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Debate entre Lula e Flávio Bolsonaro expõe a polarização política e os perigos do fanatismo religioso no Brasil
Confronto na TV Globo revelou diferenças entre os candidatos, mas também mostrou como a intolerância, a manipulação da fé e a falta de pensamento crítico comprometem o debate democrático.

JC Oliveira
O último debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite de sexta-feira, 23 de outubro, pela TV Globo, foi mais do que um confronto entre dois projetos políticos. Representou um retrato de um Brasil profundamente dividido, onde a paixão partidária frequentemente supera a razão e onde, lamentavelmente, a religião tem sido utilizada como instrumento de influência eleitoral.
Mediado pelo jornalista César Tralli, o encontro abordou temas fundamentais, como economia, segurança pública, saúde, endividamento das famílias e programas sociais. Entretanto, as propostas dividiram espaço com acusações pessoais, provocações e disputas sobre acontecimentos do passado.
Lula demonstrou maior domínio da experiência administrativa, utilizando realizações de seus governos para defender suas posições e confrontar o adversário. Flávio Bolsonaro, por sua vez, procurou apresentar uma imagem mais moderada, explorando principalmente o custo de vida, a segurança pública e as dificuldades financeiras enfrentadas pela população.
O presidente mostrou maior desenvoltura em determinados momentos, especialmente ao questionar o histórico político do adversário. Flávio conseguiu levantar problemas reais do cotidiano brasileiro, mas nem sempre apresentou respostas suficientemente detalhadas sobre como pretende solucioná-los. Ambos recorreram a ataques que reduziram o espaço para uma discussão mais aprofundada sobre o futuro do país.
A avaliação de desempenho não foi consensual entre os analistas. Enquanto a Folha de S.Paulo apontou vantagem de Lula, outros comentaristas destacaram a postura mais controlada de Flávio. A checagem da Agência Lupa também identificou declarações problemáticas dos dois candidatos.
Quando a fé deixa de orientar e passa a impedir o pensamento
Entretanto, existe uma questão ainda mais preocupante do que o desempenho dos presidenciáveis: o fanatismo religioso que contamina parte da discussão política brasileira.
A religião, quando fundamentada no amor, na solidariedade, na justiça e no respeito ao próximo, representa uma importante contribuição para a sociedade. O problema começa quando a fé é transformada em instrumento de submissão política e líderes religiosos passam a apresentar candidatos como representantes exclusivos de Deus.
Nenhum político possui procuração divina para governar o Brasil. Nenhum partido é proprietário da verdade, da moralidade ou dos valores cristãos.
O fanatismo religioso produz ignorância política quando substitui o conhecimento pela obediência cega, a investigação dos fatos pela repetição de discursos e o pensamento crítico pela crença de que questionar determinado candidato significa contrariar a vontade de Deus.
É importante distinguir religiosidade de fanatismo. Milhões de brasileiros encontram na fé inspiração para exercer a cidadania com responsabilidade. O problema não está em acreditar em Deus, mas em abandonar a capacidade de pensar por conta própria em nome de uma liderança política ou religiosa.
Quando um cidadão deixa de analisar propostas, investigar denúncias, comparar resultados administrativos e cobrar responsabilidades porque acredita que seu candidato foi escolhido por Deus, a democracia perde um eleitor consciente e ganha um seguidor incondicional.
E isso pode acontecer tanto à direita quanto à esquerda, embora a instrumentalização explícita da identidade religiosa tenha assumido características particularmente marcantes em determinados movimentos políticos conservadores.
O perigo de transformar políticos em figuras sagradas
Uma das maiores contradições da política brasileira está na facilidade com que determinados grupos defendem valores religiosos enquanto relativizam comportamentos que contrariam os próprios princípios que afirmam seguir.
Pregam o amor, mas disseminam o ódio. Defendem a família, mas toleram ofensas pessoais. Falam em verdade, mas compartilham informações falsas quando elas favorecem seus candidatos. Exigem honestidade dos adversários, mas encontram justificativas para irregularidades praticadas por seus aliados.
Essa contradição não pertence exclusivamente a uma corrente política. Ela revela o perigo da idolatria partidária, especialmente quando revestida de linguagem religiosa.
O eleitor precisa compreender que Lula não está acima das críticas e Flávio Bolsonaro também não. Ambos devem ser avaliados por suas propostas, trajetórias, decisões e compromissos com a Constituição.
A democracia não necessita de salvadores da pátria. Necessita de governantes competentes, instituições fortes, liberdade de imprensa e cidadãos capazes de fiscalizar o poder.
A ignorância política interessa a quem deseja controlar
O fanatismo não surge apenas da falta de informação. Muitas vezes, ele se alimenta da recusa deliberada em aceitar informações que contrariem convicções pessoais.
As redes sociais agravaram esse fenômeno ao criar ambientes nos quais as pessoas recebem continuamente mensagens que confirmam aquilo em que já acreditam. Quando discursos políticos são associados ao medo religioso, à ameaça contra a família ou à ideia de uma batalha entre o bem e o mal, o debate racional fica ainda mais difícil.
Nesse ambiente, adversários deixam de ser vistos como cidadãos com opiniões diferentes e passam a ser tratados como inimigos que precisam ser derrotados a qualquer custo.
O resultado é uma sociedade mais intolerante, vulnerável à desinformação e menos preparada para discutir questões concretas, como inflação, emprego, educação, saúde, segurança e desenvolvimento econômico.
A fé não deveria ser usada para impedir perguntas. Pelo contrário, uma sociedade verdadeiramente comprometida com valores éticos deve estimular a busca pela verdade, a responsabilidade individual e o respeito às diferenças.
O Brasil precisa de eleitores, não de discípulos políticos
O debate da Globo ofereceu aos brasileiros mais uma oportunidade de comparar os dois candidatos que disputam a Presidência da República neste segundo turno. Mas a decisão eleitoral não deveria depender apenas de quem falou mais alto, apresentou a frase mais impactante ou conseguiu constranger o adversário.
É necessário avaliar quem possui propostas viáveis, capacidade administrativa, compromisso democrático e condições de enfrentar os problemas estruturais do país.
Também é fundamental reconhecer que a liberdade religiosa e a liberdade política são direitos que devem caminhar juntos, sem que uma seja utilizada para anular a outra.
Deus não tem partido político. A fé não substitui a inteligência. E a democracia não pode ser refém do fanatismo.
O Brasil continuará dividido enquanto milhões de cidadãos acreditarem que seu candidato representa o bem absoluto e que o adversário simboliza todo o mal.
Mais importante do que descobrir quem venceu o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro é compreender que o verdadeiro vencedor de uma eleição deve ser o povo brasileiro.
E um povo somente exerce plenamente sua soberania quando aprende a pensar, questionar e decidir sem entregar sua consciência a políticos, líderes religiosos ou influenciadores.
Afinal, a fé pode iluminar a consciência, mas jamais deveria apagar a razão.
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BALANÇO DAS SESSÕES DE OUTUBRO REGISTRA 20 LEIS, 10 DECRETOS LEGISLATIVOS, 02 RESOLUÇÕES, 03 MOÇÕES DE APLAUSOS E 324 REQUERIMENTOS

Realizadas entre os dias 19 e 23 de outubro, as sessões legislativas resultaram na aprovação de 20 Leis, 10 Decretos Legislativos, 02 Resoluções, 03 Moções de Aplausos e 324 Requerimentos. Do total de leis, 16 foram de iniciativa do Poder Executivo e quatro do Legislativo.
A semana de sessões contou com a participação de integrantes da Associação Desportiva Paralímpica de Rio Verde (ADESPARV), do CTG Querência de Rio Verde, do Hospital do Câncer e da AMT.
Entre as leis aprovadas, a Lei nº 7.922/2026 altera as regras do Regime de Previdência Complementar do Município, permitindo o aproveitamento de processos seletivos realizados por outros entes federativos para a escolha da entidade responsável pela gestão do plano previdenciário, desde que a medida seja vantajosa para a administração municipal e os servidores.
Outra matéria de destaque foi a Lei nº 7.930/2026, que institui a Bolsa Musical para integrantes da Orquestra Sinfônica da Universidade de Rio Verde (UniRV). O benefício será concedido por processo seletivo público simplificado a regentes, spallas, chefes de naipe, instrumentistas e vocalistas, incentivando a formação e o aperfeiçoamento artístico.
Também foi aprovada a Lei nº 7.932/2026, que atualiza o Programa Qualifica Rio Verde e autoriza parcerias com instituições de ensino públicas e privadas sediadas no município, especialmente a UniRV e o Instituto Federal Goiano (IF Goiano). A legislação prevê prioridade para jovens a partir de 16 anos que cumprem ou já cumpriram medidas socioeducativas e mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, ampliando o acesso à qualificação profissional.
Na área administrativa, duas resoluções aprovadas tratam da modernização dos procedimentos do Legislativo. A Resolução nº 016/2026 regulamenta a tramitação eletrônica de processos administrativos, com medidas para garantir a autenticidade, a segurança e a preservação dos documentos. Já a Resolução nº 017/2026 estabelece níveis de segurança e critérios para o uso de assinaturas eletrônicas, assegurando a autoria e a integridade documental.
Encerrando a semana, o presidente Cabo Moraes agradeceu a participação dos vereadores, do público presente e dos internautas que acompanharam os trabalhos. Ele também convidou a população para as próximas sessões ordinárias, de 9 a 13 de novembro, às 19 horas, no Plenário da Câmara Municipal de Rio Verde.
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Pesquisa Quaest: Flávio tem 45% e Lula 44%; diferença diminui a quatro dias da eleição
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre os candidatos à Presidência da República. Segundo turno acontece no próximo domingo, 25 de outubro.

A disputa pela Presidência da República segue acirrada na reta final das eleições de 2026. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 21 de outubro, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 44%. A diferença de apenas um ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento revela uma redução da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro em relação à pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro. Na ocasião, o candidato do PL registrava 46%, contra 44% de Lula. Agora, Flávio oscilou um ponto para baixo, enquanto o presidente manteve seu percentual, reduzindo a distância entre os dois candidatos de dois para um ponto percentual.
Segundo a Quaest, 9% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos candidatos, enquanto 2% permanecem indecisos. Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 50,56%, contra 49,44% de Lula.
Outro dado importante é o índice de rejeição dos presidenciáveis. Flávio Bolsonaro registra 52% de rejeição, enquanto Lula aparece com 47%. Em comparação com o levantamento anterior, a rejeição ao presidente caiu de 53% para 47%, enquanto a do senador passou de 54% para 52%.
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos, Lula e Flávio aparecem numericamente empatados, ambos com 40% das intenções de voto. Nesse cenário, 14% dos eleitores ainda se declaram indecisos.
Disputa promete emoção até o último voto
A quatro dias da votação, marcada para domingo, 25 de outubro, os números demonstram o equilíbrio da corrida presidencial. Embora Flávio Bolsonaro mantenha uma pequena vantagem numérica, a diferença está dentro da margem de erro, impossibilitando apontar um favorito estatisticamente definido.
O cenário reforça a importância dos últimos dias de campanha, quando os candidatos intensificam suas agendas, participações em debates e mobilizações nas redes sociais para conquistar os eleitores ainda indecisos.
A nova pesquisa é a primeira realizada pela Quaest após o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro promovido pela TV Bandeirantes no último domingo, dia 18.
Metodologia
A pesquisa Quaest foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Foram entrevistados 2.154 eleitores, com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, em diferentes regiões do país. O levantamento apresenta margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.
Com o segundo turno se aproximando, o Brasil chega à decisão presidencial em um cenário de forte polarização e equilíbrio nas intenções de voto. O resultado definitivo será conhecido nas urnas, no próximo domingo.
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Eleições 2026: 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a votar neste domingo
Sudeste concentra maior fatia do eleitorado, enquanto Norte registra maior crescimento proporcional desde 2022; votação mobiliza mais de 563 mil urnas em todo o país

Mais de 158,7 milhões de brasileiras e brasileiros estão aptos a votar neste domingo (4), no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são exatamente 158.745.463 eleitoras e eleitores — 2,29 milhões a mais do que em 2022, crescimento de 1,46%. O eleitorado está distribuído por 5.571 municípios brasileiros e 186 cidades no exterior.
A dimensão do pleito também se reflete na estrutura preparada pela Justiça Eleitoral. Ao todo, serão 517.206 seções eleitorais, organizadas em 2.641 zonas eleitorais, com 563.910 urnas eletrônicas disponíveis para a votação.
Seis escolhas na urna
Em 2026, estão em disputa os cargos de presidente e vice-presidente da República; governador e vice-governador; senador; deputado federal; e deputado estadual ou distrital. Serão escolhidos 27 governadores e vice-governadores, 54 senadores e 513 deputados federais, além dos deputados estaduais e distritais, cujo número varia conforme cada unidade da Federação. Eventual segundo turno para presidente e governador está marcado para 25 de outubro.
Sudeste reúne quatro em cada dez eleitores
O Sudeste continua sendo a região com a maior concentração de eleitoras e eleitores do país. São 66,3 milhões de pessoas aptas a votar, o equivalente a 41,78% do eleitorado nacional.
Apesar da liderança, a região foi a única entre as cinco regiões brasileiras a registrar redução no número de eleitores em relação a 2022. Naquele ano, eram 66,7 milhões, ou 42,64% do eleitorado. A queda foi de cerca de 378 mil pessoas, uma redução proporcional de 0,56%.
O Nordeste aparece em segundo lugar, com 43,5 milhões de eleitores e 27,42% do total nacional. Na sequência estão Sul, com 22 milhões (14,40%); Norte, com 13,1 milhões (8,26%); e Centro-Oeste, com quase 12 milhões (7,56%).
São Paulo permanece como o maior colégio eleitoral do Brasil, com 34,1 milhões de eleitoras e eleitores, seguido por Minas Gerais, com 16,4 milhões, e Rio de Janeiro, com 12,9 milhões. Bahia e Paraná completam a lista dos cinco maiores eleitorados estaduais. Juntos, os cinco estados concentram 83,3 milhões de pessoas, 52,45% do eleitorado nacional.
Norte cresce acima da média nacional
Embora concentre uma parcela menor do eleitorado, o Norte foi a região que mais cresceu proporcionalmente desde 2022. O número de eleitores passou de 12,56 milhões para 13,11 milhões, aumento de 548,9 mil pessoas, ou 4,37%.
O avanço regional é puxado por estados que apresentaram algumas das maiores taxas de crescimento do país. Roraima teve alta de 9,63%, seguido por Tocantins, com 8,07%.
Também chama atenção o crescimento do eleitorado brasileiro no exterior. São 918.876 pessoas habilitadas a votar fora do país, 221.798 a mais do que em 2022, quando eram 697.078. O aumento foi de 31,82%.
Mulheres são maioria e eleitorado está mais maduro
As mulheres continuam sendo maioria entre os eleitores. Em 2026, são 83,8 milhões, ou 52,84% do eleitorado, enquanto os homens somam 74,8 milhões. Em 2022, as mulheres representavam 52,65% dos aptos a votar.
Outro movimento observado pelo TSE é o aumento da participação das faixas etárias mais velhas. O número de pessoas com 60 anos ou mais passou de 32,8 milhões, em 2022, para 37,4 milhões em 2026. A participação desse grupo subiu de 21,02% para 23,60% do eleitorado.
Entre as faixas etárias, o maior contingente está entre 40 e 44 anos, com quase 16 milhões de eleitores. Já os jovens de até 18 anos somam 3,57 milhões, ante 4,17 milhões em 2022.
A biometria também avançou. O cadastro alcança 141,3 milhões de eleitoras e eleitores, ou 89,01% do total. Em 2022, o índice era de 75,51%.
Mais de 563 mil urnas estarão em operação
Para atender ao eleitorado, a Justiça Eleitoral colocará em funcionamento 563.910 urnas eletrônicas. Serão utilizados quatro modelos: UE2022, UE2020, UE2015 e UE2013.
As versões mais recentes — UE2022 e UE2020 — representam 77% dos equipamentos. Segundo o TSE, apesar das diferenças de design, os recursos são os mesmos em todas as versões.
A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, em todos os estados e no Distrito Federal. Neste primeiro turno, o eleitorado escolherá candidatos para seis cargos. A sequência começa pelo deputado federal, passa pelo deputado estadual ou distrital, pelas duas vagas de senador, governador e, por último, presidente da República.
Fachin pede voto com “serenidade, consciência e confiança”
Às vésperas da votação, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, divulgou uma nota sobre as eleições. No documento, ele destacou a participação dos mais de 158 milhões de eleitores e o papel da Justiça Eleitoral na organização do pleito.
“Convocamos os mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores a exercer o direito ao voto com serenidade, consciência e confiança nas instituições”, afirmou Fachin.
O ministro também ressaltou que o voto é, em sua avaliação, “a expressão máxima da cidadania” e reconheceu o trabalho dos tribunais eleitorais e dos mais de 1,9 milhão de mesárias e mesários envolvidos na eleição.
Com eleitorado maior que o registrado em 2022, mudanças na distribuição regional e uma estrutura de votação que mobiliza centenas de milhares de urnas e seções eleitorais, o Brasil chega ao primeiro turno de 2026 com um dos maiores processos de mobilização eleitoral do mundo. Fonte: Brasil 61
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