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“Ele veio morar entre nós”: CNBB abre Campanha da Fraternidade 2026 com foco na dignidade da moradia

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou oficialmente, nesta quarta-feira, 18 de fevereiro, a Campanha da Fraternidade 2026, em cerimônia realizada na sede da instituição, em Brasília (DF). Com o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), a iniciativa convida a Igreja e a sociedade a refletirem sobre a moradia como direito fundamental e expressão concreta da dignidade humana.

A programação teve início com a celebração da Santa Missa na Capela Nossa Senhora Aparecida, presidida pelo secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers. Em seguida, no Auditório Dom Helder Câmara, ocorreu a cerimônia de abertura, que contou com a participação do coro da Arquidiocese de Brasília. Sob a regência de Geovane Ferreira da Silva, o grupo apresentou o hino oficial da Campanha da Fraternidade 2026.

Durante o evento, o secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Jean Poul, fez a leitura da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma. No texto, o Pontífice destacou a tradição de mais de 60 anos da Campanha da Fraternidade como expressão concreta da fé da Igreja no Brasil, especialmente no compromisso com os pobres. Ele recordou a Exortação Apostólica Dilexi te, reafirmando que “existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres” e a necessidade de enfrentar as causas estruturais da pobreza.

Conversão pessoal, comunitária e social

Em sua fala, o bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, ressaltou que a Campanha da Fraternidade propõe uma conversão pessoal, comunitária e social. Ao explicar o sentido do tema deste ano, afirmou que a moradia não pode ser tratada como privilégio, mas como condição básica para o exercício de outros direitos.

“Não podemos naturalizar que alguém viva sem teto e aceitar que crianças cresçam em áreas de risco”, declarou.

O secretário-geral também enfatizou que a tradição cristã une fé e responsabilidade histórica. Segundo ele, a espiritualidade autêntica não pode ignorar o sofrimento do povo.

“A conversão que Deus pede é integral. Não é apenas interior, mas também relacional, estrutural e social”, afirmou, reforçando que políticas públicas habitacionais são dever do Estado e que a economia deve estar a serviço da vida.

Dom Ricardo conclamou autoridades públicas, setor privado, universidades, movimentos sociais e toda a Igreja no Brasil a se unirem na promoção da moradia digna. “Este não é um tema partidário; é um tema humano, civilizatório”, disse, lembrando que cada família que conquista sua casa experimenta a restauração da dignidade.

Gestos concretos e mobilização

A cerimônia também apresentou testemunhos que evidenciam a ação concreta da Igreja. Direto de Salvador (BA), o irmão Henrique Peregrino compartilhou a experiência da Comunidade da Trindade, que desenvolve o projeto “Moradias Acompanhadas”. A iniciativa oferece não apenas uma casa, mas acompanhamento integral às pessoas que viveram em situação de rua.

Segundo ele, ao longo dos anos a comunidade percebeu que não basta oferecer “muros em pé”, mas é necessário garantir apoio na saúde, na geração de renda e na reconstrução dos vínculos familiares e comunitários.

Altair Leal de Aguiar, beneficiado pelo projeto, deu seu testemunho. Após anos vivendo nas ruas, hoje mora em uma das casas do projeto.

“Essa caminhada pra mim foi boa. Tive bastante ajuda da comunidade. Me tiraram da rua, me deram carinho e amor”, relatou.

Ao apresentar as propostas práticas da Campanha, padre Jean Poul destacou cinco ações fundamentais: assumir a Campanha nas comunidades; intensificar a oração pelos que sofrem com a falta de moradia; praticar o jejum que se converta em solidariedade; fortalecer a ação sociopolítica; e participar da Coleta Nacional da Solidariedade.

Ele contou o exemplo de uma família que decidiu abrir mão da reforma de uma suíte para construir um banheiro na casa de uma trabalhadora que não tinha acesso ao item básico.

“O nosso jejum, se não se converter em bem do próximo, é apenas economia”, afirmou.

A Coleta Nacional da Solidariedade será realizada no Domingo de Ramos, 29 de março, e os recursos arrecadados serão destinados aos Fundos Diocesano e Nacional de Solidariedade, que apoiam projetos sociais em todo o país.

Exposição e memória das Campanhas

Ao final da cerimônia, o secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, convidou o subsecretário-geral, padre Leandro Megeto, e o diretor geral da Edições CNBB, monsenhor Jamil Alves de Souza, para fixar o quadro com o cartaz da CF 2026 na galeria das Campanhas da Fraternidade, localizada no corredor externo ao auditório, marcando oficialmente sua integração à memória histórica da iniciativa.

Os participantes também visitaram a exposição “Caminhos da Fraternidade”, com projetos apoiados pelo Fundo Nacional da Solidariedade nos últimos três anos. A mostra apresentou dados sobre os recursos arrecadados e iniciativas financiadas, evidenciando os frutos concretos da Campanha.

A visita foi acompanhada por cantos que marcaram a história das Campanhas da Fraternidade, conduzidos pelo assessor do Setor de Música Litúrgica da CNBB, padre Jair Oliveira.

Com o lançamento da CF 2026, a CNBB reafirma o compromisso da Igreja no Brasil com a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, onde todos tenham acesso à terra, teto e trabalho- sinais visíveis do Deus que “veio morar entre nós”. Fonte: CNBB

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LULA DEFENDE SOBERANIA BRASILEIRA, CRITICA INTERFERÊNCIAS EXTERNAS E COBRA FORTALECIMENTO DA ONU

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Em discurso na Assembleia Geral, presidente abordou democracia, guerras, crime organizado, inteligência artificial e necessidade de reforma da governança internacional

Foto: Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu, nesta terça-feira (22), o Debate Geral da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, com um discurso centrado na defesa da soberania dos países, do multilateralismo e do fortalecimento da ONU diante das crises internacionais. Como ocorre tradicionalmente desde 1955, o Brasil foi o primeiro Estado-membro a discursar no debate geral.

Um dos pontos de maior repercussão foi a defesa da soberania brasileira. Lula advertiu contra interferências estrangeiras nos processos políticos e eleitorais dos países e declarou que “o Brasil não cabe no quintal de ninguém”. A manifestação ocorreu em um momento em que o Brasil se aproxima das eleições de outubro e enfrenta divergências diplomáticas e comerciais com os Estados Unidos.

O presidente também defendeu a democracia e afirmou que o processo eleitoral brasileiro deve ser decidido pelos próprios brasileiros, sem interferências externas. Segundo Lula, a soberania nacional deve ser respeitada tanto no campo político quanto no enfrentamento de questões internas.

Outro eixo importante do pronunciamento foi a crise do sistema multilateral. Lula afirmou que as Nações Unidas atravessam um de seus momentos mais críticos e cobrou maior capacidade da organização para atuar na prevenção e solução de conflitos. A defesa brasileira é de uma ONU mais representativa e capaz de recuperar protagonismo na promoção da paz.

Ao tratar das guerras e tensões internacionais, o presidente voltou a defender a diplomacia como caminho para a solução dos conflitos. A mensagem brasileira foi de que o avanço das guerras e o enfraquecimento dos mecanismos multilaterais demonstram a necessidade de fortalecer as instituições internacionais e buscar soluções negociadas.

Lula também abordou o combate ao crime organizado. Segundo ele, o Brasil reconhece a dimensão internacional do problema e está aberto à cooperação entre países, mas rejeita intervenções estrangeiras. O presidente defendeu maior atuação internacional contra o tráfico de armas e os fluxos financeiros que sustentam organizações criminosas.

Mudanças climáticas e inteligência artificial também estiveram entre os temas apresentados à Assembleia. Lula defendeu maior cooperação internacional diante dos novos desafios tecnológicos e ambientais e voltou a colocar o multilateralismo como instrumento para estabelecer regras capazes de alcançar diferentes países.

RECADO INTERNACIONAL

O discurso de Lula procurou combinar a tradicional agenda diplomática brasileira — defesa do multilateralismo, negociação e reforma da governança internacional — com temas diretamente relacionados ao atual cenário brasileiro, especialmente soberania, eleições e crime organizado.

Ao afirmar que o Brasil não aceita ser tratado como área de influência de outras potências, Lula levou ao plenário da ONU uma mensagem de autonomia diplomática. Ao mesmo tempo, defendeu que essa autonomia não significa isolamento: o presidente sustentou a cooperação entre países, desde que baseada no respeito à soberania e às instituições nacionais.

No plano internacional, sua mensagem central foi a defesa de uma ONU capaz de voltar a funcionar como espaço efetivo de negociação e construção da paz. Segundo o resumo oficial das Nações Unidas, Lula afirmou que a organização precisa voltar a ser um “templo da paz” diante de um dos períodos mais críticos de sua história.

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BRASIL

STF vive crise que ultrapassa divergências entre ministros

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JcOliveira

O Supremo Tribunal Federal atravessa, em setembro de 2026, um dos períodos de maior tensão interna de sua história recente. A crise reúne investigações relacionadas ao Banco Master, questionamentos envolvendo ministros, decisões conflitantes e divergências processuais dentro da própria Corte. Especialistas ouvidos pela imprensa têm associado o episódio também a problemas estruturais acumulados e ao debate sobre a politização do tribunal.

A gravidade ficou evidente quando o presidente do STF, Edson Fachin, precisou intervir em procedimentos envolvendo colegas. Em 9 de setembro, Fachin revogou a designação de Alexandre de Moraes para conduzir o inquérito instaurado em 2019, preservando os atos anteriormente praticados. Também houve intervenção da Presidência diante de decisões divergentes relacionadas à Polícia Federal.

O episódio expõe uma questão institucional delicada: como garantir investigação independente quando suspeitas ou acusações alcançam integrantes do próprio tribunal que ocupa o topo do Poder Judiciário?

A sessão extraordinária de 15 de setembro não eliminou essa dúvida. Ao contrário, tornou públicas divisões importantes. Houve divergência sobre analisar separadamente ou conjuntamente os casos relacionados a Alexandre de Moraes e André Mendonça. Fachin, Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia votaram pela separação; Gilmar Mendes, Moraes e Cristiano Zanin defenderam a reunião dos procedimentos. Flávio Dino também havia se manifestado pela unificação, mas pediu vista, suspendendo a conclusão da discussão.

Uma crise de confiança

O aspecto mais preocupante talvez não seja a existência de divergências. Tribunais colegiados existem justamente para que magistrados discordem. O problema surge quando divergências jurídicas passam a ser acompanhadas de acusações entre os próprios julgadores, decisões contraditórias e questionamentos públicos sobre imparcialidade.

A sessão do dia 15 foi marcada por confrontos entre ministros e críticas aos procedimentos adotados pela própria Corte. Cármen Lúcia chegou a manifestar constrangimento diante do ambiente produzido no plenário.

Isso produz uma consequência particularmente relevante para o STF: uma Corte constitucional depende não apenas da autoridade conferida pela Constituição, mas também da percepção pública de que suas decisões seguem regras estáveis, impessoais e previsíveis.

Quando ministros parecem atuar em campos opostos ou quando uma decisão de um integrante da Corte precisa ser neutralizada por outro, cresce o risco de que decisões jurídicas sejam interpretadas pela sociedade como disputas pessoais ou políticas — independentemente de essa interpretação corresponder aos fundamentos jurídicos efetivos de cada decisão.

O problema não começou agora

Há ainda uma dimensão estrutural. O STF brasileiro acumula funções incomuns em comparação com muitas cortes constitucionais: exerce controle de constitucionalidade, julga recursos, possui competências criminais originárias e decide conflitos entre instituições. Ao mesmo tempo, ministros individualmente possuem poderes relevantes por meio de decisões monocráticas.

Por isso, a crise atual reabriu discussões sobre regras de impedimento e suspeição, limites das decisões individuais, transparência, mecanismos de responsabilização e eventual adoção de um código de conduta específico para tribunais superiores. Especialistas consultados pela Folha relacionaram a situação atual justamente a problemas institucionais que antecedem os acontecimentos de setembro.

Há, porém, uma distinção importante. Reformar mecanismos de governança do STF não significa necessariamente enfraquecer o tribunal. Dependendo de seu desenho, regras mais claras sobre conflitos de interesse, distribuição de processos, decisões monocráticas e procedimentos envolvendo os próprios ministros poderiam reforçar previsibilidade e legitimidade. Por outro lado, propostas de mudança também precisam preservar a independência judicial e impedir que mecanismos de controle sejam utilizados como instrumentos de pressão política.

O desafio de Fachin

Nesse cenário, Edson Fachin enfrenta uma tarefa institucional difícil. Como presidente, precisa administrar simultaneamente a autonomia dos ministros, o funcionamento colegiado e a credibilidade externa do tribunal. Suas intervenções recentes mostram uma tentativa de centralizar procedimentos e evitar decisões incompatíveis, embora também tenham provocado críticas dentro da própria Corte.

O caminho para reduzir a crise provavelmente dependerá menos de manifestações individuais e mais de procedimentos verificáveis: definição clara de competência, respeito ao devido processo legal, transparência compatível com as investigações, critérios objetivos para impedimento ou suspeição e decisões colegiadas nas questões institucionais mais sensíveis.

O STF continuará sendo chamado a arbitrar conflitos políticos e constitucionais relevantes. Justamente por isso, a questão central desta crise não é qual ministro vence a disputa interna, mas se a instituição conseguirá demonstrar que as mesmas regras jurídicas valem inclusive quando seus próprios integrantes estão envolvidos.

Esse será um teste importante para a autoridade do Supremo: não apenas exercer poder constitucional, mas mostrar que esse poder também está submetido a procedimentos, controles e limites institucionais.

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XP Inc. registra crescimento consistente no 2T26, com receita de R$ 5,1 bilhões, lucro de R$ 1,4 bilhão e ROE de 22,5%

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A XP Inc. (NASDAQ: XP) registrou mais um trimestre de crescimento consistente, com avanço da receita, da rentabilidade e dos ativos de clientes. A receita bruta atingiu R$ 5,056 bilhões (+8% YoY) no segundo trimestre de 2026, enquanto o lucro líquido ajustado somou R$ 1,384 bilhão (+5% YoY) e o EBT ajustado alcançou R$ 1,565 bilhão (+15% YoY).

Os ativos totais de clientes (AuC, AuM e AuA) atingiram R$ 2,2 trilhões no período, crescimento de 17% na comparação anual, apoiado por uma captação líquida total de aproximadamente R$ 28 bilhões, praticamente o triplo do ano anterior.

O resultado da XP no trimestre reflete a evolução da companhia na construção de um ecossistema capaz de atender, de forma integrada, as diferentes necessidades financeiras de pessoas e empresas ao longo de suas jornadas. Com uma oferta cada vez mais completa de investimentos, crédito, banking, seguros e soluções para empresas, a XP segue ampliando sua relevância, aprofundando o relacionamento com os clientes e fortalecendo sua estratégia de crescimento de longo prazo.

O varejo manteve crescimento consistente e registrou R$ 20 bilhões em captação no segundo trimestre, com evolução da diversificação das receitas e ampliação da participação de novas linhas de negócio.

O Banco de Atacado continua sendo um importante vetor de crescimento da XP, com receita de R$ 1,175 bilhão no período, com forte expansão de 32% na comparação anual, puxada por Corporate. O segundo trimestre marcou o lançamento de novos serviços para o público PJ, com destaque para a entrada no segmento de adquirência e cartão PJ, novidades que aumentam a oferta contextualizada da companhia.

“O segundo trimestre materializa a força do nosso modelo de negócios e a consistência da nossa execução. Seguimos crescendo, ampliando a satisfação dos nossos clientes e fortalecendo nosso portfólio com soluções cada vez mais completas para pessoas físicas e empresas. Continuaremos ampliando a relevância da XP na vida financeira dos clientes e fortalecendo nossa posição para alcançar a liderança em investimentos no Brasil ao longo da próxima década”, afirma Thiago Maffra, CEO da XP Inc.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 22,5%, patamar sólido diante de um índice de Basileia que permanece em níveis confortáveis, acima do guidance de 16% a 19%, refletindo eficiência operacional e disciplina na alocação de capital. O lucro por ação diluído ajustado (EPS) cresceu 8% na comparação com o segundo trimestre de 2025. Em linha com sua estratégia de gestão de capital, a companhia segue com suas iniciativas de remuneração, tendo concluído o programa de recompra de R$ 1 bilhão e iniciado a execução de um novo programa de R$ 1 bilhão, além de realizar o pagamento de aproximadamente R$ 500 milhões em dividendos.

As despesas operacionais (SG&A) cresceram abaixo da receita, resultando em ganhos em eficiência operacional. A XP segue investindo em tecnologia, IA, produtividade, digitalização e expansão da força comercial para atingir suas estratégias de longo prazo, com foco em crescimento com eficiência e evolução da experiência do cliente em todos os seus segmentos.

Gustavo Alejo assume como novo CFO 

A divulgação dos resultados do trimestre marca, ainda, a chegada de Gustavo Alejo como CFO da XP Inc., reforço importante para a companhia, especialmente em um momento em que o Banco passa a ter cada vez mais escala, ao mesmo tempo em que a XP segue ganhando relevância no mercado.

“Estou entusiasmado por me juntar a uma companhia que combina visão de longo prazo, disciplina na alocação de capital e foco contínuo na geração de valor para clientes e acionistas. Vejo um potencial significativo para aprofundarmos ainda mais a personalização dos serviços financeiros, apoiados por tecnologia, inovação e uma proposta cada vez mais completa”, afirma Alejo.

Mais informações

Stéfane Rodrigues

Contato: 61 99339-6116

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