brasil tem uma posição privilegiada nesse contexto e a gente quer participar disso. Queremos um Brasil numa cadeia global de fornecimento. Queremos a Petrobras participando dessa cadeia global”, afirmou Chambriard.
RESTAURAÇÃO FLORESTAL – Durante o evento também foi anunciado o resultado do primeiro leilão do ProFloresta+, iniciativa conjunta do BNDES e da Petrobras voltada à compra de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica de áreas degradadas na Amazônia.
Três empresas foram selecionadas para fornecer cinco milhões de créditos de carbono originados de projetos de restauração com espécies nativas no bioma amazônico. A iniciativa deverá mobilizar cerca de R$ 450 milhões em investimentos, apenas em plantio, gerar 6,3 mil empregos verdes, viabilizar o plantio de mais de 25 milhões de árvores nativas e capturar 5 milhões de toneladas de carbono.
GESTÃO — A ministra da Gestão e da Inovação (MGI), Esther Dweck, destacou o papel do BNDES nos principais ciclos de transformação econômica, social e produtiva do país. “Essa visão de desenvolvimento não acontece por acaso. É fruto de planejamento, coordenação institucional, investimentos estratégicos e atuação de instituições públicas comprometidas com a soberania nacional”, disse a ministra.
INOVAÇÃO — Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou a trajetória do banco e sua valorização. A titular do MCTI destacou o alinhamento da política indústrial com a inovação. “Esse resgate está no centro da estratégia do governo do presidente Lula, de fortalecer o Estado como planejador e impulsionador do desenvolvimento. Assim como o BNDES, o MCTI, ao lado da Finep e da Embrapii, é parte essencial desse projeto. A indústria do futuro é verde, digital e intensiva em conhecimento e tecnologia”, afirmou Luciana.
MICROMOBILIDADE – Também foi anunciado a aprovação de financiamento de R$ 340 milhões do BNDES para a Tembici adquirir até 85 mil bicicletas elétricas (e-bikes) que serão alugadas a entregadores de plataforma digitais com custo 25% menor do que o atual.
Com recursos do Fundo Clima e em parceria com o iFood, o projeto pretende ampliar o acesso à micromobilidade elétrica, aumentar a produtividade e a rentabilidade dos entregadores e reduzir custos operacionais. A iniciativa prevê a aquisição de 42,5 mil bicicletas elétricas até o final de 2027, além de outras 42,5 mil unidades destinadas à reposição da frota até 2031.
Além do impacto social, o projeto deverá contribuir para evitar a emissão de 107,2 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente até 2032 e impulsionar a cadeia produtiva nacional, com a fabricação das bicicletas no Brasil. As bicicletas poderão ser utilizadas tanto nas atividades de entrega quanto nos deslocamentos cotidianos dos trabalhadores, ampliando o acesso a uma alternativa de transporte mais econômica e sustentável.
RESULTADOS — Para o ministro do Planejamento e Orçamento (MPO), Bruno Moretti, a retomada do BNDES tem sido acompanhada por uma presença mais forte do banco no orçamento da União. “Os resultados desta gestão são visíveis. Não só um crescimento da economia muito acima dos últimos períodos, mas um crescimento com qualidade: retomada da Indústria e investimentos produtivos que são fundamentais. O BNDES tem sido fundamental no apoio à Indústria, infraestrutura e ao agro”, destacou.
CRESCIMENTO ECONÔMICO — O ministro Márcio Elias, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ressaltou a importância estratégica do BNDES para o crescimento econômico do país. “Não há país que possa abrir mão de um banco de desenvolvimento. Que bom seria que todos tivessem um BNDES como seu banco de desenvolvimento, sobretudo em setores estratégicos. Banco de desenvolvimento é sempre um indutor do desenvolvimento sustentável”.
Márcio Elias destacou que o BNDES está presente em diversas ações do MDIC. “O BNDES tem sido fundamental porque ele vê, desde o seu nascimento, o Brasil do futuro, que nós queremos chegar. E estamos construindo esse futuro a partir das decisões que tomamos agora”, afirmou. Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
ECONOMIA
Meio do ano é hora de recalcular a rota financeira e transformar metas em resultados até o fim de 2026
Especialista da XP orienta como reorganizar o orçamento, recuperar o planejamento e aproveitar oportunidades de investimento em um cenário de juros elevados

Com a chegada de junho, muitos brasileiros fazem uma pausa para avaliar como está o andamento das metas traçadas no início do ano. Entre os objetivos mais comuns estão economizar dinheiro, organizar as contas, investir, realizar uma viagem ou conquistar maior segurança financeira. E, para quem sente que se afastou dos planos feitos para 2026, especialistas garantem: ainda há tempo para reorganizar a estratégia e encerrar o ano com resultados positivos.
A preocupação com a vida financeira segue no topo das prioridades dos brasileiros. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no fim de 2025, 44% da população apontaram economizar dinheiro como a principal meta para 2026, liderando a lista de objetivos para o ano. Passar mais tempo com a família e amigos foi a resposta de 37% dos entrevistados; melhorar a alimentação e comer melhor foi apontado por 25% das pessoas, enquanto 23% dos entrevistados citaram o desejo de trabalhar por conta própria ou abrir o próprio negócio.
Apesar da intenção de reservar algum dinheiro, a realidade econômica, os imprevistos do dia a dia e o aumento de despesas podem dificultar a execução do planejamento. Mudanças na renda, gastos emergenciais, inflação e novas prioridades costumam exigir adaptações ao longo do caminho. Por isso, revisar o planejamento financeiro periodicamente é fundamental para manter os objetivos dentro do alcance.
Para Marco Loureiro, sócio e líder regional da XP no Centro-Oeste e Distrito Federal, o meio do ano é um dos momentos mais importantes para fazer esse diagnóstico e promover ajustes necessários.
“Junho marca um momento importante porque representa a metade do ano. É uma oportunidade para avaliar o que já foi alcançado, entender os obstáculos que surgiram ao longo do caminho e ajustar o planejamento para os próximos meses. A organização financeira precisa acompanhar as mudanças da vida das pessoas e, por isso, deve ser revisada sempre que necessário”, explica.
Segundo o especialista, a organização financeira eficiente passa por cinco pilares fundamentais: identificar, planejar, controlar, investir e avaliar constantemente.
• Identifique sua realidade financeira: registre receitas, despesas e investimentos. Organizar os gastos por categorias ajuda a visualizar excessos e encontrar oportunidades de economia;
• Planeje com metas realistas: defina objetivos compatíveis com sua renda atual e considere possíveis imprevistos. Uma boa prática é destinar cerca de 70% da renda para despesas do presente e 30% para construção de patrimônio e objetivos futuros;
• Controle os gastos com disciplina: acompanhar o orçamento regularmente evita desperdícios e reduz decisões impulsivas que comprometem a saúde financeira;
• Invista de forma estratégica: transformar objetivos em metas financeiras exige planejamento e investimentos adequados ao perfil e ao prazo de cada sonho. O apoio de um assessor especializado pode contribuir para uma estratégia mais eficiente;
• Avalie os resultados periodicamente: o acompanhamento constante permite corrigir desvios, adaptar metas e manter o foco mesmo diante de mudanças econômicas ou pessoais.
Construção de patrimônio exige visão de longo prazo
Além do cumprimento das metas de curto prazo, Marco Loureiro destaca a importância de criar uma relação mais consciente com o dinheiro e fortalecer a reserva financeira para lidar tanto com oportunidades quanto com situações inesperadas.
“Investir continua sendo um instrumento importante para quem deseja acumular patrimônio e construir maior segurança financeira ao longo do tempo. Em um cenário de juros elevados, a renda fixa segue entre as alternativas mais atrativas para investidores que buscam previsibilidade, proteção e estabilidade”, afirma.
Segundo o especialista, produtos pós-fixados e títulos atrelados à taxa Selic continuam entre as alternativas mais procuradas pelos investidores. Ao mesmo tempo, o atual cenário econômico também pode abrir espaço para oportunidades na renda variável, principalmente para quem investe com foco no longo prazo.
“Manter uma carteira diversificada continua sendo uma estratégia importante para equilibrar riscos e buscar melhores resultados ao longo do tempo. Como cada objetivo possui um prazo e uma necessidade diferente, o planejamento financeiro deve estar conectado aos projetos e às prioridades de cada investidor”, conclui.
Mais do que cumprir metas, o desafio é construir uma trajetória financeira sustentável. E para quem ainda não conseguiu colocar os planos em prática, o recado é simples: o ano ainda está longe de acabar e sempre é tempo de reorganizar a rota.Por Stéfane Rodrigues-XP
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Dwight1101
Maio 1, 2026 at 3:18 am
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