AGRO
EXPO RIO VERDE 2026 INICIA MONTAGEM DA ESTRUTURA E REFORÇA CONTAGEM REGRESSIVA PARA A MAIOR EDIÇÃO DA FESTA

A preparação para a Expo Rio Verde 2026 entrou em nova fase nesta terça-feira, 12 de maio, com a chegada das primeiras ferragens que darão início à montagem da estrutura do evento, realizado de 02 a 12 de julho, em Rio Verde.
Promovida pelo Sindicato Rural de Rio Verde, a festa é uma das maiores do estado e reúne grandes shows, rodeio e entretenimento para milhares de visitantes.
Nos próximos dias, o Parque de Exposições receberá as estruturas de palco, camarotes, arquibancadas, arena, espaços comerciais e gastronômicos, transformando o local para receber o público com conforto e segurança.
A expectativa para a edição 2026 é de recorde de público e mais uma vez consolidar a Expo Rio Verde entre os grandes eventos do Brasil.
AGRO
Agrodefesa destaca importância da vigilância permanente para sanidade do rebanho goiano
No mês em que se comemora um ano do reconhecimento internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação, Agência pede engajamento de entidades e produtores na prevenção de doenças e adoção de boas práticas no campo

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) acaba de lançar a Nota Técnica 1/2026, que reforça o alerta sobre a importância de práticas preventivas como vacinação, manejo sanitário e bem-estar animal para fortalecer a sanidade dos rebanhos estaduais. O documento, enviado às entidades representativas do setor produtivo pecuário, cita que neste mês de maio se completa um ano do reconhecimento internacional de Goiás e do Brasil como área livre de febre aftosa sem vacinação e destaca que a manutenção deste status exige atenção permanente à sanidade animal.
Para o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, a parceria entre governos, entidades, empresas e produtores é fundamental para valorizar o patrimônio agropecuário, assegurar as conquistas sanitárias, preservar a sustentabilidade das cadeias produtivas e ampliar mercados para os produtos goianos. “Obtivemos uma grande vitória com o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação. É como uma marca de qualidade sanitária para os nossos rebanhos. Mas isso também aumentou nossa responsabilidade no sentido de fortalecer as demais práticas preventivas no campo para que não haja retrocessos tanto no que diz respeito à aftosa quanto a outras doenças”, argumenta ele.

Neste contexto, o diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Rafael Vieira, lembra que a vacinação contra brucelose bovina e bubalina merece atenção especial. “A imunização é a principal medida de prevenção contra a doença e é obrigatória para fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade, devendo ser realizada por médico-veterinário cadastrado. O cumprimento dessa medida é indispensável para a proteção da saúde animal e da saúde pública, já que a brucelose é uma zoonose, e deve ser uma prioridade”, enfatiza.
Além da vacinação obrigatória, as vacinações preventivas complementares permanecem como medidas estratégicas, especialmente no cenário pós-retirada da vacinação contra a febre aftosa. “A redução dessas vacinações aumenta a vulnerabilidade dos animais, favorece perdas produtivas e eleva os custos com tratamentos, comprometendo a eficiência econômica da atividade pecuária”, explica a gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Denise Toledo.
Recomendações
Em ofício enviado às entidades representativas do setor produtivo pecuário, o presidente José Ricardo Caixeta Ramos cita o papel estratégico das instituições como multiplicadoras de informações junto aos produtores e pede apoio para ampla divulgação das orientações contidas na Nota Técnica 1/2026. Entre outros pontos, a Agrodefesa defende:
A necessidade de cumprimento rigoroso das vacinações obrigatórias, em especial da vacinação contra brucelose.
A relevância das vacinações e práticas preventivas não obrigatórias, como instrumento essencial para a redução de perdas produtivas e para a proteção do patrimônio pecuário.
A importância dos manejos sanitários periódicos, que favorecem a observação dos animais, a detecção precoce de sinais clínicos e o fortalecimento da vigilância sanitária.
O papel do bem-estar animal como medida preventiva, uma vez que condições adequadas de manejo, ambiência e nutrição reduzem o estresse fortalecem a resposta imunológica e contribuem para a prevenção de enfermidades.
O uso consciente de antimicrobianos, contribuindo para a mitigação da resistência antimicrobiana.
A responsabilidade compartilhada entre produtores rurais e suas entidades representativas, a rede privada da indústria de produção de insumos biológicos e farmoquímicos, o comércio de produtos veterinários, a assistência técnica e extensão rural, os médicos-veterinários e a Agrodefesa para preservação do status sanitário alcançado.
Reconhecimento
Em 29 de maio de 2025, a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) reconheceu oficialmente o Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação. O anúncio ocorreu durante a 92ª Sessão Geral da Assembleia dos Delegados Nacionais, em Paris, na França. Entre os estados brasileiros que contribuíram para a conquista, Goiás se destacou pela excelência em vigilância sanitária e pela robustez de seu sistema de defesa agropecuária. A última campanha de vacinação obrigatória contra febre aftosa em Goiás ocorreu em novembro de 2022. Em março de 2024, o estado foi reconhecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) como zona livre de aftosa sem vacinação. O último foco de febre aftosa em território goiano foi registrado em agosto de 1995.
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AGRONEGÓCIO
Governo do Brasil anuncia R$ 10 bilhões para modernização do campo e avança na renegociação de dívidas rurais
Além da nova modalidade de crédito para máquinas e equipamentos agrícolas, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, na Agrishow, que o governo prepara programa para renegociação da dívida rural

Na abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), no domingo (26/4), o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou uma nova linha de R$ 10 bilhões em crédito do MOVE Brasil para modernização de máquinas e implementos agrícolas, além de antecipar que o governo prepara um programa de renegociação de dívidas rurais, para ampliar a capacidade de investimento e a competitividade do setor.
São R$ 10 bilhões para financiar trator, implementos, colheitadeiras, toda a parte de máquinas agrícolas. Pela própria Finep diretamente ou pelos parceiros: cooperativas, bancos privados e o Banco do Brasil. Em três semanas, a gente vai ter R$ 10 bilhões com juros bem mais baixos para poder financiar a modernização e a troca de máquinas e equipamentos”
“São R$ 10 bilhões para financiar trator, implementos, colheitadeiras, toda a parte de máquinas agrícolas. Pela própria Finep diretamente ou pelos parceiros: cooperativas, bancos privados e o Banco do Brasil. Em três semanas, a gente vai ter R$ 10 bilhões com juros bem mais baixos para poder financiar a modernização e a troca de máquinas e equipamentos”, destacou.
A medida segue a trajetória de sucesso do MOVE Brasil para renovação da frota de caminhões, lançado em janeiro deste ano. “Nós tínhamos feito 10 bilhões de crédito, com juros mais baixos, para a venda de caminhões. E o sucesso foi tão grande que acabou em 60 dias, foi esgotado o crédito. Então estamos lançando um outro MOVE Brasil, MOVE Agricultura, voltado a tratores, implementos agrícolas, semeadeiras, plantadeiras, como aqui, colheitadeiras, enfim, toda a parte agrícola”, afirmou Alckmin.
O vice-presidente também anunciou que o governo vai avançar na renegociação das dívidas do setor, contemplando produtores inadimplentes e adimplentes . “O governo vai tratar dessa questão. Para quem está inadimplente e até para quem está adimplente, vai ter um empenho na renegociação das dívidas”, declarou.
INOVAÇÃO — Durante o evento, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, ressaltou o compromisso com a tecnificação e mecanização do agronegócio. “Nós temos travado o grande desafio que é promover a mecanização e a tecnificação das propriedades agrícolas da Agricultura Familiar. E isso só tem sido possível porque a gente tem ao nosso lado um setor industrial que está ativo, olha o tempo inteiro para as necessidades dessa agricultura de pequena escala, que produz a variedade dos alimentos que chega às nossas mesas”, disse.
ACORDO — Já o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, pontuou que o setor vai crescer ainda mais com a entrada em vigor do acordo Mercosul-União Europeia. “No dia 1º de maio, nós vamos ter a alegria de ver entrar em vigência o acordo Mercosul-União Europeia, que vai beneficiar muitos dos produtos agropecuários. No meu estado [Pernambuco], por exemplo, a fruticultura está em festa. No caso das uvas, vamos deixar de pagar uma tarifa de 12% e vamos passar a ter tarifa zero. Esse é um esforço muito grande, que eu tenho certeza absoluta, que nos ajuda bastante a avançar construindo um agro cada vez mais forte”, afirmou.
CRÉDITO — A nova modalidade do MOVE Brasil prevê a disponibilização de linha de financiamento de R$ 10 bilhões com recursos do superávit do FNDCT, gerenciada pela Finep, destinada à modernização do maquinário agrícola, com foco em conteúdo nacional, inovação e pesquisa e desenvolvimento (P&D). A nova linha estará disponível em 20 a 30 dias e será operada diretamente pela Finep e, também, pelas instituições financeiras a ela credenciadas.
Pela primeira vez, as cooperativas do setor agrícola terão acesso direto a crédito da Finep para financiar máquinas e equipamentos, implementos e agricultura digital. São exemplos: cultivadores motorizados, tratores, pulverizadores, colheitadeiras, adubadeiras, sementadeiras, entre outros. A captação de recursos do FNDCT permite à Finep oferecer condições mais vantajosas para o financiamento de projetos de inovação da cadeia agroindustrial nacional.
A nova linha amplia a estratégia do Governo do Brasil de impulsionar investimentos produtivos com crédito em condições mais acessíveis. Mais do que financiamento, o MOVE Brasil para máquinas e implementos agrícolas articula agro, indústria e inovação, promovendo ganhos de produtividade, redução de custos operacionais e fortalecimento da competitividade brasileira.
ESTRATÉGIA INTEGRADA — O MOVE Brasil para máquinas e equipamentos agrícolas atua de forma complementar e estratégica junto a outras políticas de sucesso do Governo do Brasil. Enquanto a nova linha financia o investimento estrutural em maquinário, o Plano Safra 2025/2026, o maior da história do país, garante o capital necessário para a produção, com volumes recordes de R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 89 bilhões para a agricultura familiar. A combinação entre crédito para investimento e financiamento da produção fortalece a capacidade produtiva do campo brasileiro e amplia a escala de competitividade do setor.
EXPANSÃO HISTÓRICA — O lançamento ocorre em um momento de forte expansão do agronegócio brasileiro.
Desde 2023, o Brasil abriu 600 novos mercados internacionais para produtos agropecuários, o maior avanço da história, ampliando destinos e reduzindo a vulnerabilidade a oscilações externas.
Em 2025, o agronegócio registrou US$ 169,2 bilhões em exportações, maior valor da série histórica, respondendo por 48,5% de tudo o que o Brasil exportou no ano. Em fevereiro de 2026, o setor alcançou US$ 12,05 bilhões, o melhor resultado já registrado para o mês.
Na produção, a safra nacional de grãos atingiu 346,1 milhões de toneladas em 2025, recorde histórico absoluto. Para o ciclo 2025/2026, a projeção é alcançar até 356,3 milhões de toneladas, segundo estimativas da Conab. Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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