Conecte-se conosco
FOLHA DA CIDADE • EM ÁUDIOA notícia também tem voz.

Já disponível: Podcast Folha da Cidade - Edição 401. Ouça agora.

Ouvir edição 401 →

politica

Aprovação do governo Daniel Vilela chega a 74,5%, mostra Paraná Pesquisas

Publicado

ligado

A gestão do governador Daniel Vilela (MDB) é aprovada por 74,5% dos goianos, segundo pesquisa divulgada na segunda-feira (6) pelo Instituto Paraná Pesquisas. O levantamento mostra que 20,8% desaprovam a administração estadual, enquanto 4,8% não souberam ou não responderam. Na avaliação do governo, 54,1% classificam a gestão como ótima ou boa, 31,2% como regular e apenas 11,7% a consideram ruim ou péssima, consolidando um cenário amplamente favorável ao atual governador.

Os índices de aprovação refletem diretamente no cenário eleitoral. Na pesquisa estimulada para o Governo de Goiás, Daniel Vilela lidera com 44,4% das intenções de voto, contra 25,4% de Marconi Perillo (PSDB), 11,5% de Wilder Morais (PL), 3,3% de Luis Cesar Bueno (PT) e 1,1% de Telemaco Brandão (Novo). Além de abrir 19 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Daniel registra um percentual superior à soma de todos os adversários testados, que juntos alcançam 41,3%, fortalecendo um cenário favorável para a disputa.

O levantamento também aponta estabilidade da liderança do governador ao longo das pesquisas realizadas pelo instituto em 2026. Em abril, Daniel registrava 46,6% das intenções de voto; em maio, 42,3%; e agora aparece com 44,4%, mantendo-se na dianteira em todos os levantamentos divulgados neste ano.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem acesso à lista de candidatos, Daniel também aparece na liderança, com 14,8% das citações, mais que o dobro de Marconi Perillo, que registra 7%. Wilder Morais aparece com 2,8%, enquanto Ronaldo Caiado foi citado por 3,2%, apesar de não disputar o Governo de Goiás. O percentual de eleitores que ainda não souberam responder é de 65,3%.

Outro indicador positivo para o governador é a rejeição. Daniel Vilela registra 15,8%, a menor entre os três principais candidatos. Wilder Morais tem 20,5%, enquanto Marconi Perillo lidera esse índice com 37,8%, mais que o dobro da rejeição registrada pelo atual governador.

A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 5 de julho, com 1.300 eleitores em 61 municípios de Goiás. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, o nível de confiança é de 95%, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-01366/2026. Fonte: DM

Continuar lendo
Clique para comentar

Deixar uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

politica

BALANÇO DAS SESSÕES DE OUTUBRO REGISTRA 20 LEIS, 10 DECRETOS LEGISLATIVOS, 02 RESOLUÇÕES, 03 MOÇÕES DE APLAUSOS E 324 REQUERIMENTOS

Publicado

ligado

Por

Realizadas entre os dias 19 e 23 de outubro, as sessões legislativas resultaram na aprovação de 20 Leis, 10 Decretos Legislativos, 02 Resoluções, 03 Moções de Aplausos e 324 Requerimentos. Do total de leis, 16 foram de iniciativa do Poder Executivo e quatro do Legislativo.

A semana de sessões contou com a participação de integrantes da Associação Desportiva Paralímpica de Rio Verde (ADESPARV), do CTG Querência de Rio Verde, do Hospital do Câncer e da AMT.

Entre as leis aprovadas, a Lei nº 7.922/2026 altera as regras do Regime de Previdência Complementar do Município, permitindo o aproveitamento de processos seletivos realizados por outros entes federativos para a escolha da entidade responsável pela gestão do plano previdenciário, desde que a medida seja vantajosa para a administração municipal e os servidores.

Outra matéria de destaque foi a Lei nº 7.930/2026, que institui a Bolsa Musical para integrantes da Orquestra Sinfônica da Universidade de Rio Verde (UniRV). O benefício será concedido por processo seletivo público simplificado a regentes, spallas, chefes de naipe, instrumentistas e vocalistas, incentivando a formação e o aperfeiçoamento artístico.

Também foi aprovada a Lei nº 7.932/2026, que atualiza o Programa Qualifica Rio Verde e autoriza parcerias com instituições de ensino públicas e privadas sediadas no município, especialmente a UniRV e o Instituto Federal Goiano (IF Goiano). A legislação prevê prioridade para jovens a partir de 16 anos que cumprem ou já cumpriram medidas socioeducativas e mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, ampliando o acesso à qualificação profissional.

Na área administrativa, duas resoluções aprovadas tratam da modernização dos procedimentos do Legislativo. A Resolução nº 016/2026 regulamenta a tramitação eletrônica de processos administrativos, com medidas para garantir a autenticidade, a segurança e a preservação dos documentos. Já a Resolução nº 017/2026 estabelece níveis de segurança e critérios para o uso de assinaturas eletrônicas, assegurando a autoria e a integridade documental.

Encerrando a semana, o presidente Cabo Moraes agradeceu a participação dos vereadores, do público presente e dos internautas que acompanharam os trabalhos. Ele também convidou a população para as próximas sessões ordinárias, de 9 a 13 de novembro, às 19 horas, no Plenário da Câmara Municipal de Rio Verde.

Continuar lendo

politica

Debate entre Lula e Flávio Bolsonaro expõe a polarização política e os perigos do fanatismo religioso no Brasil

Publicado

ligado

Por

Confronto na TV Globo revelou diferenças entre os candidatos, mas também mostrou como a intolerância, a manipulação da fé e a falta de pensamento crítico comprometem o debate democrático.

JC Oliveira

O último debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite de sexta-feira, 23 de outubro, pela TV Globo, foi mais do que um confronto entre dois projetos políticos. Representou um retrato de um Brasil profundamente dividido, onde a paixão partidária frequentemente supera a razão e onde, lamentavelmente, a religião tem sido utilizada como instrumento de influência eleitoral.

Mediado pelo jornalista César Tralli, o encontro abordou temas fundamentais, como economia, segurança pública, saúde, endividamento das famílias e programas sociais. Entretanto, as propostas dividiram espaço com acusações pessoais, provocações e disputas sobre acontecimentos do passado.

Lula demonstrou maior domínio da experiência administrativa, utilizando realizações de seus governos para defender suas posições e confrontar o adversário. Flávio Bolsonaro, por sua vez, procurou apresentar uma imagem mais moderada, explorando principalmente o custo de vida, a segurança pública e as dificuldades financeiras enfrentadas pela população.

O presidente mostrou maior desenvoltura em determinados momentos, especialmente ao questionar o histórico político do adversário. Flávio conseguiu levantar problemas reais do cotidiano brasileiro, mas nem sempre apresentou respostas suficientemente detalhadas sobre como pretende solucioná-los. Ambos recorreram a ataques que reduziram o espaço para uma discussão mais aprofundada sobre o futuro do país.

A avaliação de desempenho não foi consensual entre os analistas. Enquanto a Folha de S.Paulo apontou vantagem de Lula, outros comentaristas destacaram a postura mais controlada de Flávio. A checagem da Agência Lupa também identificou declarações problemáticas dos dois candidatos.

Quando a fé deixa de orientar e passa a impedir o pensamento

Entretanto, existe uma questão ainda mais preocupante do que o desempenho dos presidenciáveis: o fanatismo religioso que contamina parte da discussão política brasileira.

A religião, quando fundamentada no amor, na solidariedade, na justiça e no respeito ao próximo, representa uma importante contribuição para a sociedade. O problema começa quando a fé é transformada em instrumento de submissão política e líderes religiosos passam a apresentar candidatos como representantes exclusivos de Deus.

Nenhum político possui procuração divina para governar o Brasil. Nenhum partido é proprietário da verdade, da moralidade ou dos valores cristãos.

O fanatismo religioso produz ignorância política quando substitui o conhecimento pela obediência cega, a investigação dos fatos pela repetição de discursos e o pensamento crítico pela crença de que questionar determinado candidato significa contrariar a vontade de Deus.

É importante distinguir religiosidade de fanatismo. Milhões de brasileiros encontram na fé inspiração para exercer a cidadania com responsabilidade. O problema não está em acreditar em Deus, mas em abandonar a capacidade de pensar por conta própria em nome de uma liderança política ou religiosa.

Quando um cidadão deixa de analisar propostas, investigar denúncias, comparar resultados administrativos e cobrar responsabilidades porque acredita que seu candidato foi escolhido por Deus, a democracia perde um eleitor consciente e ganha um seguidor incondicional.

E isso pode acontecer tanto à direita quanto à esquerda, embora a instrumentalização explícita da identidade religiosa tenha assumido características particularmente marcantes em determinados movimentos políticos conservadores.

O perigo de transformar políticos em figuras sagradas

Uma das maiores contradições da política brasileira está na facilidade com que determinados grupos defendem valores religiosos enquanto relativizam comportamentos que contrariam os próprios princípios que afirmam seguir.

Pregam o amor, mas disseminam o ódio. Defendem a família, mas toleram ofensas pessoais. Falam em verdade, mas compartilham informações falsas quando elas favorecem seus candidatos. Exigem honestidade dos adversários, mas encontram justificativas para irregularidades praticadas por seus aliados.

Essa contradição não pertence exclusivamente a uma corrente política. Ela revela o perigo da idolatria partidária, especialmente quando revestida de linguagem religiosa.

O eleitor precisa compreender que Lula não está acima das críticas e Flávio Bolsonaro também não. Ambos devem ser avaliados por suas propostas, trajetórias, decisões e compromissos com a Constituição.

A democracia não necessita de salvadores da pátria. Necessita de governantes competentes, instituições fortes, liberdade de imprensa e cidadãos capazes de fiscalizar o poder.

A ignorância política interessa a quem deseja controlar

O fanatismo não surge apenas da falta de informação. Muitas vezes, ele se alimenta da recusa deliberada em aceitar informações que contrariem convicções pessoais.

As redes sociais agravaram esse fenômeno ao criar ambientes nos quais as pessoas recebem continuamente mensagens que confirmam aquilo em que já acreditam. Quando discursos políticos são associados ao medo religioso, à ameaça contra a família ou à ideia de uma batalha entre o bem e o mal, o debate racional fica ainda mais difícil.

Nesse ambiente, adversários deixam de ser vistos como cidadãos com opiniões diferentes e passam a ser tratados como inimigos que precisam ser derrotados a qualquer custo.

O resultado é uma sociedade mais intolerante, vulnerável à desinformação e menos preparada para discutir questões concretas, como inflação, emprego, educação, saúde, segurança e desenvolvimento econômico.

A fé não deveria ser usada para impedir perguntas. Pelo contrário, uma sociedade verdadeiramente comprometida com valores éticos deve estimular a busca pela verdade, a responsabilidade individual e o respeito às diferenças.

O Brasil precisa de eleitores, não de discípulos políticos

O debate da Globo ofereceu aos brasileiros mais uma oportunidade de comparar os dois candidatos que disputam a Presidência da República neste segundo turno. Mas a decisão eleitoral não deveria depender apenas de quem falou mais alto, apresentou a frase mais impactante ou conseguiu constranger o adversário.

É necessário avaliar quem possui propostas viáveis, capacidade administrativa, compromisso democrático e condições de enfrentar os problemas estruturais do país.

Também é fundamental reconhecer que a liberdade religiosa e a liberdade política são direitos que devem caminhar juntos, sem que uma seja utilizada para anular a outra.

Deus não tem partido político. A fé não substitui a inteligência. E a democracia não pode ser refém do fanatismo.

O Brasil continuará dividido enquanto milhões de cidadãos acreditarem que seu candidato representa o bem absoluto e que o adversário simboliza todo o mal.

Mais importante do que descobrir quem venceu o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro é compreender que o verdadeiro vencedor de uma eleição deve ser o povo brasileiro.

E um povo somente exerce plenamente sua soberania quando aprende a pensar, questionar e decidir sem entregar sua consciência a políticos, líderes religiosos ou influenciadores.

Afinal, a fé pode iluminar a consciência, mas jamais deveria apagar a razão.

Continuar lendo

politica

Pesquisa Quaest: Flávio tem 45% e Lula 44%; diferença diminui a quatro dias da eleição

Publicado

ligado

Por

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre os candidatos à Presidência da República. Segundo turno acontece no próximo domingo, 25 de outubro.

A disputa pela Presidência da República segue acirrada na reta final das eleições de 2026. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 21 de outubro, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 44%. A diferença de apenas um ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento revela uma redução da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro em relação à pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro. Na ocasião, o candidato do PL registrava 46%, contra 44% de Lula. Agora, Flávio oscilou um ponto para baixo, enquanto o presidente manteve seu percentual, reduzindo a distância entre os dois candidatos de dois para um ponto percentual.

Segundo a Quaest, 9% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos candidatos, enquanto 2% permanecem indecisos. Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro aparece com 50,56%, contra 49,44% de Lula.

Outro dado importante é o índice de rejeição dos presidenciáveis. Flávio Bolsonaro registra 52% de rejeição, enquanto Lula aparece com 47%. Em comparação com o levantamento anterior, a rejeição ao presidente caiu de 53% para 47%, enquanto a do senador passou de 54% para 52%.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos, Lula e Flávio aparecem numericamente empatados, ambos com 40% das intenções de voto. Nesse cenário, 14% dos eleitores ainda se declaram indecisos.

Disputa promete emoção até o último voto

A quatro dias da votação, marcada para domingo, 25 de outubro, os números demonstram o equilíbrio da corrida presidencial. Embora Flávio Bolsonaro mantenha uma pequena vantagem numérica, a diferença está dentro da margem de erro, impossibilitando apontar um favorito estatisticamente definido.

O cenário reforça a importância dos últimos dias de campanha, quando os candidatos intensificam suas agendas, participações em debates e mobilizações nas redes sociais para conquistar os eleitores ainda indecisos.

A nova pesquisa é a primeira realizada pela Quaest após o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro promovido pela TV Bandeirantes no último domingo, dia 18.

Metodologia

A pesquisa Quaest foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Foram entrevistados 2.154 eleitores, com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, em diferentes regiões do país. O levantamento apresenta margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

Com o segundo turno se aproximando, o Brasil chega à decisão presidencial em um cenário de forte polarização e equilíbrio nas intenções de voto. O resultado definitivo será conhecido nas urnas, no próximo domingo.

Continuar lendo

Tendências