Alice Bessa, jovem rio-verdense, estudante de Física da Universidade de Brasília (UnB), participa do desenvolvimento de uma IA voltada à detecção de exoplanetas — planetas localizados fora do Sistema Solar.
O projeto é feito em parceria com o professor Vinicius de Abreu Oliveira e busca compreender melhor a formação desses corpos celestes e as possibilidades de habitabilidade.
“A detecção de exoplanetas é importante porque ajuda a entender como esses sistemas se formam e até como poderíamos, no futuro, estudar a viabilidade de vida ou colonização fora da Terra”, explica Alice.
A estudante atua na parte de detecção, utilizando o método de trânsito planetário, técnica que analisa pequenas quedas no brilho de uma estrela quando um planeta passa na frente. “Estamos treinando uma máquina para observar essas variações de luminosidade e identificar se o sinal é de um planeta verdadeiro ou um falso positivo”, detalha.
De acordo com Alice, o uso da IA é fundamental para agilizar as análises. “O volume de dados é enorme e há poucas pessoas dedicadas à área. A inteligência artificial otimiza o processo e reduz significativamente o tempo necessário para examinar as observações”, afirmou.

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