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Atenção redobrada com a rede elétrica na zona rural: confira 3 cuidados essenciais

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Manuseio de máquinas, proximidade com a rede e intervenções irregulares estão entre os principais riscos no ambiente rural, alerta Equatorial Goiás

O trabalho no campo exige não apenas produtividade, mas também atenção constante à segurança, especialmente quando o assunto é energia elétrica. Em áreas rurais, onde o uso de máquinas agrícolas de grande porte faz parte da rotina e as distâncias são maiores, o risco de acidentes envolvendo a rede elétrica pode ser ainda mais elevado, principalmente durante períodos de plantio e colheita.

No último ano, 12% dos acidentes com energia elétrica registrados no estado aconteceram na zona rural, de acordo com dados da companhia. Apesar de menos frequentes, os acidentes no campo costumam envolver máquinas pesadas, estruturas metálicas e redes de maior porte. “Isso aumenta o potencial de gravidade. Por isso, a segurança precisa começar antes da operação, com planejamento e orientação das equipes”, destaca a executiva de Segurança do Trabalho da Equatorial Goiás, Suzane Caires.

Outro ponto de alerta é a sazonalidade: há maior incidência de ocorrências no início e no fim das safras, períodos em que o fluxo de máquinas e trabalhadores se intensifica nas propriedades rurais, elevando o risco de contato acidental com a rede elétrica.

Entre as situações de risco mais recorrentes estão o contato direto com a rede elétrica, a presença de cabos energizados no solo após rompimentos e atividades realizadas próximas à fiação, como operação de máquinas e intervenções em estruturas. No campo, cenas comuns como colheitadeiras operando próximas à rede, pulverizadores com braços elevados e pivôs de irrigação em funcionamento reforçam a necessidade de atenção constante.

Para evitar ocorrências e garantir a integridade de trabalhadores e propriedades, a executiva alerta para três cuidados essenciais no dia a dia das atividades rurais:

1 – Redobre a atenção ao operar máquinas próximas à rede elétrica

Equipamentos como colheitadeiras, pulverizadores e caminhões com carroceria elevada podem atingir a rede elétrica, principalmente em áreas com fiação mais baixa ou em terrenos irregulares. Antes de iniciar qualquer operação, é fundamental observar a altura dos cabos e manter distância segura. Em caso de contato acidental, o operador deve permanecer dentro do veículo, não tocar em partes metálicas e acionar imediatamente a concessionária.

2 – Nunca faça intervenções por conta própria na rede elétrica

Instalações improvisadas, ligações clandestinas ou tentativas de manutenção sem conhecimento técnico representam riscos graves de choque elétrico e incêndios. Qualquer necessidade de ajuste, reparo ou ligação deve ser solicitada diretamente à distribuidora de energia, garantindo que o serviço seja realizado com segurança e dentro das normas técnicas.

3 – Planeje atividades agrícolas considerando a rede elétrica

Antes de iniciar construções, instalação de silos, irrigação ou movimentação de estruturas metálicas, é essencial mapear a presença da rede elétrica na propriedade. O planejamento prévio evita acidentes e garante que todas as operações sejam realizadas a uma distância segura dos cabos energizados.

Além das orientações práticas, a Equatorial Goiás também investe em ações educativas voltadas ao público rural, com parcerias com cooperativas e realização de palestras em empresas do agronegócio, reforçando a importância da prevenção no dia a dia das operações. A adoção dessas medidas contribui não apenas para a segurança dos trabalhadores, mas também para a continuidade das atividades no campo, evitando interrupções no fornecimento de energia e prejuízos à produção. “Quando o produtor incorpora esse cuidado à rotina, ele protege vidas e evita impactos diretos na produção”, destaca Suzane Caires.

Como parte desse trabalho de conscientização, a Equatorial Goiás também desenvolveu uma cartilha educativa sobre segurança com a rede elétrica no campo. O material reúne, de forma didática e acessível, orientações para quem lida diariamente com veículos e maquinário agrícola, abordando situações de risco e medidas preventivas. A cartilha foi distribuída pelo Conselho de Consumidores de Energia Elétrica de Goiás (CONCEG) a produtores rurais e pode ser acessada no site da instituição.

Em caso de emergência, a orientação é manter distância da rede elétrica e acionar imediatamente a concessionária de energia pelos canais oficiais de atendimento:

* Agência Virtual no site www.equatorialenergia.com.br;

* Aplicativo Equatorial Energia (Android e iOS);

* Atendente virtual Clara, via WhatsApp, pelo número (62) 3243-2020;

* Call Center 0800 062 0196;

* Agências de atendimento distribuídas em todo o estado.

Sobre a Equatorial Goiás

A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, holding brasileira do setor de utilities e um dos maiores grupos de distribuição de energia do país. A companhia atende cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras em 237 municípios, cobrindo 98,7% do território estadual.

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Hospital de Rio Verde realiza primeira captação de órgãos de recém-nascido registrada em Goiás

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Procedimento inédito no estado foi realizado em bebê de apenas 29 dias e reforça a importância da doação de órgãos e da autorização familiar

Rio Verde entrou para a história da doação de órgãos em Goiás. O Hospital Unimed Rio Verde realizou a primeira captação de órgãos de um recém-nascido registrada no estado, segundo informações da Organização de Procura de Órgãos (OPO) de Goiás/HUGOL.

O procedimento ocorreu no último dia 17 e envolveu um bebê de apenas 29 dias, que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da instituição.

Após a conclusão do protocolo para determinação de morte encefálica, a família foi acolhida pelas equipes responsáveis e, mesmo diante de um momento de profunda dor, autorizou voluntariamente a doação dos órgãos.

Com a decisão familiar, foi possível realizar a captação dos rins do recém-nascido, destinados ao processo de transplante de um paciente que aguardava por um órgão.

A captação foi realizada no próprio Hospital Unimed Rio Verde e mobilizou equipes especializadas, em uma atuação integrada com acompanhamento da OPO de Goiás/HUGOL. O procedimento exigiu planejamento, estrutura hospitalar e profissionais capacitados para todas as etapas do processo.

Além de representar um marco para a medicina e para o sistema de transplantes em Goiás, o caso chama a atenção para a importância da doação de órgãos. No Brasil, a autorização da família é indispensável para que a doação seja efetivada após a confirmação da morte do potencial doador.

O gesto da família do recém-nascido transformou um momento de perda em esperança para quem aguardava por um transplante. A primeira captação neonatal registrada em Goiás também coloca Rio Verde como cenário de um episódio histórico para o trabalho desenvolvido pelas equipes responsáveis pela doação e transplante de órgãos no estado.

O procedimento reforça ainda a importância da conscientização das famílias sobre a doação de órgãos, capaz de oferecer uma nova oportunidade de vida a pacientes que permanecem nas filas de transplantes.

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GARV marca presença na Sudoexpo e fortalece ações pela inclusão

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A Associação dos Guardiões dos Autistas de Rio Verde (GARV) marcou presença na Sudoexpo 2026, realizada entre os dias 9 e 12 de setembro, em Rio Verde. A participação teve como objetivo apresentar o trabalho desenvolvido pela entidade e ampliar o diálogo com empresários e representantes de empresas da região.

Durante a feira, o GARV teve a oportunidade de divulgar suas ações em defesa das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de suas famílias, além de conscientizar a sociedade sobre a importância da inclusão, do acolhimento e da construção de uma rede de apoio cada vez mais ampla.

Um dos destaques da participação foi a apresentação do projeto Empresa Amiga do Autista, iniciativa que busca aproximar o setor empresarial da causa. A proposta é estabelecer parcerias capazes de contribuir para a continuidade e ampliação das atividades desenvolvidas pela associação.

Por meio do projeto, empresas podem se tornar parceiras do GARV e participar diretamente de ações que promovam inclusão, respeito e melhores condições para pessoas autistas e suas famílias.

A presença na Sudoexpo também permitiu à associação fortalecer contatos e apresentar ao empresariado rio-verdense formas de participação e apoio à causa.

Para o GARV, ser uma Empresa Amiga do Autista significa ir além do apoio institucional: é contribuir para uma transformação social e ajudar na construção de uma Rio Verde cada vez mais inclusiva, acolhedora e acessível para todos.

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Servidores de Rio Verde participam de formação em transformação digital

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Capacitação reuniu representantes de 19 municípios e abordou inteligência artificial, dados, inovação e melhoria dos serviços públicos

Servidores de Rio Verde participaram, nesta terça-feira (22), da formação em Transformação Digital no Setor Público, realizada no Hub Goiás, em Goiânia. A capacitação, promovida pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), reuniu representantes de 19 municípios goianos.

Gratuita e com carga horária de 36 horas, a formação integra o Programa e-Goiás Transformação Digital dos Municípios e é executada pelo Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Em formato híbrido, o curso será desenvolvido ao longo de dois meses e aborda inteligência artificial, uso estratégico de dados, liderança, inovação e transformação digital aplicada aos serviços públicos.

A iniciativa busca preparar os servidores para rever processos e desenvolver soluções que tornem os serviços municipais mais eficientes e acessíveis à população.

Na abertura, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto, ministrou uma masterclass sobre transformação digital no setor público e apresentou experiências desenvolvidas pelo Governo de Goiás. Segundo ele, a transformação digital exige mais do que substituir documentos físicos por sistemas eletrônicos. “Transformação digital não é apenas digitalizar o que já existe. Quando levamos um processo caótico do papel para um sistema, continuamos com um processo caótico. É preciso rever, reorganizar e repensar os serviços antes de digitalizá-los”, afirmou o secretário.

                José Frederico também destacou o potencial dos municípios para ampliar os benefícios da transformação digital, por serem responsáveis por serviços presentes diretamente no cotidiano da população. “Nos municípios, essa transformação é ainda mais relevante porque é onde o cidadão está diariamente: no Cras, na escola, na prefeitura e nos postos de saúde. As possibilidades de melhorar essa relação e transformar a vida das pessoas por meio do digital são enormes”, ressaltou.

                O secretário apresentou ainda a experiência da Estônia, reconhecida internacionalmente pela digitalização dos serviços públicos, e relacionou o exemplo à estratégia adotada por Goiás. “Goiás não é o maior nem o estado mais rico do Brasil, mas está se tornando o estado mais digital do país. Essa é uma aposta que fazemos porque sabemos que o digital pode gerar crescimento e promover inclusão”, disse.

                Na sequência, a representante da CESAR School, Cris Sanches, apresentou os conteúdos que serão aprofundados ao longo dos dois meses de formação, além das plataformas e ferramentas utilizadas, da estratégia pedagógica e dos critérios para certificação. A programação do primeiro encontro também contou com uma dinâmica coletiva para aplicação dos conceitos apresentados, compartilhamento de experiências, apresentação de soluções desenvolvidas pelos municípios e atividade de integração entre os participantes.

Participam da capacitação servidores de Abadia de Goiás, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Brazabrantes, Cachoeira Dourada, Cidade de Goiás, Corumbaíba, Goiânia, Itarumã, Jataí, Jussara, Mossâmedes, Palmeiras de Goiás, Piracanjuba, Pirenópolis, Planaltina, Pontalina, Rio Verde e Senador Canedo. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – Governo de Goiás

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