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Agrodefesa assume ações de certificação de granjas de reprodutores suínos no estado; confira novas regras

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Fiscais da Agrodefesa e responsáveis técnicos por GRSCs receberam treinamento para implementação da Portaria nº 1.358/2025 do Ministério da Agricultura e Pecuária

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) está assumindo todas as ações relacionadas à certificação de Granjas de Reprodutores Suínos (GRSCs) no Estado, após a publicação da Portaria nº 1.358/2025 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Fiscais estaduais agropecuários (FEAs) e responsáveis técnicos (RTs) passaram por treinamento para padronizar ações, alinhar procedimentos e tirar dúvidas. A capacitação foi ministrada em Goiânia por auditores da Divisão de Sanidade de Suídeos (DISS) do Mapa, e contou com a participação de representantes de outros estados e do Distrito Federal.

Publicada em 14 de agosto de 2025, a Portaria SDA/Mapa nº 1.358/2025 instituiu novos “procedimentos e requisitos para certificação de Granjas de Reprodutores Suínos (GRSCs), para autorização de funcionamento de estabelecimento de alojamento temporário e para o trânsito de reprodutores suínos”. O documento revogou a Instrução Normativa nº 19/2002 e a Instrução de Serviço nº 5/2002, também do Mapa, introduzindo exigências sanitárias e ampliando o prazo de validade das certificações.

Para o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, as mudanças reforçam a importância da biosseguridade nas granjas de reprodutores suínos e promovem maior integração entre os órgãos de defesa agropecuária, medidas fundamentais para a proteção da suinocultura. “A biosseguridade é vital para impedir a entrada e disseminação de doenças, protegendo o alto valor genético e sanitário do nosso plantel de suínos. Com maior integração e padronização de procedimentos entre o Mapa e os serviços veterinários oficiais, conseguiremos avançar na certificação das GRSCs mantendo os mais altos padrões sanitários. Isso significa maior produtividade e viabilidade econômica para a cadeia”, afirma.

Coordenadora do Programa Estadual de Sanidade dos Suídeos (PESS), Aline Barrichello, destaca que entre as novidades trazidas pela Portaria nº 1.358/2025 está a definição de critérios mais claros para certificação das granjas, além de procedimentos para autorização de estabelecimentos e alojamentos, suspensão temporária e cancelamento de certificação. “A atualização também modifica o período de validade do certificado, que passa de seis meses para um intervalo de 12 a 24 meses, conforme avaliação técnica”, acrescenta.

Certificação

Em Goiás há 19 granjas certificadas que fornecem animais para comercialização e/ou a distribuição de suínos destinados à reprodução. A certificação faz parte do Plano Integrado de Vigilância de Suínos, que busca fortalecer a vigilância contra doenças, proteger a suinocultura e a economia, além de garantir acesso a mercados internacionais.

Apesar da revogação da IN 19/2002, os certificados emitidos com base na antiga normativa continuam válidos até 19 de fevereiro de 2027. Até essa data, as granjas certificadas que optarem por manter a certificação pela INº 19/2002 devem realizar as renovações semestrais normalmente. A partir dali, porém, os certificados perdem automaticamente a validade, mesmo que ainda estejam dentro do prazo. A migração para a Portaria SDA/MAPA nº 1.358/2025 pode ser feita a qualquer momento, desde que a granja cumpra todos os requisitos.

De 20 de fevereiro de 2027 em diante, só serão válidos os certificados emitidos de acordo com a Portaria SDA/MAPA nº 1.358/2025.  Assim, as GRSCs precisam solicitar a renovação com antecedência em relação a essa data para não correr o risco de perderem suas certificações. “A documentação para a certificação pela nova portaria deve ser providenciada e enviada à Agrodefesa com celeridade para verificação, haja vista que a etapa de análise documental demandará um tempo maior”, explicou Aline Barrichello.

Outras mudanças

Entre as principais mudanças implementadas pela Portaria nº 1.358/2025 também está a ampliação das doenças monitoradas no processo de certificação das granjas. A normativa anterior tinha como foco principal enfermidades como peste suína clássica (PSC), doença de Aujeszky, brucelose, tuberculose, sarna e leptospirose. A nova portaria mantém as exigências relacionadas a PSC e doença de Aujeszky, e passa a incluir a peste suína africana (PSA) e a síndrome reprodutiva e respiratória suína (PRRS), consideradas de grande impacto sanitário para a suinocultura mundial.

Outra mudança importante é que o nível de biosseguridade das granjas agora tem maior peso no processo de certificação. O modelo de certificado também foi atualizado, com a nova portaria prevendo modelos padronizados de requerimentos, certificados e relatórios de auditoria.

A normativa estabelece ainda a realização de um único teste de amostragem fixa para monitoramento sanitário nas granjas certificadas. Também houve alteração nas regras relacionadas à participação de suínos provenientes de GRSCs em eventos agropecuários. Antes, a participação era vedada. Com a nova portaria, os animais podem participar desses eventos, porém permanece proibida a saída de suínos com finalidade de reprodução ou recria para reprodução após esses eventos.

Treinamento

As mudanças introduzidas pela normativa do Mapa foram temas da “Reunião Técnica sobre a Certificação de Granjas de Reprodutores Suínos pela Portaria SDA/MAPA nº 1.358/2025”, realizada no Auditório da Agrodefesa, em Goiânia (GO), de 25 a 27 de fevereiro de 2026. Participaram do evento fiscais estaduais agropecuários (FEAs) e responsáveis técnicos (RTs) de Granjas de Reprodutores Suínos Certificadas (GRSCs), além de representantes de outros estados e do Distrito Federal. O treinamento foi ministrado pelas auditoras fiscais federais agropecuárias (AFFAs) Lia Coswig, Luiza Melo, Alessandra Alves, Rojanna Girardi e Juliane Galvari, da Divisão de Sanidade de Suídeos do Ministério da Agricultura e Pecuária.

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RODRIGUES DE MENDONÇA, FAMÍLIA PIONEIRA DE RIO VERDE

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Imagem ilustrativa inspirada na época

 José Rodrigues de Mendonça e sua esposa dona Florentina Cláudia de São Bernardo, vindos da cidade de Casa Branca, Estado de São Paulo, por volta de 1830, onde tiveram 8 filhos: Maria, Thomaz, Ana Joaquina, Joaquim, José, João, Delfina e Quintiliano, todos de cor parda. Aqui se apossaram e fixaram na região denominada fazenda São Tomas, doando parte destas terras para Nossa Senhora das Dores, onde seria construída uma capela em sua homenagem. As primeiras casas de Rio Verde, eram de pau-a-pique, barreadas com estrume de gado ou casas de paredes de adobe, começaram a ser erguidas nas imediações onde hoje está o Palácio da Intendência e em reconhecimento a este valor histórico foi erguido um monumento o ponto zero de Rio Verde, em frente ao Tiro de Guerra 11-006.

De sua formação de arraial até chegar à cidade, recebeu várias denominações: Arraial das Dores de Rio Verde, Arraial das Abóboras, Vila das Abóboras, Freguesia de Nossa Senhora das Dores de Rio Verde, Resolução 6 de 05/08/1848, data em que se comemora o aniversário da cidade e finalmente em 31 de julho de 1882, Dr. Cornélio Pereira de Magalhães, presidente da Província de Goiás, elevou a vila de Rio Verde à categoria de cidade, através da Lei nº. 670.

Padre Serafim José da Silva foi o primeiro padre de Rio Verde, exerceu suas atividades eclesiásticas de 1845 até sua morte em 1885, inclusive foi ele que em 25 de agosto de 1846, lavrou a escritura particular de doação de terras para a regulamentação do patrimônio de José Rodrigues de Mendonça e sua esposa dona Florentina. Esta escritura foi feita debaixo de uma faveira, que após este ato, se tornou uma árvore histórica, mas por desentendimentos entre moradores do arraial, a mesma fora cortada, o que motivou uma revolta popular, quase lincharam o soldado autor do corte.

Por volta de 1845, de pau-a-pique, palha sendo a cobertura, assim nascia a primeira igreja juntamente do povoado, esta capela dedicada à Nossa Senhora das Dores. O primeiro cemitério situava nos fundos da igreja da Praça Ricardo Campos, que já não existe mais, esta praça se localizava em frente onde é hoje o Palácio da Intendência. O primeiro prédio em alvenaria e tijolos pertencia ao Senhor Candinho Ferreira, comprado por Frederico Gonzaga Jaime, fora construído por Joaquim Rodrigues de Abreu, este sobrado é hoje o Casarão Major Frederico Gonzaga Jayme. O primeiro jornal surgiu em 1845, “Voz do Povo”. A primeira mulher a dirigir um automóvel foi Naides Leão Teixeira, em 1919, com 15 anos de idade. A primeira casa que recebeu tinta em Rio Verde foi a propriedade da viúva Maria Teodora, era toda amarela com portais azuis. O Padre Serafim José da Silva foi o primeiro padre de Rio Verde, exerceu suas atividades eclesiásticas de 1845 até sua morte em 1885. O primeiro Intendente Municipal foi Benjamim Emigdio Hollagray, eleito em 1889 e o primeiro Prefeito Municipal foi Antônio Martins Borges.

Dona Florentina Cláudia de São Bernardo, esposa de José Rodrigues de Mendonça, faleceu em 16 de janeiro de 1858, e o viúvo já com 80 anos, em 25 de junho de 1866, casou-se novamente com Cândida Francisca da Silva, de 22 anos de idade. José Rodrigues de Mendonça morreu com 83 anos de idade em 19 de dezembro de 1869.

O município de Rio Verde, atualmente ocupa uma área de 8.374.255 km2, está localizado na microrregião 013 do sudoeste de Goiás e no centro-oeste do Brasil, com uma altitude média de 748 m, temperatura média anual entre 20ºC e 35ºC,  vegetação formada de cerrados e matas residuais, solo latossolo vermelho escuro com texturas argilosa e areno-argilosa, topografia plana, levemente ondulada com 5% de declive, possui 3 distritos ( Ouroana, Riverlândia e Lagoa do Bauzinho e o  atual prefeito é o Senhor Dr. Wellington Carrijo.

Mensagem de aniversário à minha querida Rio Verde:

Rio Verde – 178 anos de história, progresso e orgulho!

Hoje 05 de agosto, celebramos os 178 anos de Rio Verde, uma cidade que se tornou referência de trabalho, desenvolvimento e inovação. Berço de um povo acolhedor e empreendedor, Rio Verde orgulha o Estado de Goiás e conquista reconhecimento em todo o Brasil e no cenário internacional, destacando-se pela força do agronegócio, da indústria, do comércio, da educação, da saúde, da cultura e da tecnologia.

Cidade progressista, moderna, bela e em constante crescimento, Rio Verde é exemplo de que o desenvolvimento sustentável nasce da união entre o trabalho, a visão de futuro e o compromisso de sua gente.

Parabéns, Rio Verde, pelos seus 178 anos de uma história construída com dedicação, coragem e esperança. Que o futuro reserve ainda mais conquistas, prosperidade e qualidade de vida para todos os seus cidadãos.

Parabéns, Rio Verde! Que Deus continue abençoando esta terra tão querida e promissora.

 João Orlando Cruvinel de Lima

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Rio Verde, 178 anos: da terra dos pioneiros à potência do agronegócio brasileiro

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Município celebra trajetória marcada pela força do campo, crescimento econômico, expansão urbana e desenvolvimento que o consolidaram como um dos principais polos de Goiás e do Centro-Oeste

No dia 5 de agosto, Rio Verde celebra 178 anos de emancipação política, consolidando uma trajetória de desenvolvimento que transformou um pequeno povoado do sudoeste goiano em uma das cidades mais prósperas do Brasil. Ao longo de quase dois séculos, o município construiu sua história sobre o trabalho de seu povo, a força do agronegócio, o empreendedorismo, os investimentos em infraestrutura e uma economia diversificada que hoje o coloca entre os maiores centros de produção de riquezas do país.

A história de Rio Verde começou em meados do século XIX, quando famílias de desbravadores chegaram à região atraídas pela fertilidade das terras e pela abundância de água. O povoado cresceu ao redor da antiga Capela de Nossa Senhora das Dores e, em 5 de agosto de 1848, conquistou sua emancipação política, iniciando um processo de desenvolvimento que mudaria definitivamente o sudoeste goiano.

Do campo nasceu a prosperidade

Desde os primeiros anos, a agropecuária tornou-se a principal vocação econômica do município. Inicialmente baseada na pecuária extensiva, Rio Verde evoluiu para um modelo altamente tecnificado de produção agrícola, tornando-se referência nacional na produção de soja, milho, sorgo, feijão, tomate, sementes e diversas outras culturas.

A força do campo também impulsionou a produção de carnes, leite, aves e suínos, formando um complexo agroindustrial robusto que movimenta bilhões de reais todos os anos e gera milhares de empregos diretos e indiretos.

A chegada da agricultura moderna, principalmente a partir da década de 1970, revolucionou a economia local. Produtores rurais investiram em tecnologia, mecanização, irrigação, pesquisa genética e sustentabilidade, elevando a produtividade e transformando Rio Verde em um dos maiores celeiros agrícolas do país.

Hoje, grandes cooperativas, tradings e indústrias multinacionais escolheram o município para instalar unidades de processamento de grãos, produção de biocombustíveis, fabricação de alimentos e logística, fortalecendo ainda mais sua posição estratégica no agronegócio brasileiro.

Economia que cresce acima da média

O desenvolvimento agrícola abriu caminho para uma economia diversificada. Rio Verde consolidou-se como polo regional de comércio, serviços, saúde, educação superior, tecnologia e inovação.

Com um Produto Interno Bruto (PIB) superior a R$ 22 bilhões, o município figura entre as maiores economias de Goiás e está entre os principais geradores de riqueza do Centro-Oeste. O crescimento econômico atrai novos investimentos, amplia a arrecadação pública e fortalece setores como construção civil, transporte, indústria e prestação de serviços.

Empresas nacionais e internacionais instalaram operações no município, aproveitando sua localização estratégica, infraestrutura logística e forte produção agropecuária. O município tornou-se referência na industrialização do milho, produção de etanol, processamento de carnes, armazenagem de grãos e fabricação de insumos para o agronegócio.

Esse ambiente favorável aos negócios também impulsionou o empreendedorismo, aumentando significativamente o número de pequenas e médias empresas e fortalecendo o comércio local.

Expansão urbana transforma a cidade

O crescimento econômico refletiu diretamente na expansão urbana. Novos bairros surgiram em diferentes regiões da cidade, acompanhados por investimentos em pavimentação, saneamento básico, mobilidade urbana, iluminação pública, educação, saúde e lazer.

Nos últimos anos, Rio Verde passou por um intenso processo de modernização. Grandes avenidas foram duplicadas, parques urbanos foram implantados, áreas de lazer ampliadas e equipamentos públicos modernizados, acompanhando o aumento da população e melhorando a qualidade de vida dos moradores.

Outro fenômeno marcante é a verticalização. Edifícios residenciais e comerciais passaram a integrar a paisagem urbana, modificando o perfil arquitetônico da cidade e refletindo o aquecimento do mercado imobiliário. A construção de condomínios horizontais e verticais demonstra a confiança de investidores no potencial econômico do município e atende à crescente demanda por moradia e espaços corporativos.

Educação, ciência e inovação

O desenvolvimento de Rio Verde também passa pela educação. A presença da Universidade de Rio Verde (UniRV), de instituições federais e privadas de ensino superior e de centros de pesquisa fortaleceu a formação de profissionais qualificados e aproximou a produção científica das demandas do agronegócio.

A cidade investe ainda em inovação tecnológica, agricultura digital, inteligência artificial, startups e qualificação profissional, preparando-se para os desafios de uma economia cada vez mais baseada no conhecimento.

Cultura preserva a identidade rio-verdense

Mesmo com o intenso crescimento econômico, Rio Verde mantém vivas suas tradições culturais. Festas religiosas, manifestações populares, exposições agropecuárias, eventos literários, festivais de música, feiras culturais e apresentações artísticas ajudam a preservar a identidade do município.

Entidades culturais, academias de letras, museus, bibliotecas, grupos de teatro, artistas plásticos, músicos e escritores desempenham papel fundamental na valorização da história local e na formação de novas gerações.

A produção literária rio-verdense também ganhou projeção nacional, com autores participando de importantes eventos, como a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), ampliando a presença da cultura local no cenário brasileiro.

Cidade preparada para o futuro

Ao completar 178 anos, Rio Verde reúne características que poucas cidades brasileiras conseguiram alcançar: economia forte, agronegócio competitivo, indústria em expansão, comércio consolidado, educação de qualidade, infraestrutura moderna e crescente capacidade de inovação.

Os desafios permanecem, especialmente nas áreas de mobilidade, sustentabilidade, habitação e planejamento urbano. No entanto, a história do município demonstra que sua capacidade de adaptação e seu espírito empreendedor continuam sendo os principais motores do desenvolvimento.

Mais do que celebrar uma data histórica, o aniversário de Rio Verde representa o reconhecimento de uma trajetória construída por pioneiros, produtores rurais, empresários, trabalhadores, educadores, lideranças comunitárias e cidadãos que ajudaram a transformar o município em uma referência estadual e nacional.

Aos 178 anos, Rio Verde reafirma sua vocação para crescer, inovar e gerar oportunidades, mantendo suas raízes históricas enquanto projeta um futuro de desenvolvimento sustentável, prosperidade econômica e qualidade de vida para sua população.

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Equatorial Goiás investe mais de R$ 65 milhões em ações na rede elétrica de Rio Verde

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Investimentos contemplam obras de expansão, modernização e manutenção da rede elétrica; município celebra 178 anos nesta quarta-feira (5)

Goiânia, 3 de agosto de 2026 – Em celebração aos 178 anos de Rio Verde, a Equatorial Goiás destaca os investimentos realizados no município desde o início da concessão, com ações voltadas à modernização da rede elétrica, expansão do atendimento e melhoria da infraestrutura para acompanhar o crescimento da cidade e da região.

            Desde 2023, mais de R$ 65 milhões já foram investidos em obras e melhorias no sistema elétrico de Rio Verde. Os recursos contemplam clientes das áreas urbana e rural e incluem ações de expansão, modernização e adequação da rede para atender ao crescimento do município.

            Entre as obras mais recentes estão a implantação da infraestrutura necessária para a ligação do novo Paço Municipal, a construção de um novo circuito para atendimento ao Hospital Universitário, melhorias na rede para atender novos loteamentos, a interligação de rede para o condomínio habitacional popular Lázaro Pimenta e uma obra voltada ao atendimento da Clínica Veterinária do município.

            “Rio Verde é uma cidade estratégica para Goiás, com forte crescimento econômico, industrial e no agronegócio. Por isso, os investimentos realizados no município acompanham a expansão da cidade e buscam preparar a infraestrutura elétrica para atender às novas demandas. São obras que beneficiam tanto os consumidores residenciais quanto os setores que movimentam a economia local”, afirma Adriano Coloni, Superintendente da Regional Sul da Equatorial Goiás.

 Eficiência energética no Hospital do Câncer

            Outro destaque é o projeto de eficiência energética realizado no Hospital do Câncer de Rio Verde, iniciado em 15 de abril de 2026, com investimento de aproximadamente R$ 1,2 milhão.

            A iniciativa contempla a instalação de uma usina solar com mais de 190 kWp de potência, além da substituição de lâmpadas antigas por modelos de LED e de aparelhos de ar-condicionado de grande porte por equipamentos mais modernos e eficientes.

            A iniciativa contribui para o uso mais eficiente da energia na unidade e reforça a atuação da companhia em projetos que unem eficiência energética, modernização da infraestrutura e benefícios para a comunidade.

 Manutenção e expansão da rede

            Além das obras estruturantes, a Equatorial Goiás também mantém ações de manutenção e prevenção em Rio Verde. Entre os serviços realizados estão podas de árvores e limpeza de faixas de servidão, atividades importantes para manter a vegetação afastada da rede elétrica e reduzir riscos de interferências no sistema.

            Desde o início da concessão, foram realizados cerca de 15 mil livramentos de rede e mais de 858 mil metros quadrados de limpeza de faixas de servidão em Rio Verde e região. As ações contribuem para a segurança da rede e ajudam a prevenir ocorrências relacionadas ao contato da vegetação com a infraestrutura elétrica.

            O crescimento do município também se reflete na expansão do número de consumidores atendidos pela distribuidora. Desde o início da concessão, foram realizados 15.122 serviços de novas ligações em Rio Verde, acompanhando a expansão urbana e rural e a chegada de novos empreendimentos.

O conjunto de investimentos reforça o compromisso da Equatorial Goiás com Rio Verde e com o desenvolvimento de uma das principais cidades de Goiás. A modernização da rede, a realização de obras estruturantes e as ações de manutenção contribuem para preparar o sistema elétrico para as demandas atuais e futuras do município.

 Reconstrução da rede elétrica de Goiás

            Com cerca de 230 mil quilômetros de extensão, o sistema elétrico goiano passa por um processo de modernização. A Equatorial Goiás vem ampliando e modernizando a infraestrutura elétrica do Estado, com investimentos em subestações, linhas de distribuição, redes de média e baixa tensão e ações de manutenção e prevenção.

            As obras fazem parte do plano de reconstrução da rede elétrica e têm como objetivo proporcionar um sistema mais moderno, seguro e preparado para acompanhar o crescimento dos municípios goianos.

A população pode acompanhar a evolução das obras do plano de reconstrução do sistema elétrico por meio do Trabalhômetro, plataforma que permite consultar as ações realizadas e em andamento pela Equatorial Goiás: trabalhometroequatorialgo.com.br.

 Sobre a Equatorial Goiás   

 A Equatorial Goiás é uma empresa que pertence ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities, sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com 7 concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237 municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura de uma área de 336.871 km².

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