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Equatorial Goiás abre chamada para projetos culturais e antecipa seleção para novos aprovados na Lei Goyazes 2026

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Produtores artísticos têm até 24 de maio para inscrever propostas aptas à captação; iniciativa amplia apoio à cultura em todo Estado

Goiânia, 6 de maio de 2026 – Com a antecipação dos resultados de categorias do Programa Goyazes 2026 pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), a Equatorial Goiás abre nova chamada para recebimento de projetos culturais aprovados e aptos à captação de recursos. A iniciativa, por meio do Programa E+ Cultura, recebe inscrições até o dia 24 de maio e busca selecionar propostas que fortaleçam a produção cultural, ampliem o acesso da população à arte e valorizem as identidades regionais em todo o estado.
A movimentação ocorre após a divulgação oficial dos projetos aprovados nas categorias “Festivais” e “Ações Culturais dos Municípios”, além da previsão de anúncio de um novo lote, no próximo dia 20 de maio, voltado às “Demais Áreas Artístico-Culturais”. Com isso, a companhia antecipa o chamamento para contemplar os grupos e garantir agilidade no processo de avaliação e seleção.
“A cultura tem um papel essencial na transformação social e no fortalecimento das comunidades. Ao abrir essa chamada, queremos ampliar as oportunidades para que projetos relevantes cheguem à população, com transparência, critérios técnicos e compromisso com o desenvolvimento cultural de Goiás”, afirma o presidente da Equatorial Goiás, Lener Jayme.
Podem participar projetos já aprovados no Programa Goyazes 2026, conforme critérios estabelecidos pela legislação estadual de incentivo à cultura. As propostas passam por análise interna e, caso selecionadas, recebem apoio institucional da distribuidora.
A iniciativa integra a estratégia de investimento social da companhia e tem como foco o incentivo a ações que promovam a democratização do acesso à cultura, a valorização das tradições locais, o estímulo à diversidade artística e o desenvolvimento socioeconômico das regiões atendidas.
Além de impulsionar a cadeia produtiva da cultura, o programa contribui para levar atividades culturais a diferentes públicos, incluindo municípios do interior, ampliando o alcance das ações e fortalecendo o setor no estado.
Como se inscrever
As inscrições devem ser feitas exclusivamente de forma online, por meio da plataforma oficial da chamada pública: https://projetosequatorial.com.br/. O proponente deve acessar o site, preencher o formulário com as informações do projeto e anexar a documentação exigida, incluindo a comprovação de aprovação no Programa Goyazes 2026. Após o envio, as propostas passam por análise técnica do comitê de patrocínios da Equatorial Goiás, que avalia critérios como relevância cultural, alcance social, viabilidade de execução e alinhamento com os objetivos do programa.
Chamada Pública – Programa E+ Cultura 2026 – Equatorial Goiás
Quem pode participar: Projetos aprovados no Programa Goyazes 2026
Prazo para inscrição: até 24 de maio de 2026
Onde se inscrever: https://projetosequatorial.com.br/
Critérios: propostas devem atender às exigências legais, ser realizadas total ou parcialmente em Goiás e estar aptas à captação de recursos via Lei Estadual de Incentivo à Cultura
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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ROCK IN RIO VERDE

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Rio Verde conquista projeção nacional e integra fórum de gestores culturais

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O município de Rio Verde alcançou um novo patamar no cenário cultural brasileiro ao ser escolhido para representar a região Centro-Oeste no Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados durante o biênio 2026–2027. A definição ocorreu em Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 19 de março, em Belo Horizonte, reunindo gestores culturais de todas as regiões do país.

A conquista é ainda mais significativa pelo fato de Rio Verde ser o único município do interior entre todas as representações regionais do colegiado, dividindo a função no Centro-Oeste com a capital Goiânia. A participação do secretário municipal de Cultura Issac Pires na assembleia ocorreu de forma remota, mas não diminuiu o peso da escolha, que simboliza o reconhecimento nacional do trabalho desenvolvido na área cultural local.

Com a nova posição, Rio Verde passa a ter participação ativa nas articulações institucionais do Fórum, integrando reuniões estratégicas e contribuindo diretamente na construção de políticas públicas culturais em nível nacional. Trata-se de um espaço importante de diálogo entre gestores, onde são debatidas diretrizes, programas e iniciativas que impactam o setor em todo o Brasil.

https://www.instagram.com/reel/DXtou6VDhjn/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==

O destaque conquistado pelo município está diretamente ligado aos avanços recentes na área cultural. Atualmente, mais de 5 mil alunos são atendidos em cerca de 30 oficinas artísticas gratuitas, abrangendo diferentes linguagens e promovendo o acesso à cultura para a população. Esse trabalho contínuo tem fortalecido a produção cultural local e ampliado as oportunidades de formação e inclusão.

A presença de Rio Verde no colegiado também amplia a visibilidade do interior goiano nas discussões nacionais, reforçando a importância da descentralização das políticas culturais e da valorização de iniciativas fora dos grandes centros urbanos.

Além do Centro-Oeste, o Fórum conta com representantes de todas as regiões do país. Para o biênio 2026–2027, a composição ficou definida da seguinte forma: no Nordeste, Fortaleza e Recife; no Norte, Boa Vista e Palmas; no Sudeste, Belo Horizonte e São Paulo; e no Sul, Curitiba e Florianópolis.

A nova formação passa a valer oficialmente para o período de 2026 a 2027, consolidando Rio Verde como uma referência emergente na gestão cultural brasileira e ampliando seu protagonismo nas decisões que moldam o futuro do setor no país.

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Livro “Retratos de Pertencimento”, mostra Rio Verde e suas riquezas naturais

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Angra Mendes da Gama, professora historiadora, com pós-graduação em Teoria da História e Historiografia e em Arqueologia e Patrimônio e fotógrafa; atua com temas ligados à memória, identidade e território. Nesta quinzena, lançou seu primeiro livro: “Retratos de Pertencimento: Entre Olhares e História”. Nesta obra a autora desenvolve trabalhos que unem imagem e história na construção de narrativas sensíveis. “Retratos de Pertencimento” contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Rio Verde, através da Secretaria Municipal de Cultura e Lei Aldir Blanc.
Nesta obra Angra destaca o município de Rio Verde, com suas riquezas naturais, economia, fé e cultura através de belíssimas fotografias. Com um olhar atento e minucioso, Angra captou imagens que às vezes são ignoradas pelas pessoas que vivem nesta cidade. Para ela essas imagens devem permanecer para a posteridade, pois com a evolução e o rápido desenvolvimento econômico, político e social deste município, o cenário poderá ser alterado, assim como a fauna, a flora e o principal: as pessoas que protagonizaram tais ilustrações.
Composição Visual de Retratos de Pertencimento
A capa da obra foi pensada como uma leitura visual da identidade histórica de Rio Verde. Ela parte da fotografia real da porta lateral do Palácio da Intendência, cujas marcas do tempo funcionam como um portal que convida o olhar do leitor a atravessar passado e presente.
Ao fundo, surge o Cristo Redentor, símbolo de fé e proteção, tão presente no imaginário da cidade. Abaixo, o campo de girassóis revela a força da terra e do agronegócio, enquanto a figura do cavaleiro traz à cena a herança rural e as tradições que ainda moldam a vida local.
Na base da imagem, o chão de pedra, também registrado na própria fotografia, reforça a ideia de fundamento, de memória concreta, de algo que sustenta essa história.
A composição reúne esses elementos como camadas de um mesmo território, onde o tempo não se separa, mas se sobrepõe, construindo o sentimento de pertencimento.

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