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Guia das férias seguras: Equatorial Goiás orienta sobre soltura de pipas e aponta que quatro cidades somam 55% das ocorrências
Levantamento inédito detalha os setores com maior criticidade na região metropolitana e reforça o cumprimento das leis contra o uso do cerol

Goiânia, 16 de julho de 2026 – A chegada do período de férias escolares e do clima seco em Goiás traz de volta às ruas uma das brincadeiras mais tradicionais do país, mas que tem gerado um rastro preocupante de falta de energia. Um levantamento detalhado do primeiro semestre de 2026 divulgado pela Equatorial Goiás revela que mais de 70 mil clientes já foram impactados por pipas próximas à fiação elétrica no Estado. Mais do que um problema generalizado, os números mostram que o problema se concentra de forma cirúrgica no eixo metropolitano da capital e em horários específicos de lazer de jovens e crianças.
Somente em abril, os registros saltaram 45% na comparação com março, totalizando 32 casos, enquanto maio apresentou uma nova alta em relação ao mês anterior, saltando para 129 ocorrências. O movimento de alta consolidou-se em junho, que fechou o mês com 112 registros de quedas de energia. Já nos primeiros dias de julho, as equipes técnicas já contabilizaram outras 19 ocorrências, evidenciando a necessidade de reforçar a atenção com a segurança justamente no período em que os estudantes ganham mais tempo livre nas férias.

O mapa desenhado pela distribuidora aponta que pouquíssimos municípios concentram a maior parte do impacto social. É que a situação é preocupante na capital. Goiânia lidera isolada com 63 ocorrências, o que representa cerca de 26% de todos os registros do Estado. Logo em seguida aparecem Aparecida de Goiânia, com 32 casos, Senador Canedo, com 23, e Trindade, com 14. Juntas, essas quatro cidades da região metropolitana respondem por aproximadamente 55% de toda a falta de energia provocada por pipas no território goiano em 2026, seguidas por Rio Verde e Anápolis.
Para o gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima, a dinâmica das grandes cidades explica essa distribuição dos dados. “A concentração de ocorrências na região metropolitana acompanha a maior densidade populacional e o uso mais intenso dos espaços urbanos. Por isso, com a chegada das férias escolares, a Equatorial Goiás reforça a importância da prevenção, orientando a população a soltar pipas em locais abertos e distantes da rede elétrica, reduzindo riscos de acidentes e de interrupções no fornecimento de energia”, avalia o gerente.
Brincadeira perigosa que afeta a rotina
Para além das estatísticas, o impacto técnico na rotina das famílias ocorre por conta de uma peça-chave do sistema: os chamados alimentadores. Um alimentador é o cabo principal de energia que sai de uma subestação para abastecer bairros inteiros ao longo de vários quilômetros. Quando a linha de uma pipa enreda nesses pontos estratégicos, ela cria um caminho condutor para a corrente elétrica. Isso gera um curto-circuito imediato que faz os sistemas automáticos de proteção desligarem a rede para evitar incêndios e acidentes.
Se em média cada ocorrência afeta entre 150 e 250 clientes ligados à fiação local, o contato nos alimentadores principais pode provocar falhas maiores. Exemplo disso foi um único evento registrado em Formosa, no mês de abril, que deixou 5.500 clientes sem luz de uma só vez, e outro caso em Goiânia, em junho, que afetou quase 5.000 consumidores simultaneamente. Ambos resolvidos rapidamente, mas de toda forma, causaram transtornos temporários aos clientes.
O monitoramento do Centro de Operações Integradas (COI) da concessionária indica que essas manutenções de emergência se concentram majoritariamente no período da tarde e início da noite, entre 15h e 20h. Em Goiânia, os setores com maior incidência são Jardim Novo Mundo, Setor Perim, Residencial Recanto do Bosque, Residencial Real Conquista e Residencial Buena Vista III. Em Aparecida de Goiânia, destacam-se o Jardim Maria Inês, Jardim Buriti Sereno, Jardim Tiradentes e Bairro Nova Cidade.
Para o gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima, o mapeamento detalhado dessa área vulnerável permite que a distribuidora faça ações técnicas direcionadas de manutenção, mas o engajamento social é insubstituível. “Soltar pipa é uma tradição cultural saudável, mas que exige responsabilidade coletiva. Quando uma linha atinge um alimentador importante da rede elétrica, o impacto não é apenas local: bairros inteiros e milhares de famílias podem perder o fornecimento de energia instantaneamente por conta de uma brincadeira em local inadequado. Precisamos do apoio dos pais e dos jovens para que a diversão aconteça longe dos fios e com total segurança”, ressalta Vinicyus.
Cerol e linha chilena na mira da lei
O grande perigo na rede elétrica vai além do brinquedo de papel e está associado ao uso ilegal de materiais cortantes. A prática é combatida de forma rígida pela legislação vigente no Estado. A Lei Estadual nº 20.454/2019 proíbe terminantemente a fabricação, a comercialização e a própria posse de cerol ou linha chilena em solo goiano. As penalidades administrativas preveem multas que começam em R$ 200 e podem chegar a R$ 2 mil para pessoas físicas. Para estabelecimentos comerciais flagrados vendendo o material, a multa ultrapassa R$ 3 mil, com aplicação do dobro do valor e fechamento definitivo do local em caso de reincidência. Na capital, a Lei Municipal nº 8.832/2009 reforça a proibição do uso em todas as áreas públicas e autoriza a apreensão imediata dos materiais pelos órgãos de fiscalização.
Vinicyus Lima reforça a gravidade do uso desses compostos e o risco que representam para a continuidade do serviço e para a integridade física das pessoas. “O grande perigo real na rede elétrica não é a pipa em si, mas o uso criminoso de cerol e linhas chilenas. Esses materiais cortantes destroem os cabos de energia e representam um risco gravíssimo de acidentes fatais, tanto para a população quanto para as nossas equipes de campo que trabalham na manutenção. Nosso compromisso técnico é monitorar e reparar esses circuitos críticos de forma ágil, mas a prevenção e o respeito às leis de segurança continuam sendo o melhor escudo para proteger vidas”, alerta o gerente.
Orientações de segurança
A Equatorial Goiás reforça algumas medidas para evitar acidentes:
* Evitar soltar pipas próximo à rede elétrica
* Priorizar locais abertos, como parques e campos
* Não tentar retirar pipas presas em fios ou postes
* Não utilizar cerol ou linha chilena
* Evitar materiais metálicos na estrutura da pipa
* Manter crianças sob supervisão
Em caso de ocorrência
* Isolar o local e evitar aproximação
* Não tocar em fios ou objetos em contato com a rede
* Acionar o Corpo de Bombeiros (193)
* Entrar em contato com a Equatorial Goiás pelo 0800 062 0196
A concessionária mantém monitoramento contínuo do sistema elétrico e equipes preparadas para atuação rápida, mas reforça que a prevenção é essencial para reduzir riscos e evitar impactos no fornecimento de energia
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do país, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².
AGRO
EXPO RIO VERDE 2026 FECHA COM SALDO POSITIVO, 200 MIL VISITANTES E IMPACTO DE R$ 100 MILHÕES NA ECONOMIA

A Expo Rio Verde 2026 chegou ao fim reafirmando o que o tempo já consolidou: muito mais do que uma feira agropecuária, o evento é um dos maiores motores de desenvolvimento econômico, social e cultural da região. Durante 11 dias, entre 2 e 12 de julho, a 66ª edição transformou Rio Verde em um grande palco de negócios, entretenimento e oportunidades, reunindo cerca de 200 mil pessoas em uma programação que fortaleceu o agronegócio e movimentou toda a cadeia produtiva do município.
Os números traduzem a grandiosidade da edição. Foram nove grandes shows, provas esportivas de alto nível, julgamentos de animais, exposições, gastronomia, espaços voltados às famílias e uma programação que valorizou as tradições do campo sem perder de vista a inovação que impulsiona o setor agropecuário.
Na arena, o rodeio distribuiu R$ 200 mil em premiações, reunindo alguns dos principais competidores do país e consolidando Rio Verde como referência nacional na modalidade. Ao mesmo tempo, cerca de mil animais passaram pelas pistas da Expo, evidenciando a força da pecuária regional, o elevado padrão genético dos rebanhos e a importância da feira como vitrine para negócios e valorização do setor.
Mas os impactos da Expo vão muito além dos portões do parque. A edição 2026 movimentou aproximadamente R$ 100 milhões na economia, resultado que contempla vendas de ingressos, comercialização de animais, negócios realizados durante a feira, prestação de serviços, comércio local, rede hoteleira, alimentação, transporte e diversos segmentos que encontraram no evento uma oportunidade concreta de crescimento.

Esse reflexo também foi sentido na geração de empregos. Ao longo da realização da feira, aproximadamente cinco mil postos de trabalho, entre diretos e indiretos, foram criados, beneficiando profissionais de diferentes áreas e reforçando o papel da Expo como uma importante indutora do desenvolvimento regional.
Cada expositor, patrocinador, empresário, produtor rural, competidor, artista, colaborador e visitante ajudou a escrever mais um capítulo dessa história. O sucesso da Expo Rio Verde é construído de forma coletiva, resultado da união entre tradição, planejamento, investimento e o compromisso permanente de oferecer uma experiência cada vez mais completa para quem vive e acredita na força do agronegócio.
Encerrar uma edição com resultados tão expressivos é motivo de orgulho, mas também de responsabilidade. A Expo Rio Verde segue evoluindo a cada ano, fortalecendo sua relevância para Goiás e para o Brasil, impulsionando negócios, gerando oportunidades e valorizando um setor que move a economia nacional.
A 66ª Expo Rio Verde deixa um legado de crescimento, recordações e conquistas.

Mais do que números, fica a certeza de que, quando o campo, a cidade e as pessoas caminham na mesma direção, os resultados ultrapassam expectativas e se transformam em desenvolvimento para toda a região.
AGRO
NATANZINHO LIMA ENCERRA A EXPO RIO VERDE 2026 COM SHOW HISTÓRICO E RECORDE DE PÚBLICO

A Expo Rio Verde 2026 chegou ao fim da melhor maneira possível: com uma arena lotada, muita emoção e um espetáculo que ficará para sempre na memória de quem viveu essa noite. No domingo (12), Natanzinho Lima subiu ao palco para encerrar a 66ª edição da feira e protagonizou um dos maiores shows da história do evento.
Fenômeno do arrocha e do brega, o cantor sergipano confirmou por que é um dos artistas mais queridos da atualidade. Durante cerca de duas horas e meia de apresentação, embalou o público com os maiores sucessos da carreira e transformou a arena em um grande coro, onde milhares de vozes cantavam cada música do início ao fim.
A conexão entre Natanzinho e o público foi um dos pontos altos da noite. Em um momento que levou os fãs ao delírio, o artista desceu do palco e foi para o meio da multidão, distribuindo sorrisos, tirando fotos e retribuindo de perto o carinho de quem esperava por esse encontro. Um gesto simples, mas que tornou o espetáculo ainda mais especial e inesquecível.


Do primeiro acorde ao último refrão, a energia tomou conta da Expo Rio Verde. O público cantou, dançou, se emocionou e fez da noite de domingo uma grande celebração. O carisma de Natanzinho Lima, aliado a um repertório repleto de sucessos, criou uma atmosfera única, encerrando a programação de shows em alto nível.
A apresentação também entrou para a história por outro motivo: a noite registrou o maior público desta edição da Expo Rio Verde, consolidando o sucesso de um evento que, ao longo de onze dias, reuniu tradição, entretenimento, negócios e o melhor do agronegócio.
Mais do que um encerramento, o show de Natanzinho Lima foi a celebração de uma edição marcada por grandes encontros, emoções e momentos inesquecíveis. A arena se despediu da Expo Rio Verde 2026 com a certeza de que novas histórias foram escritas e com a expectativa de tudo o que está por vir em 2027.
Porque algumas noites terminam quando as luzes se apagam. Outras permanecem vivas na lembrança de quem esteve presente. E a despedida da Expo Rio Verde 2026 foi, sem dúvida, uma delas.
cidade
Desenvolvimento em alta: Rio Verde conquista o segundo maior PIB goiano

O avanço econômico de Rio Verde ganhou mais um importante capítulo. Os dados mais recentes do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), colocam o município na segunda posição entre as maiores economias de Goiás. O resultado, referente a 2023, confirma uma trajetória de crescimento sustentado, impulsionada principalmente pela força do agronegócio, pela expansão industrial e por um ambiente favorável aos investimentos.
Com um PIB de R$ 22,3 bilhões, Rio Verde ultrapassou Anápolis, que durante anos ocupou a vice-liderança econômica do Estado. A mudança no ranking representa mais do que uma alteração estatística: simboliza a consolidação de um modelo de desenvolvimento baseado na integração entre produção agrícola, industrialização, logística e inovação tecnológica.
Nas últimas décadas, Rio Verde deixou de ser apenas uma potência agrícola para se transformar em um dos maiores polos agroindustriais do Brasil. O município reúne grandes empresas nacionais e multinacionais ligadas à produção de alimentos, processamento de grãos, fabricação de biocombustíveis, armazenagem e produção de proteínas animais, formando uma cadeia produtiva altamente integrada.
A força do campo continua sendo o principal diferencial da economia rio-verdense. A elevada produtividade das lavouras de soja, milho, sorgo e outras culturas, aliada ao crescimento da pecuária e da agroindústria, movimenta bilhões de reais todos os anos e impulsiona diversos segmentos da economia local. O reflexo é sentido diretamente no comércio, no setor de serviços, na construção civil, no mercado imobiliário e na geração de empregos.
Outro fator decisivo para esse crescimento é a localização estratégica de Rio Verde. Situado em uma das principais regiões produtoras do país, o município conta com importante malha rodoviária e logística, facilitando o escoamento da produção para diferentes mercados consumidores e portos brasileiros. Essa condição favorece a instalação de novas empresas e amplia a competitividade da economia local.
O ambiente econômico também tem sido fortalecido pelos investimentos públicos e privados em infraestrutura, tecnologia, educação superior e qualificação profissional. Instituições de ensino e pesquisa, centros tecnológicos e políticas voltadas ao empreendedorismo contribuem para a formação de mão de obra qualificada e para o desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas ao agronegócio e à indústria.
Além disso, o crescimento populacional, a expansão urbana e o fortalecimento do setor de serviços acompanham a evolução econômica do município, criando um ciclo virtuoso de investimentos, consumo e geração de renda.
Enquanto Rio Verde consolidava esse avanço, Anápolis registrou crescimento econômico, passando de R$ 19,3 bilhões para R$ 20,4 bilhões entre 2022 e 2023. No entanto, a expansão foi insuficiente para manter a segunda colocação. Com isso, o município passou para o quarto lugar no ranking estadual.
Na terceira posição aparece Aparecida de Goiânia, com PIB de R$ 20,8 bilhões, enquanto Goiânia permanece na liderança com R$ 75,7 bilhões. A capital continua sendo a maior economia de Goiás e a segunda maior do Centro-Oeste, atrás apenas de Brasília.
Os dados fazem parte da pesquisa PIB dos Municípios, elaborada pelo IBGE, que utiliza metodologia padronizada em todo o país e integrada ao Sistema de Contas Nacionais e Regionais. Isso permite comparar o desempenho econômico dos municípios brasileiros de forma uniforme e confiável.
Embora nesta divulgação o IBGE não tenha apresentado o detalhamento do PIB por setores — como Agropecuária, Indústria, Serviços e Administração Pública —, o desempenho de Rio Verde evidencia a força de uma economia diversificada e altamente competitiva. Segundo o instituto, essas informações voltarão a ser divulgadas a partir de 2027, quando entrar em vigor a nova série das Contas Nacionais, com ano-base em 2021.
Mais do que alcançar a vice-liderança estadual, Rio Verde reafirma seu papel como um dos principais polos econômicos do Centro-Oeste brasileiro. O município demonstra capacidade de agregar valor à produção, atrair investimentos, gerar empregos e ampliar sua participação na economia nacional. O novo ranking do IBGE consolida um movimento construído ao longo de décadas e reforça o protagonismo de Rio Verde como referência em desenvolvimento, inovação e competitividade.
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