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ARLAO realiza Sessão da Saudade em homenagem a acadêmicos falecidos

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A noite de quarta-feira, 19 de agosto, foi marcada pela emoção de acadêmicos da ARLAO (Academia Rio-Verdense de Letras, Artes e Ofícios) e familiares de membros da instituição já falecidos. Na ocasião, a Academia realizou uma Sessão da Saudade, momento dedicado à memória e à trajetória de cinco acadêmicos que contribuíram para a vida cultural e intelectual de Rio Verde.

A sessão solene teve início às 19h, com a chegada dos acadêmicos e familiares dos homenageados. O cerimonialista João Gabriel Lima Costa conduziu a solenidade e convidou para compor a mesa a presidente da ARLAO, professora e escritora Zilda Pires da Silva; a vice-presidente, Ana Luiza de Lima Guimarães Costa; o presidente do Conselho de Cultura, professor Laudelino Nogueira Guimarães Júnior, representando o prefeito de Rio Verde, Wellington Carrijo, e o secretário de Cultura, Isaac Pires; e o vereador Gerlos Mendonça, representando o Poder Legislativo Municipal.

Na abertura, João Gabriel apresentou um breve histórico da ARLAO, destacando sua fundação, seus objetivos, as cadeiras que compõem a Academia e seus membros. Em seguida, falou sobre a homenagem prestada naquela noite a cinco acadêmicos que deixaram importante contribuição para as letras, as artes e a cultura rio-verdense: Luiz Braz da Silva, ocupante da Cadeira 2; Oscar Cunha Neto, da Cadeira 3; Ademar Romano, da Cadeira 13; Maria Luiza de Moraes, da Cadeira 26; e Paulo Guimarães de Freitas, da Cadeira 28.

A presidente da ARLAO, Zilda Pires, abriu oficialmente a sessão, agradecendo a presença dos acadêmicos, familiares e convidados. Na sequência, o Coral Municipal Amanda Campos, sob a coordenação da professora Cirene Domingas de Mello e com acompanhamento do professor de piano clássico e popular, canto, compositor e arranjador Maestro Pedro Henrique, apresentou três canções: Trem-Bala, Saudade e É Preciso Saber Viver. As músicas foram escolhidas especialmente para homenagear os acadêmicos cuja memória era celebrada naquela noite.

Em seus pronunciamentos, a presidente Zilda Pires, o professor Laudelino Nogueira e o vereador Gerlos Mendonça destacaram a importância da Sessão da Saudade. Os oradores lembraram a trajetória dos homenageados, sua participação na Academia e a contribuição que deram à cultura e à sociedade rio-verdense, ressaltando o legado deixado para as futuras gerações.

Após as manifestações das autoridades, o cerimonialista apresentou um breve relato sobre a vida e a trajetória de cada um dos cinco homenageados. Em seguida, representantes das famílias foram convidados a falar sobre seus entes queridos.

A família do advogado Luiz Braz da Silva foi representada por sua filha, Sheila de Castro Braz Iplinsky. A Dra. Katiúscia Romano falou em nome da família e prestou uma homenagem a seu pai, Ademar Romano. Os representantes da família de Oscar Cunha Neto, Anauara Cunha Rodrigues e seu esposo, Diego Ferreira Franco, optaram por não realizar pronunciamento. Cícero Nery, esposo de Maria Luiza de Moraes por quase 40 anos, tentou falar sobre a companheira, mas a emoção tomou conta de suas palavras. Sem conseguir concluir o pronunciamento, apresentou aos presentes um livro que escreveu sobre a vida de Maria Luiza. A obra foi posteriormente presenteada a todos os acadêmicos da ARLAO.

Em homenagem a Paulo Guimarães de Freitas, o sobrinho Miguel Guimarães Ribeiro enviou uma carta, que foi lida pelo cerimonialista. O texto emocionou os presentes, especialmente colegas de Academia, de profissão e antigos alunos do homenageado.

Após as homenagens e os pronunciamentos dos familiares, todos fizeram um minuto de silêncio em memória dos confrades e confreira falecidos.

Na sequência, a vice-presidente da ARLAO, Ana Luiza de Lima Guimarães Costa, fez um discurso emocionado, destacando a importância de cada um dos homenageados para a história da Academia e ressaltando o legado deixado por eles na cultura rio-verdense e na sociedade.

Encerrando a programação musical, o Maestro Vander Alves Azevedo e Abner Sousa Azevedo apresentaram canções que contribuíram para o clima de emoção e reverência da noite.

Ao final, a presidente Zilda Pires declarou encerrada a sessão, agradeceu a presença de todos e convidou os participantes para as fotografias junto aos acadêmicos. Em seguida, os presentes participaram de um coquetel oferecido pela Secretaria Municipal de Cultura.

A Sessão da Saudade reforçou o compromisso da ARLAO com a preservação da memória de seus integrantes e com o reconhecimento daqueles que, por meio de seus trabalhos, contribuíram para a construção da história cultural e intelectual de Rio Verde.  

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Alerve comemora aniversário de Rio Verde com Sarau Literário

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 O dia 5 de agosto, data em que Rio Verde celebrou seus 178 anos de emancipação política, escritores da Academia de Letras de Rio Verde (ALERVE) se reuniram para mais uma edição do Sarau Prosa Literária, desta vez dedicado a uma das grandes narrativas da literatura universal: Odisseia, de Homero, e sua adaptação para as telas pelas mãos de Christopher Nolan.

O encontro começou no cinema, com a exibição do filme, e continuou em um momento de descontração, diálogo e troca de ideias entre os participantes. Em uma prosa animada, os escritores compartilharam suas impressões, reflexões e diferentes perspectivas sobre a obra, seus personagens, seus temas e os caminhos encontrados pelo cinema para revisitar esse clássico milenar.

Mais do que assistir a um filme, o encontro foi uma oportunidade para revisitar um clássico e estabelecer diálogos entre diferentes épocas, linguagens e olhares. Afinal, é também na conversa que a literatura permanece viva.

Participaram do encontro os acadêmicos: Alexandre Avelino Giffoni Junior (presidente); Maria José Jardim Godoi; Sebastiana Aparecida Moreira; Oníria Guimarães de Oliveira e seu esposo Jesus Catarino de Oliveira; Adriano Hertzog e sua esposa; Flávia Bernardes e Silva Passos e duas estudantes de medicina que foram convidadas a participar do grupo.

Entre tantas opiniões sobre o clássico assistido, destacamos uma, a do presidente da ALERVE, Alexandre Giffoni.

“Há quase três mil anos, A Odisseia de Homero narra os dez anos de regresso de Ulisses à Ítaca. Mais do que aventuras, o poema funda um herói que vence pela astúcia e pela adaptabilidade. Sua trama examina a assimetria da lealdade e os limites sagrados da hospitalidade”, afirmou. 

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Quarto dia da Flip 2026 destaca grandes nomes da literatura e valoriza escritoras de Rio Verde

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A programação do quarto dia da 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), realizada neste sábado (25), reuniu alguns dos principais nomes da literatura e do pensamento contemporâneo. Entre os destaques estiveram a escritora angolana Ana Paula Tavares, vencedora do Prêmio Camões, a filósofa e ativista norte-americana Angela Davis e a premiada romancista britânica Zadie Smith, que participaram de debates prestigiados por um grande público.

Paralelamente à programação oficial, a literatura rio-verdense também ganhou espaço na tradicional programação da Casa Gueto, com a presença de integrantes da Academia de Letras de Rio Verde (ALERVE).

O momento foi marcado pela apresentação e sessão de autógrafos da obra “Antologia Vertigens”, publicada pela Editora Vinca Literaria. A coletânea reúne contos de 36 coautoras brasileiras, entre elas a escritora rio-verdense Nayanne Rezende, que participou do lançamento ao lado das demais autoras.

Outro destaque da programação foi a participação da poetisa e escritora Zezé Godoi, que emocionou o público ao declamar o poema “Beleza Interior”, integrante de seu livro “Rascunhos Poéticos em Versos e Prosas”. A apresentação reforçou a diversidade da produção literária goiana e evidenciou o talento das escritoras de Rio Verde no cenário cultural nacional.

A participação da Academia de Letras de Rio Verde e de suas representantes na Flip 2026 reafirma o fortalecimento da produção literária do município e amplia a visibilidade de seus autores em um dos mais importantes festivais literários da América Latina.

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Terceiro dia da Flip reúne grandes nomes da literatura, Nayanne Rezende leva a literatura de Rio Verde à maior festa literária do país

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A sexta-feira (24) marcou o terceiro dia da 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), consolidando mais uma vez o evento como um dos principais encontros culturais da América Latina. A programação reuniu escritores, intelectuais e leitores em debates que lotaram os espaços oficiais e paralelos da festa.

Entre os destaques do dia estiveram as mesas com o médico e escritor Dráuzio Varella, a ministra do Supremo Tribunal Federal Carmen Lúcia e a escritora norte-americana Katie Kitamura, que abordaram temas ligados à literatura, democracia, sociedade e às transformações do mundo contemporâneo.

A programação paralela também teve importante participação de representantes de Rio Verde (GO). A escritora rio-verdense Nayanne Rezende realizou uma concorrida sessão de autógrafos de sua obra Bailarina Cosmopolita, recebendo leitores, admiradores e convidados em um momento de valorização da produção literária goiana durante a Flip.

Prestigiaram o lançamento membros da Alerve – Academia de Letras de Rio Verde, entre eles Alexandre Avelino Giffoni, Oníria Guimarães, Sebastiana Moreira e Maria José Godoi, reforçando a presença da instituição no maior festival literário do país e demonstrando o reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela autora.

“A participação da Alerve na Festa Literária Internacional de Paraty representa um momento histórico para a literatura produzida em Rio Verde. Estar na Flip, acompanhando o lançamento da obra da escritora Nayanne Rezende e vendo nossos autores ocuparem esse espaço de projeção nacional, demonstra que a cultura e a produção literária do interior de Goiás têm qualidade, identidade e muito a contribuir para a literatura brasileira. A Academia de Letras de Rio Verde continuará incentivando nossos escritores e fortalecendo esse intercâmbio cultural, que amplia horizontes e inspira novas gerações de leitores e autores.”, destacou o presidente da Alerve, Alexandre Avelino Giffoni.

A participação da delegação rio-verdense evidencia o fortalecimento da produção literária do interior de Goiás e amplia a visibilidade dos escritores da região em um evento de alcance nacional e internacional, que segue movimentando o centro histórico de Paraty com uma intensa programação de debates, lançamentos de livros, oficinas e atividades culturais.

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