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Troca de recicláveis por bônus na fatura de energia evitou emissão de mais de 9,5 mil toneladas de CO2 em Goiás

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Iniciativa transforma resíduos recicláveis em desconto na fatura, promove economia de recursos naturais e reforça compromisso ambiental no estado

Transformar resíduos recicláveis em desconto na conta de energia e, ao mesmo tempo, gerar benefícios ambientais concretos. Essa é a proposta do programa de reciclagem da Equatorial Goiás, que permite aos clientes trocar recicláveis por bônus na fatura de energia elétrica. Em todo ano passado, a iniciativa alcançou resultados expressivos e reforçou o papel da reciclagem como ferramenta de sustentabilidade, eficiência energética e economia para a população goiana.
Ao longo do ano de 2025, o programa registrou a coleta de mais de 2.860 toneladas (2.860.782,69 quilos) de resíduos recicláveis, que deixaram de ser descartados de forma inadequada e retornaram à cadeia produtiva. Esse volume resultou na economia de mais de 13 milhões de kWh de energia (13.078.654,50 kWh), suficiente para abastecer cerca de 6 mil residências por um ano, além de evitar a emissão de 10,3 mil toneladas de CO₂ (10.385,12 toneladas) e economizar 271 milhões (271.754.124,46) de litros de água.
Um programa que conecta reciclagem e economia
O programa funciona a partir da entrega de resíduos recicláveis em pontos de coleta credenciados. Cada material possui um valor específico, calculado por quilo, unidade ou litro, que é convertido em bônus financeiro. Esse crédito é automaticamente abatido da fatura de energia do cliente.
Caso o valor acumulado seja superior ao total da conta, o saldo permanece como crédito para a fatura seguinte. O cliente também pode direcionar o bônus para outra unidade consumidora vinculada ao mesmo CPF ou CNPJ ou ainda optar pela doação a entidades beneficentes sem fins lucrativos. “A proposta é simples: incentivar a reciclagem oferecendo um benefício direto ao cliente, ao mesmo tempo em que geramos impactos positivos para o meio ambiente”, explica o analista de Projetos de Eficiência Energética da Equatorial Goiás, Jessé França.
Do descarte correto à transformação dos resíduos
Após a entrega nos pontos de coleta, os resíduos seguem para recicladoras parceiras, onde passam por processos de triagem, separação e preparo. Em seguida, os materiais são encaminhados para indústrias especializadas, responsáveis por transformá-los em novos produtos, conforme sua categoria.
Esse processo reduz a necessidade de extração de matérias-primas, diminui o consumo de energia nos ciclos produtivos e evita o descarte irregular. “Quando um resíduo volta para a indústria como matéria-prima, o impacto ambiental é significativamente menor do que produzir tudo do zero”, destaca Jessé. Segundo ele, a reciclagem é um elo fundamental para reduzir emissões e preservar recursos naturais.
Impactos ambientais que vão além da conta de luz
Os resultados do programa em 2025 evidenciam que a reciclagem gera benefícios que ultrapassam a economia financeira. A energia poupada ao longo do ano representa uma contribuição relevante para a eficiência do sistema elétrico, enquanto a redução de emissões de CO₂ reforça o compromisso com o enfrentamento das mudanças climáticas.
“A reciclagem tem um efeito em cadeia. Ela economiza energia, preserva água, reduz emissões e ainda gera retorno financeiro para o cliente”, afirma. Para o analista, o engajamento da população é essencial para ampliar esses resultados. “Cada participação individual fortalece o impacto coletivo e ajuda a construir um modelo mais sustentável de consumo e descarte.”
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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  1. Elsa2450

    Maio 1, 2026 at 3:18 am

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Governo de Goiás lança GTA Digital para transporte de animais

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Medida representa avanço para o setor pecuário, simplificando procedimentos e reduzindo custos. Entenda como funciona

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), publicou a Instrução Normativa nº 2/2026, que autoriza a apresentação da Guia de Trânsito Animal (GTA) em formato digital, durante o transporte de animais vivos, ovos férteis e outros materiais de multiplicação animal dentro do estado de Goiás. A medida foi anunciada na segunda-feira (22/6), em evento de entrega de benefícios para produtores rurais no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia (GO).

O governador Daniel Vilela participou da cerimônia, ao lado do secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ademar Leal, do presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, e de lideranças políticas e do setor agropecuário.

Entrega de benefícios e lançamento da GTA Digital no Palácio Pedro Ludovico Teixeira

Ao reforçar a importância da novidade, Daniel Vilela afirmou que a tecnologia simplifica processos e facilita a rotina de quem atua na produção agropecuária. “Estamos trabalhando para reduzir a burocracia e utilizar a tecnologia como aliada do produtor rural”, afirmou. O secretário estadual de Agricultura, Ademar Leal, lembrou que a novidade não elimina a alternativa da versão impressa. “É mais uma modernização que estamos entregando. O produtor pode andar apenas com o celular, mas isso se ele quiser porque o papel continua valendo”, acrescentou.

Transformação digital

“Goiás já tem o sistema de defesa agropecuário mais moderno do país, que é o Sidago, e agora dá mais um passo em direção à transformação digital dos serviços públicos”, ressaltou o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos. “Todo esse trabalho tem a parceria da Secretaria da Economia, um parceiro importante na viabilização desse benefício”, destacou. Por meio do Sidago, o produtor pode emitir tanto a GTA quanto a Nota Fiscal para transporte de animais.

O diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Rafael Vieira, explicou a medida: “O produtor ou transportador pode carregar tanto a versão impressa quanto a digital, sendo que essa versão digital pode ser o arquivo em PDF, um print ou foto do documento ou ainda o QR Code gerado dentro do aplicativo do Sidago, que ele pode baixar no smartphone”.

Validade

A normativa estabelece que, para ser considerada válida, a GTA em formato digital deve conter código de autenticação (QR Code) que permita a conferência direta junto ao Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago); estar integralmente legível e disponível para visualização imediata, inclusive em dispositivos móveis; e possibilitar a verificação, pela autoridade fiscal, de que foi regularmente emitida no Sidago.

“Se houver algum tipo de defeito ou falha que impossibilite a conferência correta da versão eletrônica, a versão impressa ainda pode ser exigida pelo fiscal. Isso é necessário para que Goiás mantenha um alto nível de conformidade e segurança. A saúde animal e humana vem em primeiro lugar”, reforça o diretor de Gestão Integrada da Agrodefesa, Renan Willian. Fotos: Secom e Seapa

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Agrodefesa reúne cerca de 600 profissionais para capacitação sobre emergências sanitárias

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Maior capacitação do gênero já realizada no país vai preparar equipes para respostas rápidas e eficientes em casos de risco iminente e introdução de doenças e pragas de alto impacto produtivo e comercial

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) realiza, de 23 a 25 de junho de 2026, em Goiânia (GO), uma capacitação sobre o Plano de Contingência para Emergência em Defesa Agropecuária. O evento deve reunir cerca de 600 profissionais, entre médicos-veterinários, engenheiros-agrônomos, zootecnistas, engenheiros de alimentos e gestores administrativos. O objetivo é preparar o corpo funcional da Agência para agir com rapidez, eficiência e segurança jurídica em cenários de risco iminente ou introdução de doenças e pragas em território goiano.

O primeiro dia de programação (terça-feira, 23/6) reunirá todos os participantes no Teatro PUC, no Jardim Goiás. Após a abertura oficial com a presença de autoridades e lideranças do setor agropecuário, o consultor Bruno Pessamilio detalhará as etapas e os procedimentos do Plano de Contingência para Emergência em Defesa Agropecuária. Também serão palestrantes do evento os especialistas Simone Valéria Costa Pereira (Sistema de Comando de Incidentes) e Ricardo Hillman (Área Vegetal).

O segundo dia de programação (quarta-feira, 24/6) será novamente realizado no Teatro PUC, com todos os participantes. Já no terceiro e último dia (quinta-feira, 25/6) as equipes serão separadas por especialidade e receberão orientações específicas de cada área. A área vegetal irá para o auditório da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e a área animal para o auditório da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA).

O presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, lembra que a elaboração do Plano de Contingência foi uma iniciativa inovadora do Governo de Goiás, por meio da Agrodefesa. “Pela primeira vez no Brasil um projeto dessa natureza contemplou ações de defesa vegetal”, destaca ele. “Agora o Governo do Estado volta a fazer história com a realização da maior capacitação do gênero no país. São centenas de servidores envolvidos. Queremos ser o órgão mais bem preparado para emergências sanitárias”, acrescenta ele.

Etapas

Em janeiro de 2025, a Agrodefesa instituiu um grupo de trabalho para elaborar a proposta de plano de contingência para emergências em defesa agropecuária. O documento de 47 páginas ficou pronto em junho e foi implementado oficialmente em setembro do mesmo ano pela Portaria 520/2025. De lá pra cá, a Gerência de Educação Sanitária passou a planejar e organizar uma ampla capacitação sobre o Plano de Contingência para Emergência em Defesa Agropecuária.

O Plano de Contingência da Agrodefesa estabelece de forma clara as diretrizes de prevenção, resposta rápida e recuperação do status sanitário do estado frente a ameaças fitossanitárias e zoossanitárias. Alinhado às normas federais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o documento abrange protocolos operacionais complexos, que vão desde a investigação epidemiológica inicial e controle de movimentação de cargas e animais, até procedimentos rígidos de eliminação de focos, destruição de materiais de risco e descontaminação de ambientes rurais.

Estrutura geral

A engrenagem tática e operacional da resposta de crise é estruturada a partir do Sistema de Comando de Incidentes (SCI) e gerida por meio dos Centros de Operações de Emergência Sanitária (Coesa) — divididos em Coezoo para emergências animais e Coefito para vegetais. O modelo organizacional integra diferentes áreas da agência e foca na autonomia operacional das equipes de campo, prevendo também a gestão logística, a liberação de indenizações aos produtores afetados e o uso de ferramentas digitais robustas, como o Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago).

O diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Rafael Vieira, ressalta a importância da iniciativa para a economia goiana. “A introdução de pragas e enfermidades de alto impacto, como a gripe aviária e o greening, tem potencial para gerar embargos e prejuízos severos. Com esse plano estruturado e equipes amplamente capacitadas, garantimos que qualquer resposta governamental seja rápida e coordenada, blindando o patrimônio agropecuário goiano e transmitindo segurança aos nossos produtores e aos parceiros comerciais”, afirma.

[Serviço]

Evento: Agrodefesa realiza capacitação sobre Plano de Contingência para Emergência em Defesa Agropecuária

Quando: 23 a 25 de junho de 2026.

Abertura oficial e entrevistas: 23 de junho (terça-feira), às 8 horas, no Teatro PUC (Av. Fued José Sebba, Quadra A16, nº 1184, Jardim Goiás), em Goiânia (GO).

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Goiás alcança melhor índice de desenvolvimento humano da história e entra em faixa de alto desenvolvimento

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Goiás passou a integrar o grupo de estados brasileiros classificados com alto desenvolvimento humano, após registrar, em 2024, o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) da série histórica. Os dados foram divulgados no Radar IDHM 2026, levantamento produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundação João Pinheiro e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estado atingiu índice de 0,815, superando a média nacional, que ficou em 0,805. Com o resultado, Goiás ocupa a sétima colocação no ranking nacional e aparece em segundo lugar entre os estados da região Centro-Oeste, atrás apenas do Distrito Federal.
O estudo acompanha os indicadores entre os anos de 2012 e 2024 e mostra crescimento contínuo do desenvolvimento humano em Goiás, impulsionado principalmente pelos avanços nas áreas de educação, renda e longevidade.
Ao longo da série histórica, o índice goiano passou de 0,744, em 2012, para 0,815 em 2024. O resultado também supera os níveis registrados antes da pandemia da Covid-19. Em 2019, Goiás tinha IDHM de 0,780. Já em 2021, durante os impactos da crise sanitária, o índice caiu para 0,755.
Segundo o governador Daniel Vilela, o desempenho reflete o crescimento econômico e os investimentos realizados pelo estado nos últimos anos.
“Goiás vive hoje um ciclo de desenvolvimento, com equilíbrio fiscal, geração de oportunidades e políticas públicas que chegam às pessoas. Esse resultado mostra que estamos avançando, que o estado cresce com responsabilidade e transforma investimento público em melhoria real na vida dos goianos”, afirmou.
O IDHM mede o desenvolvimento humano com base em três dimensões: educação, renda e longevidade. Diferentemente de indicadores exclusivamente econômicos, o índice considera fatores ligados às condições de vida da população, como acesso à educação, expectativa de vida e renda.
Educação lidera avanço em Goiás
A educação foi o principal destaque goiano no levantamento. O estado alcançou índice de 0,821 nessa dimensão, o quarto melhor resultado do país, acima da média nacional de 0,798. Com isso, Goiás passou a integrar a faixa de muito alto desenvolvimento humano em educação.
O crescimento ocorreu de forma gradual ao longo dos últimos anos. Em 2012, o índice educacional era de 0,693. Em 2024, atingiu o maior patamar da série histórica.
O indicador considera fatores como escolaridade da população adulta e frequência escolar de crianças, adolescentes e jovens. Entre as ações implementadas pelo governo estadual estão a ampliação do ensino em tempo integral, programas de alfabetização, modernização da rede escolar e iniciativas voltadas à permanência dos estudantes na escola pública.
“O investimento em Educação é o que garante transformação social duradoura. Goiás tem avançado porque priorizou políticas públicas que dão oportunidade, reduzem desigualdades e ajudam a construir um futuro melhor para nossos jovens”, declarou Daniel Vilela.
Estado apresenta redução nas desigualdades
Na dimensão longevidade, Goiás registrou a segunda menor diferença do país entre a população branca e a população negra, ficando atrás apenas do Distrito Federal.
Em 2024, o IDHM de longevidade foi de 0,884 para a população branca e de 0,862 para a população negra. A diferença de 0,022 ponto está entre as menores do Brasil.
O estudo também apontou desempenho acima da média nacional no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Ajustado à Desigualdade (IDHMAD), que mede os efeitos das desigualdades internas sobre o desenvolvimento humano.
Goiás alcançou índice de 0,672, enquanto a média brasileira ficou em 0,641, colocando o estado na sexta posição nacional nesse recorte.
“O mais importante é que os avanços chegam à população. Goiás cresce de forma equilibrada, reduz desigualdades e cria condições para que mais pessoas tenham acesso à renda, educação e qualidade de vida”, completou o governador. Fonte: Brasil 61

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