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ECONOMIA

Chuveiro elétrico pode responder por até 40% da conta de luz durante dias frios e consumo exige atenção

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Equatorial Goiás orienta consumidores sobre uso consciente de energia durante período de temperaturas mais baixas e dá dicas para reduzir impacto na fatura

Chuveiro elétrico pode responder por até 40_% da cont

Goiânia, 12 de maio de 2026 – Com a chegada do período mais frio do ano em Goiás, o consumo de energia elétrica nas residências aumenta principalmente por causa do uso mais intenso do chuveiro elétrico. Segundo a Equatorial Goiás, o equipamento pode representar entre 30% e 40% da conta de luz em períodos gelados, especialmente em imóveis com hábitos de consumo mais elevados ou instalações antigas.

Na posição “inverno”, o chuveiro consome mais energia para aquecer a água, o que pode elevar o gasto em comparação com o modo “verão”. Além disso, o aumento no tempo de banho também contribui diretamente para o impacto na fatura.

 “Durante o período mais frio, é natural que o consumo aumente, principalmente pelo uso mais intenso do chuveiro elétrico. Mas pequenas mudanças de hábito, como reduzir o tempo de banho e evitar o uso simultâneo de aparelhos, já ajudam a diminuir o impacto na conta de energia”, destaca o executivo de Faturamento e Leitura da Equatorial Goiás, Marcos Aurélio.

Segundo o Executivo, reduzir cerca de cinco minutos no tempo de banho diário pode gerar economia de aproximadamente 10% a 15% no consumo mensal, dependendo do perfil da residência. Outras orientações simples ajudam a reduzir o impacto da fatura sem comprometer o conforto térmico:

* reduzir o tempo de banho;

* utilizar o chuveiro na posição “verão” sempre que possível;

* desligar aparelhos quando não estiverem em uso;

* optar por equipamentos mais eficientes no consumo de energia.

Suzane Caires Executiva de Segurança do Trabalho

 Segurança elétrica é ponto de alerta no período

Além do impacto no consumo, o uso excessivo do chuveiro também exige atenção à segurança dentro de casa. A operação prolongada em potência máxima pode levar a instalação elétrica ao limite, principalmente em imóveis com fiação antiga ou sem revisão periódica.

Segundo a Executiva de Segurança da Equatorial Goiás, Suzane Caires, esse cenário se agrava quando a rede não está dimensionada para a carga exigida pelo equipamento, com risco de sobrecarga, aquecimento dos condutores e falhas no sistema elétrico.

Um dos sinais mais comuns dessa condição é o desarme do disjuntor durante o banho. O equipamento atua como mecanismo de proteção e interrompe automaticamente a energia quando identifica excesso de carga no circuito. Apesar de ser uma medida de segurança, esse comportamento frequente deve ser observado com atenção.

“O disjuntor não desarma por acaso. Ele atua para proteger a instalação elétrica e evitar situações mais graves, como superaquecimento ou curto-circuito. Quando isso ocorre com frequência durante o uso do chuveiro, é sinal de que há sobrecarga ou incompatibilidade na instalação”, afirma a Executiva.       

Em situações mais críticas, o excesso de corrente pode provocar aquecimento da fiação e evoluir para curto-circuito. Em casos prolongados, o cenário pode resultar em falhas mais graves, incluindo o risco de incêndio.

Por isso, o uso seguro do chuveiro elétrico depende diretamente da qualidade do dimensionamento da instalação elétrica da residência. Pequenas falhas ou adaptações inadequadas podem comprometer todo o sistema, especialmente no inverno.

 “A manutenção preventiva da instalação elétrica é fundamental para garantir a segurança e evitar acidentes domésticos. Ao perceber sinais como desarme frequente do disjuntor durante o uso do chuveiro, a orientação é interromper o uso e solicitar avaliação de um eletricista qualificado”, orienta Suzane.

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e o terceiro maior grupo de distribuição de energia do País. O grupo atende mais de 56 milhões de pessoas por meio de sete concessionárias. Em Goiás, são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, distribuídas em 237 municípios, abrangendo 98,7% do território estadual.

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BRASIL

XP Inc. registra crescimento consistente no 2T26, com receita de R$ 5,1 bilhões, lucro de R$ 1,4 bilhão e ROE de 22,5%

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A XP Inc. (NASDAQ: XP) registrou mais um trimestre de crescimento consistente, com avanço da receita, da rentabilidade e dos ativos de clientes. A receita bruta atingiu R$ 5,056 bilhões (+8% YoY) no segundo trimestre de 2026, enquanto o lucro líquido ajustado somou R$ 1,384 bilhão (+5% YoY) e o EBT ajustado alcançou R$ 1,565 bilhão (+15% YoY).

Os ativos totais de clientes (AuC, AuM e AuA) atingiram R$ 2,2 trilhões no período, crescimento de 17% na comparação anual, apoiado por uma captação líquida total de aproximadamente R$ 28 bilhões, praticamente o triplo do ano anterior.

O resultado da XP no trimestre reflete a evolução da companhia na construção de um ecossistema capaz de atender, de forma integrada, as diferentes necessidades financeiras de pessoas e empresas ao longo de suas jornadas. Com uma oferta cada vez mais completa de investimentos, crédito, banking, seguros e soluções para empresas, a XP segue ampliando sua relevância, aprofundando o relacionamento com os clientes e fortalecendo sua estratégia de crescimento de longo prazo.

O varejo manteve crescimento consistente e registrou R$ 20 bilhões em captação no segundo trimestre, com evolução da diversificação das receitas e ampliação da participação de novas linhas de negócio.

O Banco de Atacado continua sendo um importante vetor de crescimento da XP, com receita de R$ 1,175 bilhão no período, com forte expansão de 32% na comparação anual, puxada por Corporate. O segundo trimestre marcou o lançamento de novos serviços para o público PJ, com destaque para a entrada no segmento de adquirência e cartão PJ, novidades que aumentam a oferta contextualizada da companhia.

“O segundo trimestre materializa a força do nosso modelo de negócios e a consistência da nossa execução. Seguimos crescendo, ampliando a satisfação dos nossos clientes e fortalecendo nosso portfólio com soluções cada vez mais completas para pessoas físicas e empresas. Continuaremos ampliando a relevância da XP na vida financeira dos clientes e fortalecendo nossa posição para alcançar a liderança em investimentos no Brasil ao longo da próxima década”, afirma Thiago Maffra, CEO da XP Inc.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 22,5%, patamar sólido diante de um índice de Basileia que permanece em níveis confortáveis, acima do guidance de 16% a 19%, refletindo eficiência operacional e disciplina na alocação de capital. O lucro por ação diluído ajustado (EPS) cresceu 8% na comparação com o segundo trimestre de 2025. Em linha com sua estratégia de gestão de capital, a companhia segue com suas iniciativas de remuneração, tendo concluído o programa de recompra de R$ 1 bilhão e iniciado a execução de um novo programa de R$ 1 bilhão, além de realizar o pagamento de aproximadamente R$ 500 milhões em dividendos.

As despesas operacionais (SG&A) cresceram abaixo da receita, resultando em ganhos em eficiência operacional. A XP segue investindo em tecnologia, IA, produtividade, digitalização e expansão da força comercial para atingir suas estratégias de longo prazo, com foco em crescimento com eficiência e evolução da experiência do cliente em todos os seus segmentos.

Gustavo Alejo assume como novo CFO 

A divulgação dos resultados do trimestre marca, ainda, a chegada de Gustavo Alejo como CFO da XP Inc., reforço importante para a companhia, especialmente em um momento em que o Banco passa a ter cada vez mais escala, ao mesmo tempo em que a XP segue ganhando relevância no mercado.

“Estou entusiasmado por me juntar a uma companhia que combina visão de longo prazo, disciplina na alocação de capital e foco contínuo na geração de valor para clientes e acionistas. Vejo um potencial significativo para aprofundarmos ainda mais a personalização dos serviços financeiros, apoiados por tecnologia, inovação e uma proposta cada vez mais completa”, afirma Alejo.

Mais informações

Stéfane Rodrigues

Contato: 61 99339-6116

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ECONOMIA

Levantamento da Equatorial Goiás acende alerta: ocorrências por defeitos elétricos internos crescem 138% em um ano

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Dados da distribuidora apontam avanço expressivo de casos relacionados a defeitos na instalação elétrica e em equipamentos de responsabilidade dos clientes, em residências e comércios. Saiba como identificar sinais de alerta e prevenir acidentes.

Goiânia, 17 de agosto de 2026  – O número de ocorrências relacionadas a problemas na instalação elétrica interna dos imóveis em Goiás mais que dobrou em um ano, segundo levantamento do Centro de Operações Integradas (COI) da Equatorial Goiás. Em todo o estado, esses registros saltaram de 3.512, entre janeiro e julho de 2025, para 8.365 no mesmo período de 2026, um aumento de mais de 138%. 

Esse tipo de ocorrência não tem relação com falhas na rede externa de distribuição de energia, área sob responsabilidade da concessionária, e sim com a fiação e os equipamentos elétricos dentro das residências, ou seja, de responsabilidade do próprio morador. O volume já representa mais de 2,2% do total de atendimentos feitos pela concessionária no período. 

Em Goiânia, o crescimento foi ainda mais expressivo: as ocorrências internas passaram de 333, nos primeiros sete meses de 2025, para 2.200 no mesmo período de 2026. Na capital, esses casos já correspondem a cerca de 5% do total de atendimentos realizados pela concessionária entre janeiro e julho deste ano. 

O Executivo do Centro de Operações Integradas (COI) da Equatorial Goiás, Derivan Filho, explica que os dados reforçam um ponto importante para os consumidores: a mudança no padrão de consumo de energia e a responsabilidade pela manutenção da rede elétrica doméstica.  

“Esse aumento se deve à sobrecarga nos imóveis, pois os consumidores estão adquirindo mais eletrodomésticos e não estão revisando as instalações internas, isso acaba sobrecarregando as instalações e desarmando os disjuntores, entre outros problemas”, explica o executivo. 

Em todo país, as concessionárias respondem pelo fornecimento de energia até o padrão de entrada do imóvel, o ponto de conexão entre a rede pública e a instalação da residência. A partir desse ponto, a manutenção de fiação, disjuntores, quadros de distribuição e demais componentes elétricos internos é de responsabilidade do consumidor. É o que determina a Agência Nacional de Energia Elétrica. 

  * Quando procurar um eletricista 

Os defeitos na instalação elétrica interna costumam se manifestar por meio de vários sinais como: 

* desarme frequente de disjuntores; 

* oscilações de energia; 

* superaquecimento de equipamentos eletrônicos; 

* tomadas com mau contato; 

* cheiro de queimado; 

* fugas de corrente que causam choques em portões ou outras estruturas metálicas. 

Nesses casos, o gerente de Serviços Técnicos e Comerciais da Equatorial Goiás, Flávio Duarte, reforça a orientação pela manutenção preventiva, tanto para reduzir riscos aos moradores quanto para ajudar a identificar com mais precisão a origem real dos problemas de energia. 

“Quando a instalação interna não é revisada periodicamente, ela fica mais vulnerável a sobrecargas e falhas, principalmente com a chegada de novos equipamentos e eletrodomésticos que demandam mais energia. Por isso, é fundamental que o consumidor mantenha essa rotina de revisão com um profissional qualificado”, explica Flávio. 

O eletricista particular qualificado deve ser chamado sempre que houver reformas que alterem a estrutura elétrica do imóvel e a instalação de novos eletrodomésticos ou equipamentos eletrônicos que aumentem significativamente o consumo de energia, como ar-condicionado, chuveiro elétrico de maior potência, fornos elétricos ou sistemas de climatização. 

A concessionária reforça ainda que, sempre que um técnico de sua equipe identifica que a origem do problema está na instalação interna do imóvel, essa informação é comunicada ao cliente no momento do atendimento, para que ele possa buscar o reparo adequado e evitar riscos à segurança da residência.

“A rede de distribuição e as instalações elétricas dos imóveis formam um único ecossistema de fornecimento de energia. O bom desempenho desse sistema depende da conservação de ambos, contribuindo para mais segurança, confiabilidade e eficiência no dia a dia dos consumidores”, finaliza o gerente.

*Sobre a Equatorial Goiás *

A Equatorial Goiás é uma empresa pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com sete concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás, são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras atendidas, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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ECONOMIA

Reforma Tributária: Sebrae orienta pequenas empresas antes das decisões de setembro

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Pequenos negócios devem avaliar custos, clientes, fornecedores e fluxo de caixa antes de decidir como recolher IBS e CBS em 2027; Simples Nacional continuará existindo

As microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) devem aproveitar o mês de agosto para organizar as informações financeiras e tributárias do negócio, conversar com o contador e simular os impactos da Reforma Tributária. Essa é uma recomendação fundamental feita pelo Sebrae Goiás, pois entre 1º e 30 de setembro de 2026 será aberta a possibilidade de optar pelo recolhimento do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular, fora do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

O Simples Nacional não será extinto. As empresas que já estão regularmente enquadradas permanecerão automaticamente no regime em 2027, desde que atendam aos requisitos legais e não tenham sido excluídas por débitos ou outras pendências. Mesmo assim, todas devem avaliar o cenário. Quem estiver regular e não optar pelo recolhimento do IBS e da CBS fora do Simples continuará pagando os dois tributos dentro da guia única no primeiro semestre de 2027. Portanto, todas as empresas precisam analisar a nova realidade, mas nem todas terão de formalizar uma opção em setembro.

A Reforma Tributária cria duas possibilidades para as empresas do Simples. No modelo integral, IBS e CBS continuam dentro do DAS. Já no chamado modelo híbrido, esses dois tributos são calculados e pagos separadamente, pelo regime regular, enquanto os demais permanecem no Simples Nacional. A escolha pelo modelo híbrido não significa sair do Simples. A mudança ocorre apenas na forma de apuração e recolhimento do IBS e da CBS.

Não existe, entretanto, uma alternativa que seja automaticamente mais vantajosa para todos. A gerente da Unidade de Atendimento e Desenvolvimento Regional do Sebrae Goiás, Camila Moreira, alerta que a decisão deve ser precedida por uma avaliação detalhada. “O Sebrae reforça que não existe um modelo ideal para todos os empreendimentos. A escolha depende de fatores como atividade econômica, composição dos custos, perfil dos clientes, possibilidade de aproveitamento de créditos tributários, fluxo de caixa e estratégia de crescimento.”

Empresas que vendem principalmente para outras empresas, as chamadas operações B2B, estão entre as que precisam analisar a mudança com maior atenção. Isso porque o aproveitamento de créditos de IBS e CBS poderá influenciar as decisões de compra dos clientes e a competitividade dos fornecedores. Também devem aprofundar a análise os negócios que trabalham com margens reduzidas, possuem cadeias de fornecedores mais complexas, comercializam produtos ou serviços em diferentes estados, planejam expandir as atividades ou precisam revisar preços e processos internos.

Decisão terá validade semestral

A opção realizada em setembro de 2026 produzirá efeitos entre janeiro e junho de 2027. Caso o empresário faça a escolha e decida voltar atrás, poderá cancelar o pedido até o último dia de novembro de 2026. Quem não optar pelo regime regular do IBS e da CBS em setembro continuará recolhendo os tributos dentro do DAS no primeiro semestre de 2027. Uma nova oportunidade será aberta em março de 2027, com validade para o período de julho a dezembro.

Para o microempreendedor individual (MEI), a regra de enquadramento no Simei não mudou. A opção continuará sendo realizada em janeiro, até o último dia útil do mês.

Análise deve ir além da alíquota

Antes de decidir, o empresário precisa conhecer a estrutura de custos, a margem de lucro, o fluxo de caixa, o perfil dos clientes e fornecedores e a possibilidade de aproveitamento de créditos tributários. Também deve avaliar os efeitos da escolha sobre preços, capital de giro, obrigações fiscais e sistemas de gestão. Deixar a análise para os últimos dias pode levar a decisões incompatíveis com a realidade do negócio, comprometer a formação de preços e provocar dificuldades financeiras durante o período de transição.              

Outro cuidado é não tomar decisões com base apenas em publicações nas redes sociais ou explicações genéricas. Como a implantação da Reforma Tributária ocorre de forma gradual, as regras e os procedimentos operacionais continuam sendo regulamentados. “Não se devem tomar decisões com base em informações divulgadas em redes sociais ou interpretações sem respaldo legal. Como a regulamentação continua sendo publicada gradualmente, é fundamental acompanhar apenas fontes oficiais e buscar orientação técnica antes de qualquer decisão,” alerta Camila. A recomendação é acompanhar os canais da Receita Federal, do Comitê Gestor do IBS, do Portal do Simples Nacional e do Sebrae, além de manter diálogo permanente com o contador da empresa.

A adaptação não envolve somente a escolha da forma de recolhimento. Os negócios precisarão revisar controles internos, emissão de documentos fiscais, sistemas de gestão e planejamento financeiro. Para os contribuintes do Simples Nacional, a obrigatoriedade dos novos campos relativos ao IBS e à CBS nos documentos fiscais começa em 1º de janeiro de 2027. A publicação dos layouts está prevista para setembro de 2026, conforme informações divulgadas pela Receita Federal.

O prazo adicional não deve ser interpretado como motivo para adiar a preparação. As empresas podem aproveitar os próximos meses para verificar com os fornecedores de sistemas quais atualizações serão necessárias, revisar cadastros de produtos e serviços e melhorar a qualidade das informações financeiras.

Contador da empresa tem papel essencial

O Sebrae Goiás orienta que as decisões tributárias sejam tomadas com o acompanhamento do contador da empresa e com base em simulações individualizadas. Camila Moreira afirma que a instituição atua na preparação da gestão, enquanto o profissional contábil analisa a situação fiscal específica da empresa.

“O Sebrae atua como parceiro estratégico do empreendedor. Seu papel é traduzir as mudanças da legislação em orientações práticas, oferecer capacitações, diagnósticos, consultorias e ferramentas que fortaleçam a gestão da empresa. Já o contador permanece responsável pela análise técnica da situação tributária do negócio, pela avaliação das obrigações fiscais e pela orientação quanto às melhores alternativas previstas na legislação.”

Consultorias e atendimentos do Sebrae Goiás

* Entre os serviços disponíveis que podem orientar o empreendedor está a consultoria on-line gratuita. O atendimento é destinado a empresas com CNPJ, incluindo MEI, ME e EPP. A consultoria é realizada por videoconferência, tem duração aproximada de uma hora e precisa ser agendada. Acesse: www.sebraego.com.br/consultoria-online

* Também é possível buscar orientação em Gestão Financeira para revisar controles de caixa, entradas e saídas de recursos e planejamento do capital de giro: www.sebraego.com.br/consultoria-em-gestao/#financas

* O Sebrae Goiás também oferece de maneira gratuita consultoria presencial e materiais técnicos sobre a Reforma Tributária: fone 0800 570 0800, WhatsApp (62) 3250-2424 ou e-mail atendimento@sebraego.com.br

E também há materiais técnicos que podem ser baixados gratuitamente:

* E-book Reforma Tributária para Micro e Pequenas Empresas: https://lojavirtual.sebraego.com.br/loja/biblioteca-digital/20674-ebook-reforma-tributaria-para-micro-e-pequenas-empresas-abril-2026?utm_source=chatgpt.com

* E-book Reforma Tributária: o que muda para os pequenos negócios, https://lojavirtual.sebraego.com.br/loja/biblioteca-digital/20673-ebook-reforma-tributaria-o-que-muda-para-os-pequenos-negocios?utm_source=chatgpt.com

* Roteiro do Simples Nacional na Reforma Tributária: https://lojavirtual.sebraego.com.br/loja/biblioteca-digital/20675-roteiro-do-simples-nacional-na-reforma-tributaria?utm_source=chatgpt.com

Saiba mais aqui, no Portal Simples Nacional:

https://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/noticias/NoticiaCompleta.aspx?id=c739e03c-8482-473f-8e82-f38ec3b13637

Saiba mais sobre o cronograma da Receita Federal:

https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/receita-federal-e-comite-gestor-do-ibs-publicam-o-cronograma-de-implementacao-dos-documentos-fiscais-eletronicos-da-reforma-tributaria-do-consumo

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