
O lugar não poderia ser melhor, a Fazenda Rio Verdinho e o clima de alegria e descontração também não poderiam faltar. Foi um dia para celebrar a igualdade, a amizade e o respeito a diferentes dons e carismas próprios de cada confrade e confreira que participou da confraternização.
A convite do confrade Evaristo Baraúna e por iniciativa da diretoria da ALERVE – Academia de Letras de Rio Verde, foi realizada dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, a primeira confraternização desta instituição. O evento aconteceu na propriedade do casal Evaristo e Selma Baraúna, a 60 km da cidade de Rio Verde, contando com a participação de todos os membros da ALERVE, com exceção da confreira Dill Ferreira que estava em Brasília em um evento cultural, representando a cidade de Rio Verde e a ALERVE.
O clima foi de muita alegria e descontração e a receptividade dos anfitriões chamou a atenção. Estes receberam com todo carinho e com a mesa farta os confrades e confreiras desde as 9 horas da manhã, com um delicioso café, depois com um delicioso churrasco, almoço e o lanche da tarde, quando todos se despediram do local sentindo o gostinho de amizade e carinho através dos deliciosos doces preparados pela Selma.
Durante todo o dia o clima foi de festa, descontração e amizade. Evaristo fez questão de deixar todos muito a vontade em sua residência, por sinal, linda e muito acolhedora. Foram momentos para conversar, contar história, ouvir os confrades e demais convidados presentes e ainda se deliciar com a comida e bebidas servidas a vontade.


O sarau foi outro momento marcante deste encontro. Liderado por Maria José Godoi (Zezé) e pelo psicólogo Carlos Augusto, era hora de agradecer a Deus pelas conquistas deste ano e conhecer o talento dos escritores a partir de seus poemas, textos, histórias. Todos tiveram oportunidade de declamar ou apresentar seus lindos e criativos textos. Não faltou poesia, Zezé fez até um poema de última hora, de improviso mesmo, falando do convite dos anfitriões e da acolhida na propriedade. Carlos Augusto aproveitou a oportunidade para declamar um poema alusivo à data e outros que emocionou o grupo, além da Nayane que encantou a todos com sua sensibilidade e de Adriano, ou Lourenço Terra, que de forma sábia transpôs seus sentimentos através de um texto lindíssimo. O presidente Alexandre também destacou o momento com sábias palavras, seguido do Professor João Orlando que deu uma aula de história a literatura rio-verdense. A professora Virneide também levou emoção e graça para os ouvintes. A contadora de histórias infantis, Flávia, coloriu a tarde com um de seus lindos textos. Zilda Pires apresentou seu livro de poesias e entre tantas, declamou uma dedicada a cidade de Rio Verde. Leonardo, com seu jeito simples e sábio, também apresentou um de seus textos que tanto ensina sobre o homem simples e pacato do interior.

Todos souberam aproveitar muito bem o momento para levar emoção e muito conhecimento a uma planteia que ouvia atenta e em alguns momentos emocionada todos os textos escolhidos especialmente para a ocasião.
O confrade Evaristo falou de sua alegria em receber o grupo de amigos em sua propriedade e do desejo em continuar fazendo com que a ALERVE se torne uma entidade realmente comprometida com a cultura e instrumento de promoção do bem comum. “Não posso dizer que sou escritor, pois só agora estou escrevendo, mas sou um empresário, empreendedor que passou por muitas experiências que podem contribuir com um grupo como a ALERVE. Creio que nesse grupo eu aprendo muito mais que ensino e sou muito feliz em poder fazer parte de uma entidade, cujos membros têm os mesmos propósitos e são amigos de verdade, verdadeiros irmãos. Que em 2026 continuemos unidos e comprometidos com os nossos projetos. Nossa casa vai estar sempre aberta a vocês”, afirmou Baraúna.
Na despedida, a foto que não poderia faltar, com todos em frente a bela residência da família Baraúna. Assim foi o dia especial de confraternização da ALERVE, a mais nova entidade cultural rio-verdense que veio para somar a tantas outras que também têm o mesmo propósito: promover a cultura local e estimular as artes literárias na cidade do agronegócio.

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