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Lucas do Vale acompanha entrega de benefícios no Sudoeste goiano e fortalece política habitacional
Ao lado do vice-governador Daniel Vilela, o parlamentar participou da entrega de casas a custo zero nos municípios de Lagoa Santa e Itajá e do repasse de cartões do Aluguel Social em Jataí

Com atuação marcada pelo municipalismo e pela proximidade constante com as cidades que representa no Poder Legislativo, o deputado estadual Lucas do Vale (MDB) participou, na última sexta-feira (06), de uma série de ações do Governo de Goiás voltadas à política habitacional no Sudoeste goiano. A agenda, liderada pelo vice-governador Daniel Vilela, percorreu os municípios de Lagoa Santa, Itajá e Jataí e resultou na entrega de casas a custo zero, na ampliação do programa Aluguel Social e na regularização fundiária, beneficiando centenas de famílias em situação de vulnerabilidade.
Ao todo, foram entregues 78 moradias, concedidos 149 benefícios do Aluguel Social e emitidas 188 escrituras definitivas, garantindo mais segurança, dignidade e estabilidade para moradores da região. De acordo com Lucas do Vale, a iniciativa é reflexo de um trabalho contínuo de articulação junto ao Governo do Estado para assegurar que os investimentos cheguem a quem mais precisa. “As políticas habitacionais promovem mudanças concretas na vida das famílias. É gratificante ver que o Governo de Goiás mantém um olhar atento para o interior, com ações estruturantes e um trabalho consistente para garantir que o Sudoeste goiano continue avançando”, afirmou Lucas do Vale.

Ações que transformam vidas
Em Lagoa Santa, foram entregues 30 casas do programa Pra Ter Onde Morar – Casas a Custo Zero, com investimento de R$ 4 milhões. Já em Itajá, o Estado entregou 48 moradias, fruto de um aporte de R$ 6,4 milhões, além da liberação de cerca de 30 cartões do Aluguel Social. Em Jataí, maior cidade da região, foram entregues 119 cartões do benefício, no valor de R$ 350 mensais por 18 meses, e 188 escrituras de regularização fundiária.

Para Lucas do Vale, programas como o Aluguel Social têm impacto direto na qualidade de vida e, sobretudo, na economia familiar. “Quando o custo do aluguel deixa de pesar no orçamento, os recursos podem ser direcionados para alimentação, saúde e melhorias na própria casa. É um ciclo positivo que fortalece a economia local e que transforma vidas”, pontuou.
Gestores dos municípios beneficiados também destacaram a parceria com o Governo de Goiás e o apoio da Assembleia Legislativa, por meio do deputado Lucas do Vale. Em Itajá, o prefeito Lucas Machado afirmou que a entrega das 48 casas representa “um dia muito feliz” para o município e atribuiu o resultado à parceria com o Estado. Já em Lagoa Santa, o prefeito Adivar Macedo ressaltou o papel do governador Ronaldo Caiado na política habitacional e avaliou que a gestão estadual transformou a infraestrutura da região, com obras como pontes e melhorias viárias.
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LEGISLATIVO DEBATE O FUTURO DA MOBILIDADE URBANA DURANTE AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PLAMUS

O Legislativo Municipal participou, na noite de segunda-feira, 3 de agosto, de mais uma audiência pública do Plano Municipal de Mobilidade Urbana Sustentável (PLAMUS). Realizado na EMEF Jeronymo Macedo, no Setor dos Funcionários, o encontro reuniu representantes do poder público e moradores da região sul de Rio Verde para debater propostas e apresentar contribuições à elaboração do plano de mobilidade urbana do município.
Participaram da audiência o presidente da Câmara Municipal, Cabo Moraes, acompanhado dos vereadores Gerlos, Nilsim da Saúde, Professor Fábio e Lindomar Neves, além de servidores do gabinete do vereador Dieison Lima.
Promovida pela Prefeitura de Rio Verde, por meio da Secretaria de Tecnologia, Inovação e Inteligência Artificial, em parceria com a AMT, a audiência integra o processo de construção do PLAMUS, documento que estabelecerá diretrizes para orientar as políticas públicas de mobilidade urbana sustentável.
Durante a reunião, foram apresentados os principais eixos do plano, entre eles infraestrutura viária, acessibilidade, circulação urbana, integração dos modais de transporte, transporte coletivo, segurança viária, estacionamentos, educação para o trânsito e gestão da mobilidade. Também foram destacadas propostas voltadas à ampliação de tecnologias inteligentes, incentivo à micromobilidade, acessibilidade universal e transporte sustentável.

A audiência contou ainda com a participação do coordenador do Comitê Diretor do PLAMUS, Kermme Rebouças; do presidente da AMT, Welker Rubens; da procuradora municipal Carolina Mérida; e do secretário municipal de Tecnologia, Inovação e Inteligência Artificial, Pedro Cunha.
Durante a audiência, os participantes foram divididos em grupos de trabalho para discutir propostas e apresentar sugestões sobre infraestrutura urbana, acessibilidade, segurança viária e transporte coletivo. As contribuições foram entregues à equipe técnica, que informou que serão avaliadas com base em critérios de viabilidade técnica, segurança e conformidade legal.
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RODRIGUES DE MENDONÇA, FAMÍLIA PIONEIRA DE RIO VERDE

José Rodrigues de Mendonça e sua esposa dona Florentina Cláudia de São Bernardo, vindos da cidade de Casa Branca, Estado de São Paulo, por volta de 1830, onde tiveram 8 filhos: Maria, Thomaz, Ana Joaquina, Joaquim, José, João, Delfina e Quintiliano, todos de cor parda. Aqui se apossaram e fixaram na região denominada fazenda São Tomas, doando parte destas terras para Nossa Senhora das Dores, onde seria construída uma capela em sua homenagem. As primeiras casas de Rio Verde, eram de pau-a-pique, barreadas com estrume de gado ou casas de paredes de adobe, começaram a ser erguidas nas imediações onde hoje está o Palácio da Intendência e em reconhecimento a este valor histórico foi erguido um monumento o ponto zero de Rio Verde, em frente ao Tiro de Guerra 11-006.
De sua formação de arraial até chegar à cidade, recebeu várias denominações: Arraial das Dores de Rio Verde, Arraial das Abóboras, Vila das Abóboras, Freguesia de Nossa Senhora das Dores de Rio Verde, Resolução 6 de 05/08/1848, data em que se comemora o aniversário da cidade e finalmente em 31 de julho de 1882, Dr. Cornélio Pereira de Magalhães, presidente da Província de Goiás, elevou a vila de Rio Verde à categoria de cidade, através da Lei nº. 670.
Padre Serafim José da Silva foi o primeiro padre de Rio Verde, exerceu suas atividades eclesiásticas de 1845 até sua morte em 1885, inclusive foi ele que em 25 de agosto de 1846, lavrou a escritura particular de doação de terras para a regulamentação do patrimônio de José Rodrigues de Mendonça e sua esposa dona Florentina. Esta escritura foi feita debaixo de uma faveira, que após este ato, se tornou uma árvore histórica, mas por desentendimentos entre moradores do arraial, a mesma fora cortada, o que motivou uma revolta popular, quase lincharam o soldado autor do corte.
Por volta de 1845, de pau-a-pique, palha sendo a cobertura, assim nascia a primeira igreja juntamente do povoado, esta capela dedicada à Nossa Senhora das Dores. O primeiro cemitério situava nos fundos da igreja da Praça Ricardo Campos, que já não existe mais, esta praça se localizava em frente onde é hoje o Palácio da Intendência. O primeiro prédio em alvenaria e tijolos pertencia ao Senhor Candinho Ferreira, comprado por Frederico Gonzaga Jaime, fora construído por Joaquim Rodrigues de Abreu, este sobrado é hoje o Casarão Major Frederico Gonzaga Jayme. O primeiro jornal surgiu em 1845, “Voz do Povo”. A primeira mulher a dirigir um automóvel foi Naides Leão Teixeira, em 1919, com 15 anos de idade. A primeira casa que recebeu tinta em Rio Verde foi a propriedade da viúva Maria Teodora, era toda amarela com portais azuis. O Padre Serafim José da Silva foi o primeiro padre de Rio Verde, exerceu suas atividades eclesiásticas de 1845 até sua morte em 1885. O primeiro Intendente Municipal foi Benjamim Emigdio Hollagray, eleito em 1889 e o primeiro Prefeito Municipal foi Antônio Martins Borges.
Dona Florentina Cláudia de São Bernardo, esposa de José Rodrigues de Mendonça, faleceu em 16 de janeiro de 1858, e o viúvo já com 80 anos, em 25 de junho de 1866, casou-se novamente com Cândida Francisca da Silva, de 22 anos de idade. José Rodrigues de Mendonça morreu com 83 anos de idade em 19 de dezembro de 1869.
O município de Rio Verde, atualmente ocupa uma área de 8.374.255 km2, está localizado na microrregião 013 do sudoeste de Goiás e no centro-oeste do Brasil, com uma altitude média de 748 m, temperatura média anual entre 20ºC e 35ºC, vegetação formada de cerrados e matas residuais, solo latossolo vermelho escuro com texturas argilosa e areno-argilosa, topografia plana, levemente ondulada com 5% de declive, possui 3 distritos ( Ouroana, Riverlândia e Lagoa do Bauzinho e o atual prefeito é o Senhor Dr. Wellington Carrijo.
Mensagem de aniversário à minha querida Rio Verde:
Rio Verde – 178 anos de história, progresso e orgulho!
Hoje 05 de agosto, celebramos os 178 anos de Rio Verde, uma cidade que se tornou referência de trabalho, desenvolvimento e inovação. Berço de um povo acolhedor e empreendedor, Rio Verde orgulha o Estado de Goiás e conquista reconhecimento em todo o Brasil e no cenário internacional, destacando-se pela força do agronegócio, da indústria, do comércio, da educação, da saúde, da cultura e da tecnologia.
Cidade progressista, moderna, bela e em constante crescimento, Rio Verde é exemplo de que o desenvolvimento sustentável nasce da união entre o trabalho, a visão de futuro e o compromisso de sua gente.
Parabéns, Rio Verde, pelos seus 178 anos de uma história construída com dedicação, coragem e esperança. Que o futuro reserve ainda mais conquistas, prosperidade e qualidade de vida para todos os seus cidadãos.
Parabéns, Rio Verde! Que Deus continue abençoando esta terra tão querida e promissora.
João Orlando Cruvinel de Lima
cidade
Rio Verde, 178 anos: da terra dos pioneiros à potência do agronegócio brasileiro
Município celebra trajetória marcada pela força do campo, crescimento econômico, expansão urbana e desenvolvimento que o consolidaram como um dos principais polos de Goiás e do Centro-Oeste

No dia 5 de agosto, Rio Verde celebra 178 anos de emancipação política, consolidando uma trajetória de desenvolvimento que transformou um pequeno povoado do sudoeste goiano em uma das cidades mais prósperas do Brasil. Ao longo de quase dois séculos, o município construiu sua história sobre o trabalho de seu povo, a força do agronegócio, o empreendedorismo, os investimentos em infraestrutura e uma economia diversificada que hoje o coloca entre os maiores centros de produção de riquezas do país.
A história de Rio Verde começou em meados do século XIX, quando famílias de desbravadores chegaram à região atraídas pela fertilidade das terras e pela abundância de água. O povoado cresceu ao redor da antiga Capela de Nossa Senhora das Dores e, em 5 de agosto de 1848, conquistou sua emancipação política, iniciando um processo de desenvolvimento que mudaria definitivamente o sudoeste goiano.
Do campo nasceu a prosperidade
Desde os primeiros anos, a agropecuária tornou-se a principal vocação econômica do município. Inicialmente baseada na pecuária extensiva, Rio Verde evoluiu para um modelo altamente tecnificado de produção agrícola, tornando-se referência nacional na produção de soja, milho, sorgo, feijão, tomate, sementes e diversas outras culturas.
A força do campo também impulsionou a produção de carnes, leite, aves e suínos, formando um complexo agroindustrial robusto que movimenta bilhões de reais todos os anos e gera milhares de empregos diretos e indiretos.
A chegada da agricultura moderna, principalmente a partir da década de 1970, revolucionou a economia local. Produtores rurais investiram em tecnologia, mecanização, irrigação, pesquisa genética e sustentabilidade, elevando a produtividade e transformando Rio Verde em um dos maiores celeiros agrícolas do país.
Hoje, grandes cooperativas, tradings e indústrias multinacionais escolheram o município para instalar unidades de processamento de grãos, produção de biocombustíveis, fabricação de alimentos e logística, fortalecendo ainda mais sua posição estratégica no agronegócio brasileiro.
Economia que cresce acima da média

O desenvolvimento agrícola abriu caminho para uma economia diversificada. Rio Verde consolidou-se como polo regional de comércio, serviços, saúde, educação superior, tecnologia e inovação.
Com um Produto Interno Bruto (PIB) superior a R$ 22 bilhões, o município figura entre as maiores economias de Goiás e está entre os principais geradores de riqueza do Centro-Oeste. O crescimento econômico atrai novos investimentos, amplia a arrecadação pública e fortalece setores como construção civil, transporte, indústria e prestação de serviços.
Empresas nacionais e internacionais instalaram operações no município, aproveitando sua localização estratégica, infraestrutura logística e forte produção agropecuária. O município tornou-se referência na industrialização do milho, produção de etanol, processamento de carnes, armazenagem de grãos e fabricação de insumos para o agronegócio.
Esse ambiente favorável aos negócios também impulsionou o empreendedorismo, aumentando significativamente o número de pequenas e médias empresas e fortalecendo o comércio local.
Expansão urbana transforma a cidade

O crescimento econômico refletiu diretamente na expansão urbana. Novos bairros surgiram em diferentes regiões da cidade, acompanhados por investimentos em pavimentação, saneamento básico, mobilidade urbana, iluminação pública, educação, saúde e lazer.
Nos últimos anos, Rio Verde passou por um intenso processo de modernização. Grandes avenidas foram duplicadas, parques urbanos foram implantados, áreas de lazer ampliadas e equipamentos públicos modernizados, acompanhando o aumento da população e melhorando a qualidade de vida dos moradores.
Outro fenômeno marcante é a verticalização. Edifícios residenciais e comerciais passaram a integrar a paisagem urbana, modificando o perfil arquitetônico da cidade e refletindo o aquecimento do mercado imobiliário. A construção de condomínios horizontais e verticais demonstra a confiança de investidores no potencial econômico do município e atende à crescente demanda por moradia e espaços corporativos.
Educação, ciência e inovação
O desenvolvimento de Rio Verde também passa pela educação. A presença da Universidade de Rio Verde (UniRV), de instituições federais e privadas de ensino superior e de centros de pesquisa fortaleceu a formação de profissionais qualificados e aproximou a produção científica das demandas do agronegócio.
A cidade investe ainda em inovação tecnológica, agricultura digital, inteligência artificial, startups e qualificação profissional, preparando-se para os desafios de uma economia cada vez mais baseada no conhecimento.
Cultura preserva a identidade rio-verdense
Mesmo com o intenso crescimento econômico, Rio Verde mantém vivas suas tradições culturais. Festas religiosas, manifestações populares, exposições agropecuárias, eventos literários, festivais de música, feiras culturais e apresentações artísticas ajudam a preservar a identidade do município.
Entidades culturais, academias de letras, museus, bibliotecas, grupos de teatro, artistas plásticos, músicos e escritores desempenham papel fundamental na valorização da história local e na formação de novas gerações.
A produção literária rio-verdense também ganhou projeção nacional, com autores participando de importantes eventos, como a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), ampliando a presença da cultura local no cenário brasileiro.
Cidade preparada para o futuro
Ao completar 178 anos, Rio Verde reúne características que poucas cidades brasileiras conseguiram alcançar: economia forte, agronegócio competitivo, indústria em expansão, comércio consolidado, educação de qualidade, infraestrutura moderna e crescente capacidade de inovação.
Os desafios permanecem, especialmente nas áreas de mobilidade, sustentabilidade, habitação e planejamento urbano. No entanto, a história do município demonstra que sua capacidade de adaptação e seu espírito empreendedor continuam sendo os principais motores do desenvolvimento.
Mais do que celebrar uma data histórica, o aniversário de Rio Verde representa o reconhecimento de uma trajetória construída por pioneiros, produtores rurais, empresários, trabalhadores, educadores, lideranças comunitárias e cidadãos que ajudaram a transformar o município em uma referência estadual e nacional.
Aos 178 anos, Rio Verde reafirma sua vocação para crescer, inovar e gerar oportunidades, mantendo suas raízes históricas enquanto projeta um futuro de desenvolvimento sustentável, prosperidade econômica e qualidade de vida para sua população.
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