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Entrega do AgroHub UniRV marca início de nova etapa da Inovação em Rio Verde

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Dia 14 de novembro, a Universidade de Rio Verde subiu mais um degrau em sua consolidação como agente de desenvolvimento com a entrega do Centro de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação – Agrohub UniRV.

O novo espaço integra infraestrutura moderna, ambientes de coworking e salas de pós-graduação, fortalecendo a presença da Universidade como referência regional em ciência, tecnologia e empreendedorismo.

O evento contou com a presença de autoridades municipais, estaduais, representantes do setor produtivo, pesquisadores, e membros da Administração Superior. A cerimônia simboliza um novo capítulo para a produção científica e para o ecossistema de inovação do Sudoeste Goiano.

            Abrindo os pronunciamentos, a Consultora de Inovação, Professora Dra. Juliana Suzin, destacou o valor histórico do momento, reforçando o papel da UniRV ao se posicionar como um ator importante no ecossistema de ciência, tecnologia e inovação regional.

            “Este Centro é o resultado de anos de trabalho, parcerias e visão estratégica. Este momento é um marco que mostra o avanço e o protagonismo da Universidade de Rio Verde em uma cidade movida pela inovação. Vemos aqui toda uma estrutura montada para a produção de conhecimento, desenvolvimento de StartUps, integração de soluções e grupos de pesquisa em prol de melhorias para a sociedade”, declarou.

Em seguida, o Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás – FAPEG, Marcos Fernando Arriel, falou sobre o impacto da UniRV para todo o estado de Goiás, potencializando a ligação entre academia e mercado.

            “Nós da FAPEG temos a missão de fomentar a ciência, a tecnologia e a inovação. Nesse sentido a UniRV tem um papel fundamental formando pesquisadores e empreendedores inovadores que transformam ideias em negócios. Este Centro dialoga diretamente com a nossa política, e por isso tenho certeza que daqui sairão grandes ideias. A FAPEG acredita na ciência como motor do desenvolvimento, e a UniRV se torna peça-chave nesse processo”, afirma.

Representando a ANPROTEC, Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, o Diretor Presidente do Parque Tecnológico de Jataí, Carlos Alberto Costa, reforçou a importância da integração entre academia e setor produtivo.

            “Inovação não nasce sozinha, ela surge quando Universidades, empresas, governo e sociedade se conectam. O que vemos hoje na UniRV é a materialização dessa parceria, gerando condições para que StartUps, pesquisadores e empreendedores encontrem um ambiente fértil para transformar ideias em soluções reais”, ponderou.

O Prefeito de Rio Verde, Dr. Wellington Carrijo, ressaltou a parceria histórica do município com a Universidade e reconheceu seu papel no crescimento econômico regional.

            “A UniRV sempre foi sinônimo de desenvolvimento para Rio Verde. Essa Universidade, que é reconhecida em todo o Brasil, sai na frente mais uma vez, trazendo ciência, tecnologia e inovação para o acadêmico. Tudo isso é possível graças à gestão do atual Reitor, que mantém inabalável o serviço social ao qual a instituição se propõe. Hoje, com a entrega deste Centro, a cidade ganha um espaço que beneficia não só acadêmicos, mas toda a população. Inovação traz qualidade de vida, avanço econômico, e oportunidade. Rio Verde tem orgulho de caminhar ao lado da UniRV”, reiterou o Prefeito.

Deixando clara sua alegria com mais uma realização de tamanho porte na Universidade, o reitor, Professor Dr. Alberto Barella Netto, destacou a relevância da obra ao centralizar inovação, pesquisa e pós-graduação, além de consolidar parcerias estratégicas. “Este Centro nasce para ser um lugar de encontro entre academia, setor produtivo, governo e sociedade civil, formando a Hélice Quádrupla do desenvolvimento, e trabalhando juntos para transformar desafios em soluções em prol da população e da ciência”, declarou.

            O reitor destaca que o Agrohub simboliza a visão de futuro da UniRV em se consolidar como uma Universidade que inova, empreende, dialoga com o mundo e que devolve à sociedade conhecimento capaz de transformar.

            “Aqui oferecemos infraestrutura moderna, laboratórios avançados, ambientes colaborativos e, em breve, nossa Smart Farm, que conta com 40 hectares, sendo 16 irrigados na FabLab, que permitirá testar tecnologias diretamente no campo. Aqui, pesquisadores, estudantes, empresas e órgãos públicos de todos os setores poderão trabalhar em projetos, desenvolver tecnologias, gerar dados para políticas públicas e fortalecer todo o mercado”, destacou o reitor.

            “Já contamos com 12 startups incubadas e cerca de 10 milhões de reais em investimentos. Hoje, lançamos as bases de um ecossistema que pertence a todos nós e que certamente impulsionará Goiás e o Brasil a um novo patamar de inovação”, concluiu.

Em seu discurso, o reitor Alberto Barella realizou ainda a assinatura da proposta de lei do Edital de Incentivo à Pesquisa e Inovação, a ser encaminhada ao Legislativo Municipal, com previsão de R$ 1 milhão em fomento para startups e projetos tecnológicos.

            “Este edital permitirá que ideias nascidas aqui ganhem força, saiam do papel e alcancem o Brasil e o mundo”, completou.

Durante a cerimônia, foram destacadas as instituições que forneceram Cartas de Apoio ao projeto submetido à FINEP, incluindo empresas do agronegócio, cooperativas, órgãos públicos, startups e instituições de pesquisa.

            Também foram anunciadas as empresas pré-incubadas no AgroHub UniRV, entre elas: Implement.Conect, Secagem Digital, Groubots, Silobot, Acesse Libras IA, Piutech, TechBieer, Plataforma Virtus, Abobrão Delivery, Farm Tim, Destine e Futura Drones.

Após os pronunciamentos, os presentes participaram do descerramento da placa, solenidade que dá o pontapé inicial ao novo capítulo da história da Universidade de Rio Verde. Equipe ASCOM/Jornalista Ana Júlia Sales/Fotos: Marcos Santos

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LEGISLATIVO DEBATE O FUTURO DA MOBILIDADE URBANA DURANTE AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PLAMUS

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O Legislativo Municipal participou, na noite de segunda-feira, 3 de agosto, de mais uma audiência pública do Plano Municipal de Mobilidade Urbana Sustentável (PLAMUS). Realizado na EMEF Jeronymo Macedo, no Setor dos Funcionários, o encontro reuniu representantes do poder público e moradores da região sul de Rio Verde para debater propostas e apresentar contribuições à elaboração do plano de mobilidade urbana do município.

Participaram da audiência o presidente da Câmara Municipal, Cabo Moraes, acompanhado dos vereadores Gerlos, Nilsim da Saúde, Professor Fábio e Lindomar Neves, além de servidores do gabinete do vereador Dieison Lima.

Promovida pela Prefeitura de Rio Verde, por meio da Secretaria de Tecnologia, Inovação e Inteligência Artificial, em parceria com a AMT, a audiência integra o processo de construção do PLAMUS, documento que estabelecerá diretrizes para orientar as políticas públicas de mobilidade urbana sustentável.

Durante a reunião, foram apresentados os principais eixos do plano, entre eles infraestrutura viária, acessibilidade, circulação urbana, integração dos modais de transporte, transporte coletivo, segurança viária, estacionamentos, educação para o trânsito e gestão da mobilidade. Também foram destacadas propostas voltadas à ampliação de tecnologias inteligentes, incentivo à micromobilidade, acessibilidade universal e transporte sustentável.

A audiência contou ainda com a participação do coordenador do Comitê Diretor do PLAMUS, Kermme Rebouças; do presidente da AMT, Welker Rubens; da procuradora municipal Carolina Mérida; e do secretário municipal de Tecnologia, Inovação e Inteligência Artificial, Pedro Cunha.

Durante a audiência, os participantes foram divididos em grupos de trabalho para discutir propostas e apresentar sugestões sobre infraestrutura urbana, acessibilidade, segurança viária e transporte coletivo. As contribuições foram entregues à equipe técnica, que informou que serão avaliadas com base em critérios de viabilidade técnica, segurança e conformidade legal.

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RODRIGUES DE MENDONÇA, FAMÍLIA PIONEIRA DE RIO VERDE

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Imagem ilustrativa inspirada na época

 José Rodrigues de Mendonça e sua esposa dona Florentina Cláudia de São Bernardo, vindos da cidade de Casa Branca, Estado de São Paulo, por volta de 1830, onde tiveram 8 filhos: Maria, Thomaz, Ana Joaquina, Joaquim, José, João, Delfina e Quintiliano, todos de cor parda. Aqui se apossaram e fixaram na região denominada fazenda São Tomas, doando parte destas terras para Nossa Senhora das Dores, onde seria construída uma capela em sua homenagem. As primeiras casas de Rio Verde, eram de pau-a-pique, barreadas com estrume de gado ou casas de paredes de adobe, começaram a ser erguidas nas imediações onde hoje está o Palácio da Intendência e em reconhecimento a este valor histórico foi erguido um monumento o ponto zero de Rio Verde, em frente ao Tiro de Guerra 11-006.

De sua formação de arraial até chegar à cidade, recebeu várias denominações: Arraial das Dores de Rio Verde, Arraial das Abóboras, Vila das Abóboras, Freguesia de Nossa Senhora das Dores de Rio Verde, Resolução 6 de 05/08/1848, data em que se comemora o aniversário da cidade e finalmente em 31 de julho de 1882, Dr. Cornélio Pereira de Magalhães, presidente da Província de Goiás, elevou a vila de Rio Verde à categoria de cidade, através da Lei nº. 670.

Padre Serafim José da Silva foi o primeiro padre de Rio Verde, exerceu suas atividades eclesiásticas de 1845 até sua morte em 1885, inclusive foi ele que em 25 de agosto de 1846, lavrou a escritura particular de doação de terras para a regulamentação do patrimônio de José Rodrigues de Mendonça e sua esposa dona Florentina. Esta escritura foi feita debaixo de uma faveira, que após este ato, se tornou uma árvore histórica, mas por desentendimentos entre moradores do arraial, a mesma fora cortada, o que motivou uma revolta popular, quase lincharam o soldado autor do corte.

Por volta de 1845, de pau-a-pique, palha sendo a cobertura, assim nascia a primeira igreja juntamente do povoado, esta capela dedicada à Nossa Senhora das Dores. O primeiro cemitério situava nos fundos da igreja da Praça Ricardo Campos, que já não existe mais, esta praça se localizava em frente onde é hoje o Palácio da Intendência. O primeiro prédio em alvenaria e tijolos pertencia ao Senhor Candinho Ferreira, comprado por Frederico Gonzaga Jaime, fora construído por Joaquim Rodrigues de Abreu, este sobrado é hoje o Casarão Major Frederico Gonzaga Jayme. O primeiro jornal surgiu em 1845, “Voz do Povo”. A primeira mulher a dirigir um automóvel foi Naides Leão Teixeira, em 1919, com 15 anos de idade. A primeira casa que recebeu tinta em Rio Verde foi a propriedade da viúva Maria Teodora, era toda amarela com portais azuis. O Padre Serafim José da Silva foi o primeiro padre de Rio Verde, exerceu suas atividades eclesiásticas de 1845 até sua morte em 1885. O primeiro Intendente Municipal foi Benjamim Emigdio Hollagray, eleito em 1889 e o primeiro Prefeito Municipal foi Antônio Martins Borges.

Dona Florentina Cláudia de São Bernardo, esposa de José Rodrigues de Mendonça, faleceu em 16 de janeiro de 1858, e o viúvo já com 80 anos, em 25 de junho de 1866, casou-se novamente com Cândida Francisca da Silva, de 22 anos de idade. José Rodrigues de Mendonça morreu com 83 anos de idade em 19 de dezembro de 1869.

O município de Rio Verde, atualmente ocupa uma área de 8.374.255 km2, está localizado na microrregião 013 do sudoeste de Goiás e no centro-oeste do Brasil, com uma altitude média de 748 m, temperatura média anual entre 20ºC e 35ºC,  vegetação formada de cerrados e matas residuais, solo latossolo vermelho escuro com texturas argilosa e areno-argilosa, topografia plana, levemente ondulada com 5% de declive, possui 3 distritos ( Ouroana, Riverlândia e Lagoa do Bauzinho e o  atual prefeito é o Senhor Dr. Wellington Carrijo.

Mensagem de aniversário à minha querida Rio Verde:

Rio Verde – 178 anos de história, progresso e orgulho!

Hoje 05 de agosto, celebramos os 178 anos de Rio Verde, uma cidade que se tornou referência de trabalho, desenvolvimento e inovação. Berço de um povo acolhedor e empreendedor, Rio Verde orgulha o Estado de Goiás e conquista reconhecimento em todo o Brasil e no cenário internacional, destacando-se pela força do agronegócio, da indústria, do comércio, da educação, da saúde, da cultura e da tecnologia.

Cidade progressista, moderna, bela e em constante crescimento, Rio Verde é exemplo de que o desenvolvimento sustentável nasce da união entre o trabalho, a visão de futuro e o compromisso de sua gente.

Parabéns, Rio Verde, pelos seus 178 anos de uma história construída com dedicação, coragem e esperança. Que o futuro reserve ainda mais conquistas, prosperidade e qualidade de vida para todos os seus cidadãos.

Parabéns, Rio Verde! Que Deus continue abençoando esta terra tão querida e promissora.

 João Orlando Cruvinel de Lima

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Rio Verde, 178 anos: da terra dos pioneiros à potência do agronegócio brasileiro

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Município celebra trajetória marcada pela força do campo, crescimento econômico, expansão urbana e desenvolvimento que o consolidaram como um dos principais polos de Goiás e do Centro-Oeste

No dia 5 de agosto, Rio Verde celebra 178 anos de emancipação política, consolidando uma trajetória de desenvolvimento que transformou um pequeno povoado do sudoeste goiano em uma das cidades mais prósperas do Brasil. Ao longo de quase dois séculos, o município construiu sua história sobre o trabalho de seu povo, a força do agronegócio, o empreendedorismo, os investimentos em infraestrutura e uma economia diversificada que hoje o coloca entre os maiores centros de produção de riquezas do país.

A história de Rio Verde começou em meados do século XIX, quando famílias de desbravadores chegaram à região atraídas pela fertilidade das terras e pela abundância de água. O povoado cresceu ao redor da antiga Capela de Nossa Senhora das Dores e, em 5 de agosto de 1848, conquistou sua emancipação política, iniciando um processo de desenvolvimento que mudaria definitivamente o sudoeste goiano.

Do campo nasceu a prosperidade

Desde os primeiros anos, a agropecuária tornou-se a principal vocação econômica do município. Inicialmente baseada na pecuária extensiva, Rio Verde evoluiu para um modelo altamente tecnificado de produção agrícola, tornando-se referência nacional na produção de soja, milho, sorgo, feijão, tomate, sementes e diversas outras culturas.

A força do campo também impulsionou a produção de carnes, leite, aves e suínos, formando um complexo agroindustrial robusto que movimenta bilhões de reais todos os anos e gera milhares de empregos diretos e indiretos.

A chegada da agricultura moderna, principalmente a partir da década de 1970, revolucionou a economia local. Produtores rurais investiram em tecnologia, mecanização, irrigação, pesquisa genética e sustentabilidade, elevando a produtividade e transformando Rio Verde em um dos maiores celeiros agrícolas do país.

Hoje, grandes cooperativas, tradings e indústrias multinacionais escolheram o município para instalar unidades de processamento de grãos, produção de biocombustíveis, fabricação de alimentos e logística, fortalecendo ainda mais sua posição estratégica no agronegócio brasileiro.

Economia que cresce acima da média

O desenvolvimento agrícola abriu caminho para uma economia diversificada. Rio Verde consolidou-se como polo regional de comércio, serviços, saúde, educação superior, tecnologia e inovação.

Com um Produto Interno Bruto (PIB) superior a R$ 22 bilhões, o município figura entre as maiores economias de Goiás e está entre os principais geradores de riqueza do Centro-Oeste. O crescimento econômico atrai novos investimentos, amplia a arrecadação pública e fortalece setores como construção civil, transporte, indústria e prestação de serviços.

Empresas nacionais e internacionais instalaram operações no município, aproveitando sua localização estratégica, infraestrutura logística e forte produção agropecuária. O município tornou-se referência na industrialização do milho, produção de etanol, processamento de carnes, armazenagem de grãos e fabricação de insumos para o agronegócio.

Esse ambiente favorável aos negócios também impulsionou o empreendedorismo, aumentando significativamente o número de pequenas e médias empresas e fortalecendo o comércio local.

Expansão urbana transforma a cidade

O crescimento econômico refletiu diretamente na expansão urbana. Novos bairros surgiram em diferentes regiões da cidade, acompanhados por investimentos em pavimentação, saneamento básico, mobilidade urbana, iluminação pública, educação, saúde e lazer.

Nos últimos anos, Rio Verde passou por um intenso processo de modernização. Grandes avenidas foram duplicadas, parques urbanos foram implantados, áreas de lazer ampliadas e equipamentos públicos modernizados, acompanhando o aumento da população e melhorando a qualidade de vida dos moradores.

Outro fenômeno marcante é a verticalização. Edifícios residenciais e comerciais passaram a integrar a paisagem urbana, modificando o perfil arquitetônico da cidade e refletindo o aquecimento do mercado imobiliário. A construção de condomínios horizontais e verticais demonstra a confiança de investidores no potencial econômico do município e atende à crescente demanda por moradia e espaços corporativos.

Educação, ciência e inovação

O desenvolvimento de Rio Verde também passa pela educação. A presença da Universidade de Rio Verde (UniRV), de instituições federais e privadas de ensino superior e de centros de pesquisa fortaleceu a formação de profissionais qualificados e aproximou a produção científica das demandas do agronegócio.

A cidade investe ainda em inovação tecnológica, agricultura digital, inteligência artificial, startups e qualificação profissional, preparando-se para os desafios de uma economia cada vez mais baseada no conhecimento.

Cultura preserva a identidade rio-verdense

Mesmo com o intenso crescimento econômico, Rio Verde mantém vivas suas tradições culturais. Festas religiosas, manifestações populares, exposições agropecuárias, eventos literários, festivais de música, feiras culturais e apresentações artísticas ajudam a preservar a identidade do município.

Entidades culturais, academias de letras, museus, bibliotecas, grupos de teatro, artistas plásticos, músicos e escritores desempenham papel fundamental na valorização da história local e na formação de novas gerações.

A produção literária rio-verdense também ganhou projeção nacional, com autores participando de importantes eventos, como a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), ampliando a presença da cultura local no cenário brasileiro.

Cidade preparada para o futuro

Ao completar 178 anos, Rio Verde reúne características que poucas cidades brasileiras conseguiram alcançar: economia forte, agronegócio competitivo, indústria em expansão, comércio consolidado, educação de qualidade, infraestrutura moderna e crescente capacidade de inovação.

Os desafios permanecem, especialmente nas áreas de mobilidade, sustentabilidade, habitação e planejamento urbano. No entanto, a história do município demonstra que sua capacidade de adaptação e seu espírito empreendedor continuam sendo os principais motores do desenvolvimento.

Mais do que celebrar uma data histórica, o aniversário de Rio Verde representa o reconhecimento de uma trajetória construída por pioneiros, produtores rurais, empresários, trabalhadores, educadores, lideranças comunitárias e cidadãos que ajudaram a transformar o município em uma referência estadual e nacional.

Aos 178 anos, Rio Verde reafirma sua vocação para crescer, inovar e gerar oportunidades, mantendo suas raízes históricas enquanto projeta um futuro de desenvolvimento sustentável, prosperidade econômica e qualidade de vida para sua população.

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