Conecte-se conosco

ECONOMIA

Ligações clandestinas podem provocar incêndios e acidentes em festas juninas

Publicado

ligado

Período de festas movimenta bairros, escolas, igrejas e espaços públicos em todo o estado e aumenta a exposição a instalações elétricas improvisadas e situações de risco

Goiânia, 2 de junho de 2026 – Goiás registrou 35 acidentes com choque elétrico em 2025, sendo 28 deles fatais, segundo levantamento da Associação Brasileira de Conscientização para Perigos de Eletricidade (Abracopel). Com a chegada das festas juninas e o aumento de instalações provisórias em bairros, escolas e igrejas, a Equatorial Goiás faz alerta para os principais riscos envolvendo a rede elétrica durante os arraiás.

No Brasil, foram registrados mais de 900 acidentes com choques elétricos em 2025, com índice de mortalidade de 70%, segundo a mesma associação. O cenário reforça a importância de redobrar a atenção durante um dos períodos de maior movimentação e montagem de estruturas provisórias do ano.

Ainda de acordo com a pesquisa, mais de 60% dos acidentes por choque elétrico nas áreas residenciais são causados justamente por conexões, extensões e instalações elétricas mal feitas ou clandestinas, além de equipamentos e estruturas externas inadequadas.

A executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires, reforça que a prevenção é a principal forma de evitar acidentes durante os festejos juninos e orienta a população a nunca realizar intervenções na rede elétrica sem autorização ou acompanhamento técnico especializado.

“As festas juninas são uma das expressões culturais mais ricas de Goiás e queremos que a população celebre com segurança. A prevenção começa antes mesmo de a festa começar, na hora de montar a barraquinha ou ligar o sistema de som seguindo as orientações corretas”, afirma a executiva.

Quais são os riscos mais comuns nos arraiás?

Entre as situações de maior risco identificadas pela Equatorial Goiás durante o período junino estão:

– Ligações clandestinas e gambiarras: conectar barracas, palcos e estruturas diretamente à rede elétrica sem autorização é prática comum e extremamente perigosa. Ligações clandestinas podem causar acidentes e sobrecargas na rede elétrica, aumentando o risco de choques e falta de energia, além de configurarem crime, com pena prevista de um a oito anos de reclusão.

– Sobrecarga em extensões e benjamins: o uso de “Ts”, emendas e fios improvisados para ligar vários equipamentos ao mesmo tempo pode superaquecer a fiação e provocar curtos-circuitos. Quanto maior o evento, maior a demanda elétrica e maior o risco de uma instalação subdimensionada.

– Enfeites próximos à rede elétrica: postes e equipamentos da rede elétrica não devem ser utilizados como suporte para pendurar bandeirinhas, faixas e outros enfeites. O manuseio de objetos em contato com a rede pode causar curtos-circuitos, falhas no fornecimento e choques que podem levar à morte.

– Fogueiras próximas à fiação: as tradicionais fogueiras de São João precisam ser montadas em locais abertos e distantes da rede elétrica. O calor intenso pode superaquecer os fios e provocar rompimento dos cabos,

– Montagem de palcos e arquibancadas sem distância segura: barracas, arquibancadas, palanques e palcos devem ser montados a no mínimo três metros de distância da rede elétrica. O trabalho deve ser realizado por profissional habilitado, evitando toques acidentais em fios de energia.

– Bandeirinhas metálicas e objetos arremessados: enfeites confeccionados com material metálico ou condutor são especialmente perigosos quando instalados próximos a cabos elétricos. Da mesma forma, objetos arremessados que entrem em contato com a rede podem causar choques graves.

– Balões: soltar balões é crime ambiental e pode causar acidentes graves. A prática, quando realizada próxima à fiação elétrica, é ainda mais perigosa e aumenta os riscos de incêndios e acidentes.

Orientações práticas para quem organiza festas juninas

Para os organizadores de eventos de maior porte, sejam festas de bairro, eventos municipais ou arraiás escolares, a Equatorial Goiás recomenda planejamento elétrico com antecedência.

O ideal é entrar em contato com a companhia antes do evento e solicitar a ligação provisória regular de energia para palcos, barracas e outras estruturas comuns para esse tipo de evento. A concessionária é responsável por essa instalação e pode orientar sobre a carga necessária para suportar a demanda de todos os equipamentos utilizados na festa, como iluminação, sonorização, refrigeração e fritadeiras.

A distribuidora também recomenda contratar um eletricista habilitado para executar todo serviço de instalação interna de estruturas temporárias de forma compatível com a demanda do evento.

Outra recomendação é obter junto às autoridades municipais competentes todas as autorizações necessárias para realizar eventos em espaços públicos. Em muitos casos, a montagem da estrutura requer vistoria prévia.

A organização do evento deve também respeitar a distância mínima de três metros entre as estruturas de palcos, torres de iluminação, arquibancadas, estruturas metálicas e a rede elétrica.

É importante ter cuidado para não se aproximar ou tocar nos fios ao manobrar barras de metal, andaimes, canos, arames, trilhos, suportes de luminosos, escadas e outros objetos metálicos. Esse alerta é especialmente relevante na montagem de palcos e torres de som, quando trabalhadores manipulam estruturas altas em ambiente próximo à rede.

O que fazer em caso de acidente?

Se ocorrer acidente envolvendo a rede elétrica durante um evento, a orientação é:

·   Isolar o local imediatamente, impedindo a aproximação de outras pessoas;

·   Não tocar em objetos ou pessoas em contato com a rede elétrica;

·   Em caso de fios partidos ou caídos, manter distância e aguardar a chegada da equipe técnica;

·   Acionar a Equatorial Goiás pelo número 0800 062 0196 e outros canais oficiais;

·   Chamar o Corpo de Bombeiros (193) e o SAMU (192).

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

Continuar lendo
Clique para comentar

Deixar uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ECONOMIA

Gigante japonesa Zen-Noh adquire 30% do Grupo Cereal e reforça presença no agronegócio brasileiro

Publicado

ligado

Por

A japonesa Zen-Noh, uma das maiores organizações cooperativistas agrícolas do mundo, anunciou a aquisição de 30% de participação no Grupo Cereal, empresa sediada em Rio Verde (GO) e referência na originação, armazenagem e processamento de grãos. A operação representa um importante movimento de internacionalização do agronegócio brasileiro e fortalece a capacidade de investimentos da companhia goiana.

Pelo acordo, a família Baraúna permanecerá com 70% do controle acionário, mantendo a gestão e a condução estratégica da empresa. O fundador Evaristo Lira Baraúna assumirá a presidência do Conselho de Administração. O valor da transação não foi divulgado e a conclusão do negócio ainda depende da aprovação dos órgãos reguladores.

A parceria tem como principal objetivo ampliar a capacidade de originação de grãos, expandir a infraestrutura de armazenagem, fortalecer a atuação logística e acelerar o crescimento do Grupo Cereal no Brasil. Além disso, a aliança deverá aproximar ainda mais a produção brasileira dos mercados asiáticos, aproveitando a ampla rede internacional da Zen-Noh.

Fundado em 1981, em Rio Verde, o Grupo Cereal consolidou-se como uma das principais empresas do agronegócio nacional, atuando na comercialização de grãos, fornecimento de insumos, processamento de soja e produção de biocombustíveis. A entrada da Zen-Noh no capital da companhia reforça a confiança de investidores internacionais no potencial do agronegócio goiano e brasileiro, além de abrir novas oportunidades de negócios e de geração de valor para os produtores rurais parceiros da empresa.

Continuar lendo

ECONOMIA

Goiás entra no centro do debate nacional sobre o futuro da energia elétrica

Publicado

ligado

Por

Especialistas discutem em Goiânia como eventos climáticos, inteligência artificial, agronegócio e novos hábitos de consumo estão acelerando a transformação do setor elétrico

Goiânia, 22 de julho de 2026 – A energia elétrica nunca esteve tão presente nas decisões estratégicas de empresas, indústrias, produtores rurais e cidades. O aumento dos eventos climáticos extremos, o crescimento da geração distribuída, a digitalização das redes, a eletrificação da economia e o avanço da inteligência artificial estão mudando a forma como a energia é produzida, distribuída e consumida no Brasil.

É nesse contexto que Goiânia receberá, nos dias 5 e 6 de agosto, a 55ª edição do Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), um dos maiores encontros técnicos do segmento no país. Com apoio da Equatorial Goiás, o evento reunirá especialistas de diferentes regiões para discutir os desafios que já impactam consumidores e empresas e que devem definir os próximos anos do setor elétrico.

Mais do que um encontro entre profissionais da área, o CINASE se consolida como um espaço para discutir temas que influenciam diretamente o desenvolvimento econômico e a qualidade dos serviços prestados à população.

Entre os assuntos que estarão em debate estão a preparação das redes elétricas para enfrentar fenômenos climáticos cada vez mais severos, o uso de novas tecnologias na operação do sistema, o crescimento da demanda por energia no agronegócio, a eficiência energética e as mudanças no comportamento dos grandes consumidores.

A Equatorial Goiás participa da programação técnica compartilhando experiências sobre a operação do sistema elétrico goiano e os investimentos realizados para ampliar a robustez da rede e acompanhar o crescimento do Estado.

Para o superintendente Técnico da Equatorial Goiás, Roberto Vieira, a velocidade das mudanças exige uma visão cada vez mais integrada entre tecnologia, planejamento e inovação. “A energia deixou de ser apenas infraestrutura. Hoje ela está diretamente ligada à competitividade das empresas, ao crescimento das cidades, ao avanço do agronegócio e à qualidade de vida das pessoas. Discutir essas transformações é essencial para preparar o setor para os desafios que já estão postos.”

Além das palestras e painéis, o evento contará com exposição de soluções tecnológicas, equipamentos, fornecedores e oportunidades de relacionamento entre empresas, instituições de ensino e profissionais do setor elétrico.

Serviço: 55º Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE) – Centro-Oeste

Data: 5 e 6 de agosto de 2026

Local: Centro de Convenções de Goiânia Inscrições: www.cinase.com.br

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

Continuar lendo

ECONOMIA

Porteiras trancadas e impedimentos de acesso respondem por cerca de 20% das vistorias na rede rural de Goiás que não podem ser concluídas

Publicado

ligado

Por

Equatorial Goiás orienta proprietários sobre a importância de garantir acesso das equipes para inspeções, manutenções preventivas e atendimentos emergenciais

Goiânia, 14 de julho de 2026 – As manutenções preventivas e os atendimentos emergenciais na rede elétrica da zona rural de Goiás enfrentam um entrave cada vez mais comum no interior do Estado e, agora, também com forte incidência em polos agroindustriais e áreas de chácaras: porteiras fechadas com cadeados e entradas negadas em propriedades rurais ou condomínios de veraneio. O acesso dificultado a esses locais, muitas vezes restrito pelos proprietários, prejudica diretamente o trabalho das equipes técnicas e aumenta significativamente o tempo que os clientes precisam esperar pelo restabelecimento da energia em casos de ocorrências emergenciais.

Os dados operacionais de ocorrências improdutivas são registrados quando as equipes vão a campo, mas não conseguem executar o serviço em função do impacto dos bloqueios físicos. No consolidado de 2025, da Equatorial Goiás, as porteiras trancadas representaram 13% desse total no Estado, enquanto os acessos impedidos somaram 7%. No primeiro trimestre de 2026, os dois indicadores mantiveram-se estáveis, sendo cada um deles responsável por 7% das ocorrências improdutivas em território goiano.

Como a rede elétrica é extensa principalmente no meio rural, cortando fazendas, matas e terrenos de difícil topografia, a cooperação dos proprietários é vital para que os reparos aconteçam com agilidade. No Sudoeste Goiano, a realidade preocupa pelo volume de interrupções. Conforme explica o executivo de Serviços de Redes da Equatorial Goiás em Rio Verde, Luiz Felipe Quintino, apenas na sua região foram registradas 411 ocorrências com impedimento ao longo de 2025, enquanto o primeiro trimestre de 2026 já acumula 118 casos semelhantes.

“Muitas vezes encontramos porteiras com cadeados, não há moradores para fazer a abertura ou o acesso é restrito em condomínios de chácaras. Enquanto aguardamos autorização ou alguém chegar para liberar a entrada, o atendimento atrasa, o que eleva o tempo de duração da ocorrência na linha de frente”, avalia Luiz Felipe.

Gargalo também em Anápolis e no Entorno do Distrito Federal

O cenário de retenção das equipes se repete de forma acentuada na região de Anápolis. Dados técnicos da distribuidora indicam que quase metade de todas as vistorias improdutivas na localidade, cerca de 49%, é motivada estritamente por porteiras trancadas. Ao somar esse índice com as situações de acessos negados, que representam aproximadamente 30%, constata-se que quase 80% dos deslocamentos perdidos pelos eletricistas na região ocorrem devido a barreiras físicas.

O gerente de Serviços Técnicos e Comerciais da Equatorial Goiás em Anápolis, Leandro Chaves, aponta que o prejuízo dessa indisponibilidade atinge inclusive quem não deu causa ao bloqueio. “O bloqueio gera um transtorno expressivo para outras unidades consumidoras afetadas na região, que muitas vezes dependem daquele mesmo trecho da rede elétrica e acabam ficando no escuro por causa de uma porteira trancada em uma propriedade vizinha”, frisa Leandro.

Já no Entorno do Distrito Federal, os obstáculos físicos são ainda mais determinantes para o insucesso das ações em campo, respondendo por cerca de 95% das vistorias não concluídas na regional, sendo aproximadamente 65% por porteiras trancadas e 30% por impedimentos de acesso. O gerente de Obras e Manutenção da Equatorial Goiás em Formosa, Diogo Silveira, detalha o impacto operacional em toda a escala de plantão.

“Quando os técnicos ficam retidos tentando acessar uma única propriedade ou localizar o dono, nós temos uma menor disponibilidade de equipes rurais no sistema. Esse tempo perdido impossibilita que esses mesmos profissionais se desloquem para realizar outros atendimentos em andamento”, esclarece Diogo.

Milhares de impedimentos de leitura nas regionais

Além do impacto nos serviços de manutenção, as barreiras físicas geram um reflexo direto no faturamento dos clientes. Apenas no ano de 2026, as restrições nas regionais Norte, Nordeste e Sul do Estado já resultaram em mais de 23 mil impedimentos de leitura de energia, forçando a emissão de faturas pela média histórica de consumo. A regional Norte lidera as estatísticas com mais de 10,1 mil casos, o que representa uma média de quase 1,7 mil ocorrências por mês e responde por um quarto de todo o volume que ficou sem leitura na região em junho. O gargalo é liderado por Pirenópolis, Alexânia, Porangatu, Anápolis e Goianésia.

O cenário repete-se nas demais regiões. A área Sul contabilizou mais de 6,5 mil impedimentos, mantendo média mensal superior a mil casos, com maior incidência em Catalão, Morrinhos e Goiatuba. Já o Nordeste acumulou quase 6,4 mil registros, com média de aproximadamente 1 mil ocorrências mensais, concentradas principalmente em Cristalina, Luziânia e Valparaíso de Goiás. Em ambas as regionais, os acessos fechados representaram 23% das falhas de leitura em junho, mantendo-se nos mesmos patamares de 2025.

Obrigatoriedade legal e canais de parceria

A companhia lembra que o livre acesso às instalações elétricas que cortam as fazendas e chácaras é uma determinação amparada por lei. A Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021 estabelece expressamente que a distribuidora deve ter livre trânsito até o ponto de entrega de energia para realizar inspeções, manutenções e atendimentos de emergência. Como medida prática para solucionar o impasse no período noturno ou em locais de ausência dos moradores, a distribuidora tem atuado na implantação de cadeados padrão em porteiras estrategicamente combinadas com os produtores, facilitando a entrada dos técnicos com total segurança.

Como alternativa para evitar o faturamento pela média quando a propriedade estiver fechada, o consumidor pode realizar a autoleitura. O processo é simples e consiste apenas em registrar os números que aparecem no visor do medidor e informá-los dentro do período correto do mês, garantindo que a cobrança reflita exatamente o consumo real da propriedade. Esse envio do dado pode ser feito pelo Aplicativo Equatorial Energia (Android e iOS), pela Agência Virtual no site www.equatorialenergia.com.br, ou diretamente nas agências presenciais distribuídas em todo o Estado. A distribuidora recomenda ainda o cadastro da fatura por e-mail para evitar o extravio da conta impressa.

Orientadas a buscar a conciliação, as equipes de campo apostam no diálogo direto e em parcerias estratégicas com sindicatos rurais e para conscientizar as comunidades. Quando não há êxito no encontro presencial com o agricultor, um comunicado impresso é deixado na divisa da instalação informando sobre a tentativa de visita, a necessidade de intervenção no sistema e solicitando a abertura de canais para o agendamento prévio do retorno.

Plano de investimentos e modernização

A urgência em garantir o livre trânsito das equipes ganha relevância com o avanço do cronograma de melhorias da companhia, que intensifica a troca de postes, a substituição de isoladores e para-raios, além da limpeza de faixas de servidão antes do período de tempestades. Ao longo de todo o ano de 2025, a Equatorial Goiás investiu aproximadamente R$2,6 bilhões em melhorias e na modernização da rede elétrica goiana, resultando na entrega de mais de 770 mil obras.

Em 2026, o ritmo de reconstrução do sistema segue acelerado, com mais de 90 mil intervenções já concluídas no Estado. A população pode acompanhar o andamento e o volume de entregas preventivas em tempo real no site do Trabalhômetro: trabalhometroequatorialgo.com.br

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do país, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

Continuar lendo

Tendências